Neo-Música: Projeto Música Independente

Neo-Música: Projeto Música Independente

O Projeto Música Independente, realizado pelo SIM – Sociedade Independente Música, apresenta em sua 4° edição seus selecionados para o ano de 2013.

Em um total de 280 inscritos, a SIM e seus colaboradores chegaram a um resultado que tenta mostrar o que há de novo e diverso na música mineira. São os mais diversos gêneros que compõe os selecionados, que passeiam desde do HipHop até o Rock.

Um bela iniciativa que tenta dar visibilidade a nova música mineira, além das bandas também foram selecionados os DJ’s de cada noite de apresentação.

Todas as apresentações serão transmitidas pela rádio Inconfidência e na TV pela Rede Minas.

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Neo-Musica: Uma Conexão repaginada

Neo-Musica: Uma Conexão repaginada

Ao longo de treze anos, o Conexão Vivo levou a capital mineira muita música e agitação.

A partir deste ano, o Conexão Vivo passa a se chamar Conexão BH e passa por uma grande reformulação a partir de uma proposta de artistas locais.

Neste ano, o Conexão irá contar com 50 artistas entre artistas mineiros, nacionais e internacionais. Eles estarão distribuidos em três ambientes, localizados no Parque Municipal, no centro de Belo Horizonte.

Além do Parque Municipal, outras festas acontecem em vários pontos da cidade, como é o caso dos eventos O Samba Bate Outra Vez, Cidade HipHop e Alta Fidelidade entre outros, que acontecem em locais como o Music Hall, Granfinos ou Mercado das Borboletas.

Abaixo você confere a programação oficial do Conexão BH 2013.

SERVIÇO: CONEXÃO BH 2013

# Cidade Hip Hop: 23 a 26 de maio – 14h à 0h – Espaço Centoequatro (www.facebook.com/cidadehiphop)
# FESTIVAL CONEXÃO BH: 29 de maio a 02 de junho – Parque Municipal (www.facebook.com/conexoeslivres)
# Circuito de Festas Conexão: 24 de maio a 01 de junho – Mercado das Borboletas |Granfinos | Music Hall
# Pequenas Sessões: 04 a 09 de junho – Casa Una, Espaço Centoequatro e C.A.S.A (www.facebook.com/pequenassessoes)

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PROGRAMAÇÃO

# Dia 24/05 @ Mercado das Borboletas
Festa Mercado Eletrônico

# Dia 29/05 @ Parque Municipal
Uakiti convida Zal Sissokho (Senegal)
Garbo convida Kicila e Carlos Malta (RJ)
Fusile convida Gabriel Thomaz do Autoramas (RJ)
Do Amor convida Domenico (RJ)
Brasilidades
Roodboss + Teia
Bloco Baianas Ozadas
Cidade Hip Hop convida Julgamento e Face 3

# Dia 29/05 @ Granfinos
Alta Fidelidade convida Vinil é Arte (RJ/SP/MG)

# Dia 30/05 @ Parque Municipal
Maglore (BA) convida Wado (AL)
Transmissor convida Cícero (RJ)
Duelo de MC’s Nacional – Eliminatória BH
Peu Meurray convida Magary Lord (BA)
Sala da Toscaria na Base e Bnegão (RJ) tocam “Underground”, de Marku Ribas
Pequenas Sessões faz retrospectiva do festival
Bloco do Moreré
Túlio Araújo e Projeto Dobradura
Zimun

# Dia 30/05 @ Granfinos
Projeto música independente apresenta- Dibigode e Irene Bertachini

# Dia 31/05 @ Parque Municipal
Julieta Venegas (Mex) convida Otto (PE)
Metaleiras da Amazônia convida Juca Culatra (PA)
Dona Onete (PA)
Tulipa Ruiz
Cateb + Black Josie
Samba da Meia Noite
Projeto Secreto Macacos (PA)
Tempo Plástico
Warley Henrique

# Dia 30/05 @ Granfinos
Sexta Básica convida Festa Santo Forte (SP)

# Dia 30/05 @ Music Hall
O Samba Bate Outra Vez com Dóris & Banda e convidados
Copo Lagoinha convida Marina Gomes e Fernando Bento

# Dia 01/06 @ Parque Municipal
Graveola e o Lixo Polifônico convida Thiago Amud (RJ)
O Terno convida Maurício Pereira (SP)
Ilê Ayê (BA) convida Maíra Freitas (RJ)
Oquestra Voadora (RJ) convida DJ Corisco e Baque de Mina (MG)
Yuga + Thiagão
Múmia
Baque de Mina
Deskareggae Sound System e convidados

# Dia 01/06 @ Granfinos
Conexão Sensacional 5 convida Academia da Berlinda (PE)

# Dia 02/06 @ Parque Municipal
Flávio Renegado convida Meninas de Sinhá, Aline Calixto, Rogério Flausino e Sany Pitbull (RJ) – Gravação do DVD
Viva Viola
Gang do Eletro (MG)
Rafa no Som + Simbarerê
Jaca
Bloco Benteviu
Quarteirão eletrônico convida 7Estrelo, RDKLZ, Zubreu, Robinho e Leandro Rallo

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INGRESSOS: 

# Parque Municipal
Ingressos promocionais até dia 14/05 (19h): R$10 (meia) e R$20 (inteira)
A partir de 15/05: R$15 (meia) e R$30 (inteira)
Passaporte 29 de maio a 02 de junho: R$50 (meia) e R$100 (inteira) para todos os dias.

# Circuito de Festas
Os ingressos variam de R$20 (meia) a R$50 (inteira), de acordo com local e lote.

Além do Som: A destruição da música brasileira

Além do Som: A destruição da música brasileira

Se tornou viral na web durante a última semana um documentário que apresenta uma teoria de conspiração contra a música brasileira.

MPB – A História que o Brasil Não Conhece conta com a direção de André Moraes, um dos mais requisitados compositores de trilhas sonoras do cinema brasileiro, e apresenta o rumo que tomou a música brasileira, de uma forma cômica e, até mesmo, reflexiva.

O documentário é baseado em um livro polêmico e nos apresenta toda uma conspiração criada em torno da MPB. De acordo com o documentário, a Música Popular Brasileira alcançou um potencial enorme ao se tornar sucesso fora do Brasil graças a nomes como Ari Barroso, Carmen Miranda e Tom Jobim. Graças a todo esse sucesso, agentes de uma corporação secreta teriam sido enviados ao Brasil com o objetivo de destruir a música nacional.

Com narrativa de Caco Ciocler e depoimentos de nomes como Sérgio Mallandro, Jair Oliveira, Iggor Cavalera, Wilson Simoninha e Afonso Nigro, o documentário traz histórias engraçadas envolvendo diversos nomes envolvidos diretamente no cenário musical nacional, casos de Michael Sullivan, Luiz Caldas e Compadre Washington, entre outros.

Com um roteiro bem escrito e boa direção, MPB – A História que o Brasil Não Conhece é um documentário feito para provocar o riso em quem o assiste. Aliás, diria que é obrigatório gastar 17 minutos do seu tempo vendo o documentário.

Por mais que seja humor (e dos bons), o documentário pode nos levar a pensar bem sobre a pergunta principal em torno do vídeo: “O que foi que aconteceu com a música popular brasileira?”

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O quê que a trilha tem?: Tudo acontece em Elizabethtown

O quê que a trilha tem?: Tudo acontece em Elizabethtown

“Você tem um tempo para se entregar a uma tristeza absoluta.
Curta-a, abrace-a, descarte-a.
E siga em frente”

Filmes onde o personagem principal passa por um problema que parece sem solução e então, em meio ao seu desespero, encontra alguém que o faz ver que nada é tão ruim assim não é novidade para ninguém. Existem aos montes e tem tudo para cair em lugar comum e se tornar apenas mais um nas prateleiras das locadoras ou aquele filme sessão da tarde que você assiste quando não tem nada mais interessante para fazer. Nas mãos de outro diretor isso poderia certamente ter acontecido com Tudo Acontece em Elizabethtown, mas não nas de Cameron Crowe.

Não vou entrar no mérito de se o roteiro tem ou não furos, se a atuação do Orlando Bloom compromete ou não, mas gostando ou não do filme, não dá pra negar que a trilha sonora aqui, como em todos os filmes do Crowe (Quase Famosos, Jerry Maguire, Vanilla Sky) é um elemento importantíssimo e amplia a intensidade das cenas. O que seria das cenas da road trip sem a trilha sonora, onde uma música de cada estilo é tocada de acordo com a situação representada? Ou o que seria da cena do funeral sem My Father’s Gun? Como de costume, as palavras somem e a música fala pelos personagens e, claro, pelo público.

Apaixonado por música, Crowe sempre capricha na trilha de suas produções que, neste filme conta com artistas como Tom Petty, Elton John, The Temptations, U2 e sua esposa Nancy Wilson, responsável pela trilha incidental do filme. As canções são, em sua maioria, rocks mais de raiz, para ficarem mais com a cara de Kentucky, onde a maior parte da história se passa. E para isso, Crowe resgata dos mais desconhecidos aos clássicos do rock, fazendo uma mistura que completa o filme e que corre o risco de deixar o telespectador tão centrado no que está tocando que ele acaba se perdendo um pouco da cena. Mas nada muito grave. Afinal, a trilha pode sim ser encarada, aqui, como uma das subtramas do longa.

Foi difícil escolher uma cena só para ilustrar essa coluna, várias passaram pela minha mente, mas essa é sem dúvida uma das melhores canções do filme, então optei por este vídeo com compilação de imagens do filme tendo My Father’s Gun, do Elton John como trilha, afinal, na cena onde esta música toca, ela se torna mais um personagem, deixando a cena já carregada de emoção, ainda mais emocionante.

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CD Tudo Acontece em Elizabethtown

Gravadora: SONY BMG
1. 60B (Etown Theme) – Nancy Wilson
2. It”ll All Work Out – Tom Petty and the Heartbreakers
3. My Father”s Gun – Elton John
4. io (This Time Around) – Helen Stellar
5. Come Pick Me Up – Ryan Adams
6. Where to Begin – My Morning Jacket
7. Long Ride Home – Patty Griffin
8. Sugar Blue – Jeff Finlin
9. Don”t I Hold You – Wheat
10.Shut Us Downbayk – Lindsey Buckingham
11. Let It Out (Let it All Hang Out) – The Hombres
12. Hard Times – eastmountainsouth
13. Jesus Was a Crossmaker – The Hollies
14. Square One – Tom Petty
15. Same in Any Language – I Nine

Neo-Música: A última nota do Violins

Neo-Música: A última nota do Violins

A banda Violins, que carrega consigo o bom som que vem do povo goiano, anunciou o encerramento de suas atividades por tempo indeterminado.

Você já leu muito aqui nas paginas laranjas sobre está banda goiana, que é uma das melhores desta nova safra mas, para não deixar os fãs na mão, a banda fará um show especial em Belo Horizonte, lançando seu oitavo disco de estúdio, “Violins”.

A noite ainda reserva um show da banda Câmera apresentado novas composições e o repertório de seus EPs, sem contar o lançamento do livro  ”Os Espetáculos das desrazões” de Beto Cupertino, que é vocalista e compositor do Violins.

Vale apena conferir a despedida desta banda que vai deixar uma lacuna no novo som.

Serviço: Violins, Câmera e lançamento do livro “Os Espetáculos das desrazões” de Beto Cupertino

Data: 11/05/2013 – sábado
Local: Granfinos (Avenida Brasil, 326)
Horário: 21h00

Ingressos:
R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia) / R$25,00 (lista amiga – sujeito a lotação da casa)

Pontos de venda: Bilheteria do Granfinos ou no www.sympla.com.br

Neo-Música: Pulp VS Soulwax

Neo-Música: Pulp VS Soulwax

Já imaginou uma mistura de Pulp com James Murphy com remix do Soulwax?

Certamente daria uma combinação interessante, explosiva e viciante, não é mesmo?

Ainda bem que isso não precisa ficar só na memória, já que a faixa “After You” está disponível para a nossa admiração.

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Ouça o resultado desta combinação abaixo:

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via Trabalho Sujo.

Neo-Música: Opala

Neo-Música: Opala

A música está no DNA de todas as pessoas, mas o talento está apenas em alguns felizardos.

A cantora Luiza Jobim lança mais um projeto ao lado de Lucas Paiva, denominado Opala, que tem um som legal e bem suave, representada pela faixa “Two Moons”.

Este é o segundo projeto de Luiza Jobim, que faz parte também do projeto Secchin, som que mistura alguns elementos com influencia a música eletrônica.

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Vale a pena conferir o projeto Opala:

Brasilidade: Rhaissa Bittar

Brasilidade: Rhaissa Bittar

Há algum tempo venho buscando uma voz feminina que me chamasse a atenção e que fugisse, de alguma forma, desse “mercado comum” – vozes belas, mas sem um “tchan”, sabe?

Com a história de um chilique completamente feminino em um salão de beleza, Rhaissa Bittar se apresentou à mim e colocou no mundo um ritmo e uma voz que não se vê com frequência.

Com um tom doce, que acompanha e representa os diversos personagens de suas letras, a moça também é destaque do estouro paulistano (que lançou Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Tiê, dentre outros). Junto ao seu grande parceiro de música e de vida, Daniel Galli, canta, encanta, interpreta e surpreende.

Eis aqui. Eis aí. Eis acolá. “Voilà”, primeiro álbum da jovem cantora, lançado em 2010 e disponível para os amantes de uma boa voz feminina, é composto por crônicas com pitadas de humor, figuras diversas e ritmo, muito ritmo. Samba, gafieira, tango, forró. Um mix de tudo, inclusive de musica chinesa.

O que justifica a presença desta outra língua é que Rhaissa, com seus 18 anos, fez um intercambio para Taiwan e, em busca de uma cultura completamente diferente da nossa, ficou por lá um ano. Apesar da volta, não quis deixar de lado esse período e o aplicou no seu disco. Ela já avisou que não deve nada à ninguém. Que fica cantando pra quem quiser ouvir o dig dig dom dela. Então, vamos ouvir o tal.

E quem procurar o trabalho de Bittar encontrará, como um extra, uma ótima arte da, também de São Paulo, Paulica Santos – formada em Design na Unesp e moradora da capital carioca, onde desenvolve trabalhos de direção de arte, ilustração, produção cultural e arte educação.

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Neo-Música: Feriado Quente em BH

Neo-Música: Feriado Quente em BH

A recém criada agência de música Quente, promete aquecer o outono na capital mineira.

Contando com alguns bons artistas com quem trabalha a agência promove nos dias 29 e 30 de março duas festas no CCCP.

No dia 29 Aldan celebra seu mais novo clipe o Perdido na Praça 7.  A noite promete, a banda recebe convidados que estarão dividindo o palco com a banda além de um DJ set da banda Quase Coadjuvante.

No dia 30 a festa é quente, vários artistas pertencentes a agência se reunirão para mostrar seu lado DJ. A missão de cada um é mostrar o que referência para cada banda em seu trabalho autoral. A festa Música Quente reúne artistas como Dibigode DJ Set, Câmera DJ Set, Julgamento DJ Set, Leonardo Marques DJ Set e o Meiodesligado levando ao público uma mescla de jazz, rock, indie rock, british rock, rap e pop.

Além deles, ainda marca presença os convidados do Rampa DJ Set, coletivo formado por outras 6 ótimas bandas da capital mineira que também mostrarão suas influências.

O frio pode ter chegado mais a festa promete ser Quente neste feriado.

Serviço

# Perdido na Praça 7 – show de lançamento do novo clipe da Aldan
Quando: 29/03/13 – (sexta-feira)
Onde: CCCP (Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi)
Horário: 22h
Preço: R$20
Informações: 31 3582-5628 / contato@quente.org.br

# Música Quente
Quando: 30/03/13 (sábado)
Horário: 22h
Onde: CCCP (Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi)
Preço: $20
Informações: Marcelo Santiago: (31) 8491.3479 / marcelo@quente.org.br

O quê que a trilha tem?: O Rei Leão

O quê que a trilha tem?: O Rei Leão

Em mês de show de Elton John pelo Brasil essa coluna não poderia falar de outra trilha que não a do clássico da Disney, O Rei Leão. Com músicas de Tim Rice, Hans Zimmer e Elton John, o Rei Leão tem uma trilha marcante e certamente inesquecível. Não é à toa que até hoje figura entre as dez trilhas mais vendidas em todo o mundo.

Conheço diversas pessoas que viram O Rei Leão quando crianças e que mesmo hoje, jovens adultos, ainda o consideram o filme mais marcante da Disney. Não tem muito mistério, é impossível não se reconhecer, em algum ponto, com o pequeno Simba. Quando crianças, Simba é um filhote e é fácil se ver naqueles olhos curiosos, na admiração pelo pai… quando adultos vemos que como Simba, também fomos obrigados a amadurecer, a fazer escolhas. Essa mudança da infância para a fase adulta faz parte do ciclo da vida e é inevitável.

O Rei Leão é mais um daqueles filmes que acredito que não seria a mesma coisa se não fosse por sua trilha contagiante e épica. Através de canções como O Ciclo Sem Fim, que abre o filme, O Que Eu Quero Mais É Ser Rei, que ilustra a personalidade brincalhona e sonhadora do pequeno Simba, e, é claro, Hakuna Matata, que se tornou a música mais famosa entre crianças e adultos de toda uma geração, ilustrando a filosofia de vida de Timão e Pumba, vamos acompanhando a história do pequeno leão, desde seu nascimento até a vida adulta, vendo e sentindo seus dramas, suas dúvidas, angústias e claro, momentos de brincadeira com os amigos e alegrias. Ou seja, como na música O ciclo sem fim, vamos acompanhando o ciclo de amadurecimento e de autoconhecimento de Simba, que assim como nós, em determinado momento é obrigado a encarar seus medos e angústias e escolher que rumo dar para sua vida.

A trilha, assim como o filme em geral, foi tão bem recebida que Hans Zimmer ganhou o Oscar de 1995, além do Globo de Ouro e do Bafta com melhor trilha sonora e Can You Feel the Love Tonight ganhou como melhor canção original.

Pra encerrar a coluna de hoje, nada melhor do que aquela que virou um lema de vida para muita gente, hakuna matata.

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O Rei Leão – Trilha Sonora
Artista: Vários
Gravadora: Walt Disney Records ( Áudio )

 01. Ciclo Sem Fim
02. O Que Eu Quero Mais É Ser Rei
03. Se Preparem
04. Hakuna Matata
05. Nesta Noite O Amor Chegou
06. Relatório Matinal
07. As Terras Do Reino
08. É De Matar
09. Hienas
10. Sob A Luz Das Estrelas
11. O Soberano Da Pedra Do Rei
12. Can You Feel The Love Tonight [End Title]
13. Can You Feel The Love Tonigth [Remix] 

Brasilidade: Transmissor

Brasilidade: Transmissor

Dois amigos se mudam para os Estados Unidos. Depois de um tempo na terra do Tio Sam, sentem saudades do Brasil e decidem voltar. (Re)encontraram amigos de infância e montaram uma banda.

Esta poderia ser a história de uma banda qualquer, mas foi assim que a Transmissor nasceu. Os dois amigos são ninguém menos que Leonardo Marques e Thiago Corrêa (ambos ex-Udora). Os amigos de infância são Jennifer Souza, Henrique Mateus e Pedro Hamdan.

O Transmissor é uma banda nascida do que podemos chamar de Nova/Velha Cena Musical de BH. Com influências explícitas de Beatles, Clube da Esquina, Radiohead e, porque não, Vander Lee, a banda tem dois álbuns lançados e disponibilizados para download. Sociedade do Crivo Mútuo, o primeiro, tem baladas leves, embaladas pelas vozes de Thiago, Jennifer e Leonardo. Destaque para as faixas “Poema da Batalha”, “Ares e Pulmão” e “Jenninha” (bela homenagem à representante feminina da banda).

Em 2012 a banda lançou o segundo álbum, Nacional, mais conciso, maduro, sutil, mais Minas Gerais. Ao ouvir Nacional podemos perceber todos os tons dos integrantes da banda, suas influências e impressões. Não ouso destacar uma ou outra faixa, mas digo que “Traz o sol pro meu lado da rua” é minha preferida. Esta faixa, inclusive, é uma parceria da banda com Vander Lee, além de ter o solo belíssimo de James Valentine, guitarrista do Maroon 5. Vale lembrar que há, ainda, uma releitura mega homenagem ao Clube de Esquina com “Nada será como antes” ao estilo Transmissor.

Se a intenção é ficar tranquilo ouvindo música boa, vale a pena ouvir Transmissor. Se a vontade é de ser romântico, ouça Transmissor. Se o intuito é conhecer um pouco da Nova/Velha Cena Musical de BH, comece com Transmissor.

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Integrantes

Thiago Corrêa – voz/violão/rhodes/baixo
Leonardo Marques – voz/violão/guitarra/baixo
Jennifer Souza – voz/violão/ukelele/guitarra/baixo
Henrique Matheus – guitarra/baixo
Pedro Hamdan – bateria

http://transmissor.tv/

Neo-Música: Churrus lança novo EP

Neo-Música: Churrus lança novo EP

Fevereiro foi um mês especial para os mineiros da Churrus. Longe dos estúdios desde 2010, a banda finalizou os trabalhos para o lançamento de seu novo EP.

Intitulado Everyday & Everytime, o trabalho conta com quatro músicas inéditas. “Everyday & Everytime”, que dá nome ao trabalho e embala o primeiro clipe da banda neste ano, é considerada como o carro-chefe. Além dela, temos as faixas “All I Wonder”, que merece destaque tanto nos riffs quanto pela influência clara de bandas como Wilco e Thin Lizzy; “Diamonds”, que possui uma melodia doce, e “Gabriel”, balada no melhor estilo britpop.

Ao longo de quase dez anos de carreira e diversas formações, os integrantes atuais fincaram os pés em São João del Rei e se consolidaram como um quinteto quando lançaram Monotone (2010), marcando a entrada do guitarrista e tecladista Luís Couto. A formação atual conta ainda com Túlio Panzera (guitarra e voz), Matheus Lopes (guitarra e voz), Bruno Martinho (baixo) e Paulo Filipe Souza (bateria).

Com uma estabilidade, a banda pode investir em uma produção mais elaborada deixando um pouco de lado o estilo lo-fi tão presente nos seus primeiros trabalhos. Além disso, a chegada de um terceiro guitarrista fez com que, naturalmente, a presença das guitarras fosse enfatizada nesta nova fase.

Se você ficou curioso para conhecer o trabalho da banda, te ofereço três formas: A primeira, é passando pelo Myspace da Churrus, onde você pode ouvi as novas músicas e trabalhos anteriores. A segunda, é vendo o clipe de “Everyday & Everytime”, que está no fim do post. A última (e a melhor delas), é ir conferir o trabalho da Churrus ao vivo.

O show de lançamento do EP Everyday & Everytime acontece no próximo sábado, dia 16, no CCCP, em Belo Horizonte. E vale a pena, viu?


Serviço: Churrus – Lançamento do EP Everyday & Everytime

Data: 16 de março de 2013
Local: CCCP – Rua Levindo Lopes, 358. Savassi.
Horário: 22h (abertura da casa às 20 horas)
Informações: (31) 3582-5628 ou facebook.com/CCCPBH

Imagem de Amostra do You Tube

Neo-Música: Engata Quinta

Neo-Música: Engata Quinta

Uma mistura de rock portenho, potiguar e mineiro. Esta é a receita que promete agitar o Engata Quinta desta semana.

Toda está mistura será apresenta no Granfinos, a partir das 21 horas. De Buenos Aires sobe ao palco o Petit Mort. O grupo, formado no ano de 2007, possui influências do rock dos anos 90. No ano passado, a banda realizou uma turnê no sul do país. No período de junho a agosto, a banda realizou pelo terceiro ano consecutivo uma turnê no continente europeu, realizando mais de 40 shows.

Com três EP’s gravados, as últimas turnês tem sido de divulgação do último lançamento, Du Bist, que foi gravado e editado em Geldern, Alemanha, durante sua turnê de 2011, assim como Spit In, em 2010. Esse ano a banda tem programado, além dos mais de 25 shows no Brasil, uma turnè pelo sul da Argentina, Chile, Brasil, Europa e México.

Outra atração do evento, a banda potiguar Red Boots mostra a potência de seu rock vindo de Mossoró. O duo mostra um som explosivo, com uma bateria peculiar e uma guitarra pesada. O ano de 2012 foi marcado pelo álbum de estreia, o Aracnophilia, que teve uma boa repercussão.

Quem também dá as caras no Engata Quinta são os mineiros da Grafômanos. Como todo bom mineiro, a banda vem, aos poucos sem muito alarde, conquistando seu espaço na cena indie mineira. Com uma linguagem própria e influências que mesclam do Clube da Esquina ao indie rock, o quarteto lançou a pouco tempo seu álbum de estreia, que leva no mesmo nome da banda. O álbum foi lançado através do selo colaborativo Membrana.

Baterias simples e pulsantes, baixo preciso e bem desenhado e guitarras bem engrenadas formam o som da banda, mesclando com letras sutis e que versam sobre o cotidiano, as pessoas, suas relações, a noite e a amizade.

Uma boa pedida para quinta feira. Nada como um rock para aquecer o final de semana que se inicia.

Serviço: Engata Quinta.

Data: 14 de março
Local: Casa de Show Granfinos
Horário: 21h

Atrações: Petit Mort (ARG), The Red Boots (RN) e Grafômanos (MG)

Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia) | R$ 25 (Lista Amiga)

Informações: www.grafinos.com.br

Neo-Música: O Grito do Rock

Neo-Música: O Grito do Rock

Depois do carnaval e toda sua folia, a capital mineira recebe neste final de semana a segunda etapa do Grito do Rock. Hip hop, sons psicodélicos e o rock independente belohorizontino prometem dar o tom deste evento.

O barulho começa na quinta dia 28/2, na Casa de Shows Granfinos, com o rock do grupo Cazuela de Condôr (Chile), a batida urbana do Coletivo Dinamite e o grupo mineiro Fusile. Além de produzir as ilustrações dos cartazes e expor suas pinturas, Felipe Godoy será o Dj.

Na sexta-feira 01/02, a cantora inglesa  Jesse Monroe sobe ao palco dando o ar da graça. A banda paulistana Trupe Chá de Boldo,  apresenta seu ultimo álbum “Nave Manha”. Já a pista fica nas mãos e instintos do DJ Fael.

No sábado 02/02, as bandas Black Drawing Chalks, referência no cenário independente do país e com som que bomba na pista, e Dry, uma das apostas do centro-oeste neste ano, dividem o palco com os mineiros da Absinto Muito e a discotecagem de DJ Fausto.

No domingo 03/02, acontece a inauguração do Domingo na Casa, comemorando 1 ano da Casa Fora do Eixo Minas em Belo Horizonte. O projeto ocupa a própria Casa, é colaborativo e integra diversas expressões artísticas por meio de iniciativas criativas das campanhas #GritoGay, #ExpoGrito, #PósTV, #GritoEncena, #GritoVerde, #Camelo2.0, entre outros.

Atrações não faltam nesta edição do Grito do Rock que é realizado pelo Fora do Eixo. O Grito Rock chega à 11ª edição neste ano e vai conectar 30 países se tornando um festival global. Além da América Latina, mais países da Europa, Oceania, África, entre outros integram-se ao evento. Produzido de forma colaborativa desde 2005, o Grito Rock foi criado como uma alternativa ao carnaval.

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Serviço: Grito Rock 2013

# Quinta-feira, 28/02 – Casa de Shows Granfinos – 21h
Fusile
Cazuela de Condor (Chile)
Coletivo Dinamite
DJ Godoy

# Sexta-feira, 01/03 - Casa de Shows Granfinos – 22h
Trupe Chá de Boldo (SP)
Jesse Monroe (ING)
DJ Fausto

# Sábado, 02/03 - Casa de Shows Granfinos – 22h
Black Drawing Chalks (GO)
Absinto Muito
Dry (GO)
DJ Fael

# Domingo, 03/03 - Casa Fora do Eixo Minas – 16h
Domingo na Casa
Grito Encena, Grito Verde,
GritoGay, Expo Grito,
PosTV, Camelo2.0

Neo-Música: Dionne Bromfield – A nova promessa do Soul e R&B

Neo-Música: Dionne Bromfield – A nova promessa do Soul e R&B

Dionne Bromfield é uma cantora inglesa que com apenas 16 anos, apareceu pela primeira vez no canal Youtube cantando “If I Ain’t Got You”, sucesso da norte-americana Alicia Keys ao lado de sua madrinha, ninguém mais ninguém menos do que Amy Winehouse.

O vídeo fez tanto sucesso, que em 2009, Bromfield fechou contrato com a Lioness Records, gravadora de Winehouse. Detalhe: Ela foi a primeira artista a ganhar o selo na gravadora. O primeiro álbum remete um pouco do que a também inglesa Joss Stone fez em seu primeiro álbum em 2003 – The Soul Sessions. Intitulado Introducing Dionne Bromfield, este traz regravações de grandes clássicos do jazz, soul e R&B.

O primeiro single foi “Mama Said”, que conta com a participação de Amy fazendo os backing vocals. Além do primeiro disco, a cantora lançou no ano passado o álbum Good For The Soul, com destaque para as faixas “Yeah Right”, “Foolin” e “If That’s The Way You Wanna Play”.

Imagem de Amostra do You Tube

O quê que a trilha tem?: Na natureza selvagem

O quê que a trilha tem?: Na natureza selvagem

“A felicidade só é real quando compartilhada”

(Alexander Supertramp)

 

Na natureza selvagem (Into the wild), dirigido por Sean Penn é um filme que não precisaria de muito para ficar na memória por um bom tempo. A história de Christopher McCandles, um jovem recém-formado que abre mão da vida confortável garantida pelos pais, para ser livre já garantiria, por si só, muito o que pensar e refletir. Mas soma-se a isso uma direção primorosa, fotografias exuberantes, uma atuação sensacional por parte do Emile Hirsch e claro uma trilha sonora arrebatadora, toda composta especialmente para o filme por ninguém mais ninguém menos que Eddie Vedder.

O filme seria ótimo sem sua trilha sonora? Com certeza, mas o estilo rústico das músicas e a voz de Vedder caem como uma luva no ritmo e na fotografia do filme e com 11 canções, que se aproximam do folk, repletas de sons de banjo e ukulele, a trilha se encaixa perfeitamente nos diversos momentos retratados e nos faz mergulhar ainda mais na história enriquecendo o clima de descobertas, sofrimento e superação. Uma trilha poética, despojada e extremamente sensível, assim como o filme. E que, se prestarmos atenção nas letras, contam a história dos ideais do Christopher, assim como as imagens reproduzidas na tela.

Trilha e filme se complementam tão bem que é interessante perceber que a primeira música do filme, Guaranteed, é a mais intimista, mais lenta e à medida que Christopher vai entrando em contato com a natureza, com seu sonho, elas vão se tornando mais vibrantes. Long nights, por sua vez, que toca enquanto Christopher encontra o ônibus e começa a descobrir a natureza ao seu redor, fala exatamente de descobertas, crescimento, novas vivências.

Enfim, é impossível ver o filme e não se sentir tocado pela história, afinal quem nunca se questionou sobre os rumos que sua vida estava tomando, quem nunca desejou largar tudo, colocar uma mochila nas costas e sair por aí em busca de um novo começo? Ao mesmo tempo, torna-se impossível ouvir o CD e não lembrar das inúmeras paisagens retratadas e das aflições e angústias vividas pelo protagonista.

Seria difícil escolher apenas uma cena do filme onde a trilha tivesse sido marcante e onde trilha e imagem se fundissem de tal forma que o que os olhos assistiam ganhavam uma dimensão emotiva ainda maior. Por isso, para encerrar esta coluna nada melhor do que uma compilação de trechos do filme ao som de uma das melhores canções que compõem a trilha. Se é que podemos dizer isso.

Imagem de Amostra do You Tube

PS: A faixa Guaranteed, ganhou o Globo de Ouro e foi indicada ao Grammy 2008.

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INTO THE WILD – EDDIE VEDDER
Music for The Motion Picture
Gravadora: SONY BMG
 
01. Setting Forth
02. No Ceiling
03. Far Behind
04. Rise
05. Long Nights
06. Tuolumne
07. Hard Sun
08. Society
09. The Wolf
10. End Of The Road
11. Guaranteed