OK Computer é eleito o melhor álbum dos últimos 25 anos
OK Computer, álbum do Radiohead lançado em 1997, foi escolhido pelos leitores da revista Q como o melhor álbum dos últimos vinte e cinco anos.
A eleição faz parte das comemorações dos 25 anos da revista, lançada oficialmente em 1986 e, para celebrar a data, a Q propôs aos leitores que escolhessem os 250 melhores álbuns lançados neste período.
Vários são os artistas presentes na lista, mas o Top 10 foi dominado conta com nomes como Nirvana, U2, Muse, Oasis, Arctic Monkeys e o Radiohead, que além do primeiro lugar, ocupa também a oitava colocação com o álbum The Bends.
Dentre os 250 álbuns, o U2 foi o que reuniu mais lançamentos na lista. São sete álbuns listados, sendo que o mais bem colocado foi o The Joshua Tree, que ficou em sexto lugar. O Radohead reuniu seis álbuns, Muse e Oasis cinco e Coldplay, Blur e Kings of Leon com quatro álbuns cada.
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Confira abaixo os trinta primeiros colocados na lista feita pelos leitores da revista Q:
01. OK Computer – Radiohead
02. Nevermind – Nirvana
03. (What’s The Story) Morning Glory? – Oasis
04. Definitely Maybe – Oasis
05. Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not – Arctic Monkeys
06. The Joshua Tree – U2
07. The Stone Roses – The Stone Roses
08. The Bends – Radiohead
09. Achtung Baby – U2
10. Black Holes And Revelations – Muse
11. Is This It – The Strokes
12. A Rush Of Blood To The Head – Coldplay
13. Parklife – Blur
14. Screamadelica – Primal Scream
15. White Blood Cells – The White Stripes
16. In The Aeroplane Over The Sea – Neutral Milk Hotel
17. Hot Fuss – The Killers
18. Kid A – Radiohead
19. Funeral – Arcade Fire
20. American Idiot – Green Day
21. The Holy Bible – Manic Street Preachers
22. Absolution – Muse
23. In Rainbows – Radiohead
24. Only By The Night – Kings Of Leon
25. Demon Days – Gorillaz
26. Origin Of Symmetry – Muse
27. Appetite For Destruction – Guns N’ Roses
28. Urban Hymns – The Verve
29. Automatic For The People – R.E.M
30. Loveless – My Bloody Valentine
Gorillaz pode ter feito seu show de despedida
O Gorillaz pode ter se despedido dos palcos com a sua formação atual. Pelo menos foi o que deu a entender o vocalista Damon Albarn durante a apresentação da banda na Nova Zelândia.
No último show da turnê Escape to Plastic Beach, Albarn prestou uma série de homenagens aos seus parceiros Mick Jones, Paul Simonon, Bobby Womack, Little Dragon e Daley, além de todos os colaboradores do Gorillaz.
“Estou mesmo tentando esconder os meus sentimentos esta noite. Para nós, esta é a última vez… Esperamos e rezamos neste palco, e por todas as pessoas que trabalham connosco, que voltemos a ter a oportunidade de trabalhar juntos enquanto grupo. Mas talvez nunca mais o façamos”, declarou Albarn.
Os boatos em torno o fim do Gorillaz ganharam mais força nos últimos meses, mas a banda prepara o lançamento de The Fall, seu novo álbum, no dia 25 de dezembro. O disco que, de acordo com Albarn, funciona como um diário musical da viagem, estará disponível para download para os integrantes do fã-clube da banda e poderá ser ouvido online no site do Gorillaz a partir do Natal.
Uma versão física de The Fall deve chegar as lojas em 2011.
TV Audiograma: Gorillaz – Welcome to the World of the Plastic Beach
O Gorillaz lançou o clipe de seu novo single.
A música escolhida dessa vez é “Welcome to the World of the Plastic Beach”, que abre o último álbum da banda, Plastic Beach, e conta com a participação de Snoop Dogg.
O rapper também participa do clipe que você confere logo abaixo:
TV Audiograma: Gorillaz – On Melancholy Hill
O Gorillaz disponibiliza o seu mais novo clipe, feito para a música “On Melancholy Hill”. A música faz parte do álbum Plastic Beach e ganhou um clipe que foi todo produzido em animações, misturando técnicas em 2D e 3D.
Além dos integrantes da banda, o vídeo também conta com a presença de alguns nomes (em animação) que participaram da gravação do álbum, como o rapper Snoop Dogg.
Você confere o clipe para o segundo single de Plastic Beach abaixo:
(Re)Descobrindo Sons: Maio
Por: 2T Dias
Um mês fraco ou um operário inoperante? Qualquer que seja a resposta final para os pensamentos conflituosos que reinaram em maio. O começo do inferno astral dos cancerianos não foi nada generoso e assim como aconteceu em abril, foram poucas as investidas musicais que mereceram uma atenção digna de nota. Mas como o açucar não pode ser doce para sempre e eu assumi um compromisso (que se revela cada vez mais complicado de ser cumprido dentro do prazo) com a turminha from hell do Audiograma, é nessas horas que o sofismo fala mais alto e eu tento convencer todo mundo (incluindo eu mesmo) de que estou 100% entretido no que acontece de melhor na música atualmente. Conciliar vida pessoal com a jornada dupla de trabalho que levo, não esta dando resultado. Além de esgotamento mental, estou a beira um colapso físico. Sedentarismo dominando. Espero que em junho eu tenha alguma coisa boa para falar. Sinceramente. Ou então serei obrigado, por livre e espontânea pressão moral, a pedir demissão do cargo altamente concorrido que é o de colunista (ativo, por favor) das páginas laranjas.
Como estava em débito com o site e acabei lançando nada mais que duas colunas de uma vez só, prefiro ser discreto e falar bem menos besteiras. Se vou conseguir sucesso na missão, só vocês (Xi, Isabella, John Pereira e ilustre desconhecido com muito tempo livre) irão dizer. Logo no comecinho do mês tive a minha primeira entrevista presencial e foi um orgulho ter começado com um cantor que admiro e respeito bastante. O Jay Vaquer se apresentou em um teatro da capital mineira e lá encontrei os parceiros do Audiograma e fiz a minha própria cobertura para o RinP. Por essas coisas que sinto orgulho de assumir a grande responsabilidade que é manter um site de cultura. Apesar de todas as dificuldades, o resultado é recompensador e cada vez mais vem a certeza de que cultivando humildade, respeito, dedicação e usando uma boa dose de cara de pau, a gente consegue chegar no lugar que quiser. O RinP é prova viva disso e nos últimos dois anos acabamos nos tornando uma referência para quem gosta de acompanhar o que rola de melhor em Belo Horizonte, tamanha a quantidade de eventos que fizemos a cobertura. A grande maioria foi organizada pelo 53HC, incluindo o Flaming Festival que encerrou o mês com chave de ouro e uma apresentação épica da banda Mombojó.
Na falta de um vídeo do show da Flaming Night, vai um antigo… Mombojó é uma das melhores bandas nacionais?
Como já cansei de repetir, o tal do GogoGear esta fazendo total diferença no meu relacionamento com a musica atualmente. Ele também será a causa de uma eventual surdez precoce, aparentemente. Se em abril eu já havia comprado poucos discos, a situação foi bem pior dessa vez. Não tenho ideia de como gastei o meu dinheiro, mas a verdade é que ele foi embora. Não foi com motel, não foi com mulher pelada, não foi com jantares chiques, talvez tenha sido com mimos para a ex-namorada, talvez com livros, talvez com filmes, mas certamente não foi com cd’s. E nem roupas. Aliás lojas de roupas são um grande problema na vida (e bolso) de quem é compulsivo e gosta de possuir. Mas me dei bem em maio, consegui conter impulsos e finalmente, estou chegando no final de um ciclo (assim espero, se Deus quiser) e irei me presentear com um Playstation 3, que não sei se recordam, foi o principal motivo que me levou a começar a trabalhar. Ok. Eu queria era fazer uma pós-graduação, mas não ia conseguir gastar toda minha grana na mensalidade. Ainda mais em um emprego tão vil e violento quanto o meu. Para a diretoria da empresa nós ainda vivemos antes dos tempos da princesa Isabel e somos presenteados diariamente com o carinho de uma boa chibatada. De qualquer forma, como ia dizendo antes de me perder, é por conta do meu pequeno companheiro de guerra, que estou ligado nas novidades musicais. Ok. Até hoje não coloquei os singles novos do Interpol ou Arcade Fire para rodar aqui, mas pelo menos ouvi discos excelentes como o novo do Stone Temple Pilots e o (meu favorito de 2010) do Jakob Dylan.
Alguma dúvida que essa foi a música do mês? Arcade Fire retornando em grande estilo.
Não fosse os shows e uma encomenda para o especial do Audiograma para o aniversário de 50 anos do Bono Vox, líder do U2, poderia dizer que maio casou direitinho com a incompetência generalizada cultivada ao longo de abril. Falar sobre o U2 foi bom. Até cheguei a ouvir que gostava mais da banda que da maioria das pessoas ao meu redor (o que não chega a ser uma completa mentira) e acho que um comentário desses indica que consegui descrever um verdadeiro caso de amor, o que é justificado pela relação que tenho com a banda desde sempre. Não pensei muito e usei meu trabalho como DJ da loja para abrir e “divulgar” a última coletânea da banda, aquela que tem todos os singles e tal. Pelo menos os dias na loja foram mais bonitos e gostosos. U2 agrada todo mundo. Aproveitei a oportunidade para tirar poeira do material que tenho da banda e sinto que é quase como um crime não ter o clássico The Joshua Tree na minha coleção de discos. Mas serei um criminoso por pouco tempo. Ando namorando a edição especial do album há algum tempo e não devo demorar para ter o meu terceiro disco da banda. Sim. Apenas o terceiro. A Bella me presenteou com o No Line on the Horizon e eu já tinha a coletânea dos anos 80-90. Sei que não deveria me incluir como fã da banda, mas eu sou. Acho que não tenho a coleção completa de nenhuma banda que eu admire. Nem mesmo o Silverchair ou o Muse. Isso é triste e estou aceitando doações, ok?
Beautiful Day para abrir bem a semana
O amigo Vitor resolveu fazer o que o chefe Xi nunca havia feito e me obrigou a ouvir o disco do Manacá. E que surpresa boa. Aliás o show do Jay Vaquer no comecinho do mês cooperou demais para que o meu lado patriota falasse mais alto e a música nacional ganhasse um pouco mais alto. O trabalho ao vivo que Vaquer gravou e apresentou no Teatro Alterosa é de uma qualidade assombrosa. As músicas, todas recheadas de versos espertos e que nos fazem refletir, seriam um enorme sucesso se o público brasileiro não fosse formado, em sua maioria, de idiotas que não sabem valorizar o que nós temos de melhor. Uma pena, já que é em cantores inteligentes como Jay Vaquer que conseguimos nos encontrar e entender exatamente o que a letra quer passar. Ou pelo menos chegar bem próximo disso, afinal por mais que você entenda o inglês ela não é a sua língua principal. O Frejat pode não ser um compositor tão afiado e irônico, mas sabe fazer bonito. Não sou fã da coleção Perfil, mas conseguiram reunir algumas das melhores músicas da carreira do cantor (que na minha opinião funciona melhor no Barão Vermelho). O problema é que assim como o disco do Lenine, o album esta custando r$30. Absurdo para uma embalagem digipack. Maio talvez tenha sido o mês em que mais valorizei a música brasileira nos últimos tempos. Mas depois de conferir o show do Jay Vaquer e a apresentação memorável do Mombojó, seria uma completa ignorância não prestar atenção no que temos de melhor em nossa terrinha.
“A Falta que a falta faz” – já conferiu a entrevista que turma do Audiograma fez com o Jay Vaquer?
E para encerrar o mês, nada melhor que falar sobre o revival dos anos 90. Depois dos anúncios da volta do Soundgarden e de lançamento inédito do Hole, foi a vez do Stone Temple Pilots voltar com força total. Ano passado a banda se reuniu para alguns shows e lançou um album novinho em folha para saciar a vontade dos fãs. O tal material novo esta longe de oferecer alguma cancão no nível de “Plush“, mas também não chega a ser uma grande porcaria. Na primeira vez que ouvi, tenho que confessar, só vi qualidade em uma ou outra canção (especialmente no single “Between the lines”). Porém o tal disco é daqueles que vai melhorando com o tempo. Mas como comentei na minha resenha para o RinP, em tempos onde ninguém para mais e escuta um disco inteiro, só mesmo os fãs vão dar tantas chances para um disco que não cativa logo na primeira audição. Para junho, espero ter estomago para ouvir o novo trabalho da louca da Courtney Love. Vai que eu gosto… nunca pode-se matar nenhum cantor que já foi brilhante alguma vez. Mesmo se tratando da viuva pirada do Kurt Cobain.
Seria essa a segunda melhor música de maio?
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Discos Ouvidos:
- Alive in Brasil @ Jay Vaquer
- Perfil @ Frejat
- Them Crooked Vultures @ Them Crooked Vultures
- 18 Singles @ U2
- Women and Country @ Jakob Dylan
- Manacá @ Manacá
- Nadadenovo @ Mombojó
- Stone Temple Pilots @ Stone Temple Pilots
- Ridding With the King @ BB King
- Up to Now @ Snow Patrol
- Ten @ Pearl Jam
- Black Holes and Revelations @ Muse
- Band of Gipsys @ Jimi Hendrix
- Young Modern @ Silverchair
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine
- Morning View @ Incubus
- A Crow Left of the Murder @ Incubus
- In Rainbows @ Radiohead
- Plastic Beach @ Gorillaz
TV Audiograma: Gorillaz – Feel Good Inc. (Coachella 2010)
Neste fim de semana aconteceu a edição 2010 do Coachella Music & Arts Festival. Dando início aos registros de tudo o que passou pela California nos últimos dias, confira o Gorillaz (formação original) tocando “Feel Good Inc.” com a participação de De La Soul.
Lançamentos: Gorillaz – Plastic Beach

Pode até soar estranho o que você vai ler agora, principalmente por se tratar de uma banda composta por personagens animados, mas essa é a impressão mais evidente que tive ao ouvir os 56 minutos de Plastic Beach: O Gorillaz amadureceu.
Criado em 1998 por Damon Albarn e Jamie Hewlett, o Gorillaz nos apresenta, depois de 12 anos, um som muito mais denso do que aquele dos álbuns Gorillaz (2001) e Demon Days (2005). Plastic Beach foge um pouco daquela sucessão de possíveis singles desenvolvido pelo grupo anteriormente e embarca em uma viagem por mundos ainda não explorados por 2D, Murdoc, Russel e Noodle. Uma viagem que une o pop, rap e a eletrônica já conhecida da banda a um lado erudito, oriental e cheio de elementos, o que pode tornar o disco um pouco “estranho” em suas primeiras audições.
Com várias participações ao longo das 16 faixas, Plastic Beach reúne um time de causar inveja a qualquer projeto musical atual. De Snoop Dogg a Lou Reed, Mos Def a De La Soul, Mick Jones e Paul Simonon a Little Dragon, são vários os nomes que trabalham em torno de 12 das 16 faixas do álbum, reforçando a idéia de que o Gorillaz busca se tornar algo mais do que “quatro personagens virtuais fazendo música”.
Talvez essa busca por algo mais trabalhado tenha retirado do álbum aquela enorme quantidade de possíveis singles presentes nos discos anteriores. Se em Gorillaz e em Demon Days dava para identificar pelo menos uns cinco possíveis singles para estourar nas rádios já em sua primeira audição, isso não acontece neste novo trabalho. Além de “Stylo”, que já é o primeiro single do disco, outra música que se mostra radiofônica foi “Superfast Jellyfish”, que conta com participações de Gruff Rhys e De La Soul. Para alguns isso pode ser ruim, mas este é um álbum que não precisa deste artifício para atingir o seu objetivo. Como algumas pessoas comentaram comigo em conversas sobre o disco, parece que o único objetivo de Albarn e Hewlett neste trabalho era levar a diante a sonoridade desejada.
Para aqueles que se acostumaram com os trabalhos anteriores do grupo e esperavam um “mais do mesmo”, talvez a decepção ao ouvir o Plastic Beach por completo seja maior, mas não se pode tirar o mérito da criatividade e da boa sonoridade de faixas como “White Flag”, “Sweepstakes”, “Rhinestone Eyes” e “Empire Ants”, além das já citadas. É um álbum que fatalmente aparecerá em várias listas de melhores do ano como também irá figurar em listas de decepções, fazendo com que, enfim, Albarn consiga o que parece sempre ter desejado com o Gorillaz (assim como em seus demais projetos), fazer o grupo ficar na linha entre o amor e o ódio. É fácil encontrar por aí pessoas dizendo que este álbum representa um renascimento do Gorillaz, enquanto outros afirmam que o grupo deixou muito a desejar.
Eu vejo este álbum como um amadurecimento ou, até mesmo, uma evolução sonora pela qual o grupo passou, ou você quer uma metáfora melhor para representar essa tal evolução sonora do que o fato dos personagens aparecerem no clipe de “Stylo” – ao lado de Bruce Willis – em formato 3D?!
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Gorillaz – Plastic Beach
Lançamento: 03 de Março de 2010
Gravadora: Parlophone, Virgin
Gênero: Pop, trip hop, electropop, alternative rock, hip hop
Produção: Damon Albarn e Gorillaz
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Faixas:
01. Orchestral Intro (featuring sinfonia ViVA)
02. Welcome to the World of the Plastic Beach (featuring Snoop Dogg and Hypnotic Brass Ensemble)
03. White Flag (featuring Bashy, Kano, and The Lebanese National Orchestra for Oriental Arabic Music)
04. Rhinestone Eyes
05. Stylo (featuring Bobby Womack and Mos Def)
06. Superfast Jellyfish (featuring Gruff Rhys and De La Soul)
07. Empire Ants (featuring Little Dragon)
08. Glitter Freeze (featuring Mark E. Smith)
09. Some Kind of Nature (featuring Lou Reed)
10. On Melancholy Hill
11. Broken
12. Sweepstakes (featuring Mos Def and Hypnotic Brass Ensemble)
13. Plastic Beach (featuring Mick Jones and Paul Simonon)
14. To Binge (featuring Little Dragon)
15. Cloud of Unknowing (featuring Bobby Womack and sinfonia ViVA)
16. Pirate Jet
TV Audiograma: Gorillaz – Stylo
“Stylo” é o primeiro single do novo álbum do Gorillaz, projeto liderado por Damon Albarn e Jamie Hewlett. O clipe é a primeira produção da banda em 3D e conta com a participação de Bruce Willis. O álbum Plastic Beach chegou as lojas no início do mês e foi disponibilizado para audição no site do jornal The Guardian.
Gorillaz disponibiliza novo álbum na internet
Na manhã desta segunda feira, o Gorillaz liberou todas as faixas de seu novo álbum para audição no site do jornal The Guardian.
O álbum, intitulado Plastic Beach, conta com várias participações especiais, dentre elas Snoop Dogg, Lou Reed, Bobby Womack, Mick Jones e Paul Simonon, os dois últimos na faixa que dá nome ao disco.
Plastic Beach tem o seu lançamento oficial marcado para o dia 08 de março. Apesar disso, a versão japonesa sai um pouco antes, no próximo dia 03.
O último álbum do grupo foi a coletânea D-Sides, que contava com sobras de estúdio e foi lançado em 2007.
Gorillaz lança novo single.
“Stylo” é o nome do single do novo álbum do quarteto animado Gorillaz. O Projeto animado liderado pelo vocalista da banda inglesa Blur, Damon Albarn, em parceria com o designer Jamie Hewlett, está preste a lançar o seu 3º álbum, já com data de lançamento, dia 8 de março.
O álbum se chamará “Plastic Beach” é contará com várias participações, entre elas estão Snoop Dogg, Hypnotic Brass Ensemble, De La Soul, Little Dragon, Mick Jones e Paul Simonon (The Clash). Junto com o lançamento do single, foi liberada também a imagem da capa do disco(a imagem ao lado).
O single “Stylo” conta com participações de Mos Def e Bobby Womack.



