Mini-Resenha: Lollapalooza em fotos e vídeos, parte 2
Segundo dia de Lollapalooza Brasil no Jockey Club. Se não tinha Foo Fighters, tinha Arctic Monkeys e seu rock cada vez mais maduro e de qualidade. Talvez sem a pompa e a lista extensa de hits da banda de Dave Grohl, mas com qualidade comprovada para fechar o festival.
E teve Jane’s Addiction, MGMT, Foster The People, Friendly Fires, Gogol Bordello e otras cositas interessantes que você confere no nosso resuminho em fotos e vídeos, certo?
# Fotos
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# Vídeos
Mini-Resenha: Lollapalooza em fotos e vídeos, parte 1
O Brasil virou celeiro dos grandes festivais. Ontem mais um deles aportou no país e, com Perry Farrell e tudo, o Lollapalooza chegou trazendo de tudo um pouco para o Jockey Club de São Paulo.
De Foo Fighters a Rappa, passando por Cage The Elephant, Marcelo Nova e Band Of Horses, vamos fazer um pequeno resumo (em fotos e vídeos) do que aconteceu em São Paulo ontem. Ok?
# Fotos
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# Vídeos
Mini-Resenha: Foster The People
Sabe aquela coisa do hype? O Foster The People se encaixaria no conceito, mas pelo menos se destaca por ser uma banda nova e interessante.
Precoce (a banda foi formada em 2009), os norte-americanos lançaram um elogiado álbum e viraram “queridinhos” da mídia especializada e também dos fãs do desanimado cenário atual do indie rock, outrora tão forte e atraente.
Ao contrário das bandas que surgiram na época em que o estilo estava em alta, como o Arctic Monkeys, por exemplo, o Foster the People não é uma banda de pegada e privilegia a harmonia e os arranjos das canções. No CD funciona muito bem, vamos descobrir no dia 8 se funcionará ao vivo.
O show da banda não será muito longo, considerando que são apenas 11 músicas no disco (a última apresentação incluiu “Love” e outra canção ainda sem título). Acaba sendo uma boa notícia para quem ainda não conhece a banda e terá pouco menos de uma semana para devorar o excelente Torches.
É a primeira visita deles ao Brasil e assim como o Gogol Bordello, também se apresentarão fora do Lollapalooza.
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“Pumped Up Kids”
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“Call It What You Want”
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“Waste”
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“Warrant”
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“Houdini”
Mini-Resenha: Cage The Elephant
De todas as novidades que subirão ao palco do Lollapalooza durante os dois dias do Festival, o Cage The Elephant é uma das atrações mais promissoras.
A banda é uma mistura do Pixies com o Nirvana, com uma presença de palco absurda do vocalista Matthew Shultz. Sem dúvida, é uma banda de malucos que se preocupa muito mais em fazer uma apresentação chocante do que realizar um show bonitinho e sem erros. Conferi uma apresentação da banda pela internet e foi uma loucura completa, ou seja, paixão à primeira vista para quem aprecia barulho.
O Cage the Elephant gravou uma versão de “Psycho Killer”, do Talking Head, que infelizmente não está mais no repertório dos shows. É até engraçado comparar o material que está nos dois discos de estúdio e como a banda soa claramente diferente, especialmente o vocalista.
De qualquer maneira, a insegurança (ou imaturidade) é compensada com os delírios alucinógenos de Shultz e a pegada de bem banda de garagem do restante dos integrantes.
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“In One Ear”
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“Shake me Down”
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“Aberdeen”
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“Ain’t No Rest for the Wicked”
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“Sabertooth Tiger”
Mini-Resenha: Foo Fighters
O Lollapalooza Brasil é o evento responsável por realizar o sonho de fãs de todas as idades que cresceram ouvindo o som do Foo Fighters e que em 2001 eram novos demais para poder ir até o Rock in Rio.
Na verdade, em 2001 muitos nem conheciam a banda ainda, já que se passaram longos 10 anos desde a primeira e única visita da trupe liderada por Dave Grohl ao Brasil. Em turnê com o disco Wasting Light e carregando a responsabilidade de ser uma das maiores bandas de rock do mundo atualmente, o Foo Fighters promete compensar os brasileiros e fazer uma longa apresentação para fã nenhum botar defeito.
Os primeiros versos de “Everlong” resumem bem o que se passa pela cabeça da maioria das pessoas que irão se espremer para chegar o mais próximo possível do palco principal do Lolla no sábado.
Rock and Ghrol.
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“Everlong”
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“All My Life”
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“Bridge Burning”
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“Stacked Actors”
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“Best of You”
Mini-Resenha: Black Drawing Chalks
Uma das poucas bandas brasileiras que fazem rock com tudo que se tem direito é o Black Drawing Chalks, que irá apresentar o material do terceiro disco ao público do Lollapalooza.
Donos de um dos shows mais concorridos e elogiados da atual cena independente do país, os goianos não costumam fazer feio e em 2010 encararam a responsabilidade de abrir o Festival SWU, tocando no mesmo dia do Rage Against the Machine.
Não se surpreenda se achar o show do BDC melhor do que muitas das atrações do restante da noite. O quarteto não economiza nas distorções e terá uma oportunidade de ouro para atingir um público muito grande e que provavelmente se perguntará: “Ué, essa banda é nacional mesmo?”.
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“Big Deal”
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“My Favorite Way”
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“Don’t Take My Beer”
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“Girl I’ve Come to Lay You Down”
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“Leaving Home”
Mini-Resenha: Gogol Bordello
Se alguém afirmar que a melhor definição para o Gogol Bordello é a de “uma verdadeira banda de malucos”, poucos terão coragem de discordar.
Liderados por Eugene Hutz, a trupe faz um som classificado como “punk cigano” e explicar isso é fácil: por maiores que sejam as influências de todos os seus oito membros (cada um de uma nacionalidade diferente, praticamente), a pegada do Gogol Bordello é bem voltada para o rock. A mistura gera um caos sonoro que na primeira impressão pode acabar assustando os iniciantes, mas nada que dure por muito tempo.
Formada no final dos anos 90, a banda já passou pelo Brasil em outros carnavais, literalmente. Hutz gostou tanto do Rio de Janeiro que adotou a cidade e virou figurinha fácil nas ruas da Lapa, sempre andando sem camisa, com aquele bigode peculiar e um violão. Não se espante se cruzar com ele na rua e achar que trata-se de um morador de rua. Tenha fé, olhe novamente, e você poderá estar cara a cara com um dos vocalistas mais estranhos dos últimos anos. O Gogol Bordello foi atração da última edição do Tim Festival, em 2008, e depois em 2009. A banda se apresentará no segundo dia do Lollapalooza, mas antes fará um show solo, no dia 6, também em São Paulo.
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Para quem ainda não conhece, vale conferir:
“Ultimate”
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“Wonderlust King”
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“Start Wearing Purple”
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“Pala Tute”
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“Immigrant Punk”
Mini-Resenha: Tem alguém cansado aê?

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
Eis o aguardado último dia do festival e o também aguardado show do Guns N’ Roses. Antes, Evanescence, System Of A Down, Pitty e Detonautas subiram no Palco Mundo.
Confira um pouco do que foi o último dia de Rock In Rio.
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Detonautas
Por: Mari Duarte
Com um discurso contra a corrupção e defendendo o público do festival, o Detonautas foi a primeira banda nacional a subir no Palco Mundo, no último dia de Rock in Rio. Ao longo do show, foram relembrados alguns sucessos da banda como “O Dia Que Não Terminou”, “Quando o Sol se For” e “Olhos Certos”. Além disso fizeram homenagem a Raul Seixas, com um cover de “Metamorfose Ambulante” e lembraram o Nirvana com o áudio de “Smells Like Teen Spirit” ao fim do show.
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Pitty
Por: Mari Duarte
Com um show composto pelos seus maiores sucessos, Pitty subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio e abriu a apresentação com “Anacrônico”, seguida de “Admirável Chip Novo”. Com as músicas na ponta da língua, o público representou em “Equalize”. Entre os riffs bem produzidos do guitarrista Martin, a cantora fez uma homenagem ao Nirvana com o cover de uma parte de “Smells Like Teen Spirit”, que foi usada como introdução da sua própria música, “Máscara”.
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Evanescence
Por: Ricardo Moreira
O Evanescense ficou um tempo longe dos palcos e levou para o Rock In Rio um show animado, previsível e sem grandes surpresas, mas que teve a função de apresentar as novas canções da banda e embalar o público com seus maiores sucessos, dentre eles, “Bring Me To Life” e “My Immortal”. Amy Lee mostrou a força de sua voz – marca registrada da banda – foi carismática e por isso deu conta do recado, deixando uma boa impressão. Mas o show passou longe de ser um dos mais lembrados do festival.
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System Of A Down
Por: John Pereira
O System Of A Down foi mais uma banda que eu esperava ver uma coisa e fui surpreendido com outra. A banda subiu ao palco e fez o que sabe: Tocar. Sem firulas, papeis, explosões ou qualquer outro subterfúgio que pudesse “iludir” o público, Serj Tankian colocou a galera para pular em grande parte das músicas. Banda afiada no palco, hits atrás de hits e um show competente. Se não teve firula (tá, teve o Serj dando umas ‘reboladinhas’, mas isso a gente releva), sobrou competência. Ponto alto da noite.
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Guns N’ Roses
Por: John Pereira
Após uma longa espera (causada pela chuva ou pela vontade de seu vocalista), o Guns N’ Roses subiu ao palco. Não vou entrar na discussão para definir se esse é o Guns ou só ‘a banda do Axl’ e muito menos dizer que ele ‘canta menos que no passado’. Quem viu a apresentação que fechou o Rock In Rio e também teve a oportunidade de conferir a passagem da banda pelo Brasil no ano passado percebeu que as coisas até melhoraram e ainda conseguem fazer um afago (ainda que ilusório) na grande maioria de seus fãs. O show vale por toda a expectativa que é criada, por Axl ainda tentar ser aquele vocalista excepcional dos anos 90 e pela banda que tenta fazer ao vivo algo próximo da formação clássica mas ainda tropeça nas suas limitações. Bom, se nada é como antes, você deve estar se perguntando porque diabos digo que o show vale a pena, certo? Eu te digo: Vale pelas músicas. Ou você vai dizer que não é ‘especial’ ouvir “Welcome To The Jungle”, “Estranged”, “Paradise City” ou “Sweet Child O’ Mine” ao vivo e saber que, em cima do palco, está (ou parece estar) o Guns N’ Roses?
Mini-Resenha: O domínio alternativo

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
E chegamos ao dia alternativo. Coldplay é o grande nome da noite, que ainda conta com o Maroon 5 (veia mais pop), Skank, Frejat e os mexicanos do Maná no palco mundo.
Confira abaixo um pouco do que foi o penultimo dia de Rock In Rio.
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Tiê + Jorge Drexler
Por: Ricardo Moreira
A MPB de Tiê e o Pop latino de Jorge Drexter dividiram o palco Sunset em um show leve e super relax que conseguiu segurar a ansiedade do público que esperava o começo dos shows principais do dia. Os cantores mostraram uma boa sintonia juntos e a plateia pode conferir a combinação da voz doce de Tiê com a voz calma de Drexter em canções como “Ao Otro Lado Del Rio” e “Na varanda da Liz”. A dupla encerrou com um cover, no mínimo interessante, de “Você Não Vale Nada”, do grupo brasileiro Calcinha Preta, com a banda de Drexter cantando em coro o refrão em espanhol.
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Frejat
Por: Ricardo Moreira
Frejat fez um show com um um set list de muito bom gosto e puro rock n’ roll, fazendo uma visita por diversas fases de sua carreira, desde a época do Barão Vermelho até a sua atual carreira solo. Pra quem achava, como eu, que seria um show fraco, devido a maior popularidade dos outros cantores escalados para o mesmo dia do festival, o cantor surpreendeu, animou e prendeu o público do começo ao fim com hits como “Exagerado” e “Puro Êxtase”.
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Skank
Por: John Pereira
Se alguém fosse definir a atração deste Rock In Rio que mais tem hits em sua carreira, o Skank entraria na briga com sede de vitória. Com um setlist que faz uma passagem por toda a sua carreira, a banda mineira é mais uma daquelas que sabem diferenciar um show para o seu público fiel e uma apresentação em festival. Com experiência de sobra na segunda modalidade e carregado de hits, impossível não dizer que esta foi a apresentação nacional de maior destaque no Rock In Rio.
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Maná
Por: Ricardo Moreira
Em um dos poucos dias em que o festival se mostrou realmente rock n’ roll, a banda Maná figurou no line-up com o seu pop rock latino e apresentou um show morno que poderia ser classificado como a hora do intervalo, ou seja, a hora de comer, beber e até mesmo enfrentar a fila quilométrica da tirolesa e foi exatamente isso o que alguns fizeram. Para aqueles que ficaram pra curtir o som, a banda brindou com sucessos como “Vir Sin Aire”, “Labios Compartidos” e “Corazon Espinado”, esta última teve participação do guitarrista brasileiro Andreas Kisser, e vale lembrar do enorme carinho que eles demonstraram pelo Brasil exibindo bandeiras do país, falando em português e interagindo o tempo todo com o público.
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Maroon 5
Por: Taty Perry
Os fãs de Jay-Z podem até ter ficado desapontados com a confirmação do Maroon 5 no lugar do rapper no palco mundo da penúltima noite do festival, mas a banda americana empolgou o público numa mistura dançante das músicas mais recentes, como “Moves Like Jagger”, que abriu o show, e dos grandes hits como “Sunday Morning” e “She Will Be Loved”, sem falar no carisma e simpatia do vocalista Adam Levine que conquistou o público, principalmente o feminino, da cidade do rock.
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Coldplay
Por: Taty Perry
Com um show de luzes, papéis picados e muita animação por parte do vocalista Chris Martin, o Coldplay fez o que pode ser considerado um show perfeito no encerramento da sexta noite do festival. Para quem esperava um show parecido com aquele feito no Brasil em 2010, na turnê Viva la Vida, o grupo inglês surpreendeu ao optar por um repertório recheado de hits, mas também de canções do álbum novo, que será lançado neste mês. Como sempre, Chris Martin parecia estar se sentindo a vontade e se divertindo em cima no palco, totalmente correspondido pelo público lá embaixo. O ponto alto, ficou por conta da homenagem a Amy Winehouse, quando, no piano, Chris entoou o refrão de “Rehab”, um dos maiores sucessos da cantora, seguido por “Fix You”, dando ainda mais emoção à música. Pena que passou tão rápido!
Mini-Resenha: Mais um dia pop…
A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
30 de setembro e, talvez, os grandes olhares da noite estavam ligados na recepção do público a Ivete Sangalo e no que Shakira faria no palco. Ou seja, mais um dia pop no Rock In Rio.
Abaixo, você confere um pouco do que rolou no dia.
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Jota Quest
Por: Mari Duarte
Os mineiros do Jota Quest abriram a apresentação com “É Preciso” e levaram o público ao delírio com hits como “Na Moral”, “Além do Horizonte” e “Sempre Assim” e, com destaque para “Só Hoje”, um dos momentos mais emocionantes do show com um coro fantástico do público. O show terminou com “Do Seu Lado”, outro hit da banda que não deixou a galera ficar parada.
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Ivete Sangalo
Por: Mari Duarte
Ivete Sangalo subiu ao Palco Mundo do Rock in Rio pra mostrar que em um evento rotulado pelo rock, o axé brasileiro também tem espaço. Com um carisma e uma presença de palco invejável, a cantora conquistou o público logo de início com “Acelera Aê”, “Abalou” e “Festa”. Voltando as origens, Ivete representou com um medley de “Eva”, “Alô Paixão” e “Beleza Rara”. A cantora desceu do palco, passou pela galera e ainda arriscou covers de “Easy” (do Commodores) e “More Than Words” (Extreme).
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Lenny Kravitz
Por: John Pereira
Tá aí um dos caras que mais sabem fazer hits no mundo. E isso não é exagero. Todo mundo conhece pelo menos uma música de Lenny Kravitz e o músico ainda carrega consigo a capacidade de produzir hits. Com um bom show, mas que só empolgou nos hits, Lenny apresentou aos brasileiros seu novo álbum Black and White America e, mesclando músicas novas com seus clássicos, teve altos e baixos no palco. Certamente, mais um show que funcionaria bem mais se tivesse no público apenas fãs e, mesmo sendo conhecido por muitos, dizer que tinha muitos fãs na platéia era demais. Até para o Lenny.
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Shakira
Por: Mari Duarte
Shakira encantou a Cidade do Rock no quinto dia de festival. Com muito carisma, a cantora abriu o show com o hit “Estoy Aqui” e interagiu muito com público, falando em português. Com troca de figurino durante o show, ela também convidou Ivete Sangalo e as duas cantaram juntas a música “País Tropical”. Além da animação com a parceria no palco, o público representou também em “Waka Waka” e “Hips Don’t Lie”.
Mini-Resenha: O dia de Stevie Wonder

A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
O dia 29 de setembro foi o último a ser confirmado, mas nem por isso ficou devendo em relação aos demais dias. Só o headliner da noite, Stevie Wonder, deve ter embalado a vida de 8 entre 10 presentes na Cidade do Rock antes de sua passagem pelo festival. Fora ele, tinha Jamiroquai, Ke$ha, Janelle Monáe, Joss Stone e uma bela homenagem a uma das célebres bandas do rock nacional: a Legião Urbana.
Abaixo, um pouco do que rolou no dia.
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Joss Stone
Por: Taty Perry
A inglesa de pés descalços, vestido longo e cabelos revoltos esbanjou simpatia em cima do palco e criou um clima intimista, mesmo em um show para milhares de pessoas. Conversando com o público o tempo todo, Joss privilegiou as músicas de seu novo álbum LP1, como “Karma” e “Newborn”, mas claro, sem se esquecer de hits como “Right To Be Wrong”. E, embora nem todos conhecessem as músicas novas, o público ficou com ela o tempo todo, fazendo daquela, uma das maiores apresentações do Palco Sunset até agora.
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Janelle Monáe
Por: John Pereira
Janelle subiu ao Palco Mundo do Rock In Rio com certa desconfiança. Muitos se perguntavam quem era aquela cantora que, até então, estava “roubando” espaço da Joss Stone no palco principal do festival? A resposta não poderia ser dada de forma melhor e Monáe surpreendeu a muitos, inclusive a mim. Nunca tinha visto algo ao vivo dela e, logo de início, a intimação feita ao público com “Dance or Die” deixou claro o que viria adiante. Com coreografias, presença de palco e boas músicas, era difícil não conquistar o público. A norte-americana ainda fez um cover de “I Wan’t You Back”, do Jackson 5 e, naquele momento, o jogo já estava ganho, pelo menos pra mim. Um dos pontos altos do festival, com toda certeza.
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Ke$ha
Por: Mari Duarte
Com um show no mínimo polêmico, a cantora Ke$ha tentou fazer uma apresentação exótica e acabou sendo chamada de louca por grande parte do público que acompanhava o show. Sem se preocupar com a voz, ela focou em alguns gritos e na dança. Dentre o repertório, hits como “Animal” e “Tik Tok” agitaram a galera presente no Rock in Rio.
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Jamiroquai
Por: John Pereira
Mais morno que o clima daquela quinta foi o show do Jamiroquai. Ok, a banda é competente no palco, Jay Kay ainda terá o meu respeito (mesmo com um setlist no mínimo estranho) como músico e vocalista mas, sabe quando a sensação de que ficou faltando algo fica com você durante todo o tempo? Foi o que senti vendo o show. As músicas novas soam bem ao vivo, Jay ainda tem um dos vocais mais impressionantes mas o show não funcionou tão bem o quanto esperava. Salvo momentos como “Love Foolosophy” e “Cosmic Girl”, foi algo bem burocrático. O que, definitivamente, não é a cara do Jay Kay.
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Stevie Wonder
Por: John Pereira
Poderia resumir todas as palavras com adjetivos como ‘lenda’, ‘mito’, ‘gênio’, mas ainda assim não explicaria a minha sensação ao ver o show de Stevie Wonder. O cantor fez o show mais emocionante do festival e, em pouco mais de duas horas, embalou e relembrou muitas histórias com músicas como “Visions”, “I Just Call to Say I Love You”, “Another Star” e, com o auxílio de sua filha Aisha Morris, fez muitos irem as lágrimas com a versão em inglês de “Garota de Ipanema” (que o público cantou em português) seguida por um trecho de “Você Abusou”, de Antônio Carlos e Jocafi. Difícil traduzir tudo em palavras, mas se eu tivesse uma lista de 1001 shows que queria ter visto de forma presencial, esse certamente estaria entre os 5 primeiros.
Mini-Resenha: Guitarras e o dia 25 de setembro
A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
No terceiro dia do festival, a cor preta assumiu o controle da Cidade do Rock que pode conferir um dia com doses cavalares de riffs, gritos e tudo aquilo que nomes tradicionais do metal nacional e internacional sabem fazer.
Você confere agora um pouco do que rolou no dia.
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Matanza + B Negão
Por: John Pereira
Abertura melhor impossível. O Matanza deu início ao terceiro dia do festival como se estivesse no quintal de casa. Assumiu o Palco Sunset e deu ao publico o que o público queria, suas melhores músicas. Cerca de 10 mil pessoas acompanharam a banda capitaneada por Jimmy London em um setlist de 18 músicas, que incluiu “Dança do Patinho”, música do convidado B Negão e do seu Seletores de Frequência.
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Sepultura + Tambours du Bronx
Por: John Pereira
O grande show da noite no Palco Sunset. A mistura do Sepultura com o grupo de percursão francês deixou músicas como “Territory” e “Roots Bloody Roots” ainda mais incríveis de se ouvir. Apesar de alguns problemas enfrentados no palco durante o dia (que gerou atrasos e fizeram a apresentação ‘encavalar’ na abertura do Palco Mundo), o Sepultura fechou bem os trabalhos naquele dia e deixou, principalmente em mim, a sensação de que aquela apresentação ficaria bem interessante no palco do lado.
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Coheed And Cambria
Por: John Pereira
Foi um show até interessante, mas longe de empolgar a grande maioria dos presentes. Desconhecidos por muitos, os norte-americanos subiram ao palco e encararam um público que já não estava muito disposto a esperar o ‘trio de ferro’ da noite. A mistura de Heavy Metal, Hard Rock e elementos progressivos casaram com o dia e a banda deu ao público um show competente, mas que só empolgou mesmo quando tocaram “The Tropper”, do Iron Maiden.
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Motörhead
Por: John Pereira
Nunca fui fã assíduo e apaixonado pelo trabalho do Motörhead. Conheço o suficiente para ter uma curiosidade de ver Lemmy ao vivo e, pelo menos em partes, pude satisfazer minha curiosidade. Com um setlist recheado de clássicos, a passagem do Motörhead pelo Rock In Rio foi de se tirar o chapéu. Não só por Lemmy, mas também por Mickey Dee e Phil Campbell. Para fechar, “Ace Of Spades” e “Overkill” coroaram um bom show, sem altos e baixos.
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Slipknot
Por: John Pereira
Posso dizer que esse era um dos shows que eu mais tinha curiosidade de ver em todo o festival e, com uma sequência de músicas de seu primeiro álbum, a banda deu início a sua incrível apresentação do Rock In Rio. “Eyeless” e “Wait And Bleed” ditaram o ritmo inicial e já deixaram claro que, além das músicas, os efeitos pirotécnicos, mecânicos e as performances de cada um dos músicos seriam o ponto alto do show. Corey Taylor coordenou toda a balburdia feita na Cidade do Rock e deixou o palco com a sensação de missão cumprida. Mais do que isso, saiu do palco deixando a impressão de que aquele certamente será lembrado como um dos melhores shows do festival.
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Metallica
Por: John Pereira
Era a atração mais esperava e, nesse caso, já entra no palco com o jogo na mão. Claro que o Metallica não precisava disso, já que eram muitos anos sem tocar no Rio de Janeiro. “Ride The Lightning”, “Creeping Death” e outras músicas antigas da banda deram o tom inicial da apresentação e a recepção do público não podia ser melhor. Dois grandes momentos, pra mim, foram durante “Whiplash” e “Seek And Destroy”, que colocaram ponto final em (mais uma) grande apresentação do Metallica no Brasil.
Mini-Resenha: 24 de setembro na Cidade do Rock
A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
E o segundo dia de evento reservou algumas boas emoções para o público. Desde a parceria entre Marceli Yuka, Cibelle, Karina Buhr e Amora Pêra no Palco Sunset até os últimos acordes de “Give It Away” do Red Hot Chili Peppers no Palco Mundo, o que não faltou foram “acontecimentos” para serem registrados.
E é isso que começamos a contar a partir de agora.
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Tulipa Ruiz + Nação Zumbi
Texto: John Pereira
Foto: Rodrigo Esper/Grudaemmim

Tinha tudo para ser um bom show e, em alguns momentos, funcionou. Só em alguns momentos. Uma das combinações mais esperadas do Palco Sunset em todo festival acabou não empolgando tanto o público presente, apesar da competência de cada um dos envolvidos. Foram 50 minutos onde apenas as músicas mais conhecidas da Nação Zumbi fizeram o público se empolgar, como aconteceu em “Manguetown”, por exemplo.
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NX Zero
Texto: Mari Duarte
Foto: Fernando Schlaepfer/Grudaemmim

O NX Zero abriu a noite do dia 24 no Palco Mundo do Rock in Rio com o hit “Só Rezo”, que contou com a participação de Emicida. Com riffs bem definidos do guitarrista Gee Rocha, a banda seguiu a apresentação com sucessos como “Pela Última Vez”, “Cedo ou Tarde” e a nova “Não é Normal”. “Driblando” algumas vaias, o Nx se mostrou confiante não só musicalmente, mas também na forma de interagir no público, que estava presente principalmente para conferir a apresentação dos californianos do Red Hot Chili Peppers. Terminando o show com a tão conhecida “Razões e Emoções”, o Nx deixou o palco realizado em tocar em um evento tão importante, no ano em que a banda completa 10 anos de carreira.
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Stone Sour
Texto: John Pereira
Foto: Fernando Nipper/grudaemmim

Era a primeira noite de Corey Taylor comandando o Palco Mundo no Rock In Rio. Ele, que voltaria no dia seguinte com o Slipknot, apresentou o primeiro show do Rock In Rio onde as guitarras e gritos desejados por muitos estavam presentes. E, se não tinha Roy Mayorga na bateria, lá estava Mike Portnoy. Substituição a altura e que nem foi sentida pelo público. Taylor interagiu, pediu participação, apresentou um setlist interessante, mas ficou faltando algo. Talvez o Stone Sour estivesse no “dia errado”, talvez a platéia já estivesse ganha pelo headline da noite. O importante é que o recado foi dado. E, certamente, Taylor juntou alguns novos fãs para o rebanho Stone Sour. Eu que o diga.
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Capital Inicial
Texto: John Pereira
Foto: Maurício Santana/Grudaemmim

Sabe aquelas bandas que sabe conquistar o público de um festival, mesmo quando não é a atração mais esperada? O Capital Inicial faz parte deste grupo a um bom tempo e, pelo menos pra mim, este comportamento “diferenciado” da banda para tocar em shows só seus e em festivais é um ponto a ser destacado (e aplaudido). Enfileirando hits de sua extensa carreira, a banda de Brasília levou o público ao seu lado do início ao fim, fazendo a melhor apresentação do festival até naquele momento.
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Snow Patrol
Texto: Taty Perry
Foto: Marcelo Mattina/Grudaemmim

Os britânicos do Snow Patrol foram a quarta banda a subir no palco mundo na segunda noite do Rock in Rio e embora grande parte do público estivesse ali a espera do Red Hot Chili Peppers, eles fizeram um show considerado perfeito por quem é fã da banda, intercalando músicas novas com grandes sucessos e tornando o rock in rio um grande coral com “Open Your Eyes”.
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Red Hot Chili Peppers
Texto: John Pereira
Foto: Fulvio Maia/Grudaemmim

Estranho dizer, mas a idade chegou para os Chili Peppers e, mais estranho ainda, é dizer que isso não faz a menor diferença para Anthony, Flea e Chad. Os três, ao lado do “menino” Klinghoffer mesclaram músicas novas com grandes sucessos da história da banda, que ganharam arranjos um pouco diferentes, sobretudo nas guitarras. Alguns podem ter sentido falta de Frusciante, mas eu achei Klinghoffer bem a vontade no palco. Não tanto o quanto gostaria, mas o suficiente para dar ao público um bom show. Melhor que isso foi ver que músicas como “Monarchy Of Roses”, “Look Around” e “Factory Of Faith” funcionam ao vivo. Agora é sentar e esperar a banda voltar com a turnê redondinha.
Mini-Resenha: Rock In Rio e o dia 23 de setembro
A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
O dia 23 de setembro marca oficialmente a “volta pra casa” do Rock In Rio. Seja com a apresentação de dois dos “dinossauros” do rock nacional, um show colorido e criativo ou com a oportunidade de ver Milton Nascimento cantando Queen, o dia deixou momentos positivos (e outros nem tanto) na cabeça dos presentes ou de quem acompanhou o evento direto do conforto do lar.
O que achamos do primeiro dia? Confira logo abaixo.
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Titãs + Paralamas
Por: John Pereira
A missão de abrir um festival muitas vezes é ingrata e cercada de olhares e expectativa. Mesmo quando se trata de duas das mais emblemáticas bandas do cenário nacional, isso pode trazer certo peso. Apesar disso, Titãs e Paralamas fizeram um dos melhores shows (senão o melhor) da primeira noite de Palco Mundo. Acompanhados da Orquestra Sinfônica e com participações de Milton Nascimento (aceitável) e Maria Gadú (nem tanto), as bandas mesclaram seus clássicos, deixando mais uma boa impressão.
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Claudia Leitte
Por: John Pereira
Poderia dizer que o show me pareceu mais um episódio da série “o estranho no ninho” mas essa história de mesclar gêneros já é algo tão comum no Rock In Rio que nem vale render o assunto. Quem gosta da Claudia certamente gostou do show (e estão no seu direito de gostar, afinal pagaram por isso), quem não curte o gênero se manifestou (e também estão no seu direito, apesar de que ninguém obrigou cada um a ver a apresentação) e eu, que vi algumas partes do show, fiquei com a sensação de que o espaço poderia/deveria ter sido ocupado por outro artista de outro gênero. Se bem que poderia ter sido pior. Carlinhos Brown que o diga.
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Katy Perry
Por: Tatiana Perry
Katy Perry foi a terceira atração a subir no Palco Mundo na primeira noite do Rock in Rio e, embora ela possa ter parecido ofegante e sua voz um pouco estranha em alguns momentos, a americana compensou o que quer que fosse com muito carisma, sensualidade e com todos os seus grandes hits, de “I Kissed a Girl” a “Firework”, passando por “Peacock” e “Teenage Dream”.
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Elton John
Por: John Pereira
Elton John é um dos ícones da música mundial e, assim como todos os demais ícones, merece um tratamento diferenciado quando a coisa já não está tão boa. Fez um bom show, mas arrastado em muitos momentos. Nos melhores deles, o destaque vai mais pela história por trás de suas músicas, como no caso de “Skyline Pigeon”, do que pela interpretação no Rock In Rio. O que faltou em um ponto acabou sendo compensado em outro com muito carisma, muitos hits e a sensação de que Elton ainda é capaz de emocionar, embora saiba fazer melhor.
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Rihanna
Por: John Pereira
As quase duas horas de atraso marcaram a apresentação de Rihanna no Rock In Rio. Segundo alguns, o atraso aconteceu por causa de uma festinha no camarim da Katy Perry após a sua apresentação. Outros afirmam que a cantora foi parar num hospital carioca por causa de dores de garganta. Seja qual for a verdade, isso influenciou diretamente no show, que não foi ruim mas foi o resumo de toda a sua passagem pelo Brasil. Show básico, burocrático em alguns momentos e, dessa vez, com Rihanna cantando menos e jogando mais a cantoria pro público (“California King Bed” que o diga). O resultado agradou o público que não arredou o pé da Cidade do Rock, mas esperava mais dela desde o show que vi em Belo Horizonte.
















































