Atrações do Rock In Rio devem se apresentar fora do festival

Atrações do Rock In Rio devem se apresentar fora do festival

Muita gente ficou sem ingresso para ver alguns de seus artistas preferidos no Rock In Rio.

Com os ingressos esgotados rapidamente, muitos esperam que nomes que fazem parte do lineup do festival possam se apresentar em outras cidades e, segundo o Jornal Destak, isso deve acontecer com alguns deles.

De acordo com o jornalista José Norberto Flesch, nomes como John Mayer, Iron Maiden, Slayer e Rob Zombie já teriam acertado datas no Brasil além de suas apresentações no Rock In Rio.

O Iron Maiden deve realizar oito shows pela América do Sul ao lado do Slayer. Além do Rock In Rio, a dupla deve passar pelas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de passar por países vizinhos. Já Rob Zombie e John Mayer devem dar as caras em São Paulo. As apresentações ainda não possuem datas definidas.

Quem se junta a lista é o Bon Jovi (foto) e Sebastian Bach. A banda liderada pelo vocalista Jon Bon Jovi se apresenta em São Paulo no dia 21 de setembro, conforme o próprio vocalista informou em entrevista ao Fantástico, da TV Globo. Já Sebastian Bach tem data agendada na capital paulista no dia 22 de setembro.

E a lista pode ganhar mais nomes. De acordo com Norberto, nomes como Matchbox Twenty, Bullet For My Valentine, Metallica e Beyonce estariam acertando os detalhes finais para apresentações fora do Rock In Rio. Informações obtidas junto a produtora Malab dão conta de que Metallica e Beyonce podem realizar shows em Belo Horizonte durante o período do festival.

Em 2013, o Rock In Rio acontece entre os dias 13 e 22 de setembro.

Slayer e Ghost confirmados no Rock In Rio 2013

18 de dezembro de 2012 News Sem comentários
Slayer e Ghost confirmados no Rock In Rio 2013

A próxima edição do Rock In Rio ganha mais dois nomes de peso para o chamado “time do metal”.

Slayer (foto) e Ghost se juntam a atrações como Metallica e Iron Maiden na próxima edição do festival, que acontece em setembro de 2013, no Rio de Janeiro.

Os suecos do Ghost se apresentam no dia 19 de setembro, ao lado do Metallica, Alice in Chains, Sepultura e Tambores du Bronx. Já o Slayer integra o lineup do dia 22 de setembro e se apresenta no mesmo dia que o Iron Maiden e o Avenged Sevenfold.

Além deles, nomes como Muse, Bruce Springsteen e Ben Harper integram a próxima edição do festival, que pode ganhar mais alguns nomes especulados até o fechamento total de seu lineup.

Avenged Sevenfold é atração confirmada para Rock in Rio

10 de dezembro de 2012 News Sem comentários
Avenged Sevenfold é atração confirmada para Rock in Rio

Avenged Sevenfold, também conhecida como A7X, integrará o line-up de atrações do Rock in Rio 2013.

Em nota divulgado pelo site oficial do Festival, Roberto Medina confirmou a presença da banda de metal alternativo, Avenged Sevenfold. De acordo com a nota, o A7X tocará na mesma noite que o Iron Maiden.

Assim que a banda foi confirmada, M. Shadows, vocalista do AX7, falou sobre o festival e como vai ser abrir o show para uma das maiores bandas de rock do mundo. “Vamos tocar o que o público quiser ouvir. Se o novo disco for do interesse deles, tocaremos… Se só quiserem ouvir coisa antiga, vamos só tocar coisa antiga” disse o vocalista.

Eu amo Iron Maiden. Já fizemos algumas turnês com eles pela Europa. Somos parte daquele caso em que cada um tem sua base de fãs específica, mas tem muita gente que gosta das duas bandas. Quem tem paixão por metal gosta deste tipo de som. Não vejo a hora de fazer parte deste festival. Para nossa sorte, sei que os fãs brasileiros de Iron Maiden gostam das nossas músicas“, finalizou o músico.

Rob Zombie tocará no Rock in Rio 2013

13 de novembro de 2012 News Sem comentários
Rob Zombie tocará no Rock in Rio 2013

Rob Zombie fará parte do próximo Rock In Rio.

De acordo com o Jornal Destak, o cantor de heavy metal e diretor de cinema se apresentará na edição 2013 do festival.

Rob é ex-líder do White Zombie, banda americana formada em 1990 que atingiu reconhecimento no cenário do rock quando lançou o álbum “Astro-Creep: 2000“, que vendeu mais de 2.6 milhões de copias só nos Estados Unidos.

A última vez que Rob pisou em terras brasileiras foi em 2008, em turnê de divulgação do álbum “Hellbilly Deluxe 2” que na época vendeu mais de 49 mil copias, e ficou em 8 ° lugar no Top Billboard 200.

Desde o fim do White Zombie, Rob leva carreira solo e, hoje em dia, se arrisca como diretor de cinema.

Ben Harper é atração confirmada no Rock in Rio

30 de outubro de 2012 News Sem comentários
Ben Harper é atração confirmada no Rock in Rio

Na manhã desta segunda-feira (29), Roberto Medina deu uma entrevista ao portal de noticias da Globo, falando sobre a Rock Street e confirmou o nome de Ben Harper como a mais nova atração do festival.

O americano é mais uma das atrações confirmadas para a proxima edição do festival, que acontece em setembro do ano que vem aqui no Brasil. Ben fará seu show no palco Sunset, mas ainda não foi divulgado o dia que ele se apresentará.

Essa não é a primeira vez que o cantor passa por terras brasileiras. Ben se tornou bem conhecido aqui no Brasil por lançar o hit “Boa Sorte”, com a cantora Vanessa da Mata.

Roberto Medina ainda falou sobre a Rock Street. “Nesta edição do Rock in Rio eu tentei retratar na Rock Street um pouco da Grã-Bretanha e Irlanda, em uma viagem cenográfica pelo bairro londrino de Camden Town e pelo irlandês Grafton Street. A Rock Street terá artistas de rua, acrobatas e mágicos que se apresentarão em frente a lojas, bares e restaurantes, tudo ao lado de um palco exclusivo, com 13 metros de largura“, revelou.

Na última edição do festival, a Rock Steet foi inspirada na americana New Orleans, que por sinal fez muito sucesso.

Nicko McBrain fala sobre sua vinda a America do Sul

26 de outubro de 2012 News Sem comentários
Nicko McBrain fala sobre sua vinda a America do Sul

Em recente entrevista a radio American Speaker, o baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, falou sobre a Maiden England Tour e um possível novo álbum.

Segundo o músico, conversas sobre um novo álbum já aconteceram, mas ele ainda não sabe precisar se isso realmente sairá. “Discutimos há muitos anos. Bem, eu digo muitos, dois ou três anos atrás, enquanto nós ensaiamos em Paris antes de sairmos na turnê do The Final Frontier e discutimos sobre fazer mais um álbum. Não sabemos quando mas, sim, nós conversamos sobre isso, mas não temos certeza cem por cento se o faremos”, declarou Nicko.

Nicko ainda comentou sobre a sua vinda junto com a banda para o Rock in Rio 2013 e sobre possíveis shows na America do Sul. “Nós anunciamos ontem à noite que estaremos tocando na última noite do Rock in Rio, em setembro do ano que vem. Eu não sei se haverá uma tour completa na América do Sul, mas eu acho que deva ocorrer mais alguns shows”, revelou.

Marky Ramone é confirmado no Rock in Rio 2013

25 de outubro de 2012 News Sem comentários
Marky Ramone é confirmado no Rock in Rio 2013

Segundo o Jornal Destak, o baterista Marky Ramone tem uma apresentação confirmada para a edição do Rock in Rio 2013.

Marky trará sua nova banda, chamada Blitzkrieg. A banda conta com Michale Graves, um dos maiores nomes do punk rock, como vocalista. Michale foi vocalista dos Misfits, considerada por muitos como uma das maiores banda de punk.

Ainda não foi divulgado o dia em que Marky se apresentara e nem em qual dos palcos ele vai tocar. Tudo que se sabe até agora, é que todo o repertório da banda é composto pelas músicas do Ramones, aonde Marky lançou oito álbuns em sua carreira.

E existe ainda um rumor de que Marky tocará Brain Drain, dos Ramones, na integra. Para quem não conhece, Brain Drain foi o 4° álbum do Marky com os Ramones, lançado em 1989 e ficou em 122 no Billboard 200.

Rock in Rio 2013 já tem data marcada

18 de fevereiro de 2012 News Sem comentários
Rock in Rio 2013 já tem data marcada

O evento ocorrerá somente no ano que vem, mas as datas do próximo Rock In Rio já foram divulgadas.

O festival acontecerá nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de Setembro na Cidade do Rock.

Duas atrações também já foram confirmadas: a banda Sepultura e o grupo francês Tambours Du Bronx se apresentarão juntas assim como foi em 2011 no mesmo festival. A diferença é que, ano passado, as bandas se apresentaram no Palco Sunset e, em 2013, abrirão a noite do metal, na Cidade do Rock, tocando no Palco Mundo. Antes do Rock in Rio 2013, as duas bandas se apresentarão também juntas no Rock in Rio Lisboa que acontece este ano.

A produção do Rock in Rio ainda não divulgou o início da venda e preço dos ingressos.

(Re)Descobrindo Sons: A volta, parte 1!

(Re)Descobrindo Sons: A volta, parte 1!

A (Re)Descobrindo Sons passou por sérios problemas técnicos no decorrer de 2011. Sei que, se você for um dos cinco leitores cativos que essa coluna conseguiu com muito suor no ano passado (isso inclui a Raquel Ferraz, que revelou ter um senso de humor apurado ao afirmar que efetivamente achava essa coluna engraçada. Acho que ela é a única pessoa que ri COM e não DE mim, saca? Muito obrigado), deve ter lido muito essa desculpa. Usei ela quando deixei de fazer a coluna de outubro (a qual eu juro que existe até hoje e permanece no meu HD) e todas as outras. Tive que fugir do John Pereira o ano inteiro por faltas de justificativas, mas a verdade é que posso ser recriminado, pelo menos dessa vez.

Essa coluna é feita por uma pessoa muito sentimental e que depois de um ano inteiro (ou quase) desabafando sobre as amarguras de amar a pessoa errada, acabou ficando meio desanimado com as coisas, “aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer e até resolveu voltar a trabalhar” só para conseguir seguir em frente. Só para provar que estou dizendo a verdade, em fevereiro escrevi os esboços da coluna e ficou desse jeito aqui:

“[...] Parece ser o mês favorito para se refugiar por uns dias em outro estado e “esquecer” dos problemas. Tenho um pouco de inveja de quem consegue se desligar (e ter companhias para isso) por duas semanas e volta com as energias renovadas. Certamente que isso deve fazer bem para quem sabe viver e enfrentar a vida. Pensem só em como seria mais proveitoso ouvir discos curtindo as ondas, um bando de mulheres de biquínis  minúsculos, peixe frito, limão, água de coco, areia entrando pelos calções e de quebra, se Deus existir de verdade, a companhia de uma pessoa sensacional e que faz A diferença… Não é o caso ainda, mas espero poder fazer isso no mês que vem.

Imagem de Amostra do You TubeNão conhece ainda? Tá esperando o que para ouvir “Toda Luz” do Gram?

A primeira audição do mês ficou por conta dos paulistas do finado Gram. Se você nunca ouviu nenhum dos dois discos do grupo ou teve a sorte de conferir uma apresentação ao vivo (viajei para o Rio de Janeiro em 2006 para poder ver o show; e vi a única apresentação deles em BH, a Obra virou um inferno e nunca vou esquecer o final épico com “Where is My Mind?” do Pixies), a sua vida romântica é incompleta. Diz a lenda que Sérgio Filho escreveu as letras do primeiro disco enquanto ouvia o excelente Bloco do Eu Sozinho dos barbados favoritos da geração indie brasileira. O Gram sempre foi comparado com o Los Hermanos, mais pela poesia das letras do que pelo instrumental com uma pegada bem mais rock n`roll. O disco conta com verdadeiras pérolas da fossa amorosa como “Toda Luz” e “Você Pode ir na Janela” (aquela do clipe do gatinho), e porradas como “Faça Alguma Coisa”. Pelo menos em Belo Horizonte é bem complicado achar um dos dois discos da banda, mas vale a procura. Vale mesmo. O Gram faz uma falta danada, mas coisas boas não duram muito tempo… em todos os sentidos da vida.”

Viram só? Não estava brincando. A coluna de janeiro é um “pouco menos pior”, mas essa vocês correm o risco de ler na integra. De qualquer forma, felizmente (para conservar pelo menos um leitor, né?) essa história chegou ao seu final, não foi feliz, mas já troquei o disco e estou em outro filme nesse momento. Certeza que ele terá o mesmo desfecho onde o mocinho vai para casa dormir sozinho e papear com a parede, mas ele cresceu muito e aprendeu que, embora a felicidade só seja real quando compartilhada, é possível ser feliz sozinho.

Ainda que não tivesse passado por essa lobotomia amorosa, a minha contribuição teria sido quase nula em 2011. Como já afirmei anteriormente, a (Re)Descobrindo Sons sempre foi uma apologia para o consumo inconsequente e irresponsável de boa música, mas como eu poderia cooperar com essa proposta se deixei de lado meu lado consumista (compulsivo, de acordo com meu último psiquiatra. O anterior pediu demissão e começou a fazer terapia. Há, essa foi tão ruim quanto o filme que tem essa quote) durante parte do ano? Fiquei desempregado (a vida não tá fácil) até maio e estava sem condição alguma de gastar dinheiro com discos, razão de existir da coluna. Sem falar que priorizei bastante o meu site Cinema de Buteco, depois acabei indo trabalhar no Cinema em Cena, o que me fez deixar a parte “profissional” de ser um bom apreciador da música completamente de lado.

Imagem de Amostra do You TubePorque Odair José quis me tirar desse lugar.
Aliás, recentemente foi publicado um texto sobre o artista aqui no Audiograma.

Passei muito tempo refletindo sobre levar essa coluna adiante ou deixar uma marca de vermelha nas páginas laranjas desse site conduzido pelo John e sua eficiente trupe. Depois de uma breve reunião, pelo Facebook mesmo, com o senhor Editor-Chefe do Audiograma, optamos por dar continuidade ao trabalho. Na verdade, o John afirmou com todas as letras que se eu escrevesse logo todas as 12 colunas de 2012, ele me daria um par de ingressos para levar a Samilla Majidah para o show do Ben Harper. Como recusar essa proposta? Então, a boa notícia é que, para a alegria dos meus quatro leitores, estamos de volta!

Já que estamos no final do ano, seria muita cara de pau falar de tudo que ouvi ao longo dos últimos onze meses (embora eu tenha intenção de enviar a coluna de janeiro/2011 para aprovação e eventual publicação. Qual o problema?). Minha intenção é fazer uma pequena retrospectiva de alguns momentos que vivi com a música esse ano. Como foram poucos discos adquiridos (você confere logo abaixo), a prioridade serão os shows, ainda mais que foi graças ao show do U2 e do festival Rock in Rio que eu marquei presença nas páginas laranjas. Em abril publiquei a minha crítica pessoal de duas das três apresentações que a banda realizou em SP, também conhecida como a cidade desprovida de amor. Em setembro ajudei com algumas matérias especiais do Rock in Rio (confesso que só fiz isso porque pensava que haveria um sorteio de ingresso entre a equipe para rolar uma cobertura foda no evento). Com apenas essas duas colaborações, fico pensando que os meus chefes no Audiograma devem ter planos para me levar para o sofá um dia (porque certos chefes de sites na Internet fazem isso, principalmente quando rola um buteco no meio da história), porque sou muito incompetente. Eu me demitiria. E olha que já me mandaram embora por muito menos, hein?

Como existe a enorme possibilidade dessa coluna ficar gigantesca (e eu ser acusado de ser prolixo por um dos meus três leitores restantes), nada mais justo que dividir em partes e ir publicando aos poucos. Tenho comigo que 2012 será um ano diferente, no qual estarei presente para dividir alegrias e tristezas, faça chuva ou sol, sempre com vocês. Não vou dizer que juro pela morte do Dave Grohl, pois seria um sacrilégio tremendo (e acabo de perder outro leitor), mas eu garanto que estarei aqui pelas próximas semanas para tentar divertir vocês com nada ou quase nada de útil, mas nessa era virtual, alguém realmente fornece material útil ou indispensável?

Imagem de Amostra do You TubeCachorro? Que cachorro o que, eu não sou cachorro grande não.

Obrigado ao John e toda a equipe responsável por manter o Audiograma no ar durante todos esses meses, que viram anos e assim por diante. Muito bom fazer parte dessa equipe. E fica o agradecimento para aqueles que visitam as páginas laranjas e curtem as notícias no Facebook, participam das promoções e ajudam a divulgar o site. Certinho? Um grande valeu.

Para não abandonar o lado consumista da (Re)Descobrindo Sons pensei em incluir, além dos discos adquiridos, uma seleção de DVDs e livros, afinal não é só de música que vive o nosso cérebro e eu acho que posso oferecer boas dicas. Ainda que copie todas das páginas da VIP e da PLAYBOY, vocês nunca saberão.

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* O Foo Fighters foi confirmado oficialmente na programação do Lollapalooza Brasil na manhã da última segunda-feira, 21 de novembro. Porém os leitores do Audiograma já sabiam disso desde setembro, quando foi publicado esse texto aqui.

Imagem de Amostra do You Tube“Todos os meus amigos, todos os meus amigos, todos os meus amigos voam… voam… voam…”, mas abril continua longe.

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Discos Comprados:

- Wasting Light @ Foo Fighters
- Efêmera @ Tulipa Ruiz
- Coltrane Plays the Blues @ John Coltrane
- If Not Now, When? @ Incubus
- A Perfect Circle @ A Perfect Circle
- In Rainbows @ Radiohead
- Morning View @ Incubus
- Nevermind @ Nirvana
- Greatest Hits @ Neil Young

Discos Ouvidos:

Tá de sacanagem, né?

Snow Patrol @ Rock in Rio – 24/09/2011

Snow Patrol @ Rock in Rio – 24/09/2011

Eram 23h35 da noite quando diversas imagens de um olho de abrindo, iluminando o telão deram o sinal de que o Snow Patrol estava finalmente no palco do Rock in Rio e um misto de coração acelerado pela emoção de estar vendo uma de minhas bandas preferidas de perto e de medo pela reação do público diante do grupo tomava conta de mim. Afinal, apesar dos 15 anos de carreira e dos seis álbuns de estúdio já lançados, a banda ainda é pouco conhecida por aqui.

Optando por um show com bastantes efeitos visuais, o Snow Patrol abriu sua apresentação com “You’re All That I Have”, seguida por “Take By The City”, mas tirando os fãs da banda, o público que estava ali, sedento à espera de Red Hot Chilli Peppers pouco se empolgou.

Nem a bela participação da brasileira Mariana Aydar na belíssima “Set To The Fire Third Bar” – para mim o ponto alto do show – pareceu animar a plateia. À minha volta, muitos passaram o show inteiro sentados, aproveitando para descansar, enquanto outros assumiam que conheciam apenas o grande hit da banda, “Open Your Eyes”.

Parecendo não se abalar, a banda continuou fazendo o que sabe fazer de melhor, tocando uma música atrás da outra, com Gary Lightbody aproveitando os intervalos para conversar com o público, falando sobre a alegria de estar ali e claro, sobre futebol.

“Run” e “Chasing Cars” também sempre merecerão destaque em um show do Snow Patrol e claro que não poderiam ficar de fora do festival. Tentando fazer o público participar mais, o vocalista pediu ajuda dos presentes no refrão de “Shut Your Eyes”, mas foi em “Open Your Eyes” que as 100 mil pessoas presentes à cidade do rock naquela noite mostraram do que eram capazes. Mesmo com o pequeno problema técnico no início da música, o que fez com que Gary pedisse desculpas e a recomeçasse, a plateia se colocou toda de pé e cantou a música junto com a banda, do início ao fim.

Pena que não foi assim o tempo inteiro.

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Set list

01. You’re All I Have
02. Take Back The City
03. Called Out In The Dark
04. Hands Open
05. This Isn’t Everything You Are
06. Run
07. Shut Your Eyes
08. Make This Go On Forever
09. Set To The Fire Third Bar
10. Chocolate
11. Just Say Yes
12. Chasing Cars
13. Fallen Empires
14. Open Your Eyes

Especial Rock In Rio: Um resumo de sua história

Especial Rock In Rio: Um resumo de sua história

Após o sucesso do Rock In Rio IV, que tal relembrarmos a historia do evento que marcou nossa juventude e de muitos outros por onde passou.

A primeira edição do evento teve base na antiga Cidade do Rock, localizada em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro. Começou no dia 11 de janeiro de 1985 e durou nada mais nada menos que 10 dias e reuniu um total de 1 milhão e 380 mil espectadores.

O evento contou com as presenças de Queen, Iron Maiden, AC/DC, Scorpions, Ozzy Osbourne, entre outros ilustres convidados.

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A segunda edição do evento aconteceu também no Rio de Janeiro, mas dessa vez no Maracanã, e aconteceu entre os dias 18 e 26 de Janeiro de 1991. O gramado foi adaptado para receber 700mil pessoas nos 9 dias do evento. Desta vez contou com as presenças de Guns N´Roses, Faith No More, Titãs, A-ha, Engenheiros do Hawai, George Michael, entre outros.

Após uma longa espera de 10 anos, chegamos à edição de numero 3 do Rock In Rio. Aconteceu entre os dias 12 a 14, e 18 a 21 de janeiro de 2001. E, para que o evento acontecesse, os organizadores resolveram fazer uma nova “Cidade do Rock” voltando as origens mas desta vez com maior capacidade de publico, 250 mil espectadores, contando também com tendas alternativas (eletrônica, Brasil, Raízes e Mundo Melhor) além do palco principal.

O evento levou o nome de “Por um mundo melhor” e contou com um ato simbólico que levou o publico que ali estava, 3 mil rádios e 522 TV´s ao silêncio absoluto durante 5 minutos antes do evento. Legal não! O inicio e o termino do ato, foram marcados por toques de sinos e libertação de pombas brancas na representação de um pedido pela paz mundial. Nesta edição tocaram Iron Maiden, Sepultura, Guns N´Roses, R.E.M, Red Hot Chili Peppers, Silverchair, Cassia Eller, Oasis, Britney Spears, entre outros.

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Chegada a hora de zarpar rumo à Lisboa e, em 6 dias de evento, Portugal reuniu 386.300 pessoas em 2004 na grandiosa “Cidade do Rock” localizada no Parque Bela Vista e que também contou com palco principal e tendas alternativas, como feito na terceira edição do evento no Brasil.

O evento foi assistido por cerca de 60 países, incluindo o Brasil, que teve cerca de 70 milhões de espectadores pela televisão. Entre as 70 atrações do evento estavam Alejandro Sanz, Alicia Keys, Evanescence, Incubus, Metallica, Paul McCartney e Slipknot.

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A segunda edição internacional do evento ocorreu em 2006 e também teve como sede a cidade de Lisboa. Mostrando uma estrutura diferente daquela apresentada em 2004, o Parque Bela Vista recebeu 350 mil pessoas e muitos elogios a respeito da estrutura que contava com o palco mundo, Hot Stage e tenda eletrônica, além de uma pista com neve verdadeira no parque. O evento durou 5 dias e teve como destaque as bandas Red Hot Chili Peppers, Shakira, Jota Quest, Marcelo D2 e Pitty.

A terceira edição em Lisboa, foi em 2008 e também teve 5 dias de duração. O publico de 354 mil pessoas superou as expectativas dos produtores do evento e esgotou seus ingressos em dois desses 5 dias de evento. Uma das novidades foi a criação de um novo conceito para o “palco Sanset”, no fim de tarde, bandas se encontravam nesse palco e realizavam shows únicos, misturas que só aconteceriam ali. Clã & Pato Fu, João Gil, Tito Paris & Marisa Pinto, Sam the Kid & Cool Hipnoise marcaram algumas dessas apresentações.

Nessa edição também houve desfiles em um espaço dedicado a moda que mostrava a moda do publico rock. Uma diferença das outras edições, foi a instalação sanitária que melhor preparada para tal publico. Entre as atrações estavam Linkin Park, Amy Winehouse, Bom Jovi, Muse, Metallica, Tokio Hotel, Skank, entre outros.

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E chegamos a edição Rock In Rio Madrid, que também aconteceu em 2008, entre os dias 27 a 28 de junho e 4 a 6 de julho. Contou com a presença de Amy Winehouse, Alanis Morissette, Ivete Sangalo, The Police, DJ Tiësto, Bob Dylan entre outros.

Depois dessa passagem por Lisboa e Madrid, era hora de voltar pra casa. Chegamos a quarta edição do evento no Brasil, realizada nos dias 23 a 30 de setembro e 1 e 2 de outubro de 2011, no Parque olímpico Cidade do Rock, localizado na Barra da Tijuca – Rio de Janeiro. Tudo sobre essa edição você pode conferir em nosso especial aqui no Audiograma.

Se você não foi a nenhuma dessas edições, com certeza deve conhecer alguém que tem histórias para contar do festival. Mas todo mundo já tem novas oportunidades na agenda, já que as próximas edições do evento já possuem datas marcadas e aconteceram em maio de 2012 em Lisboa e em Madrid e, em setembro de 2013, teremos uma nova edição no Brasil.

Especial Rock In Rio: O outro lado da música

Especial Rock In Rio: O outro lado da música

Por um mundo melhor. É essa a chamada pra quem quer “mergulhar” em um dia de muita música, muita diversão e que com certeza vai ficar para história dos festivais mundiais. É a chamada que te leva a parar pra pensar que um festival como o Rock in Rio vai muito além da própria música.

Quando se anuncia um evento de tal porte, o que mais se espera são as grandes atrações internacionais ou um line up fantástico ou ainda um show que por mais que às vezes não seja tão grande assim, é o seu sonho de ver ao vivo. Pensa-se em música, se pensa em som, pelo óbvio de que é esse o objetivo de se reunir cerca de 100 mil pessoas (por dia) na tão contemplada Cidade do Rock.

Já que a música é o motivo principal e conseqüentemente dezenas de críticas sairão sobre cada uma das bandas do festival, porque não parar pra pensar que o Rock in Rio trata-se também de pessoas, trata-se de misturas, trata-se de inúmeras culturas que juntas ali se tornam uma só. Pessoas de todas as raças, sexo, religiões. Pessoas de várias cidades, de vários países. Línguas diferentes, culturas diferentes, gostos musicais diferentes. Em uma gigantesca mistura de 100 mil pessoas, diferença é a palavra que se transforma em algum momento em igualdade.

Tanta gente diferente, que ao mesmo tempo tornam-se felizes, dividem a mesma diversão, se conhecem, se relacionam e estão ali pelo amor a música, independente da banda ou do estilo musical. É incrível pensar que a “crença” musical pode ser bem maior do que o próprio som.

A primeira impressão da Cidade do Rock, é de que tudo que acontece ali dentro durante cada dia, é realmente como se fosse um mundo melhor. Fazer parte das coisas la dentro é se desligar do “mundo do lado de fora” e acreditar que a música está ali não só para o entretenimento, mas também para fazer com que toda essa “mistura” seja um dos maiores momentos da sua vida.

Mini-Resenha: Tem alguém cansado aê?

Mini-Resenha: Tem alguém cansado aê?

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.

Eis o aguardado último dia do festival e o também aguardado show do Guns N’ Roses. Antes, Evanescence, System Of A Down, Pitty e Detonautas subiram no Palco Mundo.

Confira um pouco do que foi o último dia de Rock In Rio.

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Detonautas
Por: Mari Duarte

Com um discurso contra a corrupção e defendendo o público do festival, o Detonautas foi a primeira banda nacional a subir no Palco Mundo, no último dia de Rock in Rio. Ao longo do show, foram relembrados alguns sucessos da banda como “O Dia Que Não Terminou”, “Quando o Sol se For” e “Olhos Certos”. Além disso fizeram homenagem a Raul Seixas, com um cover de “Metamorfose Ambulante” e lembraram o Nirvana com o áudio de “Smells Like Teen Spirit” ao fim do show.

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Pitty
Por: Mari Duarte

Com um show composto pelos seus maiores sucessos, Pitty subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio e abriu a apresentação com “Anacrônico”, seguida de “Admirável Chip Novo”. Com as músicas na ponta da língua, o público representou em “Equalize”. Entre os riffs bem produzidos do guitarrista Martin, a cantora fez uma homenagem ao Nirvana com o cover de uma parte de “Smells Like Teen Spirit”, que foi usada como introdução da sua própria música, “Máscara”.

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Evanescence
Por: Ricardo Moreira

O Evanescense ficou um tempo longe dos palcos e levou para o Rock In Rio um show animado, previsível e sem grandes surpresas, mas que teve a função de apresentar as novas canções da banda e embalar o público com seus maiores sucessos, dentre eles, “Bring Me To Life” e “My Immortal”. Amy Lee mostrou a força de sua voz – marca registrada da banda – foi carismática e por isso deu conta do recado, deixando uma boa impressão. Mas o show passou longe de ser um dos mais lembrados do festival.

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System Of A Down
Por: John Pereira

O System Of A Down foi mais uma banda que eu esperava ver uma coisa e fui surpreendido com outra. A banda subiu ao palco e fez o que sabe: Tocar. Sem firulas, papeis, explosões ou qualquer outro subterfúgio que pudesse “iludir” o público, Serj Tankian colocou a galera para pular em grande parte das músicas. Banda afiada no palco, hits atrás de hits e um show competente. Se não teve firula (tá, teve o Serj dando umas ‘reboladinhas’, mas isso a gente releva), sobrou competência. Ponto alto da noite.

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Guns N’ Roses
Por: John Pereira

Após uma longa espera (causada pela chuva ou pela vontade de seu vocalista), o Guns N’ Roses subiu ao palco. Não vou entrar na discussão para definir se esse é o Guns ou só ‘a banda do Axl’ e muito menos dizer que ele ‘canta menos que no passado’. Quem viu a apresentação que fechou o Rock In Rio e também teve a oportunidade de conferir a passagem da banda pelo Brasil no ano passado percebeu que as coisas até melhoraram e ainda conseguem fazer um afago (ainda que ilusório) na grande maioria de seus fãs. O show vale por toda a expectativa que é criada, por Axl ainda tentar ser aquele vocalista excepcional dos anos 90 e pela banda que tenta fazer ao vivo algo próximo da formação clássica mas ainda tropeça nas suas limitações. Bom, se nada é como antes, você deve estar se perguntando porque diabos digo que o show vale a pena, certo? Eu te digo: Vale pelas músicas. Ou você vai dizer que não é ‘especial’ ouvir “Welcome To The Jungle”, “Estranged”, “Paradise City” ou “Sweet Child O’ Mine” ao vivo e saber que, em cima do palco, está (ou parece estar) o Guns N’ Roses?

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Mini-Resenha: O domínio alternativo

Mini-Resenha: O domínio alternativo

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.

E chegamos ao dia alternativo. Coldplay é o grande nome da noite, que ainda conta com o Maroon 5 (veia mais pop), Skank, Frejat e os mexicanos do Maná no palco mundo.

Confira abaixo um pouco do que foi o penultimo dia de Rock In Rio.

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Tiê + Jorge Drexler
Por: Ricardo Moreira

A MPB de Tiê e o Pop latino de Jorge Drexter dividiram o palco Sunset em um show leve e super relax que conseguiu segurar a ansiedade do público que esperava o começo dos shows principais do dia. Os cantores mostraram uma boa sintonia juntos e a plateia pode conferir a combinação da voz doce de Tiê com a voz calma de Drexter em canções como “Ao Otro Lado Del Rio” e “Na varanda da Liz”. A dupla encerrou com um cover, no mínimo interessante, de “Você Não Vale Nada”, do grupo brasileiro Calcinha Preta, com a banda de Drexter cantando em coro o refrão em espanhol.

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Frejat
Por: Ricardo Moreira

Frejat fez um show com um um set list de muito bom gosto e puro rock n’ roll, fazendo uma visita por diversas fases de sua carreira, desde a época do Barão Vermelho até a sua atual carreira solo. Pra quem achava, como eu, que seria um show fraco, devido a maior popularidade dos outros cantores escalados para o mesmo dia do festival, o cantor surpreendeu, animou e prendeu o público do começo ao fim com hits como “Exagerado” e “Puro Êxtase”.

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Skank
Por: John Pereira

Se alguém fosse definir a atração deste Rock In Rio que mais tem hits em sua carreira, o Skank entraria na briga com sede de vitória. Com um setlist que faz uma passagem por toda a sua carreira, a banda mineira é mais uma daquelas que sabem diferenciar um show para o seu público fiel e uma apresentação em festival. Com experiência de sobra na segunda modalidade e carregado de hits, impossível não dizer que esta foi a apresentação nacional de maior destaque no Rock In Rio.

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Maná
Por: Ricardo Moreira

Em um dos poucos dias em que o festival se mostrou realmente rock n’ roll, a banda Maná figurou no line-up com o seu pop rock latino e apresentou um show morno que poderia ser classificado como a hora do intervalo, ou seja, a hora de comer, beber e até mesmo enfrentar a fila quilométrica da tirolesa e foi exatamente isso o que alguns fizeram. Para aqueles que ficaram pra curtir o som, a banda brindou com sucessos como “Vir Sin Aire”, “Labios Compartidos” e “Corazon Espinado”, esta última teve participação do guitarrista brasileiro Andreas Kisser, e vale lembrar do enorme carinho que eles demonstraram pelo Brasil exibindo bandeiras do país, falando em português e interagindo o tempo todo com o público.

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Maroon 5
Por: Taty Perry

Os fãs de Jay-Z podem até ter ficado desapontados com a confirmação do Maroon 5 no lugar do rapper no palco mundo da penúltima noite do festival, mas a banda americana empolgou o público numa mistura dançante das músicas mais recentes, como “Moves Like Jagger”, que abriu o show, e dos grandes hits como “Sunday Morning” e “She Will Be Loved”, sem falar no carisma e simpatia do vocalista Adam Levine que conquistou o público, principalmente o feminino, da cidade do rock.

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Coldplay
Por: Taty Perry

Com um show de luzes, papéis picados e muita animação por parte do vocalista Chris Martin, o Coldplay fez o que pode ser considerado um show perfeito no encerramento da sexta noite do festival. Para quem esperava um show parecido com aquele feito no Brasil em 2010, na turnê Viva la Vida, o grupo inglês surpreendeu ao optar por um repertório recheado de hits, mas também de canções do álbum novo, que será lançado neste mês. Como sempre, Chris Martin parecia estar se sentindo a vontade e se divertindo em cima no palco, totalmente correspondido pelo público lá embaixo. O ponto alto, ficou por conta da homenagem a Amy Winehouse, quando, no piano, Chris entoou o refrão de “Rehab”, um dos maiores sucessos da cantora, seguido por “Fix You”, dando ainda mais emoção à música. Pena que passou tão rápido!

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Mini-Resenha: Mais um dia pop…

Mini-Resenha: Mais um dia pop…

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.

30 de setembro e, talvez, os grandes olhares da noite estavam ligados na recepção do público a Ivete Sangalo e no que Shakira faria no palco. Ou seja, mais um dia pop no Rock In Rio.

Abaixo, você confere um pouco do que rolou no dia.

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Jota Quest
Por: Mari Duarte

Os mineiros do Jota Quest abriram a apresentação com “É Preciso” e levaram o público ao delírio com hits como “Na Moral”, “Além do Horizonte” e “Sempre Assim” e, com destaque para “Só Hoje”, um dos momentos mais emocionantes do show com um coro fantástico do público. O show terminou com “Do Seu Lado”, outro hit da banda que não deixou a galera ficar parada.

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Ivete Sangalo
Por: Mari Duarte

Ivete Sangalo subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio pra mostrar que em um evento rotulado pelo rock, o axé brasileiro também tem espaço. Com um carisma e uma presença de palco invejável, a cantora conquistou o público logo de início com “Acelera Aê”, “Abalou” e “Festa”. Voltando as origens, Ivete representou com um medley de “Eva”, “Alô Paixão” e “Beleza Rara”. A cantora desceu do palco, passou pela galera e ainda arriscou covers de “Easy” (do Commodores) e “More Than Words” (Extreme).

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Lenny Kravitz
Por: John Pereira

Tá aí um dos caras que mais sabem fazer hits no mundo. E isso não é exagero. Todo mundo conhece pelo menos uma música de Lenny Kravitz e o músico ainda carrega consigo a capacidade de produzir hits. Com um bom show, mas que só empolgou nos hits, Lenny apresentou aos brasileiros seu novo álbum Black and White America e, mesclando músicas novas com seus clássicos, teve altos e baixos no palco. Certamente, mais um show que funcionaria bem mais se tivesse no público apenas fãs e, mesmo sendo conhecido por muitos, dizer que tinha muitos fãs na platéia era demais. Até para o Lenny.

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Shakira
Por: Mari Duarte

Shakira encantou a Cidade do Rock no quinto dia de festival. Com muito carisma, a cantora abriu o show com o hit “Estoy Aqui” e interagiu muito com público, falando em português. Com troca de figurino durante o show, ela também convidou Ivete Sangalo e as duas cantaram juntas a música “País Tropical”. Além da animação com a parceria no palco, o público representou também em “Waka Waka” e “Hips Don’t Lie”.

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Mini-Resenha: O dia de Stevie Wonder

Mini-Resenha: O dia de Stevie Wonder

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.

O dia 29 de setembro foi o último a ser confirmado, mas nem por isso ficou devendo em relação aos demais dias. Só o headliner da noite, Stevie Wonder, deve ter embalado a vida de 8 entre 10 presentes na Cidade do Rock antes de sua passagem pelo festival. Fora ele, tinha Jamiroquai, Ke$ha, Janelle Monáe, Joss Stone e uma bela homenagem a uma das célebres bandas do rock nacional: a Legião Urbana.

Abaixo, um pouco do que rolou no dia.

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Joss Stone
Por: Taty Perry

A inglesa de pés descalços, vestido longo e cabelos revoltos esbanjou simpatia em cima do palco e criou um clima intimista, mesmo em um show para milhares de pessoas. Conversando com o público o tempo todo, Joss privilegiou as músicas de seu novo álbum LP1, como “Karma” e “Newborn”, mas claro, sem se esquecer de hits como “Right To Be Wrong”. E, embora nem todos conhecessem as músicas novas, o público ficou com ela o tempo todo, fazendo daquela, uma das maiores apresentações do Palco Sunset até agora.

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Janelle Monáe
Por: John Pereira

Janelle subiu ao Palco Mundo do Rock In Rio com certa desconfiança. Muitos se perguntavam quem era aquela cantora que, até então, estava “roubando” espaço da Joss Stone no palco principal do festival? A resposta não poderia ser dada de forma melhor e Monáe surpreendeu a muitos, inclusive a mim. Nunca tinha visto algo ao vivo dela e, logo de início, a intimação feita ao público com “Dance or Die” deixou claro o que viria adiante. Com coreografias, presença de palco e boas músicas, era difícil não conquistar o público. A norte-americana ainda fez um cover de “I Wan’t You Back”, do Jackson 5 e, naquele momento, o jogo já estava ganho, pelo menos pra mim. Um dos pontos altos do festival, com toda certeza.

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Ke$ha
Por: Mari Duarte

Com um show no mínimo polêmico, a cantora Ke$ha tentou fazer uma apresentação exótica e acabou sendo chamada de louca por grande parte do público que acompanhava o show. Sem se preocupar com a voz, ela focou em alguns gritos e na dança. Dentre o repertório, hits como “Animal” e “Tik Tok” agitaram a galera presente no Rock in Rio.

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Jamiroquai
Por: John Pereira

Mais morno que o clima daquela quinta foi o show do Jamiroquai. Ok, a banda é competente no palco, Jay Kay ainda terá o meu respeito (mesmo com um setlist no mínimo estranho) como músico e vocalista mas, sabe quando a sensação de que ficou faltando algo fica com você durante todo o tempo? Foi o que senti vendo o show. As músicas novas soam bem ao vivo, Jay ainda tem um dos vocais mais impressionantes mas o show não funcionou tão bem o quanto esperava. Salvo momentos como “Love Foolosophy” e “Cosmic Girl”, foi algo bem burocrático. O que, definitivamente, não é a cara do Jay Kay.

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Stevie Wonder
Por: John Pereira

Poderia resumir todas as palavras com adjetivos como ‘lenda’, ‘mito’, ‘gênio’, mas ainda assim não explicaria a minha sensação ao ver o show de Stevie Wonder. O cantor fez o show mais emocionante do festival e, em pouco mais de duas horas, embalou e relembrou muitas histórias com músicas como “Visions”, “I Just Call to Say I Love You”, “Another Star” e, com o auxílio de sua filha Aisha Morris, fez muitos irem as lágrimas com a versão em inglês de “Garota de Ipanema” (que o público cantou em português) seguida por um trecho de “Você Abusou”, de Antônio Carlos e Jocafi. Difícil traduzir tudo em palavras, mas se eu tivesse uma lista de 1001 shows que queria ter visto de forma presencial, esse certamente estaria entre os 5 primeiros.

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