Lollapalooza Brasil @ 29, 30 e 31/03/2013

Lollapalooza Brasil @ 29, 30 e 31/03/2013

A segunda edição do Festival Lollapalooza no Brasil veio para consolidar a marca e ocupar o espaço de novo principal evento musical de rock no país, posto outrora preenchido pelo extinto Tim Festival e o (quase morto) Planeta Terra.

Em comparação com a primeira edição, algumas melhorias foram percebidas por quem se aventurou pelo Jockey Club durante os dias 29, 30 e 31 de março. A principal delas foi a limitação de 60 mil pessoas por dia para evitar o caos causado pelos 70 mil fãs que se esmagaram para tentar ver de perto a apresentação do Foo Fighters, em 2012.

Outros problemas continuaram: os banheiros continuaram impossíveis com gente perdendo quase o show inteiro na fila e a insistência em não deixar as fichas (batizadas de “pilas”) valerem para os três dias. Houve fila também para quem chegou às 16h e demorou mais de duas horas para conseguir retirar seu ingresso e entrar no Jockey. O palco Butantã e a tenda eletrônica continuaram se estranhando e dificultaram a vida de quem estava do lado direito do segundo palco principal do Festival. Mas o “Lamapalooza” compensou com muitos shows de qualidade e poucas decepções.


The Killers (Foto: Cambria Harkey)

A saga: Parte 01
O primeiro dia começou quente e com uma apresentação morna do Holger. Embora tenham muito carisma, a animada banda apresentou o repertório do próximo trabalho e não agradou muito aos fãs antigos. O show só esquentou na metade final quando o produtor Alex Pasternak se juntou aos polivalentes músicos que se revezavam nos instrumentos e no microfone. Aliás, o produtor estava se divertindo horrores no fundo do palco, fazendo dancinhas e tudo mais. Logo depois foi a vez da despedida do projeto Agridoce, da cantora Pitty. Melancólico até falar chega, a parceria com o guitarrista Martin Mendonça está nas últimas apresentações e deixou os fãs animados, especialmente durante a cover de “Across the Universe”, dos Beatles. O Of Monsters and Men se tornou um dos destaques do Lollapalooza e surpreendeu. O jovem guitarrista Bryniar Leifsson chamou a atenção por sua técnica e efeitos na guitarra. Os conterrâneos do Jonsi fizeram um dos principais shows do Festival e conquistaram o público, que lutou contra a chuva durante boa parte da apresentação.

O som baixo parece ter incomodado boa parte do público que fez questão de se espremer para conferir a quarta apresentação do Cake no país. O vocalista John McCrea (e o seu violão) estavam passando por dificuldades técnicas, mas ainda assim conseguiram superar as adversidades e fizeram um show no mínimo divertido. Em determinado momento, o vocalista ignorou completamente o fato de estar tocando durante uma sexta-feira santa e convidou o público para cantar: “Satan is My Motor”. Antes de iniciar a música, como se pedisse desculpas, McCrea pediu para que as pessoas religiosas não levassem a música ao pé da letra. Não faltaram sucessos como “Never There”, “Short Skit/Long Jacket” e duas covers muito bem vindas: “War Pigs”, do Black Sabbath; e “I Will Survive”, de Gloria Gaynor, e uma das faixas mais conhecidas do Cake no Brasil. Depois de quase oito anos, o Cake retornou com uma apresentação divertida, mas que teria caído bem melhor em um show solo.

Encerrando a noite, o maluco Wayne Coyne apresentou o novo show do Flaming Lips. Deve ter sido uma surpresa e tanto para o público acostumado a ouvir tantos elogios para os concorridos shows da banda se deparar com algo tão peculiar. Não é que o Flaming Lips tenha feito um show horroroso, mas digamos que era necessário estar tão ou mais chapado que o vocalista para entrar na viagem. Coyne ultrapassou alguns limites quando começou a imaginar como seria se um avião caísse durante o show deles e eles continuassem tocando e todo mundo pegando fogo e morrendo. Pois é. Piada pesada e muito mal-recebida pelo público, que fechou a cara ainda mais enquanto aguardava pelo The Killers. Antes de Brandon Flowers e cia fizessem as honras do primeiro dia, a divertida Passion Pit animou os indies no palco Alternativo. Tocaram seus principais sucessos, incluindo um dos singles mais recentes “Carried Away”.

Sem fazer cerimônia, o que é estranho se tratando da reputação do seu vocalista, o Killers começou o show com “Mr. Brightside”. O público formado especialmente por adolescentes parecia ter um orgasmo a cada verso e gritava cada palavra da letra, quase que disputando com Flowers quem ia conseguir falar mais alto. Misturando material dos quatro discos (infelizmente, pois o último trabalho é um aborto musical), o Killers tem experiência de sobra para saber como conquistar seu público. No caso do Lollapalooza não foi nada impossível, e a banda não teve vergonha de ser brega e tentar se comunicar em português com os 52 mil fãs presentes. Mesmo quem perdeu o encanto com a banda não deixou de se empolgar tamanha a quantidade de sucessos que os caras têm, mas fica ainda mais claro que o melhor do Killers está mesmo no repertório tirado de Sam’s Town, o segundo disco. Após uma breve pausa, o Killers retornou para finalizar o show com “This is Your Life”, a excelente “Jenny Was a Friend of mine” e “When You Were Young”, e mandar o público de volta para a casa e se preparar para o segundo dia, com a aguardada (e até então inédita) apresentação do Black Keys.

The Black Keys (Foto: Dave Mead)

A saga: Parte 2
Mike Patton é figurinha fácil no Brasil. Quando não visita o país com o Faith no More, ele dá um jeitinho de tocar com alguma de suas várias bandas paralelas. O Tomahawk pegou o público do Lollapalooza de assalto e fez um show incrível. Estava tão bom que até Josh Homme deu as caras e curtiu o show sentadinho nos bastidores. Patton brincou com o público e falou vários palavrões em português, chegando a arrancar boas gargalhadas quando se fez de desentendido ao ouvir “Porra, Caralho” e respondeu: “Eu não falo português”. Essa irreverência que faz com que todos os projetos com a assinatura do inquieto músico sejam garantia de qualidade. Sem esforço, o Tomahawk fez um dos melhores shows do Lollapalooza 2013. Na sequência, os indies do Two Door Cinema Club animaram os seus fãs e aqueceram o público para o Franz Ferdinand, que está para lançar um disco inédito e mostrou algumas das faixas que estarão no trabalho. O vocalista Alex Kapranos interagiu muito com o público e estava com um largo sorriso para cada música que fazia o público pular e cantar. Se um bom show precisa ter entrega tanto dos artistas quanto dos fãs, o Franz Ferdinand merece a atenção por conseguir exatamente isso. E nem precisaram ser tão bregas quanto o Killers para fazerem o público pular em todas as músicas, até nas inéditas (que são boas, diga-se de passagem).

A pontualidade dos shows gerou situações tensas para os fãs. Quem não estava com o preparo físico em dia ou com uma bota de cowboy preparada para a lama teve problemas para encarar a longa distância de um palco ao outro para não perder nada de nenhum show. O Queens of the Stone Age, assim como o Franz Ferdinand, está para lançar um disco novo em 2013, mas foi mais discreto que a banda de Kapranos e tocou apenas uma faixa inédita: “My God is the Sun”. Um show ruim do QOTSA vale mais do que muitos shows espetaculares de outras bandas, portanto não seria uma mentira afirmar que a apresentação pouco inspirada de Josh Homme e seus comparsas ainda assim foi uma das melhores do Festival. Pelo menos, a terceira visita da banda ao Brasil contou com a presença de Jon Theodore (The Mars Volta) assumindo as baquetas da banda pela primeira vez. Com uma provável turnê mundial para divulgação do disco …Like Clockwork, fica a expectativa do Queens of the Stone Age retornar e fazer um show melhor do que esse apresentado pouco antes do A Perfect Circle fazer sua primeira apresentação no Brasil. O projeto paralelo de James Maynard Keenan (Tool) ficou bem longe de ser uma das atrações mais concorridas da noite, especialmente porque Criolo tocava ao mesmo tempo no palco Alternativo e o Black Keys encerraria a noite no palco principal, mas não desagradou aos fieis seguidores que se agruparam em frente ao palco Butantã. Com direito a cover de “Imagine”, de John Lennon, o APC tocou suas faixas mais conhecidas e ainda apresentou uma canção inédita: “By and Down”. Faltou muita coisa, como “Judith”, mas foi o suficiente para quem nunca imaginou poder ver a banda em solo brasileiro.

O Black Keys está na ativa há muitos anos, mas só recentemente virou objeto de desejo dos fãs de música alternativa. Por toda a qualidade técnica dos discos, era de se esperar que a banda fizesse um show superior ao material gravado. A surpresa negativa é que o Black Keys não improvisa tanto quanto o imaginado e ainda sofreu com um problema no som, que deixava a guitarra baixa em alguns momentos. O duo queridinho do momento tocou seus principais sucessos, começou com “Howlin’ for You” (dando a falsa impressão de que o show seria sensacional) e “Next Girl”. O foco do repertório estava concentrado no disco El Camino, que possui algumas das melhores obras da dupla. Deixar “Lonely Boy” como a penúltima faixa pode ser parecido covardia da parte da banda, mas por outro ponto de vista, foi o golpe certeiro que o público estava desejando desde que a banda subiu ao palco. Não se pode confundir qualidade com momento. O Black Keys têm seus méritos, mas achar que a banda tem força para fechar um evento desse tamanho no Brasil foi um grande erro desse lineup maluco do segundo dia.

Pearl Jam (Foto: Cambria Harkey)

A saga: Ato final
Depois de dois dias cansativos, de muita lama, shows, dinheiro voando (eram R$8 em um pacote de PIPOCA), e adolescentes exóticos, a edição 2013 do Lollapalooza Brasil se encerrou no domingo de Páscoa. O Pearl Jam era a atração mais esperada da noite (talvez do evento), e o grande responsável pelo dia 31 ter sido o único com todos os ingressos vendidos, ou seja, haviam 60 mil pessoas aguardando para rever Eddie Vedder e companhia. Mas antes do PJ subir ao palco Cidade Jardim, o público acompanhou as apresentações de vários artistas. O ex-vocalista do Cordel do Fogo Encantado tocou no sol de 14h para os guerreiros que estavam dispostos a enfrentar mais de seis horas até o show principal da noite. Logo depois foi o Foals, que fez um show curtinho em um horário meio ingrato, e que dividiu as opiniões entre os fãs antigos e os mais recentes. O maluco James Maynard Keenan deu as caras novamente, se é que podemos dizer isso. Com um visual completamente diferente, o vocalista do A Perfect Circle apresentou o Puscifer. A apresentação estava bem morna até que Eddie Vedder surgiu no palco e ficou assistindo de camarote. O público “acordou” e começou a prestar mais atenção na banda com performance teatral que fez outro show memorável do Lollapalooza. Percebendo que estava interferindo no show, Vedder se retirou e acompanhou o show inteiro do fundo do palco.

Assim como o Franz Ferdinand, o Kaiser Chiefs sabe divertir seu público. O carismático Ricky Wilson (que parece ter perdido uns 30 kg desde a visita anterior da banda no Terra de 2008) correu de um lado para o outro e se arriscou ao escalar a estrutura do palco em duas oportunidades. Sem querer se fazer de difícil ou tentar empurrar músicas ruins para o seu público, o Kaiser Chiefs preparou um repertório especial e 100% eficiente com os principais sucessos dos quatro discos da banda. Foi mais uma prova de que uma boa apresentação não depende exclusivamente da qualidade das canções, e sim da capacidade do vocalista em tentar seduzir o seu público. O The Hives até tentou imitar o Kaiser Chiefs, mas o vocalista Pelle Almqvist exagerou na dose e ao invés de ser apenas um sujeito maluco hiperativo se tornou em um maluco hiperativo carente e encarnação de Alex Delarge, de Laranja Mecânica. Apesar das tentativas excessivas de ganhar o público do Pearl Jam (ele até conseguiu algum sucesso, exceto quando extrapolou ao pedir para as pessoas se agacharem), o The Hives fez uma apresentação empolgada e que teria sido bem melhor se não fosse pelos exageros de Almqvist.

A última visita do Pearl Jam ao Brasil foi em novembro de 2011. Se compararmos as duas apresentações apenas pelo repertório não é fácil escolher a melhor, mas considerando o que Eddie Vedder e companhia apresentaram fica bem fácil afirmar que o show que encerrou o Lollapalooza 2013 não chegou aos pés daquelas noites inspiradas do Pearl Jam. Com mais de duas horas duração, o destaque da noite ficou por conta do trabalho do guitarrista Mike McCready, em uma noite infernal e com solos inspiradíssimos. Como se trata de uma banda com mais de 20 anos de estrada, é claro que uma ou outra música ficaria de fora do repertório sempre imprevisível do Pearl Jam. Felizmente, as principais estavam lá e deixaram o público satisfeito. Houve espaço para covers de Ramones e The Who, antes do encerramento com “Yellow Ledbetter”. Educado e consciente, Vedder desejou feliz Páscoa para o público e também comentou sobre questões envolvendo o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Vez ou outra, ele perguntava se estava tudo bem com o público e que estavam gravando o sucessor de Backspacer, de 2009.

O show não foi transmitido para a televisão devido a uma picuinha que banda criou com a rede AT&T durante o Lollapalooza de 2007. Na ocasião, Vedder criticou o ex-presidente norte-americano George W. Bush e foi censurado pela rede. Desde então o Pearl Jam se recusou a liberar as transmissões de seus shows. A banda de Seattle saiu do palco pouco antes das 23h encerrando a maratona de três dias da segunda edição do Lollapalooza Brasil. A edição de 2014 já está garantida. Alguém aposta em alguma banda para ser headliner? Meu palpite tem três palavras: Nine Inch Nails.

Foto: Raul Aragão / I Hate Flash

A minha lista de shows favoritos:

5 – Of Monsters and Men
4 – Pearl Jam
3 – Kaiser Chiefs
2 – Franz Ferdinand
1- A Perfect Circle

Saiba tudo sobre o Lollapalooza Brasil 2013

1 de outubro de 2012 News Sem comentários
Saiba tudo sobre o Lollapalooza Brasil 2013

A espera acabou. Na manhã desta segunda-feira (01), a organização do Lollapalooza Brasil anunciou todos os detalhes de sua próxima edição.

Em coletiva de imprensa, a GEO Eventos revelou tudo o que está por trás da segunda edição do Lollapalooza em terras brasileiras. O evento, que acontece entre os dias 29 e 31 de março no Jockey Club em São Paulo, confirmou em seu lineup alguns dos nomes especulados nos últimos meses. Pearl Jam, The Black Keys, The Killers, Queens Of The Stone Age e Franz Ferdinand são alguns dos mais de 60 nomes que estarão presentes nos três dias de festival.

Além deles, o lineup conta também com Planet Hemp, Deadmau5, A Perfect Circle, The Hives, Cake, Kaiser Chiefs, Two Door Cinema Club, Criolo, Agridoce, Hot Chip, Holger, The Flaming Lips, Copacabana Club e Boss In Drama, entre outros. Nomes como o Keane e Bad Brains, que estarão presentes na edição chilena do festival, não se apresentarão no Brasil. Em compensação, a edição brasileira tem o The Killers, Cake e The Flaming Lips como atrações exclusivas.

A partir de 0:01h desta terça (02) terá início a pré-venda exclusiva para os cadastrados no site do Lollapalooza Brasil. Durante a pré-venda, os cadastrados poderão adquirir apenas o LollaPass, que dará acesso aos três dias do festival, e custará R$ 450 (meia) e R$ 900 (inteira), podendo chegar a R$ 1.080 com os valores referentes a taxa de conveniência. Cada pessoa cadastrada receberá uma senha por e-mail e, com ela, terá direito a comprar dois LollaPass pelo valor de inteira ou um LollaPass pelo valor de meia-entrada. A compra será feita através do Showcard.

A partir de 16 de outubro, não haverá mais a venda de meia-entrada para LollaPass e terá início a venda de ingressos para cada dia do festival, com direito a meia. Antes, no dia 15, será divulgado o valor dos ingressos individuais e a divisão das bandas nos três dias de evento, mas já se sabe que o Pearl Jam encerrará o festival na última noite, conforme informa o seu site oficial.

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Veja o vídeo oficial com o Lineup do Lollapalooza 2013:

Imagem de Amostra do You Tube

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Acompanhe o Lollapalooza Brasil em suas redes oficiais:

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Veja o cartaz com o lineup:

Eddie Vedder deve voltar ao Brasil em 2013

Eddie Vedder deve voltar ao Brasil em 2013

Os fãs brasileiros de Eddie Vedder não devem demorar muito para ver o vocalista no Brasil. O vocalista revelou que deseja vir ao Brasil em 2013, seja com o Pearl Jam ou com o seu show solo.

De acordo com matéria publicada pela Rolling Stone, o músico revelou durante sua passagem pela Alemanha – e após saber que tinha muitos fãs brasileiros na cidade para ver a banda – que a volta a América do Sul deve acontecer em 2013. ”Ainda ontem estávamos falando disso. Queremos muito ir no ano que vem. Se não der com a banda, quero levar meu show solo”, revela Vedder.

Vedder é o segundo integrante da banda que fala sobre uma visita ao continente em 2013. Antes dele, o guitarrista Mike McCready teria confidenciado a um fã argentino no fim de junho, na Inglaterra, que eles já estão negociando para voltar para a América do Sul em 2013.

Atualmente, a bnda está em uma turnê pela Europa onde a maioria dos 15 shows programados teve seus ingressos esgotados em questão de horas. O último show está programado para o dia 10 de julho em Copenhagen, Dinamarca.

Se confirmar a visita, será o menor intervalo entre uma passagem e outra pelo país. A banda, que veio ao Brasil pela primeira vez em 2005, trouxe sua turnê ao país no ano passado. Caso venha sozinho, Eddie Vedder traria o show baseado em seu segundo álbum solo, Ukelele Songs.

Pearl Jam: ex-diretor financeiro deve à banda

20 de junho de 2012 News Sem comentários
Pearl Jam: ex-diretor financeiro deve à banda

O ex-diretor financeiro do grupo Pearl Jam, Rickey Charles, está com um processo aberto desde do início deste mês de junho, em que se tem como principal acusação uma divida que chega à US$ 380 mil(equivalente à R$750,5 mil) com a banda estadunidense.

Rickey trabalhou com o Pearl Jam durante cinco anos e foi demitido em 2010 pela empresa Curtis Management por uma ‘pequena’ suspeita de desvio de dinheiro da fundação para suas contas pessoais.

As despesas que varia de acordo com o processo e a correção monetária faz com que ele deva  R$ 1,1 mi à banda.

Pearl Jam trabalha em álbum mais experimental

12 de março de 2012 News Sem comentários
Pearl Jam trabalha em álbum mais experimental

O Pearl Jam já trabalha em seu décimo álbum de estúdio. Em entrevista cedida à Rolling Stone EUA, o guitarrista Stone Gossard afirmou que a banda já está, inclusive, em processo de finalização do novo trabalho.

“Já gravamos algumas músicas, vamos compor e escrever um pouco mais. Pode ser que estejamos a uma ou duas canções”, revelou Gossard. “Mas também pode ser que a gente escreva mais umas seis ou sete”, completou o músico.

Sobre o trabalho, Gossard afirma que a banda busca apresentar com o novo trabalho um estilo mais experimental. “Queremos que as pessoas pensem: ‘Nossa, isso é muito estranho pro Pearl Jam’ e, daqui a dez anos digam: ‘Ah, essa é minha fase predileta’. É mais ou menos o que sempre acontece”.

Apesar de parecer que o trabalho está em estágio avançado, o lançamento do disco não tem data prevista e a banda não pretende correr para disponibilizar o álbum, ainda sem nome, para o público.

O último álbum de estúdio do Pearl Jam é o Backspacer, lançado em 2009.

Shuffle: O ponto de partida

24 de janeiro de 2012 Shuffle Sem comentários
Shuffle: O ponto de partida

A dois anos atrás o Audiograma entrava no ar com uma matéria sobre o Metallica e a exibição de um documentário/show na MTV. Era o primeiro dos mais de 800 posts de uma história que vai sendo construída aos poucos, a várias mãos.

Hoje, dando início ao nosso ANO3, que tal começar uma nova seção cuja maior meta é ser desafiado pelo seu player favorito e escrever a sua relação com 10 músicas de toda a sua coletânea? Essa é a missão da Shuffle (olha eu citando a MTV mais uma vez. Oi?)

A ideia é simples: A Shuffle nasce para a equipe do site e também para você leitor. Tá em casa de bobeira? Então pega todo o acervo musical do seu PC, joga no player de sua preferência, seleciona o modo aleatório e dá play.

Ok, você deve estar se lembrando de algum jogo semelhante no orkut ou facebook, mas agora é que vem a coisa legal (ou não). Você vai ouvindo a música e escrevendo a sua relação com ela. Alí, na hora, usando apenas o tempo da música em questão. Se a relação é de amor, ódio ou uma simples lembrança não vem ao caso, o que importa pra gente é você conseguir traduzir em palavras o que a música que está tocando causa em você… e sem pular de faixa, claro. Após juntar as 10 faixas, é só escrever algo sobre a lista e mandar pra gente.

Para fazer as honras da casa, começo a seção de uma forma bem nostálgica.

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Shuffle #001

01) Vertical Horizon – You Say

Vertical Horizon é uma banda presente na minha vida a um bom tempo. Me acompanha desde os tempos em que era ouvinte de uma “rádio de pop-rock” de Belo Horizonte e em que sequer imaginava que seria Editor Chefe de um site de música ou funcionário de duas rádios: uma jovem e outra sertaneja.

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02) Raul Seixas – Eu sou Eu, Nicuri É o Diabo

Nunca parei para falar de Raul, talvez porque nunca tive uma relação tão próxima com sua obra. É um dos nomes que mais merecem respeito da música nacional e seria idiota se dissesse o contrário, mas não me considero um grande fã, apesar de gostar de algumas músicas. Eu sou eu. Você é você. E o Nicuri…

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03) Busta Rhymes Feat. Mariah Carey & Flipmode Squad – I Know What You Want

Essa fez sucesso, hein? E o pior é que eu gosto dessa música. Não sei dizer por qual motivo, mas tem algo nela (a levada, talvez) que me faz gostar… E não é a Mariah Carey. Aliás, deve ser a única coisa em que a Mariah Carey tá envolvida que eu gosto.

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04) Cansei de Ser Sexy – Acho Um Pouco Bom

“Acho Um Pouco Bom” tá no primeiro CD do CSS. É o único que consigo ouvir, na verdade. O CSS faz parte daquele grupo de artistas que sempre me lembra festa, mesmo que a letra dessa música em questão comece com “hoje eu não vou sair de casa, hoje eu não vou pisar na rua”.

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05) Nirvana – Milk It

Nirvana faz parte daquele grupo pessoal ao qual eu chamo carinhosamente de trio de ouro. Foi com eles (mais o Metallica e o Pearl Jam) que foi ‘iniciado’ nessa vida de gostar de guitarras, barulhos, baterias e coisas do tipo. “Milk It” não era tão presente na minha vida nessa época, mas se tornou uma das 5+ do Nirvana com o passar dos anos. Se bem que é difícil separar só 5 músicas.

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06) Train – Get Out

O Train entrou na minha vida graças a uma postagem de um blog indie que nem existe mais. A pessoa elogiou o disco For Me, It’s You de uma forma tão convincente que eu resolvi ouvir. Foi amor a primeira audição, se assim podemos dizer. Lá estava “Get Out”, “Cab”, “Skyscraper” e o melhor CD do Train pra mim, até hoje.

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07) Pearl Jam – Other Side

Pode repetir o que disse do Nirvana? Pois então, Eddie Vedder e companhia fazem parte da minha vida desde o meu “início musical”, desde o momento em que passei a ouvir música com mais interesse. O shuffle me deu “Other Side” que, apesar de não ouvir tanto, é só mais uma das boas músicas feitas pela banda.

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08) The Beatles – Lucy In The Sky With Diamonds

Clássico, pô. Não que eu seja o maior fã de Beatles, mas reconheço a importância da banda. E nem entro em discussão com relação a isso. Confesso que não tenho muita paciência com “Lucy”, mas é uma boa canção. Beatles pra mim é intocável, assim como Nirvana, Elvis, Michael Jackson e… Amy Winehouse. Cada um no seu estilo, da sua forma e no seu clubinho. Sem comparações entre eles, por favor.

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09) Aerosmith – Cryin’

Quem nunca ouviu essa música ou então imitou o Tyler durante o refrão não sabe o que é diversão. Nada como sair gritando (de preferência no ouvido de alguém) “I was cryyyyin’ when I met you, now I’m tryyyyin to forgeeet you”. Aposto que você (ou alguém que você conhece) já passou por períodos de deprê amorosa ouvindo/citando essa música. Eu já. Viva 2006, só que não.

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10) Kevin Costner & Modern West – Hurricane Rain

Desde a primeira vez que ouvi que eu tô tentando explicar meu amor/odio com essas aventuras do ator Kevin Costner (O Guarda-Costas, O Mistério da Libélula) pela música. “Hurricane Rain” é a a segunda música do segundo CD da banda capitaneada pelo ator, From Where I Stand, e a música não é de tudo ruim, mas é um rock com pegada country tão clichê que chega a enjoar logo. E olha que eu já dei chances…

Imagem de Amostra do You Tube

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Quer participar da brincadeira? Faça sua lista e envie pra gente com seu nome, local onde reside e uma conta de sua rede social preferida (Twitter ou Facebook). O endereço é contato@audiograma.com.br. No assunto coloca Shuffle, só para facilitar a nossa vida e para que seu e-mail não vá pra caixa de spam.

Pearl Jam presenteia fã com guitarra autografada

28 de dezembro de 2011 News Sem comentários
Pearl Jam presenteia fã com guitarra autografada

O Pearl Jam resolveu fazer o natal de um fã americano mais feliz. De acordo com o Contact Music, a banda enviou para o rapaz uma guitarra autografada por cada um dos músicos.

Em 1992, a banda enviou uma guitarra autografada para um fã, chamado Josh Hardy. Tempo depois, o rapaz acabou falecendo como consequência de um câncer no cérebro e a guitarra acabou ficando com o seu irmão, Ben Hardy.

No início de dezembro, a casa de Ben foi roubada e a guitarra foi um dos itens levados pelos assaltantes. A polícia acabou recuperando a guitarra pouco tempo depois, mas os autógrafos acabaram sendo apagados.

Ao saber da história, o Pearl Jam resolveu enviar uma nova guitarra autografada e um bilhete especial para Ben, que recebeu seu presente pouco antes do natal. “No bilhete, o Pearl Jam disse que esteve acompanhando a história e que decidiram fazer isso. Foi um gesto incrível de boa vontade. Excedeu minhas expectativas!”, revelou Ben.

Documentário sobre o Pearl Jam será exibido no Brasil

8 de setembro de 2011 News Sem comentários
Documentário sobre o Pearl Jam será exibido no Brasil

O documentário Pearl Jam Twenty (PJ20), que conta em detalhes os vinte anos de história da banda, será exibido no mundo todo em sessão única no dia 20 de setembro.

No site oficial do documentário aparece uma contagem regressiva para o lançamento do documentário. Além da contagem, você também encontra as cidades e salas de cinema que exibirão o documentário até o momento.

Outras salas podem ser incluídas até a data de exibição e, no caso dos fãs brasileiros, a melhor forma de conseguir uma sessão na sua cidade é através de mobilização através do pearljam.mobz.me.

Com direção de Cameron Crowe, o documentário tem lançamento oficial marcado para o próximo sábado, dia 10 de setembro. Na data, serão lançados também a trilha sonora do documentário e um livro sobre os vinte anos da banda, completados em 2011.

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Turnê no Brasil
Os ingressos para os shows do Pearl Jam no Brasil estão acabando. Para a apresentação no Rio de Janeiro, dia 06 de novembro, todos já estão esgotados. O show que acontece em São Paulo no dia 04 de novembro também não tem entradas disponíveis.

A apresentação extra na cidade paulista, marcada para o dia 3, só conta com ingressos disponíveis para pista e arquibancada. Os mais setores também estão esgotados. Além da data extra em São Paulo, os shows que acontecem em Curitiba (09/11) e Porto Alegre (11/11) também possuem entradas disponíveis para venda.

Os ingressos podem ser adquiridos através da Tickets For Fun.

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Veja abaixo o trailer de PJ20

Imagem de Amostra do You Tube

Pearl Jam: Ingressos a venda a partir de segunda

30 de julho de 2011 News Sem comentários
Pearl Jam: Ingressos a venda a partir de segunda

Os ingressos para os quatro shows do Pearl Jam no Brasil começam a ser vendidos – para o público em geral – a partir da meia-noite do dia 01 de agosto, próxima segunda-feira.

Os shows da banda, que passa por quatro cidades brasileiras em novembro, terão seus ingressos vendidos através da Tickets For Fun na internet (a partir de meia-noite), pelo telefone 4003-5588 (a partir das 09h00), nos pontos de venda (a partir das 10h00) e em suas bilheterias oficiais localizadas no Credicard Hall (SP), Citibank Hall (RJ), Shopping Palladium (Curitiba) e na Multisom (POA) (a partir das 12h00 e sem taxa de conveniência).

Formado em Seattle, o Pearl Jam se apresenta no dia 04/11 em São Paulo (Estádio do Morumbi), 06/11 no Rio de Janeiro (Praça da Apoteose), 09/11 em Curitiba (Estádio do Paraná Clube) e encerra sua turnê pelo Brasil no dia 11/11 em Porto Alegre (Estádio do Zequinha). A abertura dos shows ficará por conta dos veteranos do The X.

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Serviço: Pearl Jam no Brasil

04/11 – São Paulo (Estádio do Morumbi)
Pista – R$ 190,00
Cadeira Inferior A – R$ 340,00
Cadeira Inferior B – R$ 340,00
Cadeira Inferior B (PNE) – R$ 340,00
Cadeira Superior Azul Premium – R$ 380,00
Cadeira Superior Laranja  – R$ 380,00
Arquibancada Azul – R$ 240,00
Arquibancada Vermelha – R$ 240,00
Arquibancada Vermelha Especial – R$ 240,00
Arquibancada Laranja – R$ 240,00

06/11 – Rio de Janeiro (Praça da Apoteose)
Pista 1 – R$ 350,00
Pista 2/Arquibancada – R$ 250,00

09/11 – Curitiba (Estádio do Paraná Clube)
Pista 1 – R$ 300,00
Pista 2 – R$ 200,00
Cadeira Descoberta – R$ 220,00
Cadeira Coberta – R$ 250,00
PNE – R$ 100,00
Arquibancada – R$ 100,00

11/11 – Porto Alegre (Estádio do Zequinha)
Pista – R$ 180,00
Arquibancada – R$ 150,00
Cadeira – R$ 200,00

Todos os valores são de inteira.

Pearl Jam confirma visita ao Brasil em novembro

19 de julho de 2011 News Sem comentários
Pearl Jam confirma visita ao Brasil em novembro

A produtora Time for Fun confirmou oficialmente que a turnê que celebra os 20 anos do Pearl Jam passará pelo Brasil em 2011.

A banda liderada pelo vocalista Eddie Vedder fará quatro shows em solo brasileiro no mês de novembro. As apresentações acontecem em São Paulo  (dia 4, no Morumbi), Rio de Janeiro (dia 6, na Apoteose), Curitiba (dia 9, no estádio do Paraná Clube) e  em Porto Alegre (dia 11, no Estádio do Zequinha).

Os ingressos começam a ser vendidos para o público em geral a partir do dia 1º de agosto através do site da Tickets For Fun, pelo telefone 4003-5588 ou em suas bilheterias oficiais, cujos endereços podem ser localizados no site.

Formado em 1990 na cidade de Seattle, o Pearl Jam conta com Eddie Vedder (vocal e guitarra), Jeff Ament (baixo), Stone Gossard (guitarra), Mike McCready (guitarra) e Matt Cameron (bateria). Até hoje, a banda totaliza cerca de 60 milhões de álbuns vendidos e chega ao país para apresentar hits como “Black”, “Jeremy”, “Even flow” e “Alive”, além de músicas do seu último álbum de estúdio, Backspacer, lançado em 2009.

Abertura
O The X, uma das lendárias bandas punk dos anos 70, terá a missão de acompanhar o Pearl Jam em sua turnê pelo Brasil e fazer os shows de abertura. Através de seu site oficial, o grupo confirmou que excursionará com o Pearl Jam pela América do Sul em novembro.

Formada em 1977, na cidade de Los Angeles, a banda é formada por Exene Cervenka (vocal), John Doe (baixo), Billy Zoom (guitarra) e D.J. Bonebrake (bateria).

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Serviço: Pearl Jam no Brasil

04/11 – São Paulo (Estádio do Morumbi)
Pista – R$ 190
Cadeira Inferior A – R$ 340
Cadeira Inferior B – R$ 340
Cadeira Inferior B (PNE) – R$ 340
Cadeira Superior Azul Premium – R$ 380
Cadeira Superior Laranja – R$ 380
Arquibancada Azul – R$ 240
Arquibancada Vermelha – R$ 240
Arquibancada Vermelha Especial – R$ 240
Arquibancada Laranja – R$ 240

06/11 – Rio de Janeiro (Apoteose)
Pista 1 – R$ 350
Pista 2/Arquibancada – R$ 250

09/11 – Curitiba (Estádio do Paraná Clube)
Pista 1 – R$ 300
Pista 2 – R$ 200
Cadeira Descoberta – R$ 220
Cadeira Coberta – R$ 250
PNE – R$ 100
Arquibancada – R$ 100

11/11 – Porto Alegre (Estádio do Zequinha)
Pista – R$ 180
Arquibancada – R$ 150
Cadeira – R$ 200

Além do som: Afinal, qual é a da música?!

Além do som: Afinal, qual é a da música?!

Certamente, você já deve ter selecionado alguma música para ouvir de acordo com o seu humor ou estado de espírito. Existe aquelas músicas para momentos tristes, felizes, as que te fazem questionar, refletir, sonhar, aquelas capazes de te transportar para um outro mundo ou, simplesmente, te fazer lembrar de algum momento, pessoa ou acontecimento.

Música. Já parou para pensar que tudo no mundo pode girar em torno dela ou, para ser mais preciso, que ela se faz presente em tudo? Funciona quase como uma droga, causando os mais diferentes efeitos nas pessoas. Você deve ter uma música que te fez companhia naquela noite fria e triste, naquele momento especial com a pessoa amada e o significado/efeito desta música em você é diferente do que pode causar em mim, por exemplo.

Com o tempo, criei o hábito de escutar aquilo que se encaixa no meu momento pessoal. Se estou feliz, minha playlist vai de Mika a Red Hot Chili Peppers, passando por Michael Jackson. Se preciso pensar na vida, o John Mayer e o Pearl Jam aparecem em questão de segundos. Se estou pra baixo, o Los Hermanos se coloca a disposição. Existem também os momentos elétricos, de mal humor, nervosismo, ansiedade…

Podemos dizer que cada música tem o seu momento e cada momento pede a sua música. Isso acontece demais comigo e, por mais que tente o contrário, meu estado de espírito influencia diretamente no que se passa pelos meus players. Salvo certos compromissos – resenhas ou shows – que me fazem ouvir algo por “imposição”, no geral a minha playlist se baseia em meu humor.

O assunto em questão surgiu em uma conversa durante a madrugada, na qual a pergunta base era “quais músicas que te fazem lembrar acontecimentos em sua vida?”. Desde então, o tema ficou na cabeça e resolvi falar brevemente sobre ele. Enquanto pensava no texto em si, me veio à cabeça algumas músicas importantes, das quais resolvi listar algumas por aqui.

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Qual seria a playlist da sua vida? A minha está assim (até o momento):

# Los Hermanos – Sentimental
# Fuel – Most Of All
# Creed – One Last Breath
# The Calling – Stigmatized
# Pearl Jam – Nothingman
# Train – Cab
# Radiohead – All I Need
# Maroon 5 – Wasted Years (Live)
# The Beatles – All You Need Is Love
# O Rappa – Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero)
# Nirvana – Heart-Shaped Box
# Transmissor – Dez Segundos

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Ouvindo: Tonic – Soldier’s Daughter

Pearl Jam já prepara o sucessor de Backspacer

17 de março de 2011 News Sem comentários
Pearl Jam já prepara o sucessor de Backspacer

O baixista do Pearl Jam, Jeff Ament, confirmou que a banda já pensa no sucessor de seu último álbum, Backspacer.

Em entrevista concedida a Billboard, Ament revelou que a banda já conta com 25 demos nas mãos e que a banda entrará em estúdio em abril para separar as que podem fazer de seu novo álbum.

“Fizemos uma reunião de demos e temos um disco com 25 canções. Em abril vamos nos reunir, aprender a tocar as canções e perceber quais são aquelas 12 ou 15, que vem à superfície”, explicou o baixista, atualmente envolvido com a sua outra banda, o Trees Mts.

Ament revelou também quem, além do vocalista Eddie Vedder, ele também já tem um álbum solo pronto, mas só deve ser lançado em 2012.

Pearl Jam anuncia álbum ao vivo

7 de novembro de 2010 News Sem comentários
Pearl Jam anuncia álbum ao vivo

O banda de rock Pearl Jam anunciou o lançamento de um disco ao vivo em 2011. O álbum, que chegará as lojas no dia 17 de janeiro, é uma coletânea em comemoração aos 20 anos de carreira do grupo.

Batizado de “Live on Ten Legs”, a compilação contará com 18 faixas gravadas durante as turnês mundiais de 2003 e 2010.

“Live on Ten Legs” é considerado uma continuação do álbum “Live on Two Legs” lançado em 1998 pela banda e contará com os sucessos de “Jeremy”, I “Am Mine” e “Alive”  e alguns covers.

TV Audiograma: Pearl Jam – Amongst The Waves

TV Audiograma: Pearl Jam – Amongst The Waves

O Peark Jam lançou em maio o seu último clipe, feito para a música “Amongst The Waves”.

O single, extraído do álbum Backspacer, tem todo o valor de suas vendas através do iTunes revertido para uma associação que cuida da preservação das vidas marinhas.

Imagem de Amostra do You Tube

Porta-voz do Pearl Jam nega hiato da banda

22 de julho de 2010 News Sem comentários
Porta-voz do Pearl Jam nega hiato da banda

A assessoria de imprensa do Pearl Jam resolveu colocar um (até então) ponto final na história envolvendo o hiato por tempo indeterminado anunciado por Eddie Vedder no início do mês.

De acordo com Nicole Vanderberg, porta-voz de Vedder, a história não passou de um simples mal-entendido.

Conforme ela declarou a um jornal de Seattle, Vedder sempre diz isso ao fim das turnês, motivado pelo fim daquela determinada série de shows. Ela completa dizendo que o mal-entendido ocorreu por causa da tradução da mensagem para o português que foi feita pelo vocalista.

Apesar da informação passada pela porta-voz, nenhum integrante da banda comentou (ou desmentiu) a história. Além disso, a banda não tem nenhuma outra apresentação marcada até o momento e Eddie Vedder está de casamento marcado para o mês de outubro.

Pearl Jam anuncia pausa por tempo indeterminado

12 de julho de 2010 News 1 comentário
Pearl Jam anuncia pausa por tempo indeterminado

O Pearl Jam era uma das bandas mais aguardadas do festival português Optimus Alive e, certamente, os fãs portugueses não vão se esquecer desta apresentação.

Durante a apresentação, Eddie Vedder informou que a banda estava dando uma pausa em suas atividades por tempo indeterminado.

“Obrigado por virem ao nosso último concerto. Não o último para sempre, mas o último em muito tempo”, declarou o vocalista após ler um papel em português em cima do palco.

Apesar da notícia inesperada, o show prosseguiu sem maiores explicações sobre os motivos da pausa da banda, apesar da informação de que a intenção da banda é ter um tempo para descansar, ficar perto dos familiares e se dedicar a outros projetos.

O último disco de inéditas da banda, Backspacer, saiu em 2009 e recebeu boa crítica do público em geral, atingindo o 1º lugar na parada dos discos mais vendidos nos EUA.

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Abaixo você confere o momento em que Eddie fala com o público sobre a pausa:

Imagem de Amostra do You Tube