Linkin Park @ Rio de Janeiro – 08/10/2012
Nesta segunda (8), o Linkin Park trouxe ao Brasil a nova turnê Living Things. Após um grande show em São Paulo no domingo, a vez chegou para os fãs do Rio de Janeiro.
A música escolhida para abrir a primeira apresentação da banda em terras cariocas foi “A place for my head”. Durante todo o show, o telão exibia imagens futurísticas, no mesmo estilo que costumam fazer em alguns de seus videoclipes.
Os fãs cantavam animados todas as músicas e o vocalista Chester repetiu muitas vezes que estava impressionado em saber como todos cantavam alto as músicas da banda.
Diversos pedidos em coro para a música “Crawling” (um dos primeiros sucessos da banda, do álbum de estréia Hybrid Theory) aconteceram pois não constava na setlist oficial da turnê, e então Chester cantou o começo da música sem acompanhamento, e logo em seguida disse “Vocês cantam essa música melhor do que eu”.
Um medley com as músicas “Leave Out All the Rest”, “Shadow of the Day” e “Iridescent” deixou a apresentação mais intimista, pois todas as músicas foram tocadas em versão acústica. Em “Burn It Down”, várias explosões de fogo aconteciam no palco, dando realmente a sensação de que o local estava queimando e deixando todos empolgados. Uma chuva de fogos de artifício encerrou a música.
Antes de começar o famoso BIS, “Bleed It Out” foi apresentada. Em seguida, a banda voltou para cantar “Faint”, “Lying from you / Papercut” e “One Step Closer”.
O show teve cerca de 1h e 40min de duração, acabando pontualmente a meia noite. O atraso para iniciar a apresentação marcada para as 22 horas foi de apenas 20 minutos.
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Fotos: Néstor J. Beremblum / Divulgação T4F
Linkin Park volta ao Brasil em outubro
Agora é oficial! O Linkin Park tem passagem pelo Brasil em 2012 confirmada. O grupo se apresenta em quatro capitais brasileiras entre os dias 7 e 11 de outubro.
A T4F é a produtora responsável pela turnê que começa em São Paulo (Arena Anhembi), no dia 07. Depois da apresentação paulista, a banda segue para o Rio de Janeiro (dia 08, no Citibank Hall), Curitiba (dia 10, no Estádio do Paraná Clube) e encerra sua tour pelo país em Porto Alegre (Estádio do Zequinha), no dia 11 de outubro.
Os ingressos poderão ser adquiridos nas bilheterias oficiais de cada cidade, pela internet através do Tickets For Fun, pelo telefone 4003-5588 e pelos demais pontos de venda em todo o país.
Cada uma das apresentações terá pré-venda para o fã-clube oficial da banda. Elas acontecem entre os dias 25 e 29 de julho, para os shows de São Paulo e Rio de Janeiro, e entre os dias 27 e 31 de julho, para os shows de Curitiba e Porto Alegre. Haverá pré-venda também para clientes Credicard, Citibank e Diners.
As vendas normais começam em São Paulo no dia 30 de julho, Curitiba e Porto Alegre no dia 1º de agosto e Rio de Janeiro no dia 06 de agosto. Os valores dos ingressos das quatro apresentações ainda não foram revelados.
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Pré-venda para clientes Credicard, Citibank e Diners:
São Paulo: a definir
Rio de Janeiro: 30 de julho a 5 de agosto
Curitiba: a definir
Porto Alegre: a definir
Venda para o grande público:
São Paulo: 30 de julho
Rio de Janeiro: 6 de agosto
Curitiba: 1º de agosto
Porto Alegre: 1º de agosto
Vaza o novo cd do Linkin Park
O novo álbum da banda Linkin Park está disponível na web.
Desde a última sexta-feira (15) que o 5° cd da banda, que vem fazendo sucesso desde 2000 quando lançou o cd Hybrid Theory, está disponível na web para download.
O Cd possui 12 faixas inéditas e leva o nome de Living Things. Seu lançamento oficial acontece na próxima terça (26), mas o primeiro single, “Burn It Down” já foi lançado a um certo tempo.
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Confira abaixo a lista de faixas presentes em Living Things:
01- “Lost in The Echo”
02- “In My Remains”
03- “Burn It Down”
04- “Lies Greed Misery”
05- “I’ll Be Gone”
06- “Castle Of Glass”
07- “Victimized”
08- “Roads Untraveled”
09- “Skin to Bones”
10- “Until it Breaks”
11- “Tinfoil”
12- “Powerless”
(Re)Descobrindo Sons: Setembro!
Ops, I did it again.
Acabei me enrolando esse mês e tive um sério problema para conseguir terminar a coluna de agosto há tempo. Tive que adiantar meus planos e enviar duas colunas de uma vez. Mas se servir de consolo, serão duas colunas tão reduzidas quanto o meu talento físico em ousar cativar/conquistar uma mulher. Será rápido e rasteiro. Quase indolor. Você vai começar a leitura e sem que perceba, ela já terá terminado. Existem pessoas que podem comprovar o que estou dizendo e isso não é motivo para me orgulhar. Infelizmente.
Já havia mencionado que estou ocupado com algumas coisas. É o meu projeto pessoal de transformar os meus últimos nove meses em uma história engraçada e que faça alguém querer perder o tempo lendo; é um presente surpresa para a responsável por causar tristeza, alegria, prazer e frustração e um monte de outras sensações (não necessariamente ruins ou boas); a faculdade sendo levada nas coxas; foi a cobertura especial do SWU para o RockinPress; continuando na troca de layout do Cinema de Buteco; e sem mencionar o esgotamento mental e físico em consequência do trabalho escravo. Aristóteles dizia que “o trabalho remunerado consome e degrada a mente”. Alguém pode discordar dessa infeliz verdade?
Fiz apenas três compras esse mês todo. Ainda estou sofrendo com o rombo mencionado na coluna anterior. Levei para casa o Freewheelin Bob Dylan pelo absurdo preço de R$40. Porém já havia pesquisado em vários locais e o preço da Saraiva era mesmo o melhor. Só perdia para a Amazon, mas não tenho cartão internacional. A segunda aquisição do mês de setembro foi uma coletânea do Jimi Hendrix. Eu sei que já critiquei coletâneas várias vezes, mas como resistir? Entre gastar R$40 pela edição especial CD + DVD do Electric Lady Land ou experimentar levar para casa um disco por menos que a metade do preço, adivinhem a minha opção? E por último, levei uma… ahnm… coletânea do Elvis Presley. Mas essa a gente releva. Elvis era o rei e bem, basicamente todos os discos são compilações.
Como explicar ou entender os motivos que me fizeram ignorar o trabalho de artistas como Led Zeppelin, Bob Dylan, Jimi Hendrix e tantos outros? Foram 25 anos de uma quase completa miopia auditiva que só foi “curada” no primeiro semestre desse ano. Quando escutamos os críticos detonando as bandas novas e bradando que o rock morreu, eles não estão completamente enganados. Tudo que ouvimos hoje é reflexo do passado. Mesmo as bandas mais criativas sugam a essência dos grupos clássicos do rock n’roll. Josh Homme que o diga, já que suas linhas melódicas lembram por demais o trabalho de Jimmy Page e Jimi Hendrix.
Sou do tipo que cresceu ouvindo as bandas dos anos 90. Descobri o rock com uma banda grande como o Aerosmith. Me apaixonei com a pose de Steven Tyler e os solos do “pai” do Slash, Joe Perry. Músicas como “Love in a Elevator” e “Dude Looks Like a Lady” tocavam exaustivamente no meu rádio no final dos anos 90. Meu disco Big Ones (…uma coletânea…) esta até arranhado de tanto que ouvia. Logo depois do Aerosmith passei para o Titãs, a Legião Urbana e finalmente conheci o Nirvana, que praticamente direcionou o meu gosto musical.
Não é que eu não gostava ou desconhecia a importância das bandas antigas, mas eu simplesmente não tinha ouvidos, não conseguia ouvir e apreciar os acordes e distorções de Jimi Hendrix. Soava como algo datado e superado. Hoje eu discordo desse pensamento. Com o tempo e a frustração com as bandas de indie rock que praticamente se repetiam umas as outras em todos os discos (exceção do Franz Ferdinand e Muse), passei a me interessar um pouco mais pelo passado e entrei numa verdadeira missão de “resgate” do meu tempo perdido. Os meus ouvidos estão mais pacientes com o som vintage dos anos 70, 80, enquanto a minha impaciência aumenta com as bandas novas. Tudo é igual demais. Cadê a criatividade de pelo menos tentar usar uma fórmula modificada? Esse assunto pode render demais e o melhor é parar por aqui. Depois volto com esse tema em uma nova discussão. O rock clássico não vive apenas de Led Zeppelin, Aerosmith, Bob Dylan e Jimi Hendrix. Mas esses nomes são excelentes maneiras de introduzir a melhor época da música na vida de uma pessoa. Pode até ser que você seja do tipo de pessoa que não consegue perceber a beleza das coisas velhas (ou que não consiga gostar de nada novo), mas é melhor repensar seus conceitos e mergulhar sem medo no baú de seus pais.
Até o Bowie se rendeu ao Arcade Fire. O que você tá esperando para amar essa música? Essa banda? Essa vida?
Depois de esperar quase um mês, finalmente os meus discos do Arcade Fire chegaram. E logo de cara sou obrigado a abaixar a cabeça e dizer que NÃO, o The Suburbs NÃO é melhor que Funeral. Que disco impressionante! Ele é um exemplo moderno do que falei sobre como somos influenciados a partir de nossa maturidade musical e bagagem pessoal. Antigamente só gostava de ouvir “Rebellion” e “Wake Up” e hoje todas as faixas são obrigatórias. O terceiro trabalho da banda é realmente especial e conta com faixas sensacionais como “Ready to Start” e “Modern Man”, mas o conjunto todo deixa a desejar para a grandiosidade épica do primeiro album. Essa opininão pode mudar em breve, mas pelo menos por todos os dias que ouvi o disco durante esse mês de setembro, o Funeral é o melhor de todos.
O RinP me obrigou a ouvir muitos discos esse mês. Tirei a poeira dos quatro discos do Los Hermanos e acabei ouvindo o primeiro, que é o meu favorito. Todo mundo costuma falar do Bloco, do Ventura ou até mesmo do 4, mas é no primeiro que se encontra a essência poética do grupo de Marcelo Camelo. E escrevi sobre o quanto esse disco me empolga e me deixa saudades da época em que a banda ainda não havia “conhecido” o Mars Volta ou o Radiohead. Los Hermanos é uma banda excepcional com dois caras que sabem fazer arranjos geniais e letras inteligentes. Foram espertos ao escolher encerrar as atividades depois do belo 4. Espero que retornem um dia e que resgatem a alegria do primeiro disco com a festa dos dois albuns seguintes. Eles precisam ESQUECER o 4 para conseguir fazer algo diferente.
Resolvi homenagear o Morning View em uma dessas postagens especiais do RinP para o SWU. Eu devo ter mencionado/ouvido esse disco em todas as oito colunas que enviei (eu sei que não enviei a de abril, mas ele está lá também). Tive boa vontade de retomar os tempos de criança e ouvi o debut do Linkin Park em Hybrid Theory. Terminei a brincadeira com o som letárgico de Rated R do Queens of the Stone Age. Vale reforçar que todas essas bandas participam do SWU em outubro. O festival mais importante da década?
Nenhuma banda é de todo ruim, eu tenho dito!
Agora que estamos na reta final de 2010 e consegui cumprir a minha meta de ter todos os discos do Led (a meta também era ter todos os livros lançados do Dostoievski pela editora 34, mas essa eu passei longe.), posso começar a pensar nos meus planos para 2011. O problema é que a indústria musical esta falida e com prazo de validade vencendo. Prova disso é o aumento dos preços de diversos produtos, não apenas na Saraiva, como em diversas outras lojas especializadas. O CD morreu e agora vai ser artigo de luxo para os colecionadores e apaixonados.
Se você for do tipo que valoriza o disco em mãos, sugiro que se apresse em comprar o que falta na sua coleção. Tenha muito cuidado com a época do natal e o aumento absurdo nos preços. O segundo disco do Coldplay (Rush of Blood to the Head) custava apenas R$19,90 e agora não sai por menos de R$34,90. Sem falar nos discos que simplesmente sumiram do catálogo. Comprem rápido, mas com muita atenção. Escutem o que digo: os discos serão extintos em breve.
Mas como isso não aconteceu ainda, ano que vem vou levar o Joshua Tree do U2 na edição especial e mais outros albuns; os discos do The Doors; o Electric Lady Land do Hendrix; finalizar os discos do Nirvana (absurdo só ter o In Utero e o Acústico); e todos os discos do Radiohead. Posso incluir o Grace do Jeff Buckley (obrigatório) e o meu amado Morning View do Incubus, mas esses eu sei que, além de raros, se forem encontrados em alguma prateleira não deixarei de levar para casa no mesmo instante. Agora vocês já sabem o que me dar de dia das crianças, natal e aniversário, né?
Crosstown Traffic seria uma das riffs mais gostosas do rock?
Descobri que melhor que ouvir o Morning View inteiro é ouvir uma pequena seleção (para fugir daquele outro termo que eu abomino) de canções para começar bem o dia. O meu GoGear (ainda não batizei o bichinho. Alguém tem alguma sugestão?) ainda não possui uma pasta exclusiva para essa finalidade, mas terá em breve. Confira a minha tracklist atual:
1 – Wake Up @Arcade Fire
2 – Rebellion (Lies) @Arcade Fire
3 – Where is My Mind? @Pixies
4 – Nice to Know You @Incubus
5 – Hold me, Thrill me, Kiss Me, Kill me @U2
6 – Roadhouse Blues @The Doors
7 – Ready to Start @Arcade Fire
8 – No One Knows @Queens of the Stone Age
9 – All Along the Nightwatcher @Jimi Hendrix
10 – Crostown Traffic @Jimi Hendrix
11 – California Waiting @Kings of Leon
Sei que não é uma lista sensacional, mas pelo menos funciona comigo. E funciona muito bem. Agora é praticamente obrigatório sair de casa ouvindo e cantarolando “Wake Up” do Arcade Fire. Parece que o Morning View conseguiu um forte concorrente na minha preferência matutina. Recomendo para todos os meus três leitores identificados e também para os leitores desconhecidos. Espero que um dia se pronunciem e que eu possa manter o meu emprego nas páginas laranjas.
Para encerrar, termino a coluna com uma notícia que todo mundo já deve estar cansado de saber. Além do Paul McCartney, o U2 está praticamente confirmado para dois shows no Morumbi em São Paulo nos dias 7 e 8 de abril. O anúncio, que por si só já é gigante, fica maior com a suposta presença do Muse como banda de abertura. O Arcade Fire, Interpol e Snow Patrol também tem chances de serem anunciadas a qualquer momento, mas tudo aponta para o trio britânico que entoou o hino “Where Streets Have no Name” no mega festival Glastonbury em junho.
O U2 vem para o Brasil e “Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me” é parte do repertório da turnê 360
Obrigado pelo seu tempo e em breve retorno com mais uma viagem sonora sobre o conhecido e o que não é mais que uma breve novidade. E de preferência, que eu consiga publicar em tempo e evitar problemas com a chefia. Né, John?
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Ps.: Se a sua sugestão de nome para o meu player de mp3 for algo parecido com gogoboy, peço encarecidamente que vá ouvir Beatles ao lado de seu pretendente.
Ps².: Gostei dessa coisa de criar uma mixtape. É a moda dos últimos tempos nos blogs e eu não tinha aderido até então. Vai ser uma boa ferramenta para essa coluna no futuro.
Ps³.: Sem mensagens subliminares dessa vez. Juro.
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Discos Comprados:
- Freewheelin Bob Dylan @Bob Dylan
- Experience Hendrix @Jimi Hendrix
- Elvis The King @Elvis Presley
Discos Ouvidos:
- Funeral @ Arcade Fire
- Neon Bible @ Arcade Fire
- The Suburbs @ Arcade Fire
- Dylan @ Bob Dylan
- Highway 67 Revisited @ Bob Dylan
- Black Holes and Revelations @ Muse
- Morning View @ Incubus
- Crow Left the Murder @ Incubus
- Rated R @ Queens of the Stone Age
- Hybrid Theory @ Linkin Park
- Musica de Brinquedo @ Pato Fu
- MTV ao Vivo @ Jota Quest
- Los Hermanos @ Los Hermanos
- Grace @ Jeff Buckley
- Coda @ Led Zeppelin
- Unplugged New York @ Nirvana (DVD)
- Live at Woodstock @ Jimi Hendrix (DVD)
Chester Bennington aparece em novo filme da saga Jogos Mortais
Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, faz parte do elenco do novo filme da saga de terror Jogos Mortais.
Em entrevista para a agência Reuters, o cantor revelou que é um grande fã destes filmes e que a experiência das gravações foi “muito divertida”.
“Não posso contar muita coisa sobre a cena, mas foi muito divertida de se fazer. Passei sete a oito horas por dia a entrar e sair da armadilha (…) O que torna a armadilha tão única é o fato de ser muito complexa. Há várias pessoas envolvidas na mesma armadilha, o que é muito atípico para o Jogos Mortais”, declarou o vocalista.
Bennington revelou também que foi convidado para participar do filme quando o produtor Mark Burg soube da sua paixão pela saga. “Se me tivessem convidado para aparecer e ficar só a vê-los a filmar, também aceitava”, revelou.
O vocalista ainda confidenciou que fez aulas de teatro quando era jovem e quase ingressou na televisão e no cinema, mas acabou percebendo que preferia “a gratificação instantânea” de ser cantor e fazer shows.
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Veja abaixo o trailer do filme:
TV Audiograma: Linkin Park – Waiting For The End
Nessa última sexta-feita,8, a banda Linkin Park estreiou através do site da MTV Americana o clipe da música “Waiting For The End”, segundo single do recente álbum “A Thousand Suns”.
O novo vídeo da banda contou com a direção de Joe Hahn, DJ da banda que também foi diretor de clipes como “Numb” e “Somewhere I Belong”. A Linkin Park faz show no Brasil no próximo dia 11, no Festival SWU em Itu, São Paulo.
(Re)Descobrindo Sons: O melhor de agosto…
Esse mês não deu muito rock. Tive que fazer contas, gastar, refletir e acabei sem tempo de ouvir material interessante para escrever e publicar na coluna desse mês. Porém acabei pensando muito e cheguei numa triste conclusão: parte do meu dinheiro foi embora quase que exclusivamente para bancar algumas coisas no festival SWU. Vale a pena o investimento, certamente, mas a consequência é que depois de escolher o Rage Against The Machine e o Incubus, acabei perdendo o Snow Patrol e o Planeta Terra. Já dizia Rogério Flausino em “La Plata”: “Quanto vale o show? Quanto vale fazer das tripas coração?”
O SWU será histórico, sem dúvidas. Além da expectativa com as apresentações do Queens of the Stone Age e do Rage Against the Machine, o evento vai ser lembrado pelas marcas profundas em nossos bolsos. Nem mesmo os paulistas vão escapar dessa sem gastar uma quantia considerável com hospedagem (R$800), alimentação (uns R$300?) e transporte (R$200). Sem mencionar, claro, os preços dos ingressos. Por menos de R$240 (pista comum) ou R$640 (a famigerada pista vip) por dia, você não passa nem perto da fazenda Maeda. Mas nada vai se comparar aos gastos de quem vai sair de outra cidade. Esses aí vão ter que viver de verdade o conceito de sustentabilidade e viajar de bicicleta, mijar apenas durante o banho em algum riacho no meio do caminho e sei lá mais o que. E tudo isso apenas para conseguir economizar o bastante para conseguir presenciar a primeira parte da leva de shows internacionais do semestre.
Kings of Leon, Incubus, Linkin Park, Pixies, Queens of the Stone Age, Mars Volta, Regina Spektor, Dave Matthews Band, Los Hermanos, Mutantes e Rage Against the Machine são apenas parte do pacote de shows do segundo semestre de 2010, onde já é tradição emendar um festival atrás do outro. Ou alguém aí já se esqueceu da gafe histórica do Planeta Terra e do Maquinária do ano passado terem acontecido no mesmo dia? A mancada da vez é que menos de uma semana depois do festival sustentável do publicitário Eduardo Fisher, acontece o Natura Nós com shows do Jamiroquai, Bajofondo e Snow Patrol. Será que os produtores só visam o público paulista ou eles acham mesmo que o brasileiro tem grana o suficiente para bancar os dois shows? Ainda mais que o Natura também cobrará valores altos para a pista vip (R$500).
Já a terceira parte dessa leva de shows internacionais vai acontecer pouco mais de um mês depois da versão tupiniquim do Woodstock. O Planeta Terra chega a sua quarta edição e entra para a história como o festival mais gay de todos os tempos. Longe de ser algo a ser criticado, o que não vai faltar é motivo para se jogar e dançar ao som de nomes fortes como o Mika, Passion Pit, Empire of the Sun e os veteranos do Smashing Pumpkins. Parece que o Soundgarden não vem mesmo para compor elenco, o que é uma pena. Se o Planeta Terra não conta com um elenco tão impactante quanto o mega festival SWU, pelo menos deixa para trás a concorrência no quesito preço. Com todos os lotes de ingressos esgotados, a entrada para o evento custou cerca de R$200. E de quebra, você pode assistir ao show do Mika brincando na montanha russa ou aproveitando os outros brinquedos do Playcenter, local que abriga o Terra desde o ano passado.
Pelas minhas contas, quem quiser conferir os três festivais pagando o valor dos ingressos vip ou “premium”, vai desembolsar uns R$1340 mais os gastos com transporte e alimentação. Não sei quanto a vocês, mas essa é uma realidade muito distante para quem vive com contas para pagar e precisa ter outros gastos, como pagar a conta de luz, água, telefone ou qualquer outra merda sustentável. A verdade é que a cultura esta disponível para poucos. A grande maioria precisa escolher o que quer ver e juntar todo o dinheiro do lanche, ônibus e mesada para conseguir chegar perto do valor da meia entrada nos eventos. E vale dizer que no ano que vem já temos o anúncio do Rock in Rio 4 em setembro, o que significa um adiantamento no calendário dos famosos shows “marcantes” do segundo semestre.
Dessa vez não vou falar sobre os discos analisados durante o mês, estou chateado pelos gastos com o SWU. Mas devo confessar que consegui uma promoção imperdível na Livraria Cultura e encomendei os dois discos do Arcade Fire. Não podia deixar o mês passar em branco, afinal.
Até o mês que vem!
Discos Comprados:
- Funeral @ Arcade Fire
- Neon Bible @ Arcade Fire
Discos Ouvidos:
- Musica de Brinquedo @ Pato Fu
- Amigo do Tempo @ Mombojo
- Interpol @ Interpol
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine
- The Suburbs @ Arcade Fire
- Morning View @ Incubus
- High Violet @ National
- Something for the Rest of Us @ Goo Goo Dolls
(Re)Descobrindo Sons: Junho foi dessa forma…
Os meses continuam se arrastando e sendo pouco aproveitados. Até tentei experimentar uma ou outra novidade completamente desconhecida, mas as bandas The Drums e Moto-Boy não cairam como uma luva no meu mês. Parte disso se deve ao fato de que fiquei extremamente chateado com o fim de diversas séries que acompanhei ao longo dos últimos seis e oito anos (Lost e 24 Horas, respectivamente). Nem mesmo o começo explosivo da terceira temporada de True Blood foi o suficiente para diminuir a minha tristeza pelo desfecho da saga de Jack Bauer (se querem saber, a série já estava com um nível muito baixo desde a sexta temporada. O final da oitava foi bem parecido com algo que já havia acontecido no passado, mas a atuação de Kieffer Sutherland impressiona. Depois de todos os eventos acontecidos no decorrer da série é claro que o ex-agente da UCT iria acabar sofrendo sérias sequelas psicológicas e o ator consegue transmitir toda aquela dor interna que arde em cada minuto que Jack respira) e da turminha do Hugo Reyes, do Benjamin Linus, James Ford, Kate Austen, Jack Sheppard, Sayid Jarrah, John Locke e tantos outros que prenderam a minha atenção nos últimos seis anos sem nunca me decepcionar ou causar aquela sensação de tempo perdido. Conheço vários fãs que não são loucos xiitas e tarados (esse tipo de fã nunca admite quando o seu ídolo fez uma cagada) e que compartilham da mesma impressão. Lamento muito que a minha amada ex-namorada tenha demorado tanto tempo para finalmente criar vontade de compartilhar desse amor comigo (e de alguns outros também).
A música tema do seriado True Blood: combinação perfeita com a premissa do seriado.
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Não existe experiência melhor que dividir uma coisa especial com alguém que nos faz sentir especial. Tanto faz se é um episódio novo de sua série favorita, um filme, um livro (ler acompanhado é uma coisa que eu queria ter feito mais vezes) e principalmente um disco: toda forma de cultura se eleva quando compartilhada. Me diga se existe alguma coisa que se compare a ficar deitado no chão ou numa cama ao lado de seu companheiro(a) e viajar ao som de uma boa música? Dependendo do som as coisas até podem esquentar. Uma música como “All i Want Is You” do U2 pode gerar uma mudança brusca de ideias; ouvir “Supermassive Black Hole” do Muse pode fazer todas as roupas serem rasgadas em segundos; relaxar ao som do “Houses of Holy” do Led Zeppelin pode ser melhor que uma viagem própriamente dita. E tudo isso, que já é bom quando estamos sozinhos e confortados apenas por nossas velhas amigas paredes, se tornam muito melhores quando temos alguém respirando do nosso lado. Então o mês foi triste. A experiência de assistir séries é quase que correspondente à de um final de relacionamento. As boas coisas sempre vão prevalecer e por melhor que sejam as novas séries (True Blood é algo intenso e que funciona como uma explosão constante de libido vampiresca; e Dexter é simplesmente a coisa mais irônica e inteligente que o canal Showtime já colocou no mundo. A quarta temporada deixou feridas nos personagens e nos espectadores e a expectativa só cresce para os novos e aguardados episódios), todas elas irão relembrar os velhos tempos passados na companhia de um certo agente de uma organização de segurança dos Estados Unidos ou de um grupo de malucos perdidos numa ilha mais maluca ainda. Obrigado por tudo que passamos nos últimos tempos e por todos os ensinamentos que eu provavelmente não aprendi da forma correta…
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Mas como disse no começo do texto, eu bem que tentei ser aplicado em bandas novas. Não justifica manter uma coluna musical nas páginas laranjas se eu ando incapaz de ouvir e me apaixonar por material novo. Preciso de um tratamento de choque para perder logo essa mania insana de ouvir bandas antigas de maneira excessiva. O The Doors, que sempre foi uma banda que ou eu amava ou odiava, virou companheiro-objeto para acompanhar as jornadas etílicas da carne. Acho que todo idiota quando passa por uma situação complicada na vida resolve apelar para o alcool. Estou encharcando de maneira moderada, mas não posso dizer que estou moderando no Led Zeppelin e no The Doors. Basta ouvir a introdução de “Light my Fire” para entender exatamente o que estou falando.
O clássico definitivo do Doors.
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Em julho vou fazer um especial sobre o mês do rock no Cinema de Buteco e é claro que a banda vai aparecer, assim como diversas outras e vários filmes que abordam o tema (na verdade, quando você estiver lendo essa coluna, o especial já vai ter acabado e tudo estará devidamente publicado. Mas finja que não aconteceu ainda, ok?). Continuei a minha coleção de discos do Led e dessa vez levei para casa o já mencionado Houses of Holy e o III. Por enquanto, o HoH é o meu album favorito da banda do baixista John Paul Jones. Parece o mais coeso até o momento, mas sou ouvinte de primeira viagem. Um fato lamentável que eu só fui me interessar em aprofundar meus conhecimentos sobre a maior banda de rock de todos os tempos quando estou prestes a completar 25 anos (faltando dois anos para a idade macabra que culminou com a morte de Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Kurt Cobain). Não existe nenhuma canção ruim ou mais ou menos no disco. A faixa “No Quarter” é de tirar o folêgo; a sequência inicial é uma covardia para qualquer fã de boa música; e eu sou um entusiasta do reggae do maneiro que a turminha inventou em “D’yer Mak’er” (foda-se se até a Claudia Leitte já regravou a música. Ela pode fazer o que ela quiser, cara! Até mesmo mexer com o legado sagrado do Led. Eu só não iria perdoar se a diva nacional tocasse em alguma perola do Jeff Buckley. Nem a Scarlett Johansson escapou ilesa depois dessa…). Porém algo precisa ser admitido: embora o III não seja o meu favorito, ele tem “Immigrant Song” (impossível ouvir essa música sem lembrar do Shrek) e a insinuante “Since i’ve been Loving You” (que foi ouvida exaustivamente por mais de três horas). Sei que o IV tem “Stairway to Heaven”, “Black Dog” e ULTRA ANIMADA “Rock n’Roll” e todos os outros trabalhos tem canções importantes, mas é o peso das lembranças falando mais alto. Assim como os seriados que fizeram parte da minha vida nos últimos anos, a música tem esse poder inigualável e nos fazer sentir paradoxalmente bem e mal com algumas combinações de acordes. Por isso que eu realmente não confio em pessoas que não tem uma bagagem musical muito interessante ou sequer sabem apreciar o poder de fogo de uma boa música. Independente de ser rock n’ roll ou não, dificilmente irão inventar um acalmante mais eficaz (o sexo seria um excelente concorrente, mas tem gente que também não sabe apreciar isso e acaba indo contra uma música do Garbage chamada “Sex is not the enemy”. Pena.). Espero poder adquirir alguma coisa do The Doors nos próximos meses, nem que seja uma coletânea bobinha (odeio compilações, mas como fugir delas?).
O rei-lagarto e seu hino luxurioso para o coração dos jovens apaixonados e explodindo de tesão.
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No começo do mês começaram os boatos de que o Incubus viria tocar no Brasil no segundo semestre. Me empolguei, claro. Tive que esperar um tempinho e descobrit que eles seriam uma das atrações do festival SWU. Junto do Pixies, Linkin Park e Kings of Leon. A minha alegria inicial de vir aqui contar a história para vocês foi jogada escada abaixo quando os preços do festival foram divulgados: R$ 640 para ficar na área vip em CADA (leia-se C-A-D-A) um dos três dias de evento. Fez as contas? Tenso, né? Preciso voltar a estudar para usufruir da tal carteirinha de estudante…
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Não sei quanto a vocês, mas esse papo todo de copa do mundo me entediou. A eliminação do Brasil e Argentina ou o título da Espanha não merecem aparecer aqui. A única coisa legal da Copa foi a invenção de um novo (e irritante) instrumento musical que provavelmente deve aparecer na gravação do próximo disco do Los Hermanos. Quem sabe?
Ah, quase que me esqueço de dizer uma das coisas mais idiotas e que tinham que ter presença certa aqui. Dentre os vários feitos ao longo de junho (como poderão perceber, foi um mês bem proveitoso para minha coleção), finalmente tive uma oportunidade de curtir um nível etílico mais elevado ao som do psicodélico Amnesiac do Radiohead. Você provavelmente já deve ter pensado em fazer sexo ao som do Radiohead (quem sabe não fez?) e tenho certeza que já passou pela sua cabeça como seria experimentar a banda em um outro estado de consciência. Pois bem. Recomendo demais. Espero poder repetir logo a dose e dessa vez, curtir tudo no escuro e sem ter que me preocupar em não ser atropelado na Avenida Amazonas às 2h da matina. No mês que vem, ou quando eu tiver o meu disco do Doors, vou me alongar um pouco mais nesse papo de “viagens sonoras”. Dá para render e tenho certeza que ouvir um bom disco em um quarto escuro, com um volume considerável e os olhos fechados, deve ser uma das experiências mais estimulantes do mundo. Concorre até com assistir um bom striptease amarrado na cama… na boa.
Sei que toda sensação se amplia quando fechamos os olhos, mas… experimente ouvir o Amnesiac acompanhado apenas da escuridão e de um copo de vinho.
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O meu consolo é que se eu não ando lá tão organizado, pelo menos ando conseguindo cumprir bem os objetivos propostos. Faltando poucos discos do Led para completar minha coleção, dei um gás e agora tenho QUASE tudo do Foo Fighters. Falta apenas a famigerada compilação, o acústico e o In Your Honor (que tá bem caro ainda, diga-se de passagem). Gosto demais da banda do Dave Grohl e com os boatos crescentes de uma apresentação na América do Sul, acabo não conseguindo me conter. Espero que aconteça mesmo, afinal o Foo Fighters é das poucas bandas que eu gosto de verdade e ainda não tive o prazer de ver ao vivo. Vou deixar para comentar sobre a banda em uma eventual próxima postagem. Junho já deu pano demais para a manga, né?
Resolvi escrever a coluna ao som de algumas músicas/bandas que não conhecia ou que não ouvia há muito tempo. Não sei se foi boa ideia, pois não estava com arquivos mp3 e ficar trocando música no youtube é muito 1998… De qualquer forma, essa é a trilha sonora desse post:
(mês que vem vou ver se me organizo e crio um mixtape, sei lá. Pedi para o Xi fazer isso por mim, mas o puto nunca mostrou)
Não ouvi o tão falado album novo e resolvi matar saudades dessa música, que é FODA.
Paper Planes @ MIA
Laredo @ Band of Horses
Bad Things @ Jace Everett
Supermassive Black Hole @ Muse
Light my Fire @ The Doors
Since i`ve been Loving You @ Led Zeppelin
Mowgli`s Road @ Marina and the Diamonds (não sei se gostei. Acho que não)
Undercover Martyn @ Two Door Cinema Club (boa)
Are you Ready? @ RPA e United States of Sound
A Love Supreme pt1 – Acknowledgement @ John Coltrane
Echo @ Incubus
Ready to Start @ Arcade Fire
Então… eles já tinham “ganhado” o prêmio de melhor música de maio e vencem de novo em junho. Alguem duvida que será o disco do ano?
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Ouvidos:
- Make Yourself @ Incubus
- Morning View @ Incubus
- III @ Led Zeppelin
- Amigo do Tempo @ Mombojó
- This is Happening @ LCD Soundsystem
- There is Nothing Left to Lose @ Foo Fighters
- Absolution @ Muse
- Amnesiac @ Radiohead
- Black Holes and Revelations @ Muse
- Houses of Holy @ Led Zeppelin
- Greatest Hits @ Korn
- Live in London @ Leonard Cohen
- London Calling @ The Clash
- 18 Singles @ U2
- Back to Black @ Amy Winehouse
- The Song Remains the Same @ Led Zeppelin
- No Quarter @ Jimmy Page e Robert Plant
- Only by the Night @ Kings of Leon
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine
- Grace @ Jeff Buckley
- Lost in the Call @ Moto boy
- The Drums @ The Drums
- Transference @ Spoon
Comprados:
- III @ Led Zeppelin
- Houses of Holy @ Led Zeppelin
- There is Nothing Left to Lose @ Foo Fighters
- One by One @ Foo Fighters
- The Colour and the Shape @ Foo Fighters
- Greatest Hits vol1 @ Korn
- Ten @ Pearl Jam
- Live in London @ Leonard Cohen
- Women + Country @ Jakob Dylan
- You Could Have it So Much Better @ Franz Ferdinand
- London Calling @ The Clash
- Lullabies to Paralyze @ Queens of the Stone Age
- Version 2.0 @ Garbage
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine
Totalcom confirma grande festival no segundo semestre
Depois de muita especulação, a Totalcom confirmou hoje em uma entrevista coletiva a realização de um grande festival no Brasil no segundo semestre deste ano.
Cogitado anteriormente para se chamar Maquinária ou Woodstock Brasil, o festival ganhou mesmo o nome de SWU Music and Arts Festival (Starts With You – Começa com você) e, conforme notícias anteriores, ele está mesmo confirmado para os dias 09, 10 e 11 de outubro, na Fazenda Maeda, em Itu, interior de São Paulo.
O festival tem como mote principal a busca pela conscientização das pessoas com relação às ações de sustentabilidade e tem como moldes principais o Coachella e Glastonbury, dois dos maiores festivais realizados nos Estados Unidos e na Inglaterra, respectivamente. A ideia é promover diversas ações, movimentos, interações artísticas e fóruns de debates. Além disso, um espaço de camping para oito mil barracas será disponibilizado.
A parte musical deve levar para Itu pelo menos 60 apresentações durante os três dias, distribuídas entre dois palcos, uma tenda para música eletrônica e uma tenda para novos talentos. Durante a entrevista coletiva, a organização do festival confirmou alguns dos nomes ventilados anteriormente: Pixies, Linkin Park, Incubus (foto) e Dave Matthews Band. Outros nomes como Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Arcade Fire, Belle & Sebastian, Simple Minds e Katy Perry podem aparecer no festival, mas estes não estão confirmados pela organização.
Outra banda que poderia aparecer era o Pearl Jam, que foi procurada pelo SWU, mas não tem agenda disponível na época, já que o vocalista Eddie Vedder pretende se casar neste período. Apesar disso, a organização confirma que a banda doou uma música para um filme publicitário que será produzido para o festival.
Todas as informações relacionadas a ingressos serão divulgadas na próxima semana. A princípio, eles serão comercializados pelo Ingresso Rápido. A expectativa da organização é de que cerca de 250 mil pessoas passem pela Fazenda Maeda durante os três dias de festival.
Capitaneado pelo Grupo Totalcom, do empresário Eduardo Fischer, em parceria com a The Groove Concept, responsável pelo Maquinária, o festival conta com o apoio de Michael Lang, criador do lendário Woodstock, e David Salt, responsável pelo show de abertura da Copa da África.

Acompanhe os canais oficiais do festival na internet para mais informações: Site oficial – Twitter – Facebook – YouTube
Além do som: Yes, nós temos WOODSTOCK!
Ontem explodiram na web especulações sobre a realização de uma edição do célebre festival Woodstock em terras tupiniquins em outubro deste ano. É claro que o frisson foi geral, especialmente pelas bandas citadas como possíveis atrações.
A primeira notícia veio pelo Twitter, mas não me lembro quem postou. Era um link para essa matéria, no blog da All Access Media (em inglês), citando como prováveis presenças nada menos que Foo Figthers, Linkin Park, Bob Dylan, Green Day, Smashing Pumpkins, Rage Against The Machine, Pearl Jam e Limp Bizkit. Eu, sinceramente, não sou tão otimista. Ficaria feliz com menos.
Já no final da tarde, Eduardo Fischer, proprietário da Totalcom (que está à frente da organização do festival) anunciou via Twitter que “tudo o que está sendo dito sobre Woodstock é pura especulação. As informações oficiais saem (…) em 30 dias”. Ou seja, se por um lado ele não não confirma as bandas, por outro deixa claro que o festival irá acontecer.
Dos nomes cogitados acima, se me pedissem para escolher, eu traria: Rage Against the Machine, Foo Fighters, Smashing Pumpkins e Pearl Jam, nessa ordem. Explico:
Pearl Jam é uma das minhas bandas prediletas, foi a banda que marcou minha adolescência e me fez seguir o caminho do bem no que tange a música. Mas, egoisticamente falando, já assisti a um show deles, então não seriam prioridade. Smashing Pumpkins e Foo Fighters são bandas muito fodas, Billy Corgan e Dave Grohl são de outro mundo, mas… como eu queria ver um show do Rage Against the Machine!!
Desde já estou fazendo minhas mandingas, apelando para os santos e pra Jah. RATM é uma banda única na história, tanto pela atitude quanto pela música. Quando se separaram eu me ressenti muito pelo fato de ser um show que eu não iria assistir. A reunião que fizeram no último ano para alguns shows me trouxe novamente a esperança, e agora essa possibilidade de vê-los ao vivo no Brasil é muita adrenalina! Hoje pela manhã circularam boatos de que o Rage é uma das bandas mais cotadas para vir. É agora ou nunca!
Outras informações ventiladas dão conta de que Woodstock Brasil aconteceria em uma fazenda na cidade de Itu (SP), tendo como mote a sustentabilidade e consciência ambiental, e seria um festival baseado em boas atrações, imersão no local (galera acampada na fazenda) e baixo custo.
Isso tudo me parece bom demais para ser verdade. Resta esperar pra ver. E claro: torcer muito!
Linkin Park lança novo CD esse ano
Apesar de o novo projeto da banda não ter um nome definido ainda, o vocalista da Linkin Park confirmou na premiação do Grammy Latino que já está trabalhando em um novo álbum.
“No fim do ano, teremos um novo álbum”, disse Mike Shinoda. “É produzido por mim e Rick Rubin”.
A banda ainda adiantou que o álbum será conceitual e terá uma insanidade grandiosa.







Por: 2T Dias



