Shuffle: Simbora pra folia?

9 de fevereiro de 2013 Shuffle Sem comentários
Shuffle: Simbora pra folia?

Chegou o momento da folia! Enquanto o Carnaval vai aquecendo as turbinas do lado de fora (em alguns lugares ele já está a 200km/h), resolvi colocar o Shuffle para funcionar.

Dessa vez, a intenção é fazer uma lista de 10 músicas que podem te divertir neste carnaval, caso você seja uma pessoa avessa a marchinhas, sambas de enredo, axé, frevo, arrocha, sertanejo universitário, funk ou qualquer outra coisa que você possa ouvir até a quarta-feira.

O critério? Separei as 10 primeiras músicas que tocaram – de toda a minha playlist – que eu (e, acredito, você também) consiga dançar, sacudir o esqueleto ou fazer aquela dança estranha depois de cinco tequilas (ou de uma, dependendo da sua resistência). Pensando nisso, acabei deixando de fora algumas coisas que acabaram aparecendo no shuffle, como Deftones, Newsted, O Rappa ou Nirvana. E incluíndo coisas que, talvez, só eu consiga dançar.

Você pode estar pensando “mas eu consigo dançar ouvindo Nirvana” e isso me deixa feliz (e o Kurt revirando na sepultura), mas optei pelo pensamento da maioria e acabei excluindo certas músicas, ok?

Divirta-se com a lista e não se assuste muito com a sonoridade um pouco aleatória que ela pode ter.

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Shuffle #004

01) Pet Shop Boys – Love Etc.

Pet Shop Boys já fez a festa de muita gente por aí. A importância deles para a música é tão grande que, até hoje, são referência no que fazem. Seja com os clássicos como “West End Girls”, “It’s A Sin” e “Go West” ou com músicas mais recentes, eles sabem o que (e como) fazer algo para dançar.

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02) Moby – Flower

Chego a dizer que o Moby é um dos caras que está presente na vida de muitos, mas poucos são os que notam. Me tornei um fã confesso do trabalho dele nos últimos anos, sobretudo depois de uma apresentação que pude ver de perto a um bom tempo atrás. E tudo começou por causa de “Flower”, um b-side lançado por ele em 2000 que acabou fazendo parte da trilha sonora do filme 60 segundos (toca nos créditos iniciais). Talvez você não dance com essa música. Só lamento.

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03) Friendly Fires – Paris

“One day. We’re gonna live in Paris.” Essa é a promessa do Friendly Fires com essa música e, do jeito que ela é boa, vai acabar te deixando com vontade de fazer as malas e se mudar para lá. Ou se imaginar morando por lá. Ou só com vontade de dançar. É, tá bom, né? É esse o propósito mesmo.

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04) Scatman John – Everything Changes

Quem não se lembra do grande Scatman John? Pô, todo mundo se lembra de “Scatman’s World” ou já ouviu isso em alguma festa brega da qual participou. E dançou. Não adianta negar. “Everything Changes” é mais baladinha, própria para conquistar aquela pessoa falando no ouvido, mas não sobre a música, claro. É o momento da conquista. Ou você achou que, na minha playlist especial de carnaval, eu iria deixar de fora o momento “pegação”?

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05) Michael Jackson – You Rock My World

Ahhhh, claro que o shuffle não me decepcionaria. Claro que ia ter Michael Jackson nessa playlist porque falou em dança, falou em Moonwalk e passinhos coreografados no estilo rei do pop. E isso combina com carnaval. Combina muito com carnaval. Talvez “You Rock My World” não seja a melhor opção, mas é aquele momento ideal para você mostrar aos amigos que o espírito de MJ está vivo dentro de você. Tá, melhor eu passar para a próxima.

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06) Madonna – Music

Agora vai. Michael Jackson, Madonna… Eu sei que você já tá se mexendo aí na cadeira cantando com a jovem loira, mesmo se você for hétero e estiver pensando que isso tá “revelador” demais. Eu também sou, fica tranquilo aí e curte a música, faz uns passinhos estranhos e aproveita a música. Por aqui tocou a versão live, que faz parte do disco I’m Going To Tell You A Secret, mas vou deixar a de estúdio aqui. Se inspire no clipe… é, melhor não.

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07) The Killers – Joy Ride

É. No propósito abordado por esta lista, “Joy Ride” seria uma das músicas do The Killers que mais se encaixam nesse carnaval alternativo. E dá até para cantar em alguns momentos. Dá até para pensar em como o Brandon Flowers mudou tanto a banda nos últimos discos. Mas melhor não fazer isso porque, se você pensar da mesma forma que eu, você vai ficar puto e querer passar logo de música. Aliás, vou fazer isso.

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08) Duran Duran – Girl Panic!

Essa é uma das mais recentes do Duran Duran. E tão boa como “Wild Boys”, “Rio” ou “Notorious”. Tá, ela pode não ser tão boa como “No No Notorious Notorious” mas está em um nível parecido. Uma das coisas que mais me agrada no Duran Duran é essa capacidade de fazer algo bem parecido com o que faziam nos anos 80 e dar uma cara atual. O disco All You Need Is Now, onde se encontra “Girl Panic!” e que foi lançado em 2010 deixa isso mais do que claro.

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09) Trombone Shorty – Neph

Sabe aqueles dotes de dançarino latino que todo mundo acha que tem e gosta de mostrar por aí? Então, a hora é agora. Abre um espaço, pega aquela ginga que está escondida aí ou que você demonstrou nas músicas anteriores e mostre a que veio. “Neph” não é uma das melhores músicas do Trombone Shorty, mas tem muito do estilo do cara. Aliás, todo o álbum Backatown é um convite para curtir uma boa música. Não é atoa que é um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos. Olha, isso dá um post futuro.

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10) New Order – Bizarre Love Triangle (Armand Van Helden Mix)

Aí “a casa cai cumpadi”. Armand Van Helden fez um remix do #%&%@$!# para “Bizarre Love Triangle” do New Order e vai colocar seu carnaval no chão. O clima latino vai se transformar numa festa eletrônica digna de aplausos. Mas evite os “uhuuls”, “1, 2, 3, 4…” ou “nossa, tô fritaaano” porque isso não é legal. Não mesmo. E, se quiser mais desse estilo, procura ouvir o álbum de onde saiu essa música, o The Rest Of New Order. Vai uma bala aí? Brinks galerê, não uso essas coisas e nem faço apologia.

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Shuffle: Madrugada a dentro…

Shuffle: Madrugada a dentro…

Insônia. TV ligada no clássico episódio em que se descobre que o primeiro nome do Kramer, personagem clássico de Seinfield, se chama Cosmo (S06E11). Cabeça no mundo da lua… motivos mais do que suficientes para você reunir suas músicas, dar play e tentar pensar na vida, certo?

Como o último shuffle do Audiograma foi feito em março pela Tatiana Perry, resolvi separar as dez primeiras músicas tocadas pelo player companheiro de insônia e falar um pouco sobre cada uma delas aqui.

O resultado da brincadeira tá logo abaixo e, de INXS a Al Green, veja o que tocou por aqui nessa madrugada.

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Shuffle #003

01) Flogging Molly – Black Friday Rule

“Black Friday Rule” é, talvez, uma das músicas mais legais do Flogging Molly. A música faz parte do álbum Swagger, que resenhei aqui em outubro do ano passado, e é um dos melhores (senão for o melhor) lançado por eles até hoje. São sete minutos do bom e velho som celta com uma pitada punk é o segredo da banda que tá na ativa até hoje.

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02) Jamie Cullum – Mixtape

Já foi muito fã do som do Jamie Cullum. Na verdade, ele tem algumas músicas que fizeram parte da minha vida e não dá pra excluir. Apesar de ser uma boa música, “Mixtape” não faz parte deste seleto grupo de canções. Na verdade, todo o álbum The Pursuit, lançado em 2009 e do qual ela faz parte, passaria despercebido por mim não fosse a versão que Cullum fez de “Don’t Stop The Music”, da Rihanna.

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03) Beirut – The Gulag Orkestar

Beirut é um bom exemplo da minha “bipolaridade musical”, se é que podemos usar um termo do tipo. Tem períodos que gosto e escuto com frequência, tem outros que não suporto essa levada meio “mórbida” de algumas de suas músicas, como é o caso de “The Gulag Orkestar”.

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04) Coldplay – In My Place

Coldplay. Ah, que saudade do Coldplay (foto) de outrora que fazia músicas tristes e clipes monocromáticos. “In My Place” já foi música de amor antigo e que atire a primeira pedra quem nunca pensou em alguém ouvindo alguma música do Coldplay. O tom quase de súplica de Chris Martin dizendo “Sing it please, please, please. Come back and sing to me. To me, me” foi utilizado por este que vos escreve… mas, assim como a música deixa a entender, também não deu certo.

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05) Theory Of A Deadman – Head Above Water

O TOAD é aquele tipo de banda que o tempo passa e o som continua o mesmo. “Head Above Water” faz parte do álbum The Truth Is…, disco lançado em 2011, e é como todas as outras baladinhas feitas pela banda. Muita água com açucar, com solinhos curtos de guitarra e aquelas “paradinhas” onde só o vocalista canta. É tão clichê que, apesar de ser mais do mesmo, a banda não erra no que faz. Vale ouvir a banda que ficou conhecida por, um dia, participar da trilha sonora de Homem Aranha e que, com essa música, entrou na trilha de um dos Transformers.

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06) Alanis Morissette – Everything

Desde que me entendo por gente que as músicas da Alanis fazem parte da minha vida. Por mais que só tenha me tornado fã tempos depois, o Unplugged MTV lançado por ela foi trilha sonora de muita coisa na minha vida. Alanis é dona de uma das minhas vozes femininas preferidas e, por mais que “Everything” não seja algo digno de amores eternos (pelo menos pra mim), é uma boa música.

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07) INXS – By My Side

Impossível não gostar dessa música. É, pra mim, uma das melhores músicas dos australianos do INXS e indicação para qualquer pessoa que, por ventura, não conheça a banda. O clima pesado em torno de “By My Side” me traz muitas coisas na memória, com destaque pro refrão simples e objetivo, uma pura e simples declaração de amor. Afinal de contas, todo mundo já desejou ter aquela pessoa ao seu lado em momentos de escuridão.

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08) The Beatles – Lucy In The Sky With Diamonds

Parece perseguição, mas Beatles sempre dá o tom em certos momentos da minha vida. Seja através de seus B-sides ou dos clássicos como “Lucy In The Sky With Diamonds”, o fato é que Beatles sempre toca eo refrão de “Lucy..” é tão assobiável que cá estou eu fazendo isso quase 5 da manhã. Vale ressaltar que todo mundo que seja importante na minha vida já ouviu ou falou de Beatles comigo, creio eu. Mesmo que fosse para dizer que o Molejo é melhor.

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09) Live – Love Shines (A Song For My Daughters About God)

O Live foi uma das primeiras bandas internacionais que pude ver ao vivo, graças a um festival que acontecia em Belo Horizonte a anos atrás. Desde então, sempre acompanhei de perto a carreira do Live e, por mais que não conseguissem fazer sucessos como antes, boas músicas sempre fizeram parte do repertório da banda e “Love Shines” é um exemplo disso. Aliás, vale ouvir todo o álbum Songs From Black Mountain, de 2006, onde a música está presente.

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10) Al Green – Ain’t No Sunshine

Al Green é gênio e sua versão de “Ain’t No Sunshine” é uma das melhores da história dessa música e de todas as mais de 100 versões que ela já ganhou até hoje. E olha que essa lista tem John Mayer, BB King, Marvin Gaye, Cat Stevens, Paul McCartney e Michael Jackson, só para citar alguns.

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Shuffle: #002

Shuffle: #002

Eu sabia que não seria uma missão simples ouvir 10 músicas do meu acervo e escrever sobre elas, mas parafraseando o Chris Martin, “No one ever said it would be this hard”.

Eu acabei me dando conta de que muitas músicas simplesmente estão aqui e eu nunca tinha parado para pensar o porquê de estarem.

Também me vi torcendo horrores para que determinada música saísse para que eu pudesse contar a minha relação com ela, porque simplesmente a amo demais.

Mas, apesar dos pesares, gostei da relação final.

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Shuffle #002

01) Amy Winehouse – Will You Still Love Me Tomorrow

Falar sobre a voz da Amy é chover no molhado. Gostando dela ou não, é impossível negar que ela tinha uma potência vocal invejável. Essa versão dela nem é muito conhecida, mas eu me arrepio cada vez que ouço. Ela consegue colocar nos poucos minutos em que a música dura a carga emocional que a bela letra pede e eu sempre, mas sempre mesmo, termino com os olhos marejados.

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02) Michael Bublé – A Song For You

Descobri Bublé através de uma amiga e foi amor à primeira escuta. “A Song For You” nem é a música que eu mais gosto com ele, mas ainda assim, com ela acontece exatamente o que acontece com qualquer outra cantada por ele, eu fecho os olhos e simplesmente sou transportada para longe, esteja no aconchego do meu quarto ou no busão lotado. É como se ouvir Bublé cantar me acalmasse.

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03) Travis – Closer

Eu tenho alguma relação bizarra com músicas com esse título (amo as canções com o mesmo nome do Kings of Leon e do Nine Inch Nails). Essa está sendo uma daquelas canções que me pergunto por que está aqui e não encontro uma resposta. Gosto de Travis então é isso, o player escolheu essa como poderia ter escolhido qualquer outra da discografia deles.

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04) Glee – Total Eclipse of the Heart

Claro que teria que ter alguma música daquelas bem bregas e que geralmente você não conta pra ninguém que faz parte do seu iPod. Atire a primeira pedra quem não tem uma música desse tipo no seu acervo… Mas poxa, “Total Eclipse of the Heart” é um clássico e me lembra minha época de escola e aquelas paixonites bobas que, quando crianças, achamos que durarão para sempre. Perdi a conta de quantas vezes assisti na MTV aquele clipe estranho que até hoje tento entender que relação tem com a música e, coincidentemente, acabou sendo a trilha de um dos meus episódios preferidos de Glee.

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05) Van Morrison – Once in a Blue Moon

Fui cair de amores por Van Morrison lá pelos idos de 2008 e logo ele se tornou mais um irlandês a habitar meu coração (junto com o U2 que ainda não acredito que não apareceu por aqui). Ok, muito brega isso, mas vamos voltar à música. Não é exatamente a que eu mais gosto dele, mas assim como o Travis, poderia ser qualquer outra que eu estaria feliz.

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06) Bobby Long – Who Have You Been Love

Guardem esse nome porque ele ainda será muito conhecido. Esse estilo folk e a voz inconfundível, carregada de emoção, me cativou logo de cara e Bobby passou a fazer parte da minha trilha sonora diária. É raro o dia que passo sem ouvir alguma coisa dele.

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07) Coldplay – Lost

Simplesmente amo! Me faz lembrar um dos melhores shows da minha vida, me
remete a uma prima querida e que está longe e ainda é do Coldplay… ou seja, é uma daquelas músicas cheias de significados e que me fazem sorrir e chorar ao mesmo tempo. E pra mim música é isso, é sentimento e quanto mais sensações ela desperta melhor ela será, pelo menos para você, independente dos outros falarem o que quer que seja.

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08) Eddie Vedder – Society

Outra música repleta de sentimentos. O vocalista de uma das minhas bandas preferidas, trilha sonora de um dos filmes mais marcantes que já assisti, uma letra que fala alto, uma melodia linda, o que mais posso ou preciso falar? Eddie Vedder é mestre e falar das suas músicas é chover no molhado, o cara sempre manda bem demais. E é mais uma daquelas músicas que sempre me deixam com um bolo na garganta, com os olhos cheios d’água, mas que apesar disso, sou capaz de deixar no repeat o dia inteiro.

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09) Adele – Take it All

O que falar da Adele? Apesar do shuffle ter me dado uma música do 21, eu sou fã da inglesa de voz inconfundível desde o seu primeiro álbum, 19. Tenho uma relação de amor e ódio com essa coisa dela ter virado febre agora e das pessoas que, por apenas ouvirem “Rolling In The Deep” e “Someone Like You” se acham as maiores fãs dela. Sim, sou ciumenta com os cantores/bandas que amo. Engraçado que “Take it All” foi meio que trilha do meu último final de semana, ela parece descrever com exatidão o que vem se passando na minha mente e no meu coração e, apesar de não ser a minha música preferida, passou a ter um destaque emocional importante.

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10) U2 – Where The Streets Have No Name

Juro que não foi marmelada e que não adulterei nada, mas U2 é simplesmente a
banda com mais músicas no meu player, não tinha como ficar de fora e até agora não sei como não apareceu outras vezes por aqui. Não preciso dizer que é a minha banda preferida de todos os tempos né? Where the streets sempre foi uma música especial, daquelas que me fazia parar qualquer coisa que estivesse fazendo apenas para acompanhá-la, mas ela ganhou um significado ainda maior depois de assisti-la ao vivo. Sempre um dos momentos mais marcantes do show do U2, com a galera toda cantando junto e que arrepio só de lembrar.

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Shuffle: O ponto de partida

24 de janeiro de 2012 Shuffle Sem comentários
Shuffle: O ponto de partida

A dois anos atrás o Audiograma entrava no ar com uma matéria sobre o Metallica e a exibição de um documentário/show na MTV. Era o primeiro dos mais de 800 posts de uma história que vai sendo construída aos poucos, a várias mãos.

Hoje, dando início ao nosso ANO3, que tal começar uma nova seção cuja maior meta é ser desafiado pelo seu player favorito e escrever a sua relação com 10 músicas de toda a sua coletânea? Essa é a missão da Shuffle (olha eu citando a MTV mais uma vez. Oi?)

A ideia é simples: A Shuffle nasce para a equipe do site e também para você leitor. Tá em casa de bobeira? Então pega todo o acervo musical do seu PC, joga no player de sua preferência, seleciona o modo aleatório e dá play.

Ok, você deve estar se lembrando de algum jogo semelhante no orkut ou facebook, mas agora é que vem a coisa legal (ou não). Você vai ouvindo a música e escrevendo a sua relação com ela. Alí, na hora, usando apenas o tempo da música em questão. Se a relação é de amor, ódio ou uma simples lembrança não vem ao caso, o que importa pra gente é você conseguir traduzir em palavras o que a música que está tocando causa em você… e sem pular de faixa, claro. Após juntar as 10 faixas, é só escrever algo sobre a lista e mandar pra gente.

Para fazer as honras da casa, começo a seção de uma forma bem nostálgica.

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Shuffle #001

01) Vertical Horizon – You Say

Vertical Horizon é uma banda presente na minha vida a um bom tempo. Me acompanha desde os tempos em que era ouvinte de uma “rádio de pop-rock” de Belo Horizonte e em que sequer imaginava que seria Editor Chefe de um site de música ou funcionário de duas rádios: uma jovem e outra sertaneja.

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02) Raul Seixas – Eu sou Eu, Nicuri É o Diabo

Nunca parei para falar de Raul, talvez porque nunca tive uma relação tão próxima com sua obra. É um dos nomes que mais merecem respeito da música nacional e seria idiota se dissesse o contrário, mas não me considero um grande fã, apesar de gostar de algumas músicas. Eu sou eu. Você é você. E o Nicuri…

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03) Busta Rhymes Feat. Mariah Carey & Flipmode Squad – I Know What You Want

Essa fez sucesso, hein? E o pior é que eu gosto dessa música. Não sei dizer por qual motivo, mas tem algo nela (a levada, talvez) que me faz gostar… E não é a Mariah Carey. Aliás, deve ser a única coisa em que a Mariah Carey tá envolvida que eu gosto.

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04) Cansei de Ser Sexy – Acho Um Pouco Bom

“Acho Um Pouco Bom” tá no primeiro CD do CSS. É o único que consigo ouvir, na verdade. O CSS faz parte daquele grupo de artistas que sempre me lembra festa, mesmo que a letra dessa música em questão comece com “hoje eu não vou sair de casa, hoje eu não vou pisar na rua”.

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05) Nirvana – Milk It

Nirvana faz parte daquele grupo pessoal ao qual eu chamo carinhosamente de trio de ouro. Foi com eles (mais o Metallica e o Pearl Jam) que foi ‘iniciado’ nessa vida de gostar de guitarras, barulhos, baterias e coisas do tipo. “Milk It” não era tão presente na minha vida nessa época, mas se tornou uma das 5+ do Nirvana com o passar dos anos. Se bem que é difícil separar só 5 músicas.

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06) Train – Get Out

O Train entrou na minha vida graças a uma postagem de um blog indie que nem existe mais. A pessoa elogiou o disco For Me, It’s You de uma forma tão convincente que eu resolvi ouvir. Foi amor a primeira audição, se assim podemos dizer. Lá estava “Get Out”, “Cab”, “Skyscraper” e o melhor CD do Train pra mim, até hoje.

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07) Pearl Jam – Other Side

Pode repetir o que disse do Nirvana? Pois então, Eddie Vedder e companhia fazem parte da minha vida desde o meu “início musical”, desde o momento em que passei a ouvir música com mais interesse. O shuffle me deu “Other Side” que, apesar de não ouvir tanto, é só mais uma das boas músicas feitas pela banda.

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08) The Beatles – Lucy In The Sky With Diamonds

Clássico, pô. Não que eu seja o maior fã de Beatles, mas reconheço a importância da banda. E nem entro em discussão com relação a isso. Confesso que não tenho muita paciência com “Lucy”, mas é uma boa canção. Beatles pra mim é intocável, assim como Nirvana, Elvis, Michael Jackson e… Amy Winehouse. Cada um no seu estilo, da sua forma e no seu clubinho. Sem comparações entre eles, por favor.

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09) Aerosmith – Cryin’

Quem nunca ouviu essa música ou então imitou o Tyler durante o refrão não sabe o que é diversão. Nada como sair gritando (de preferência no ouvido de alguém) “I was cryyyyin’ when I met you, now I’m tryyyyin to forgeeet you”. Aposto que você (ou alguém que você conhece) já passou por períodos de deprê amorosa ouvindo/citando essa música. Eu já. Viva 2006, só que não.

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10) Kevin Costner & Modern West – Hurricane Rain

Desde a primeira vez que ouvi que eu tô tentando explicar meu amor/odio com essas aventuras do ator Kevin Costner (O Guarda-Costas, O Mistério da Libélula) pela música. “Hurricane Rain” é a a segunda música do segundo CD da banda capitaneada pelo ator, From Where I Stand, e a música não é de tudo ruim, mas é um rock com pegada country tão clichê que chega a enjoar logo. E olha que eu já dei chances…

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