Bono Vox revela possível nome do próximo disco do U2

18 de janeiro de 2013 News Sem comentários
Bono Vox revela possível nome do próximo disco do U2

O U2 já está de volta aos estúdios.

Desde 2009 sem lançar material inédito, a banda trabalha em novas canções para um futuro álbum de estúdio mas, de acordo com Bono Vox, os integrantes não têm pressa de mostrá-las as fãs.

De acordo com matéria publicada pelo jornal The Sun, este novo álbum teria inclusive um nome provisório. Segundo o jornal, o disco pode se chamar 10 Reasons To Exist, em uma referência aos principais fatos que o U2 encarou ao longo de seus 36 anos de carreira.

Apesar de estar em estúdio e ter um nome provisório, a data de lançamento do álbum ainda nem sequer foi cogitada. “Nós não nos importamos se demorar 10 anos. Não ligamos se demorar ainda mais, só queremos fazer da melhor maneira possível”, declarou Bono.

O último lançamento de estúdio da banda foi o elogiado No Line On The Horizon.

Shuffle: #002

Shuffle: #002

Eu sabia que não seria uma missão simples ouvir 10 músicas do meu acervo e escrever sobre elas, mas parafraseando o Chris Martin, “No one ever said it would be this hard”.

Eu acabei me dando conta de que muitas músicas simplesmente estão aqui e eu nunca tinha parado para pensar o porquê de estarem.

Também me vi torcendo horrores para que determinada música saísse para que eu pudesse contar a minha relação com ela, porque simplesmente a amo demais.

Mas, apesar dos pesares, gostei da relação final.

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Shuffle #002

01) Amy Winehouse – Will You Still Love Me Tomorrow

Falar sobre a voz da Amy é chover no molhado. Gostando dela ou não, é impossível negar que ela tinha uma potência vocal invejável. Essa versão dela nem é muito conhecida, mas eu me arrepio cada vez que ouço. Ela consegue colocar nos poucos minutos em que a música dura a carga emocional que a bela letra pede e eu sempre, mas sempre mesmo, termino com os olhos marejados.

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02) Michael Bublé – A Song For You

Descobri Bublé através de uma amiga e foi amor à primeira escuta. “A Song For You” nem é a música que eu mais gosto com ele, mas ainda assim, com ela acontece exatamente o que acontece com qualquer outra cantada por ele, eu fecho os olhos e simplesmente sou transportada para longe, esteja no aconchego do meu quarto ou no busão lotado. É como se ouvir Bublé cantar me acalmasse.

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03) Travis – Closer

Eu tenho alguma relação bizarra com músicas com esse título (amo as canções com o mesmo nome do Kings of Leon e do Nine Inch Nails). Essa está sendo uma daquelas canções que me pergunto por que está aqui e não encontro uma resposta. Gosto de Travis então é isso, o player escolheu essa como poderia ter escolhido qualquer outra da discografia deles.

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04) Glee – Total Eclipse of the Heart

Claro que teria que ter alguma música daquelas bem bregas e que geralmente você não conta pra ninguém que faz parte do seu iPod. Atire a primeira pedra quem não tem uma música desse tipo no seu acervo… Mas poxa, “Total Eclipse of the Heart” é um clássico e me lembra minha época de escola e aquelas paixonites bobas que, quando crianças, achamos que durarão para sempre. Perdi a conta de quantas vezes assisti na MTV aquele clipe estranho que até hoje tento entender que relação tem com a música e, coincidentemente, acabou sendo a trilha de um dos meus episódios preferidos de Glee.

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05) Van Morrison – Once in a Blue Moon

Fui cair de amores por Van Morrison lá pelos idos de 2008 e logo ele se tornou mais um irlandês a habitar meu coração (junto com o U2 que ainda não acredito que não apareceu por aqui). Ok, muito brega isso, mas vamos voltar à música. Não é exatamente a que eu mais gosto dele, mas assim como o Travis, poderia ser qualquer outra que eu estaria feliz.

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06) Bobby Long – Who Have You Been Love

Guardem esse nome porque ele ainda será muito conhecido. Esse estilo folk e a voz inconfundível, carregada de emoção, me cativou logo de cara e Bobby passou a fazer parte da minha trilha sonora diária. É raro o dia que passo sem ouvir alguma coisa dele.

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07) Coldplay – Lost

Simplesmente amo! Me faz lembrar um dos melhores shows da minha vida, me
remete a uma prima querida e que está longe e ainda é do Coldplay… ou seja, é uma daquelas músicas cheias de significados e que me fazem sorrir e chorar ao mesmo tempo. E pra mim música é isso, é sentimento e quanto mais sensações ela desperta melhor ela será, pelo menos para você, independente dos outros falarem o que quer que seja.

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08) Eddie Vedder – Society

Outra música repleta de sentimentos. O vocalista de uma das minhas bandas preferidas, trilha sonora de um dos filmes mais marcantes que já assisti, uma letra que fala alto, uma melodia linda, o que mais posso ou preciso falar? Eddie Vedder é mestre e falar das suas músicas é chover no molhado, o cara sempre manda bem demais. E é mais uma daquelas músicas que sempre me deixam com um bolo na garganta, com os olhos cheios d’água, mas que apesar disso, sou capaz de deixar no repeat o dia inteiro.

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09) Adele – Take it All

O que falar da Adele? Apesar do shuffle ter me dado uma música do 21, eu sou fã da inglesa de voz inconfundível desde o seu primeiro álbum, 19. Tenho uma relação de amor e ódio com essa coisa dela ter virado febre agora e das pessoas que, por apenas ouvirem “Rolling In The Deep” e “Someone Like You” se acham as maiores fãs dela. Sim, sou ciumenta com os cantores/bandas que amo. Engraçado que “Take it All” foi meio que trilha do meu último final de semana, ela parece descrever com exatidão o que vem se passando na minha mente e no meu coração e, apesar de não ser a minha música preferida, passou a ter um destaque emocional importante.

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10) U2 – Where The Streets Have No Name

Juro que não foi marmelada e que não adulterei nada, mas U2 é simplesmente a
banda com mais músicas no meu player, não tinha como ficar de fora e até agora não sei como não apareceu outras vezes por aqui. Não preciso dizer que é a minha banda preferida de todos os tempos né? Where the streets sempre foi uma música especial, daquelas que me fazia parar qualquer coisa que estivesse fazendo apenas para acompanhá-la, mas ela ganhou um significado ainda maior depois de assisti-la ao vivo. Sempre um dos momentos mais marcantes do show do U2, com a galera toda cantando junto e que arrepio só de lembrar.

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Pintando os 7: Melhores covers dos Beatles

Pintando os 7: Melhores covers dos Beatles

Vamos causar polêmica? Então vamos falar de Beatles… ou melhor, de versões de músicas dos Beatles feitas por músicos famosos.

Da mesma forma que todo mundo na face da Terra já deve ter ouvido alguma música dos Beatles, boa parte da população mundial também já deve ter ouvido algum cover, seja ele maravilhoso como o de “With A Little Help From My Friends”, do Joe Cocker, até coisas mais discutíveis.

A minha lista, sem ordem de preferência, apresenta sete covers que eu gosto feitas por artistas que eu também gosto. Ou seja, mais pessoal que isso só se tivesse eu cantando alguma coisa. O que, claro, não tem.

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# Joe Cocker — “With a Little Help From My Friends”

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# Oasis — “I Am the Walrus”

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# Aerosmith — “Come Together”

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# Stevie Wonder – “We Can Work It Out”

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# Michael Jackson – “Come Together”

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# U2 — “Helter Skelter”

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# Eddie Vedder — “You’ve Got To Hide Your Love Away”

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Turnês mais lucrativas de 2011: A superação

24 de janeiro de 2012 News Sem comentários
Turnês mais lucrativas de 2011: A superação

A Bilboard e a Forbes divulgaram uma lista das turnês mais lucrativas do ano de 2011.

Em 2010, o cantor do U2, Bono Vox, teve problemas de saúde e precisou fazer cirurgias emergenciais. A banda interrompeu a turnê e teve diversos prejuízos. Entretanto, em 2011 conseguiu mais que dobrar seus lucros com a “360º tour”, liderando o ranking.

O segundo da lista foi Bon Jovi, que também aumentou seus ganhos em quase 50% com relação a 2010. Em 2009, o grupo americano sofreu com crises e parou para gravar o excelente The Circle, seu último álbum lançado.

O ano de 2010, em que a banda liderou a lista, foi reflexo da turnê desse álbum e da terapia, que pôde ser vista no documentário Bon Jovi – When we were beautiful de 2009. É importante citar que essa dupla mais lucrativa no cenário musical mundial, esgotou todos os ingressos de todos os shows em 2011.

Outro fato interessante da lista é o numero de shows de Lady Gaga. Em 2010, a cantora fez incríveis 122 shows, quase um show a cada três dias. Recentemente, uma ex-assistente de Gaga entrou com um processo por trabalho escravo e maus tratos contra a estrela pop.

Pelo visto, não foi só a ex-assistente que se queixou do grande número de apresentações. Em 2011, “apenas” 45 shows aconteceram e um 8º lugar na lista. A lista não mostra, mas nem só de sombra e água fresca vivem esses artistas milionários.

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Confira os 10 primeiros da lista (valores em dólares):

1. U2: 293,281,487
2. Bon Jovi: 192,947,951
3. Take That: 185,175,360
4. Roger Waters: 149,904,965
5. Taylor Swift: 97,368,416
6. Kenny Chesney: 84,576,917
7. Usher: 74,954,681
8. Lady Gaga: 71,900,434
9. André Rieu: 67,104,756
10. Sade: 53,178,550

(Re)Descobrindo Sons: A volta, parte 1!

(Re)Descobrindo Sons: A volta, parte 1!

A (Re)Descobrindo Sons passou por sérios problemas técnicos no decorrer de 2011. Sei que, se você for um dos cinco leitores cativos que essa coluna conseguiu com muito suor no ano passado (isso inclui a Raquel Ferraz, que revelou ter um senso de humor apurado ao afirmar que efetivamente achava essa coluna engraçada. Acho que ela é a única pessoa que ri COM e não DE mim, saca? Muito obrigado), deve ter lido muito essa desculpa. Usei ela quando deixei de fazer a coluna de outubro (a qual eu juro que existe até hoje e permanece no meu HD) e todas as outras. Tive que fugir do John Pereira o ano inteiro por faltas de justificativas, mas a verdade é que posso ser recriminado, pelo menos dessa vez.

Essa coluna é feita por uma pessoa muito sentimental e que depois de um ano inteiro (ou quase) desabafando sobre as amarguras de amar a pessoa errada, acabou ficando meio desanimado com as coisas, “aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer e até resolveu voltar a trabalhar” só para conseguir seguir em frente. Só para provar que estou dizendo a verdade, em fevereiro escrevi os esboços da coluna e ficou desse jeito aqui:

“[...] Parece ser o mês favorito para se refugiar por uns dias em outro estado e “esquecer” dos problemas. Tenho um pouco de inveja de quem consegue se desligar (e ter companhias para isso) por duas semanas e volta com as energias renovadas. Certamente que isso deve fazer bem para quem sabe viver e enfrentar a vida. Pensem só em como seria mais proveitoso ouvir discos curtindo as ondas, um bando de mulheres de biquínis  minúsculos, peixe frito, limão, água de coco, areia entrando pelos calções e de quebra, se Deus existir de verdade, a companhia de uma pessoa sensacional e que faz A diferença… Não é o caso ainda, mas espero poder fazer isso no mês que vem.

Imagem de Amostra do You TubeNão conhece ainda? Tá esperando o que para ouvir “Toda Luz” do Gram?

A primeira audição do mês ficou por conta dos paulistas do finado Gram. Se você nunca ouviu nenhum dos dois discos do grupo ou teve a sorte de conferir uma apresentação ao vivo (viajei para o Rio de Janeiro em 2006 para poder ver o show; e vi a única apresentação deles em BH, a Obra virou um inferno e nunca vou esquecer o final épico com “Where is My Mind?” do Pixies), a sua vida romântica é incompleta. Diz a lenda que Sérgio Filho escreveu as letras do primeiro disco enquanto ouvia o excelente Bloco do Eu Sozinho dos barbados favoritos da geração indie brasileira. O Gram sempre foi comparado com o Los Hermanos, mais pela poesia das letras do que pelo instrumental com uma pegada bem mais rock n`roll. O disco conta com verdadeiras pérolas da fossa amorosa como “Toda Luz” e “Você Pode ir na Janela” (aquela do clipe do gatinho), e porradas como “Faça Alguma Coisa”. Pelo menos em Belo Horizonte é bem complicado achar um dos dois discos da banda, mas vale a procura. Vale mesmo. O Gram faz uma falta danada, mas coisas boas não duram muito tempo… em todos os sentidos da vida.”

Viram só? Não estava brincando. A coluna de janeiro é um “pouco menos pior”, mas essa vocês correm o risco de ler na integra. De qualquer forma, felizmente (para conservar pelo menos um leitor, né?) essa história chegou ao seu final, não foi feliz, mas já troquei o disco e estou em outro filme nesse momento. Certeza que ele terá o mesmo desfecho onde o mocinho vai para casa dormir sozinho e papear com a parede, mas ele cresceu muito e aprendeu que, embora a felicidade só seja real quando compartilhada, é possível ser feliz sozinho.

Ainda que não tivesse passado por essa lobotomia amorosa, a minha contribuição teria sido quase nula em 2011. Como já afirmei anteriormente, a (Re)Descobrindo Sons sempre foi uma apologia para o consumo inconsequente e irresponsável de boa música, mas como eu poderia cooperar com essa proposta se deixei de lado meu lado consumista (compulsivo, de acordo com meu último psiquiatra. O anterior pediu demissão e começou a fazer terapia. Há, essa foi tão ruim quanto o filme que tem essa quote) durante parte do ano? Fiquei desempregado (a vida não tá fácil) até maio e estava sem condição alguma de gastar dinheiro com discos, razão de existir da coluna. Sem falar que priorizei bastante o meu site Cinema de Buteco, depois acabei indo trabalhar no Cinema em Cena, o que me fez deixar a parte “profissional” de ser um bom apreciador da música completamente de lado.

Imagem de Amostra do You TubePorque Odair José quis me tirar desse lugar.
Aliás, recentemente foi publicado um texto sobre o artista aqui no Audiograma.

Passei muito tempo refletindo sobre levar essa coluna adiante ou deixar uma marca de vermelha nas páginas laranjas desse site conduzido pelo John e sua eficiente trupe. Depois de uma breve reunião, pelo Facebook mesmo, com o senhor Editor-Chefe do Audiograma, optamos por dar continuidade ao trabalho. Na verdade, o John afirmou com todas as letras que se eu escrevesse logo todas as 12 colunas de 2012, ele me daria um par de ingressos para levar a Samilla Majidah para o show do Ben Harper. Como recusar essa proposta? Então, a boa notícia é que, para a alegria dos meus quatro leitores, estamos de volta!

Já que estamos no final do ano, seria muita cara de pau falar de tudo que ouvi ao longo dos últimos onze meses (embora eu tenha intenção de enviar a coluna de janeiro/2011 para aprovação e eventual publicação. Qual o problema?). Minha intenção é fazer uma pequena retrospectiva de alguns momentos que vivi com a música esse ano. Como foram poucos discos adquiridos (você confere logo abaixo), a prioridade serão os shows, ainda mais que foi graças ao show do U2 e do festival Rock in Rio que eu marquei presença nas páginas laranjas. Em abril publiquei a minha crítica pessoal de duas das três apresentações que a banda realizou em SP, também conhecida como a cidade desprovida de amor. Em setembro ajudei com algumas matérias especiais do Rock in Rio (confesso que só fiz isso porque pensava que haveria um sorteio de ingresso entre a equipe para rolar uma cobertura foda no evento). Com apenas essas duas colaborações, fico pensando que os meus chefes no Audiograma devem ter planos para me levar para o sofá um dia (porque certos chefes de sites na Internet fazem isso, principalmente quando rola um buteco no meio da história), porque sou muito incompetente. Eu me demitiria. E olha que já me mandaram embora por muito menos, hein?

Como existe a enorme possibilidade dessa coluna ficar gigantesca (e eu ser acusado de ser prolixo por um dos meus três leitores restantes), nada mais justo que dividir em partes e ir publicando aos poucos. Tenho comigo que 2012 será um ano diferente, no qual estarei presente para dividir alegrias e tristezas, faça chuva ou sol, sempre com vocês. Não vou dizer que juro pela morte do Dave Grohl, pois seria um sacrilégio tremendo (e acabo de perder outro leitor), mas eu garanto que estarei aqui pelas próximas semanas para tentar divertir vocês com nada ou quase nada de útil, mas nessa era virtual, alguém realmente fornece material útil ou indispensável?

Imagem de Amostra do You TubeCachorro? Que cachorro o que, eu não sou cachorro grande não.

Obrigado ao John e toda a equipe responsável por manter o Audiograma no ar durante todos esses meses, que viram anos e assim por diante. Muito bom fazer parte dessa equipe. E fica o agradecimento para aqueles que visitam as páginas laranjas e curtem as notícias no Facebook, participam das promoções e ajudam a divulgar o site. Certinho? Um grande valeu.

Para não abandonar o lado consumista da (Re)Descobrindo Sons pensei em incluir, além dos discos adquiridos, uma seleção de DVDs e livros, afinal não é só de música que vive o nosso cérebro e eu acho que posso oferecer boas dicas. Ainda que copie todas das páginas da VIP e da PLAYBOY, vocês nunca saberão.

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* O Foo Fighters foi confirmado oficialmente na programação do Lollapalooza Brasil na manhã da última segunda-feira, 21 de novembro. Porém os leitores do Audiograma já sabiam disso desde setembro, quando foi publicado esse texto aqui.

Imagem de Amostra do You Tube“Todos os meus amigos, todos os meus amigos, todos os meus amigos voam… voam… voam…”, mas abril continua longe.

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Discos Comprados:

- Wasting Light @ Foo Fighters
- Efêmera @ Tulipa Ruiz
- Coltrane Plays the Blues @ John Coltrane
- If Not Now, When? @ Incubus
- A Perfect Circle @ A Perfect Circle
- In Rainbows @ Radiohead
- Morning View @ Incubus
- Nevermind @ Nirvana
- Greatest Hits @ Neil Young

Discos Ouvidos:

Tá de sacanagem, né?

Saiba tudo o que rolou no Billboard Music Awards 2011

Saiba tudo o que rolou no Billboard Music Awards 2011

Ontem a noite a cidade de Las Vegas recebeu a cerimônia de 2011 do Billboard Music Awards. Dentre os vencedores da noite, grandes nomes da música Pop acabaram se destacando dentro da premiação.

Justin Bieber (Artista em Vendas Digitais, Favorito dos Fãs, Novo Artista) e Eminem (Artista do Ano, Artista Masculino, Artista de Rap) levaram três prêmios cada. Logo atrás, Rihanna (Artista Feminina, Artista na Rádio) e Lady GaGa (Artista Pop, Artista de Dança) saíram de Vegas com dois prêmios cada.

Dentre as performances da noite, o destaque fica com Rihanna e Britney Spears, que abriram a entrega dos prêmios com um dueto na música “S&M”, recente single de Rihanna. Após uma luta de almofadas, as duas trocaram um beijo.

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Abaixo você confere a lista de vencedores do Billboard Music Awards 2011 e a apresentação de Beyoncé no evento, cantando “Run The World (Girls)”:

Artista do Ano: Eminem
Artista com Melhor Álbum do Ano: Taylor Swift
Artista em Vendas Digitais: Justin Bieber
Artista Feminina: Rihanna
Artista Masculino: Eminem
Melhor Duo/Grupo: Black Eyed Peas
Artista em Digressão: U2
Artista Inovador do Ano: Cee Lo Green
Artista de Rádio: Rihanna
Favorito dos Fãs: Justin Bieber
Ícone: Neil Diamond
Artista Millenium: Beyonce
Novo Artista: Justin Bieber
Artista Rap: Eminem
Artista Rock: Train
Artista Alternativo: Mumford & Sons
Artista Pop: Lady Gaga
Artista R&B: Usher
Artista Country: Taylor Swift
Artista Latino: Shakira
Artista de Dança: Lady Gaga

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U2 @ São Paulo – 09/04/11 & 10/04/11

U2 @ São Paulo – 09/04/11 & 10/04/11

Cinco longos anos se passaram desde aquele par de shows em fevereiro de 2006. A maior banda do cenário mundial continua capaz de atrair os olhares e corações do público em qualquer lugar que passe. Não seria diferente imaginar a situação no Brasil, onde mesmo repetindo o velho clichê de “Nós amamos o Brasil”, a frase não é dita em vão: a relação do país com a banda liderada por Bono Vox é mesmo especial e isso foi provado com o Morumbi lotado para os dois primeiros shows da turnê 360. Foram duas apresentações inesquecíveis, com direito a quebra de recorde mundial de público numa turnê (o valor anterior de US$ 558 milhões pertencia aos Rolling Stones) e músicas raramente tocadas, como o primeiro single da carreira do U2 “Out of Control” e “Zooropa”.

Com pouco mais de 1000 pessoas acampando na fila (algumas pessoas estavam lá desde terça-feira) de sexta para sabado, a expectativa era alta. Os fãs de U2 bem que tentaram fazer o trabalho da T4F em organizar a fila, mas era praticamente impossível conter os ânimos do público em geral, que “desrespeitou” a fila e causaram grandes confusões ao redor das entradas do estádio. Foi apenas mais um dos deslizes da empresa, que em dezembro protagonizou um verdadeiro caos e causou ira em fãs do país inteiro que acabaram sem conseguir os seus ingressos, enquanto os cambistas imediatamente começavam a repassar os ingressos por valores exorbitantes. Outro problema foi na falta de compromisso em cumprir o horário programado para a abertura dos portões: anteciparam em uma hora nos dois dias. O respeito pelos horários deveria ser respeitado em qualquer apresentação e os eventos no Brasil parecem ignorar esses detalhes. Pelo menos o que faltou em capacidade de lidar com a demanda pelos ingressos e respeito ao público da fila foi compensado durante as apresentações da banda de abertura e do show principal, que começaram pontualmente e sem deixar a chuva atrapalhar a festa.

O som do primeiro dia estava insuportavelmente alto e não foram poucas pessoas que saíram do estádio com os ouvidos zumbindo. Todo esse poder sonoro acabou prejudicando a apresentação do U2 (o som do Muse estava com um volume moderado), tornando impossível ouvir o baixo de Adam Clayton em algumas canções. Aqueles que chegaram cedo para ficar perto do palco tiveram a desagradável surpresa de perceber que esse palco da tour não é muito visualmente convidativo para quem quer ter a experiência completa da apresentação. Além de ser muito alto, acaba sendo impossível acompanhar todos os efeitos especiais do telão e o belo jogo de luzes. Raros são os shows em que o melhor é ficar um pouco distante da galera do gargarejo e curiosamente, isso acontece justo no show de uma banda do calibre doU2. E vale dizer que o palco é realmente sensacional (mas não chega a ser mais bonito que o usado pelo Radiohead na turnê anterior da banda) e a sua estrutura facilita a vida daqueles que sempre sonharam em assistir a um show do U2 bem de perto.

Os britânicos do Muse subiram no palco com sua tradicional música de abertura e depois de uma recepção calorosa dos fãs de U2 que mal sabiam pronunciar o nome da banda, iniciaram o show de sábado com “Uprising”, primeiro single do último disco de estúdio da banda. Logo depois tocaram “Supermassive Black Hole” e tudo parecia perfeito para os fãs de U2, até que “Stockholm Syndrome” apresentou todo o peso do Muse e a intensidade de seus fieis fãs (a equipe do fan site Muse Brasil estava em peso dentro do inner circle, com direito a placas pedindo a execução de “Citizen Erased”, uma das melhores canções da banda) que não se intimidaram com a chuva inconveniente. O grande destaque do show foi a performance do vocalista Matthew Bellamy, que demonstrou uma eficiência técnica ainda maior do que os fãs estavam acostumados. Talvez tudo isso seja o efeito avassalador da paixão pela atriz Kate Hudson, que estava bem pertinho do palco e lançava olhares apaixonados para o futuro papai Bellamy. E pensar que tem gente que acha que o amor não faz diferença na vida de uma pessoa…

Assim como aconteceu com o U2, a segunda apresentação do Muse também foi melhor que a primeira. Talvez pela escolha do repertório (“United States of Eurasia”, “Supermassive Black Hole” e “Hysteria” foram substituídas por “Feeling Good”, “Resistance” e “Time Is Runing Out”) ou pelo som mais alto e equalizado. Ouvir “Resistance” e “United States of Eurasia” foi uma demonstração muito curta do poder de fogo do trio britânico e deixou água na boca para o show completo. Uma pena que o Brasil provavelmente vai ficar de fora da turnê de The Resistance e que essa foi a única oportunidade dos fãs ouvirem um pouco das músicas novas.  O segundo show ainda contou com um breve cover de “Very Ape” do Nirvana. Delírio total para os fãs que conseguiram reconhecer a riff.

Pouco antes de Bono Vox e companhia subirem ao palco, o Morumbi quase veio abaixo quando “Trem das Onze” começou a tocar pelos falantes do estádio. Praticamente todo mundo cantou as estrofes de uma das principais músicas brasileiras da história. Depois do orgasmo coletivo, os primeiros acordes de “Space Oddity” (de David Bowie) aumentaram as expectativas dos fãs e logo o telão mostrou imagens de Adam Clayton, Larry Mullen Jr, Bono e The Edge subindo calmamente para o palco. Os gritos foram ficando cada vez mais altos até a banda começar com “Even Better Thant the Real Thing” e tentar mostrar para o público que aquele momento era real. Era mais um show do U2 no Brasil e definitivamente, se tem uma coisa que os caras conseguem é ser ainda melhor que a realidade. Os acordes de “I Will Follow” provaram isso logo na sequência. Um dos maiores sucessos doU2 ganhou uma versão empolgante e ainda melhor do que a original. Nem precisa falar que depois dessa, Bono já havia conseguido ganhar a atenção de todos os presentes (se é que havia alguém que não estava prestando atenção desde que eles subiram as escadas para o palco).

Mesmo quando a pessoa não é tão fã do U2, é meio impossível não gostar ou conhecer a maioria das músicas. O repertório da turnê privilegiou demais os sucessos antigos e músicas como “Mysterious Ways”, “Elevation” , “Sunday Bloody Sunday”, “City of Blinding Lights” (com um show a parte do telão) e “Beautiful Day” fizeram a alegria dos fãs. Bastava olhar para os lados e observar as expressões de êxtase nos rostos de pessoas que dividiam os sorrisos com as lágrimas. A turma do fan site U2br tentou organizar um momento de interação dos fãs com a banda durante “Where Streets Have no Name” e distribuiu vários balões (ou bexigas, dependendo da região) azuis e amarelos para o público. No sábado a intenção chegou a funcionar, mas no domingo o público estava um pouco apático (a arquibancada estava dividida. enquanto um lado era pura empolgação para fazer a “ola”, o outro lado estava morto e tomou várias vaias até entrar na brincadeira) e a brincadeira não foi tão bonita assim. Não faltou espaço para músicas mais “desconhecidas” (existe isso no show do U2?), como a linda “In a Little While” e a antiga “Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me”, que é o momento em que Bono se agarra a uma roda e começa a se balançar de um lado para o outro. Os momentos de emoção ficaram por conta de “I Still Haven`t Found What i Looking For” (na minha humilde opinião, é a melhor música da banda) e a clichê “With or Whitout You”, que mesmo depois de todos esses anos ainda consegue emocionar.

O repertório das duas noites variou um pouco, para a alegria daqueles que resolveram ir em mais de uma apresentação. No primeiro dia tocaram “I Will Follow”, “Stuck in a Moment”, “In a Little While” e “Hold me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me”, que deram lugar a “Out of Control” (antes de tocar, Bono disse que iriam tocar essa música devido a “ocasião especial” e os fãs mais antigos ficaram enlouquecidos, cantando e pulando durante a música inteira) , “Zooropa” (que deve ter sido tocada ao vivo apenas 2 ou três vezes em toda a carreira da banda) , “Pride” , “Ultraviolet” e a inédita “North Star” na noite de domingo. Bono disse ainda que o governador de São Paulo decretou que a segunda-feira seria feriado nacional. Em um português arranhado, o vocalista disse: “Amanhã ninguém trabalha”. Toda a simpatia serviu ainda para elogiar a apresentação do Muse e fazer um pequeno charme, dizendo que o U2 não era mais a banda favorita dos brasileiros. Mas Bono Vox não foi bem humorado o tempo inteiro. Mantendo o discurso político, ele aproveitou o momento para tecer elogios ao país dizendo que não somos mais o país do futuro, somos o país do presente e ainda prestou uma bela homenagem às vítimas do atentado na escola pública no Rio de Janeiro. Pouco antes de encerrar o show com a linda “Moment of Surrender“, Bono pediu para o Morumbi inteiro ligar as luzes dos celulares (ou isqueiros, né?) e protagonizou um momento marcante enquanto os nomes das doze crianças apareciam no telão.

Independente de amar ou odiar o U2, fica aquela sensação de que fazer parte daquele show foi algo especial e sincero. Por mais chatos que sejam os discursos políticos de Bono e sua vontade de mostrar  que existem pessoas de bem ao redor do mundo, ele sabe o que diz. O marketing dele oferece lucro tanto para o seu lado pessoal quanto para as causas que defende, então como recriminar ou criticar alguém que luta tanto pelos direitos humanos? Talvez o show não tenha sido melhor que o de 2006, talvez toda a grandiosidade da banda e a estrutura majestosa do palco sejam um disfarce para as fragilidades da banda. Ou talvez, o U2seja mesmo a maior banda do mundo. Todas as opiniões tem o seu fundo de verdade, mas a verdade é que ninguém passa indiferente ao show e muito menos pode tirar do Bono Vox a coroa de rei do rock mundial. Gostando ou não, presenciar um evento desses é algo que dificilmente pode ser colocado em palavras e muito menos avaliado se foi bom ou ruim. Um show do U2 é sempre especial e inesquecível.

U2 @ São Paulo – 09/04/11 e 10/04/11

U2 @ São Paulo – 09/04/11 e 10/04/11

Fila na sexta, mais de 10 horas de fila no sábado, mais umas 5 horas no domingo, horas sentada em uma única posição. Empurra empurra, aperto, chuva, muita chuva! Isso sem falar no engarrafamento monstro para sair do estádio depois. Mas como dizem, vale tudo pelo U2. E pela animação das pessoas à minha volta, acho que posso afirmar com 99% de certeza, que todos ali fariam tudo de novo para ver o grupo irlandês, com mais de 35 anos de carreira, no palco mais uma vez.

Acho que não sou a melhor pessoa para escrever sobre um show do U2, afinal, todos sabem que sou muito fã da banda, mas vamos lá, prometo tentar ser o menos tendenciosa possível!

O Muse foi uma excelente escolha para abertura do show. Eu já era fã do trio inglês, mas vi várias pessoas que não conheciam o trabalho deles, se surpreendendo com o show de 45 minutos, que esquentou a galera para o momento mais esperado.

O Morumbi estava lotado e foi legal ver a interação entre os fãs. Claro que havia aqueles que conheciam apenas os trabalhos mais divulgados da banda e não sabiam direito por onde passava a turnê atual, mas também eram muitos os que estavam a dias acampados na porta do Morumbi, que seguem a banda por onde eles passarem e que esperavam pelos clássicos e pelas novidades com o mesmo brilho no olhar.

O palco dispensa comentários. Nada que eu diga aqui será capaz de retransmitir fielmente a grandiosidade da garra, do telão… É algo que merece um show a parte, apenas para ficar admirando as imagens, os jogos de luz… a interação entre a banda e sua estrutura. Em alguns momentos é difícil saber para onde olhar.

“Even Better Than The Real Thing” se mostrou uma super aposta para a abertura do show e levantou a galera bonito. Confesso que no sábado, já comecei a chorar ali, afinal, nunca me imaginei ouvindo essa música ao vivo. O show seguiu sem muitas surpresas para quem vinha acompanhando os setlists das últimas apresentações. Mas ainda assim, impossível não se emocionar com “Until The End Of The World”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For”, “Where The Streets Have No Name”, “Magnificent” entre muitas outras. A homenagem feita antes de “Moment Of Surrender” às crianças mortas em Realengo foi linda e tornou o momento ainda mais emocionante.

Mas se sábado já tinha sido algo difícil de assimilar, domingo foi surreal! Even Better seguida de “Out of Control” parecia um sonho. Bono disse que esta música só era tocada em momentos especiais e nossa, especial é pouco para aquela noite que ainda contou com “Zooropa”, “Pride” e “Ultraviolet”. Eu só conseguia agradecer por ter decidido e tido a sorte de ir aos dois dias. Nunca me perdoaria se não tivesse presente no show de domingo.

Só quem é fã para entender a emoção que nos acomete ao ouvir, ao vivo, as músicas que fizeram parte da sua vida, que marcaram um ou outro momento crucial. Só quem é fã entende olhar para o lado e ver a pessoa ali parada, com os olhos fechados e as lágrimas escorrendo enquanto os primeiros acordes de Walk on, ou de qualquer outra música, enchem o estádio. Não há dinheiro no mundo que pague essa emoção.

Se a banda deu um espetáculo para o público, este também a surpreendeu. Foi visível o espanto do Bono ao ver os balões tomarem a pista durante “Where The Streets Have No Name”, no sábado. E essa é a relação entre banda e fãs… as surpresas parecem não ter fim de nenhuma parte.

Algumas pessoas os criticam por suas ações beneficentes, os acusam de marqueteiros, mas será que eles realmente precisam disso? Bono, The Edge, Adam e Larry, com mais de 30 anos de carreira, mostram o que muitos artistas novos não mostram, amor pelo o que fazem, prazer em tocar e mais do que tudo, respeito aos fãs. E é tudo isso que transforma suas turnês em verdadeiros espetáculos que fazem fãs acamparem na porta, tomarem chuva, se emocionarem e ainda pensarem em voltar na próxima!

De uma coisa eu tenho certeza, na próxima farei tudo de novo!

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Fotos: Tatiana Perry (1 e 3) e U2.com (2)

(Re)Descobrindo Sons: Em dezembro…

(Re)Descobrindo Sons: Em dezembro…

Reconheço a minha ausência e omissão e caracterizo como uma quase que completa falta de moral e responsabilidade. Tsc, tsc.

Irresponsabilidade é algo feio para um jovem rapaz de 25 anos, enrolado e comprometido pelos próprios problemas pessoais que acabam afetando diretamente outras áreas. Pelo menos por enquanto. Ainda é dificil desfazer certos laços.

Ser um canceriano infeliz não ajuda em nada, confesso. Mas isso não é do interesse dos meus fieis leitores. Na última vez que contei eram quatro, agora depois do meu desaparecimento nos últimos dois meses, devo ter perdido a metade. Enfim. Cá estou com toda a minha característica cara de pau para contar um pouco do mês de dezembro.

Meses atrás eu comentei sobre a minha experiência de ouvir Radiohead depois de uma bebedeira sem fim e agora quero compartilhar outra tentativa inovadora de sentir a música de forma semi-inconsciente. Ouçam blues depois de tomarem duas doses de cachaça com mel, açucar e limão. Depois de alguns meses, finalmente abri o disco do mestre Willie Dixon e cá estou, absorvendo cada gota de solo, notas e gritos insinuantes. O album I am the Blues é uma ode à libido que somada ao poder da “marvada”, deixa qualquer um louco. Preferi a parte final do disco, com faixas como “Im Your Hoochie Coochie Man” e “The Same Thing”. Tenho um certo tesão pelas músicas que praticamente me obrigam a fechar os olhos e balançar o corpo lentamente. Se eu não estivesse em casa, essa seria a senha para levar um “cai fora” de todas as mulheres que cruzassem o meu caminho. O blues entra dentro de nós como um viagra mental para a copula inconsequente. Eu sou debilitado e facilmente corrompível. Que culpa tenho?

Imagem de Amostra do You Tube“I Can`t Quit You, Baby” para relaxar os nervos e outras coisas…

De qualquer maneira, acho que esse é um daqueles discos indispensáveis para qualquer colecionador. Ele começou a tocar de novo agora, e bem… “Back Door Man” me dá vontade de ficar em pé, cambalear para os lados, acender um cigarro e achar que sou um morador da sedutora New Orleans. Se eu não estivesse de bode por conta da minha conexão falida da internet, não teria enchido a cara com a cachaça importada do meu avô e muito menos poderia ter tido uma primeira vez melhor. Amar ao som do blues. Inveja daqueles que conseguem ou tiveram chances. Garanto que é quase mais quente que ouvindo The Doors. Digo isso apenas pelo calor crescente que “I Can`t Quit You Baby” deixa em nossas barrigas. Não importa se o alcool coopera para o efeito. O disco é bom e é isso que vocês querem ler aqui no meu espaço nas páginas laranjas do nosso querido Audiograma.

Infelizmente resolvi escrever essa coluna em tempo real. Hoje é apenas dia 16 de dezembro, mas sei que o mês não reserva grandes surpresas musicais. O que tinha para acontecer já rolou e minha atenção está muito voltada para o cinema no momento. Um erro que tenho que cometer para poder começar 2011 com paz e certeza de que meus outros projetos vão conseguir andar. O peso das escolhas. O mesmo peso que está colocando na balança tirar o pobre coitado do Dixon e colocar Kind of Blue do Miles Davis. Minhas opções são limitadas no momento, mas não deixo de achar muita graça de que a maioria dos discos que tenho em mãos são de blues ou jazz. Arcade Fire com o genial Funeral e Silverchair com o igualmente genial Diorama são as exceções. O Led Zeppelin não pode cair em classificações de gênero, pois seria um completo atestado de ignorância de minha parte. Ainda mais se tratando de In Through the Out Door.

Imagem de Amostra do You TubePassei o ano todo sem ouvir a minha banda favorita e isso é um absurdo. “Across the Night” é só uma das belas canções do album Diorama do Silverchair

Esse mês a única compra musical ficou por conta do U2. Depois de conseguir a felicidade de comprar um dos concorridos ingressos (diz a lenda que  Time For Fun inaugurou uma nova espécie de área vip, dessa vez destinada apenas aos cambistas e suas táticas sujas de conseguir ingressos) para uma das três apresentações agendadas para abril do ano que vem. Poderia ter tentado mais de uma, mas a verdade é que por mais que eu idolatre o Bono Vox, o The Edge, Larry Mullen e o Adam Clayton, não posso ignorar os boatos de que o Foo Fighters vai retornar ao país. Quem me conhece há mais tempo sabe que eu sempre digo em alto e bom som que o Dave Grohl é o cara que eu mais faço questão de ver ao vivo. Se para conseguir acompanhar toda a tour dos caras eu tiver que abrir mão do U2 e do Muse, sinto muito Muse Brasil, mas eu vou atrás do ex-baterista do Nirvana. De qualquer forma, não resisti e levei para casa o blu-ray da turnê 360 que passa pelo Brasil nos dias 9, 10 e 13 de abril. Lembro de ter assistido ao show ao vivo pelo youtube e diversas vezes enquanto trabalhava duramente na Livraria Saraiva. Engraçado perceber os pelos do meu braço se arrepiando a cada nova música ou discurso do Bono. O U2 é mais que uma banda e esses arrepios provam isso. Cada pessoa/coisa tem sua forma de nos arrepiar e o jeito que me sinto com a trupe do Bono é diferente do jeito que o Daniel Johns e o Silverchair conseguem, que por sua vez são diferentes do que senti enquanto o Radiohead tocava “Fake Plastic Tree” no show de São Paulo. (Sei que não deveria, mas vou deixar claro que os melhores arrepios que já senti na vida foram causados por uma canceriana bêbada que tirava a roupa ao som do The Doors. Devia ter filmado aquilo, já que não acredito que vá acontecer de novo um dia…)  O dia 9 de abril será especial e inesquecível. Principalmente se eles resolverem tocar “Stay” ou “Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me”. O ano de 2011 promete.

Imagem de Amostra do You TubeChega logo, dia 9 de abril!

Vou tirar o blues e colocar jazz. Estou sentindo um pouco de dor e não existe chance dela passar sozinha enquanto eu ouvir esses convites indecorosos de sexo poético. “You Shock Me” foi a última tortura do dia. Willie Dixon, onde quer que você esteja, você acabou com a inocência da minha tarde de quinta-feira. Seu puto!

Imagem de Amostra do You TubeNão é o jazz que é sofisticado demais: é sua cabeça que não quer pensar enquanto escuta uma música.

Colocar Miles Davis não foi uma solução tão aliviante. Além de não acabar com o tesão que o disco anterior deixou, o trompetista (tesão, trompetista… isso ficou ambíguo mesmo?) acaba funcionando como uma droga lisérgica e “So What” nos faz contorcer o rosto, como se estivessemos participando de uma jam session dos sonhos. O restante do album tem o mesmo efeito, quase me fez enxergar luzes saindo da caixinha de som. Quase. Não bebi tanto assim… Ótima trilha sonora para almoços.

O bom de “descobrir” o blues e o jazz é que parece que a trilha sonora do meu reveillon promete. Espero que todos vocês tenham um excelente final de ano e que entrem em 2011 chutando todos os traseiros! Para os leitores que tiveram paciência com essa coluna durante os meses em que ela foi publicada, muito obrigado e espero ser mais presente no ano que vem. Muito sucesso ao Audiograma e todos vocês, pessoas que amam e respiram música!

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Discos Ouvidos

- Kind of Blue @Miles Davis
- Funeral @ Arcade Fire
- Diorama @ Silverchair
- I Am the Blues @ Willie Dixon
- High Violet @ National
- The Suburbs @ Arcade Fire
- Morning View @ Incubus
- IV @ Led Zeppelin
- Freak Show @ Silverchair

Discos Comprados

- U2 360 Tour (Blu-ray)

OK Computer é eleito o melhor álbum dos últimos 25 anos

23 de dezembro de 2010 News Sem comentários
OK Computer é eleito o melhor álbum dos últimos 25 anos

OK Computer, álbum do Radiohead lançado em 1997, foi escolhido pelos leitores da revista Q como o melhor álbum dos últimos vinte e cinco anos.

A eleição faz parte das comemorações dos 25 anos da revista, lançada oficialmente em 1986 e, para celebrar a data, a Q propôs aos leitores que escolhessem os 250 melhores álbuns lançados neste período.

Vários são os artistas presentes na lista, mas o Top 10 foi dominado conta com nomes como Nirvana, U2, Muse, Oasis, Arctic Monkeys e o Radiohead, que além do primeiro lugar, ocupa também a oitava colocação com o álbum The Bends.

Dentre os 250 álbuns, o U2 foi o que reuniu mais lançamentos na lista. São sete álbuns listados, sendo que o mais bem colocado foi o The Joshua Tree, que ficou em sexto lugar. O Radohead reuniu seis álbuns, Muse e Oasis cinco e Coldplay, Blur e Kings of Leon com quatro álbuns cada.

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Confira abaixo os trinta primeiros colocados na lista feita pelos leitores da revista Q:

01. OK Computer – Radiohead
02. Nevermind – Nirvana
03. (What’s The Story) Morning Glory? – Oasis
04. Definitely Maybe – Oasis
05. Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not – Arctic Monkeys
06. The Joshua Tree – U2
07. The Stone Roses – The Stone Roses
08. The Bends – Radiohead
09. Achtung Baby – U2
10. Black Holes And Revelations – Muse
11. Is This It – The Strokes
12. A Rush Of Blood To The Head – Coldplay
13. Parklife – Blur
14. Screamadelica – Primal Scream
15. White Blood Cells – The White Stripes
16. In The Aeroplane Over The Sea – Neutral Milk Hotel
17. Hot Fuss – The Killers
18. Kid A – Radiohead
19. Funeral – Arcade Fire
20. American Idiot – Green Day
21. The Holy Bible – Manic Street Preachers
22. Absolution – Muse
23. In Rainbows – Radiohead
24. Only By The Night – Kings Of Leon
25. Demon Days – Gorillaz
26. Origin Of Symmetry – Muse
27. Appetite For Destruction – Guns N’ Roses
28. Urban Hymns – The Verve
29. Automatic For The People – R.E.M
30. Loveless – My Bloody Valentine

Agora é oficial: U2 confirma show em SP em abril

29 de novembro de 2010 News Sem comentários
Agora é oficial: U2 confirma show em SP em abril

Os muitos boatos e especulações não deixavam dúvida de que o U2 passaria pelo Brasil com sua 360° Tour. Afinal, onde há fumaça, há fogo. Mas apenas na manhã de hoje saiu a confirmação oficial, no site da banda.  E o U2 vem mesmo ao país, para um show no dia 9 de abril, no Morumbi, em São Paulo. E a abertura ficará por conta do pessoal do Muse.

A expectativa é que outros dois shows ainda sejam anunciados e, provavelmente, todos na capital paulista.

Confira abaixo as informações sobre vendas e valores de ingressos:

SERVIÇO U2 – 360° TOUR
Local: Estádio do Morumbi — Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1 — Morumbi — São Paulo (SP)
Única apresentação: 09 de abril de 2011
Abertura dos portões: 16h
Show de abertura: Muse
Horário de início dos shows: 20h
Duração do show principal: aproximadamente 2h
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 14 anos: permitida a entrada (desacompanhados).
Capacidade: 89.426 lugares

SETOR
Pista R$ 180,00 (INTEIRA) R$ 90,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Inferior A R$ 340,00 (INTEIRA) R$ 170,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Inferior B R$ 340,00 (INTEIRA) R$ 170,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Azul 1 R$ 380,00 (INTEIRA) R$ 190,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Azul 2 R$ 380,00 (INTEIRA) R$ 190,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Azul Premium R$380,00 (INTEIRA) R$ 190,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Vermelha R$ 380,00 (INTEIRA) R$ 190,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Amarela (Visão parcial) R$ 70,00 (INTEIRA) R$ 35,00 (½ ENTRADA)
Cadeira Superior Laranja R$ 380,00 (INTEIRA) R$ 190,00 (½ ENTRADA)
Arquibancada Azul R$ 240,00 (INTEIRA) R$ 120,00 (½ ENTRADA)
Arquibancada Vermelha R$ 240,00 (INTEIRA) R$ 120,00 (½ ENTRADA)
Arquibancada Vermelha Especial R$240,00 (INTEIRA) R$ 120,00 (½ ENTRADA)
Arquibancada Amarela R$ 220,00 (INTEIRA) R$ 110,00 (½ ENTRADA)
Arquibancada Laranja R$ 240,00 (INTEIRA) R$ 120,00 (½ ENTRADA)

- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone). Limitação de venda a estudantes em 30% da capacidade do local.

- Membros do site oficial do U2 contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 01 e 03 de dezembro.

- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos entre os dias 04 e 05 de dezembro.
- Fã clube oficial da Muse conta com pré-venda exclusiva e poderão adquirir ingressos no dia 06 de dezembro.
- A venda para o público em geral será aberta em 07 de dezembro.
- Clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners que efetuarem compra via internet até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.
- Clientes de todos os cartões de crédito MasterCard podem optar pela tecnologia MasterCard ShowPass, na qual o cartão vira ingresso. Mais informações no site: www.mastercardshowpass.com.br
- Vendas limitadas a 6 ingressos por pessoa

HORÁRIO DA ABERTURA DAS PRÉ-VENDAS E VENDAS
De acordo com as datas de pré-venda e vendas citadas acima:
Internet (informações e vendas) — Tickets For Fun (www.ticketsforfun.com.br), a partir da 0h
Telefone para vendas — 4003-0806 (válido para todo o país), às 10h
Pontos de Venda Tickets For Fun (FNACs não participarão da venda deste show), às 10h http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx, às 10h
Bilheteria Oficial – Estacionamento Credicard Hall, às 10h

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Estacionamento anexo ao Credicard Hall – diariamente, das 10h às 22h – Av. das Nações Unidas, 17.981 – Santo Amaro – São Paulo (SP)

LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pontos de venda no link (FNACs não participarão da venda deste show): http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx

Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio e retirada na bilheteria (taxas de conveniência e de entrega) – 4003-0806 (válido para todo o país), das 10h às 21h – segunda a sábado (funciona no mesmo horário, excepcionalmente no domingo, dia 05/12, na pré-venda Credicard Citibank e Diners). Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio – taxas de conveniência e de entrega) Formas de Pagamento:Dinheiro, cartões de crédito MasterCard, Diners, American Express e Visa. Cartões de Débito MasterCard Débito/ Rede Shop e Visa Electron.

Shows do U2 já tem datas marcadas no Brasil

15 de novembro de 2010 News 2 comentários
Shows do U2 já tem datas marcadas no Brasil

Segundo Bruno Astuto, colunista do Jornal “O Dia”, a banda U2, liderada por Bono Vox, fará 3 shows na capital paulista, nos dias 8, 9 e 10 de abril de 2011, no Estádio do Morumbi.

O vocalista, conhecido também pelo seus atos ativistas, dias antes do show se encontrará com o governador Sérgio Cabral no Rio e com o empresário Eike Batista para convidá-los a fazer parte de sua ONG, a One, que articula ajuda humanitária em todo o mundo.

Bono e Sérgio tiveram o primeiro contato no mês passado durante um show em Roma. No evento o governador do Rio, convidou Bono e sua banda para fazerem o show de encerramento do mundial de 2014 que acontecerá no Maracanã.

Bono aceitou a proposta e em troca pediu para conhecer a presidente Dilma Rousseff, caso ela fosse eleita.

U2 deve confirmar shows no Brasil em 2011

16 de outubro de 2010 News Sem comentários
U2 deve confirmar shows no Brasil em 2011

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, publicada neste sábado na Folha, o U2 deve confirmar nos próximos dias o seu retorno ao Brasil.

As datas das apresentações devem ser confirmadas nos próximos dias, mas a colunista afirma que devem acontecer durante o mês de março do próximo ano.

A coluna afirma que a cidade de São Paulo já estaria garantida na turnê, mas ainda não se sabe aonde seria realizado o segundo show. O certo é que o Rio de Janeiro não deve receber a data, já que o Maracanã, considerado o único estádio capaz de receber toda a parafernália da banda, está fechado para reformas visando a Copa do Mundo.

Quem for assinante da Folha e do UOL, pode conferir a coluna na íntegra clicando aqui.

Conheça 10 músicas que emocionam os homens

10 de outubro de 2010 News 1 comentário
Conheça 10 músicas que emocionam os homens

Uma pesquisa britânica informa que R.E.M. e Eric Clapton são os responsáveis por levar os homens aos maiores níveis de emoção.

De acordo com a PRS for Music, associação britânica de compositores, escritores de canções e editoras, as músicas “Everybody Hurts” e “Tears in Heaven” são as duas que mais emocionam os homens.

“Everybody Hurts”, que é um dos maiores sucessos do R.E.M., foi lançada em 1993 e acabou ocupando o topo da lista, seguida de perto por “Tears in Heaven” de Eric Clapton e “Hallelujah”, música de Leonard Cohen.

Mais de 1700 pessoas foram ouvidas durante o levantamento da pesquisa e, abaixo, você confere o Top 10 das canções capazes de arrancar lágrimas da ala masculina.

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10. Robbie Williams – “Angels”
09. Todd Duncan – “Unchained Melody”
08. Bruce Springsteen – “Streets of Philadelphia”
07. Elton John – “Candle In The Wind”
06. The Verve – “The Drugs Don’t Work”
05. U2 – “With Or Without You”
04. Sinead O’Connor – “Nothing Compares 2 U”
03. Leonard Cohen – “Hallelujah”
02. Eric Clapton – “Tears In Heaven”
01. R.E.M – “Everybody Hurts”

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Aproveite e veja abaixo o R.E.M. tocando “Everybody Hurts”, ao vivo:

Imagem de Amostra do You Tube

Fã-Site diz que U2 virá a América do Sul em 2011

26 de setembro de 2010 News 1 comentário
Fã-Site diz que U2 virá a América do Sul em 2011

O fã-site chileno U2Chile.net informou na última sexta que o U2 trará a 360º Tour para a América do Sul em 2011.

De acordo com o site, a informação vem diretamente da produtora T4F e os shows aconteceriam no Chile, Argentina e no Brasil entre o fim de março e o começo de abril.

A nota afirma que ainda não existe uma confirmação oficial da produtora ou da banda, mas já informa que a venda de ingressos deve seguir o esquema já conhecido de pré-venda através da internet.

A nota ainda afirma que a banda de abertura das possíveis apresentações do U2 pela América do Sul seria o Muse.

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Abaixo você confere as datas divulgadas pelo fã-site:

Chile – 25 e 26 de março – Santiago
Estádio Nacional

Argentina – 31 de março e 1º de abril – Buenos Aires
Local indefinido

Brasil – 08 e 09 de abril – São Paulo
Local indefinido

U2 trabalha em três futuros lançamentos

21 de agosto de 2010 News Sem comentários
U2 trabalha em três futuros lançamentos

Parece que as “férias forçadas” do U2 renderam muito mais do que o esperado. Recentemente de volta aos palcos, a banda irlandesa trabalha neste momento em três lançamentos para o futuro.

Em entrevista condedida à Rolling Stone, Bono declarou que a banda trabalha neste momento em um álbum destinado as pistas de dança e que, além dele, estão na lista um álbum mais rock n’ roll e o lançamento de Songs of Ascent, álbum com sobras de No Line on the Horizon, o álbum mais recente do grupo.

Apesar dos projetos já estarem em andamento, Bono não revelou quando o U2 pretende lançar cada um deles.

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Volta aos palcos
Bono falou ainda sobre a cirurgia a que foi submetido neste ano. Segundo o cantor, existem problemas mais sérios por aí do que a sua lesão nas costas, mas que mesmo assim se sente muito grato por tudo ter ocorrido de forma tranquila.

Após um tempo no estaleiro, a banda retomou a turnê 360º que, neste momento, percorre a Europa.

Lembrando que você, leitor do Audiograma, pode levar pra casa um DVD com o registro de uma das apresentações desta turnê do U2. Saiba mais sobre essa promoção.