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	<title>Audiograma &#187; Lançamentos</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>Lançamentos: Lana Del Rey &#8211; Born To Die</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:44:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Lana Del Rey]]></category>

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		<description><![CDATA[Elizabeth Grant, ou Lana Del Rey, é a mais nova cantora a conquistar novos horizontes. Com apenas 25 anos, está prestes a lançar o seu primeiro álbum “Born to die” que já está circulando na internet. Em outubro de 2010, o primeiro single “Video Games” lançado pela gravadora “Stranger Records” conquistou a 5ª posição no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://c438342.r42.cf2.rackcdn.com/wp-content/uploads/2011/12/lana-del-rey-born-to-die.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/layout/reviews/8.gif" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">Elizabeth Grant, ou<strong> Lana Del Rey</strong>, é a mais nova cantora a conquistar novos horizontes. Com apenas 25 anos, está prestes a lançar o seu primeiro álbum “<strong>Born to die</strong>” que já está circulando na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outubro de 2010, o primeiro single “<em>Video Games</em>” lançado pela gravadora “<em>Stranger Records</em>” conquistou a 5ª posição no Itunes Album Charts e foi incluída na série de TV “<em>Ringers</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Born To Die</em>” é o segundo single escolhido do álbum e o videoclipe lançado no You Tube deve completar 14 milhões de visualizações em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente se apresentou no programa <em>Saturday Night Live</em> e recebeu duras críticas por parecer desconfortável no palco. A questão é que independente desta performance, o novo álbum traz um ritmo relaxante e diferente da moda dance que figura os charts mundiais. Atualmente, Lana está por conta da Insterscope Records e diz que entre suas influências musicais podemos citar<strong> Bob Dylan, Kurt Cobain</strong> e até mesmo <strong>Britney Spears</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">No álbum podemos destacar as músicas  <em>“Diet Mtn Dew</em>”, “<em>Blue Jeans</em>”, <em>“National Anthem”</em> e <em>“Off To Races”</em>.  Apesar de não estar disponível no álbum, a faixa “Kinda Outta Luck” foi divulgada na internet e completa a lista de boas canções que poderiam se encaixar perfeitamente em seu disco de estréia. O álbum não é comercial e não possui nenhuma música chiclete, mas peca por ter deixado outras canções de fora da tracklist final.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do dia 31 de janeiro &#8220;<strong>Born To Die&#8221;</strong> estará disponível nas lojas digitais e físicas e, sem dúvidas, é uma das grandes promessas de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Lana Del Rey &#8211; Born To Die</strong></p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 31 de janeiro de 2012<br />
<strong>Gravadora:</strong> Interscope<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop Rock / Indie Pop<br />
<strong>Produção:</strong> Justin Parker, RoboPop<strong></strong></p>
<p>Faixas:<br />
01. Born to Die<br />
02. Off to the Races<br />
03. Blue Jeans<br />
04. Video Games<br />
05. Diet Mountain Dew<br />
06. National Anthem<br />
07. Dark Paradise<br />
08. Radio<br />
09. Carmen<br />
10. Million Dollar Man<br />
11. Summertime Sadness<br />
12. This Is What Makes Us Girls</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2012%252F01%252Flancamentos-lana-del-rey-born-to-die%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FAbZLSE%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Lana%20Del%20Rey%20-%20Born%20To%20Die%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Fresno &#8211; Cemitério das boas intenções</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 13:32:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Rabello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Fresno]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistindo um programa chamado “Rock Estrada” apresentado pelo canal Multishow, pude conhecer um pouco da carreira solo do vocalista da banda Fresno e do Beeshop. Esse programa apresenta a vida, como sugere em seu título, na estrada de músicos de rock. Nesse episódio, Lucas é um músico e como qualquer outro artista, quer mostrar seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8480" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Fresno-Cemitério-das-Boas-Intenções.jpg" alt="" width="350" height="350" /><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/layout/reviews/7.gif" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">Assistindo um programa chamado “Rock Estrada” apresentado pelo canal Multishow, pude conhecer um pouco da carreira solo do vocalista da banda <strong>Fresno</strong> e do <strong>Beeshop</strong>. Esse programa apresenta a vida, como sugere em seu título, na estrada de músicos de rock. Nesse episódio, <strong>Lucas</strong> é um músico e como qualquer outro artista, quer mostrar seu som, de cara limpa, plugar seu instrumento e cantar as músicas que compôs.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi com esse espírito “do it yourself” que em dezembro de 2011, a banda de <strong>Lucas</strong>, a <strong>Fresno</strong>, disponibilizou em seu site e no facebook um EP com 4 faixas, o primeiro de uma série de 3 EP&#8217;s temáticos, intitulado <strong>&#8220;Cemitério das boas intenções&#8221;</strong>. Esse trabalho inicia uma nova fase da banda, independente, sem a <strong>Universal</strong> e sem <strong>Rick Bonadio</strong>. Aparentemente sem pensar em estratégias comerciais, a <strong>Fresno </strong>começa a fazer aquilo que uma banda de rock normalmente faz: confusão. Tanto no som quanto nas letras do ep, muitas posições são tomadas, pontos de vista quanto a religião, mídia, ego, solidão, hipocrisia, letras que criticam a sociedade contemporânea, a falta de valores, a superficialidade no mundo. Um tom amadurecido, mas que ainda é voltado para seu público, de maioria adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">No cenário de caos sugerido pelas letras, a sonoridade da banda acompanha a idéia. O som está mais pesado, agressivo. A primeira faixa, <em>“Crocodilia”</em>, tem trechos que lembram muito <em>&#8220;Slither&#8221;</em> da banda Velvet Revolver, principalmente pelas guitarras e um grito no final do riff principal. A faixa seguinte <em>“A Gente Morre Sozinho”</em>, a mais sombria, remete a bruxaria e é o ponto alto do EP, principalmente por sua harmonia e melodia. <em>“Não vou mais”</em> é uma música que dosa partes suaves com partes pesadas. A última música do EP, <em>“Relato de um homem de bom coração”</em> é uma regravação do último cd, <strong>Revanche</strong>, música que destoa das outras três, um bom tema para a novela Malhação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tecnicamente, o EP apresenta falhas graves tanto na produção quanto pós produção. O som ficou embolado, o que de certa maneira, até contribuiu para um clima sombrio no ep. No final não sei dizer se é uma evolução da banda pois de fato não conheço sua história. Mas o que posso dizer é que existe uma estratégia de trabalho nesse EP. Para baixar o ep gratuitamente pelo facebook é necessário “curtir” a banda. A <strong>Fresno</strong> aprendeu a trabalhar com a gravadora, lançou poucas músicas, possibilitando três momentos de novidade para a mídia e para o público. Nos lançamentos de cada EP os fãs digerem aos poucos o som em seus smatphones e mp3 players. Para atender a  gostos diferentes, foram produzidas quatro músicas diferentes, mesclando o rock pesado com suaves harmonias. Dessa forma, a banda consegue atender demandas diferentes. Ela soa como uma banda de rock que faz música autoral, e principalmente sem rótulos, isso, caso não estivesse escrito <strong>Fresno</strong> na capa, que por sinal, tem quatro bois no meio do mato. Serão filhos de <strong>Atom Heart Mother</strong>?</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Fresno <strong>–</strong> Cemitério das boas intenções</strong></p>
<p><strong><strong>Lançamento:</strong></strong> 12 de dezembro de 2011<strong><br />
<strong>Gravadora:</strong> </strong>Independente<strong><br />
<strong>Gênero:</strong></strong> Rock<strong><br />
<strong>Produção:</strong></strong> Lucas Silveira &amp; Rodrigo Tavares</p>
<p style="text-align: left;">Faixas:<br />
01. Crocodilia<br />
02. A Gente Morre Sozinho<br />
03. Não Vou Mais<br />
04. Relato de Um Homem de Bom Coração (acústico)</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2012%252F01%252Flancamentos-fresno-cemiterio-das-boas-intencoes%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Fresno%20-%20Cemit%C3%A9rio%20das%20boas%20inten%C3%A7%C3%B5es%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Nickelback – Here And Now</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 16:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Nickelback]]></category>

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		<description><![CDATA[O Nickelback é daquelas bandas e, que as pessoas são claramente obrigadas a se posicionar entre o amo ou odeio. Eu já amei, já odiei e hoje sou bem neutro com relação ao trabalho do grupo liderado por Chad Kroeger. Se me tornei fã na época de “Leader Of Man”, “Cowboy Hat” e achei que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/nickelback_han.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/layout/reviews/4.gif" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Nickelback</strong> é daquelas bandas e, que as pessoas são claramente obrigadas a se posicionar entre o amo ou odeio. Eu já amei, já odiei e hoje sou bem neutro com relação ao trabalho do grupo liderado por <strong>Chad Kroeger</strong>. Se me tornei fã na época de <em>“Leader Of Man”</em>, <em>“Cowboy Hat”</em> e achei que <em>“How You Remind Me”</em> era o máximo de pop que a banda faria, fui surpreendido com os álbuns que se seguiram.</p>
<p style="text-align: justify;">Peguei o sétimo álbum de estúdio, <strong>Here And Now</strong>, com certa desconfiança para ouvir. Apesar de estar numa fase neutra, sempre olho com um olho meio torto pro Nickelback pelos seus últimos dois álbuns, <strong>All The Right Reasons</strong> e <strong>Dark Horses</strong>. Músicas como <em>“This Means War”</em>, <em>“Bottoms Up”</em> e <em>“Midnight Queen”</em> tentam buscar as guitarras de All The Right Reasons, o que talvez é o único ponto positivo do álbum lançado em 2005. <em>“Midnight Queen”</em>, aliás, pode ser vista como uma das melhores músicas do disco.</p>
<p style="text-align: justify;">No mais, a banda bebe exaustivamente no pop chiclete que a consagrou. Não que eu considere um defeito, até porque Here And Now é, pra mim, o melhor disco do Nickelback desde o sucesso com <em>“How You Remind Me”</em>. Apesar disso, músicas como <em>“Lullaby”</em>, <em>“Trying Not To Love You”</em> e <em>“When We Stand Together”</em> podem parecer legais numa primeira audição, mas possuem potencial mais do que suficiente para atrair novos “haters” para o clube anti-nickelback, devido ao seu potencial para tocar em rádio e TV de forma exaustiva. <em>“When We Stand Together”</em>, aliás, é o primeiro single do álbum&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Após o final com <em>“Don’t Ever Let It End”</em>, continuo neutro com relação à banda. Apesar de lançar um álbum melhor que os dois últimos, o mais do mesmo continua se fazendo presente em cada uma das 11 faixas. A grande aposta do Nickelback é a de que o ‘mais do mesmo’ pode ser bom em alguns momentos e, não vou negar, serão muitos os que me verão ouvindo <em>“Midnight Queen”</em> por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou daqueles que dizem que a banda mudou demais ao longo dos anos, mas ainda sinto falta daquele Hard Rock dos primeiros álbuns. Sinto falta de ouvir algo como <em>“Old Enough”</em> ou <em>“One Last Run”</em>. Mas os tempos são outros&#8230; e a pegada do Nickelback é outra.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nickelback – Here And Now</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 21 de novembro de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Universal/Roadrunner<br />
<strong>Gênero:</strong> Hard Rock / Pop<br />
<strong>Produção:</strong> Nickelback, Joey Moi &amp; Brian Howes</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. This Means War<br />
02. Bottoms Up<br />
03. When We Stand Together<br />
04. Midnight Queen<br />
05. Gotta Get Me Some<br />
06. Lullaby<br />
07. Kiss It Goodbye<br />
08. Trying Not To Love You<br />
09. Holding On To Heaven<br />
10. Everything I Wanna Do<br />
11. Don’t Ever Let It End</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F12%252Flancamentos-nickelback-here-and-now%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fvh0EvU%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Nickelback%20%E2%80%93%20Here%20And%20Now%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Melanie C &#8211; The Sea</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Melanie C]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das ex-Spice Girls mais bem sucedidas em carreira solo está de volta com o novo álbum chamado The Sea. Trabalhando em sua gravadora independente (Red Girl Records), Melanie C apresenta neste trabalho a música &#8220;Rock Me&#8221; (tema da Copa do Mundo Feminina de 2011), a dançante &#8220;Think about it&#8221; e o novo single &#8220;Weak&#8220;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/-IpZN3iUZe54/TmO1SjCqXII/AAAAAAAAHZI/QzOq11UeI1g/s1600/MCSEA.png" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/layout/reviews/8.gif" alt="" width="115" height="115" />Uma das ex-Spice Girls mais bem sucedidas em carreira solo está de volta com o novo álbum chamado <strong>The Sea</strong><span class="Apple-style-span">. Trabalhando em sua gravadora independente (Red Girl Records), <strong>Melanie C</strong> apresenta neste trabalho a música &#8220;</span><em>Rock Me</em><span class="Apple-style-span">&#8221; (tema da Copa do Mundo Feminina de 2011), a dançante &#8220;</span><em>Think about it</em><span class="Apple-style-span">&#8221; e o novo single &#8220;</span><em>Weak</em><span class="Apple-style-span">&#8220;.</span></p>
<p style="text-align: justify">Para muitos, Mel C seguiria a linha dance das duas primeiras músicas de trabalho, porém o álbum traz o pop rock dos álbuns anteriores (<strong>This Time</strong> e <strong>Beautiful Intentions</strong>) com letras profundas e melodias bem trabalhadas.</p>
<p style="text-align: justify">O disco conta a com a produção de <strong>Andy Chatterley</strong>, o mesmo que trabalhou em Aphrodite de <strong>Kylie Minogue</strong>, e conquistou o primeiro lugar entre os álbuns mais vendidos no Reino Unido. Mel C escreveu quase todas as faixas do álbum com diversas parcerias.</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de dizer em seu Twitter que gostaria de vir fazer shows no Brasil, The Sea não foi lançado por aqui. No Reino Unido o disco atingiu a 6ª posição no Indie Charts.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ffffff">.</span></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Melanie C &#8211; The Sea</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Lançamento:</strong> 02 de setembro de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Red Girl / Warner<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop / Dance / Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Andy Chatterley e Melanie C</p>
<p style="text-align: justify">Faixas:<br />
01. The Sea<br />
02. Weak<br />
03. Think About It<br />
04. Beautiful Mind<br />
05. One by One<br />
06. Stupid Game<br />
07. All About You<br />
08. Burn<br />
09. Drown<br />
10. Get Out of Here<br />
11. Enemy</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F11%252Flancamentos-melanie-c-the-sea%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Melanie%20C%20-%20The%20Sea%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Joe Jonas &#8211; Fastlife</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2011/10/lancamentos-joe-jonas-fastlife/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 13:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Jonas]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do do sucesso mundial com os irmãos, não vou falar sobre Jonas Brothers. Todo esse “blá blá blá” de astro-teen fica de lado no recém lançado Fastlife, novo (e primeiro) disco solo de Joe Jonas. Se eu não soubesse da origem e de como começou a carreira de Joe, eu não apostaria que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/joejonas_f.jpg" alt="" width="350" height="350" />Apesar do do sucesso mundial com os irmãos, não vou falar sobre <strong>Jonas Brothers</strong>. Todo esse “blá blá blá” de astro-teen fica de lado no recém lançado <strong>Fastlife</strong>, novo (e primeiro) disco solo de <strong>Joe Jonas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Se eu não soubesse da origem e de como começou a carreira de Joe, eu não apostaria que ele teria vindo da Disney. Não que as coisas vinda de la sejam ruins, porque não são, muito pelo contrário é tudo muito bem produzido e bem feito, mas é que o amadurecimento no trabalho solo do Joe é tão grande, que nem parece que ele já foi uma “criança da Disney”.</p>
<p style="text-align: justify;">Joe Jonas cresceu fisicamente e cresceu musicalmente. Deu um “pulo” enorme dos trabalhos com os irmãos para o trabalho atual. Ele agora aposta em um pop mais maduro, bem mais trabalhado nos vocais e com uma mistura de eletro, que dificilmente vai te deixar parado enquanto escuta.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira música de trabalho é <em>&#8220;See No More&#8221;</em>. Com um clipe bem posicionado, principalmente na parte fotográfica, Joe aposta no som, na sensualidade e, diga-se de passagem, ele acertou no que fez.  <em>&#8220;Just in Love&#8221;</em> é a música de trabalho seguinte, com uma letra mais sussurrada e com back vocais muito bem trabalhados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma pegada mais pop e mais dançante em <em>&#8220;All this Time&#8221;</em> e <em>&#8220;Fastlife&#8221;</em>, além de uma balada (sem perder todo o contexto do disco) com <em>&#8220;Sorry&#8221;</em>, Joe faz um novo som que podemos comparar ao de <strong>Justin Timberlake</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O disco em si é um trabalho interessante, é algo bem mais criativo e mais liberal para Joe, do que o trabalho com os irmãos. Se ele é o “novo” Timberlake, ainda é cedo pra dizer. Mas, se continuar nesse caminho, Joe mostra que tem ainda muito mais para oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Joe Jonas &#8211; Fastlife</strong></p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 11 de outubro de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Hollywood Records<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop<br />
<strong>Produção:</strong> Danja, Rob Knox, Brian Kennedy, Adonis Shropshire, Hit-Boy</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. All This Time<br />
02. Just in Love<br />
03. See No More<br />
04. Love Slayer<br />
05. Fastlife<br />
06. Make You Mine<br />
07. Sorry<br />
08. Kleptomaniac<br />
09. Not Right Now<br />
10. Take It and Run<br />
11. Lighthouse<br />
12. Just in Love  (Feat. Lil Wayne)</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F10%252Flancamentos-joe-jonas-fastlife%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Joe%20Jonas%20-%20Fastlife%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: We Are The In Crowd &#8211; Best Intentions</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 17:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mari Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[We are the in crowd]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira vez que ouvi o som do WATIC foi em 2010 e eles estão na estrada desde 2008, desde New York e em 2012 tocarão em solo brasileiro. A banda americana que começou a se destacar na internet e mais tarde na Warped Tour, divide os vocais entre Tayor Jardine e Jordan Eckes, trazendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/wearetheincrowd_bi.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira vez que ouvi o som do <strong>WATIC</strong> foi em 2010 e eles estão na estrada desde 2008, desde New York e em 2012 tocarão em solo brasileiro. A banda americana que começou a se destacar na internet e mais tarde na Warped Tour, divide os vocais entre <strong>Tayor Jardine</strong> e <strong>Jordan Eckes</strong>, trazendo o seu melhor no primeiro álbum em estúdio: <strong>Best Intentions</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Confesso que pelo que ouvi do primeiro EP (<strong>Guaranteed To Disagree</strong>), o Best Intentions passou a ser um dos álbuns que eu mais esperava para esse final de 2011. O primeiro single, <em>&#8220;Rummor Mil&#8221;</em>, que foi lançado um pouco antes do álbum, veio com os vocais bem mais revezados e com uma Taylor Jardine dando bem mais da sua voz.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas baladas no álbum (<em>&#8220;Kiss Me Again&#8221;</em>, <em>&#8220;All or Nothing&#8221;</em>), trazem um pouco de nostalgia, te levam a pensar que seriam trilhas ideais para uma comédia romântica. O WATIC leva bem esse lado das composições com letras sentimentais e não perderam isso no Best Intentions, muito pelo contrário, aprimoraram mais ainda com os arranjos mais delicados e bem mais trabalhados nos acompanhamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que considerei como um dos maiores crescimentos da banda do EP para o álbum em estúdio é a bateria do Best Intentions. <strong>Rob Chianelli</strong> acertou como nunca nos arranjos e na “pegada” que com certeza ficou bem mais significativa no trabalho atual.</p>
<p style="text-align: justify;">O resumo da voz mais relevante, dos revezamentos bem feito, do peso da bateria, fica por conta da faixa <em>&#8220;Better Luck Next Time&#8221;</em>, que pra mim é a melhor do álbum e uma das melhores da banda até agora.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>We Are The In Crowd &#8211; Best Intentions</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 04 de outubro de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Hopeless Records<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop Punk<br />
<strong>Produção:</strong> Zack Odom e Kenneth Mount</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. Rummor Mil<br />
02. It&#8217;s Not Goodbye, It&#8217;s BRB<br />
03. The Worst Thing About Me<br />
04. Kiss Me Again<br />
05. On Your Own<br />
06. All or Nothing<br />
07. Exits and Entrances<br />
08. See You Around<br />
09. You&#8217;ve Got It Made<br />
10. Better Luck Next Time</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F10%252Flancamentos-we-are-the-in-crowd-best-intentions%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20We%20Are%20The%20In%20Crowd%20-%20Best%20Intentions%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Maria Rita &#8211; Elo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 04:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Rita]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria Rita lançou Elo, seu quarto cd de estúdio, que tem um repertório que gera polêmica entre os fãs e que marca a volta da cantora, mesmo que aos poucos, ao estilo que a consagrou no primeiro trabalho. Produzido pela própria Maria Rita, o álbum é uma forma de agradecimento aos fãs por terem aceitado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://i1002.photobucket.com/albums/af141/ricardoemj/306209_1992549768543_1087350625_31762128_6700792_n1.jpg" alt="" width="370" height="369" /></p>
<p style="text-align: justify">Maria Rita lançou Elo, seu quarto cd de estúdio, que tem um repertório que gera polêmica entre os fãs e que marca a volta da cantora, mesmo que aos poucos, ao estilo que a consagrou no primeiro trabalho. Produzido pela própria Maria Rita, o álbum é uma forma de agradecimento aos fãs por terem aceitado tão bem o seu famoso ”show sem nome”, onde ela interpreta seus maiores sucessos e músicas até então nunca gravadas. Este show começou a rodar o país logo após o encerramento da turnê de seu último cd, Samba Meu.</p>
<p style="text-align: justify">Há quatro anos sem lançar nada, a expectativa em torno desse álbum era muito grande e para muitos fãs se tornou uma decepção. A maioria das canções de <em>Elo</em> já vinha sendo apresentadas nesse atual show e devido ao grande tempo que o mesmo percorre o país – há mais de um ano ­ – algumas das músicas acabaram ficando exaustivas. Além do mais, até poucos meses atrás era possível ouvir da boca da própria cantora que aquele projeto não tinha pretensão de virar cd e nem DVD e, no entanto, veio essa surpresa, digamos, já esperada.</p>
<p style="text-align: justify">Para os fãs exigentes, o cd pode soar como algo preguiçoso e sem criatividade, principalmente pelo fato de algumas canções como <em>Conceição</em> <em>dos coqueiros</em> (Lula Queiroga), <em>Santana</em> (Junio Barreto), <em>Perfeitamente</em> (Fred Martins e Francisco Bosco), <em>Nem um dia</em> (Djavan) e <em>A história de Lilly Braun</em> (Chico Buarque e Edu Lobo) terem a mesma sonoridade do show sem nome e parecerem o resultado de um “copia e cola’’ do palco para um disco comercializável.</p>
<p style="text-align: justify">O lado bom dessa história é que a cantora apresenta outras boas músicas, estas realmente inéditas para os fãs, como <em>Coração a batucar</em> (Davi Moraes e Alvinho Lancelotti) um samba que é a maior surpresa do cd e mostra que o mesmo poderia ter sido tão sofisticado quanto o seu arranjo, além de trazer novamente uma Maria Rita jazzística. <em>Pra matar meu coração</em> (Daniel Jobim e Pedro Baby), outro samba inédito, é uma canção que também tem grande destaque no repertório, além de ser o primeiro single do álbum.</p>
<p style="text-align: justify">Em<em> Menino do rio</em>, clássico de Caetano Veloso, Maria Rita deixa clara a sua maior característica que é a capacidade de se envolver com a letra de uma música, de fazer parte da história que está sendo contada, além dar um bom tom de dramaticidade a interpretação.</p>
<p style="text-align: justify">Outra característica positiva do álbum é que a cantora traz de volta ao seu time, compositores como Rita Lee na música <em>Só de você</em> e Marcelo Camelo em <em>A outra</em>. As duas músicas que também figuraram no show receberam uma roupagem nova e ficaram ainda mais interessantes.</p>
<p style="text-align: justify">Fechando o track list do cd, <em>Coração em desalinho</em> (Monarco e Ratinho) é infelizmente algo que incomoda nessa seleção. A música foi gravada, a princípio, para a trilha sonora de uma novela e aparece como faixa bônus e também como peça que não se encaixa dentro do repertório. Uma faixa dispensável e que poderia dar lugar a outra música inédita.</p>
<p style="text-align: justify">Elo é um cd ousado e que fica num patamar um tanto distante dos trabalhos já lançados pela cantora, mas prova que Maria Rita amadurece a cada projeto e ainda é uma das melhores cantoras da MPB. O disco também pode ser encontrado em vinil.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Lançamento:</strong> 22 de Setembro de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Warner Music<br />
<strong>Gênero:</strong> MPB<br />
<strong>Produção: </strong>Maria Rita</p>
<p style="text-align: justify">Faixas:</p>
<p style="text-align: justify">Conceição dos coqueiros<br />
Santana<br />
Perfeitamente<br />
Coração a batucar<br />
Menino do rio<br />
Pra matar meu coração<br />
A história de Lilly Braun<br />
Nem um dia<br />
A outra<br />
Só de você<br />
Coração em desalinho</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F10%252Flancamentos-maria-rita-elo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Maria%20Rita%20-%20Elo%22%20%7D);"></div>

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		<title>Lançamentos: Red Hot Chili Peppers &#8211; I&#8217;m With You</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 00:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Red Hot Chili Peppers]]></category>

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		<description><![CDATA[Por muitas vezes pensei em não escrever sobre o I’m With You, tamanha a expectativa que carregava em torno do aguardado novo álbum do Red Hot Chili Peppers. E, certamente, o maior motivo dessa expectativa toda se deve a saída de John Frusciante e a entrada de Josh Klinghoffer. Os dois, já amigos de longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/redhotchilipeppers_iwy.jpg" alt="" width="350" height="303" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por muitas vezes pensei em não escrever sobre o <strong>I’m With You</strong>, tamanha a expectativa que carregava em torno do aguardado novo álbum do <strong>Red Hot Chili Peppers</strong>. E, certamente, o maior motivo dessa expectativa toda se deve a saída de <strong>John Frusciante</strong> e a entrada de <strong>Josh Klinghoffer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois, já amigos de longa data, possuem muitos pontos em comum e, além disso, Klinghoffer já trabalhava com a banda durante a (curta) turnê do <strong>Stadium Arcadium</strong>. Talvez por esses motivos apresentados que não me juntei ao grupo de temerários pelo fim do Chili Peppers quando a troca foi anunciada. Apesar disso, a curiosidade era tão óbvia que meu mês de agosto – quando falamos de música, claro – pode ser resumido no fato d’eu ficar monitorando blogs e redes sociais para ter saber quando o álbum estivesse disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proximidade de estilo dos guitarristas, não aguardava grandes mudanças no som do Chili Peppers. Fato que ficou comprovado com o lançamento do primeiro single, <em>“The Adventures of Rain Dance Maggie”</em>. A música, que acaba destoando do resto do álbum quando comparamos faixa a faixa, deixou claro que I’m With You dava as caras como mais um álbum dentro da fórmula atual e já conhecida da banda, desenvolvida com <strong>Californication</strong> e aprimorada nos álbuns seguintes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com produção de <strong>Rick Rubin</strong>, o disco abre com <em>“Monarchy of Roses”</em> e, não sei se intencionalmente ou não, conta com um início parecido com o de <em>“Warped”</em>, música que abre o <strong>One Hot Minute</strong> (1995) e que também não conta com John Frusciante como guitarrista.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida que se segue, I’m With You vai alternando entre músicas com arranjos acima do normal, influências latinas e dois quesitos que <strong>Anthony Kiedis</strong>, <strong>Flea</strong> e <strong>Chad Smith</strong> já estavam acostumados desde o Californication: Canções mais “tranquilas” e um funk-rock mais levado pro “pop”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pontos altos ficam por conta de <em>“Brendan’s Death Song”</em>, <em>“Annie Wants A Baby”</em>, <em>“Look Around”</em>, <em>“Did I Let You Know”</em>, <em>“Goodbye Hooray”</em> e <em>“Police Station”</em>, faixas que seguram um álbum que, apesar de não ter nada que faça com que a banda possa fugir do seu formato atual, entrega aos fãs e apreciadores de boa música um trabalho que merece menções positivas, principalmente quando o objetivo de se superar as suas expectativas é cumprido, como no meu caso.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Red Hot Chili Peppers &#8211; I&#8217;m With You</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 26 de agosto de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Warner<br />
<strong>Gênero:</strong> Alternative Rock / Funk Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Rick Rubin</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. Monarchy of Roses<br />
02. Factory of Faith<br />
03. Brendan&#8217;s Death Song<br />
04. Ethiopia<br />
05. Annie Wants a Baby<br />
06. Look Around<br />
07. The Adventures of Rain Dance Maggie<br />
08. Did I Let You Know<br />
09. Goodbye Hooray<br />
10. Happiness Loves Company<br />
11. Police Station<br />
12. Even You Brutus?<br />
13. Meet Me at the Corner<br />
14. Dance, Dance, Dance</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F09%252Flancamentos-red-hot-chili-peppers-im-with-you%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FrcWULy%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Red%20Hot%20Chili%20Peppers%20-%20I%27m%20With%20You%22%20%7D);"></div>

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		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos: Arctic Monkeys &#8211; Suck It And See</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2011/07/lancamentos-arctic-monkeys-suck-it-and-see/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 13:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Arctic Monkeys]]></category>

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		<description><![CDATA[O Arctic Monkeys cresceu. Estranho dizer isso, mas parece que a banda se “perdeu” durante este crescimento. Se em Humbug tinha a “muleta” Josh Homme para dar suporte ao que foi (bem) feito, a muleta da vez eram os próprios integrantes e, em muitas vezes, apenas Alex Turner, que resolveu adotar um estilo “engraçadinho” de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/arcticmonkeys_sias.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Arctic Monkeys</strong> cresceu. Estranho dizer isso, mas parece que a banda se “perdeu” durante este crescimento. Se em <strong>Humbug</strong> tinha a “muleta” <strong>Josh Homme</strong> para dar suporte ao que foi (bem) feito, a muleta da vez eram os próprios integrantes e, em muitas vezes, apenas <strong>Alex Turner</strong>, que resolveu adotar um estilo “engraçadinho” de ser, fazendo com que suas composições fossem vistas como uma forma bem-humorada de se ver determinadas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">Letra e melodia tomam caminhos distintos. Enquanto Turner se esforça para produzir coisas capazes de nos fazer rir, as melodias se tornam cada vez mais densas, provocantes, completamente diferentes do debut da banda, lançado oficialmente em 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma banda diferente, por isso não sou tão favorável a comparações entre o que foi feito lá em <strong>Whatever People Say I Am, That&#8217;s What I&#8217;m Not</strong> e o que a banda acaba de lançar em <strong>Suck It And See</strong>. Muitos dizem que a banda muda de acordo com o humor dos integrantes, outros dizem que isso faz dos Monkeys uma banda original, por tentar sempre trilhar novos caminhos. Não consigo me posicionar em um dos dois grupos mas, se Suck It And See não é o melhor álbum da banda (e na minha opinião ficou longe de ser), é um lançamento decente de uma trupe que, hoje, pode se dar ao luxo de poder experimentar sem perder alguns elementos que são a marca registrada da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Suck It And See nos brinda com um baixo de <strong>Nick O&#8217;Malley</strong> e, não sei você, mas nunca ouvi um baixo tão presente na banda como neste álbum. Suck It And See nos brinda com <em>“Library Pictures”</em> que, de longe, foi uma das músicas que me causou mais alegria ao ouvir e que bebe na fonte mostrada por Homme no álbum anterior. Suck It And See nos entrega uma maior quantidade de riffs leves e sem grandes variações, algo que não era visto (pelo menos com tanta clareza) nos álbuns anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, músicas como <em>“Black Treacle”</em> e <em>“Brick By Brick”</em> trazem um pouco do passado, da bateria sempre marcante de <strong>Matt Helders</strong> e tentam acalentar um pouco os corações dos mais desesperados pelo retorno “as origens” dos macacos.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejo que o tempo passou e a trupe formada por Turner, Cook, O’Malley e Helders resolveu, de fato, apostar no estilo adotado em Humbug. Se em Humbug a aposta parecia deveras arriscada, em Suck It And See ela acaba se consolidando e deixando claro o novo posicionamento da banda, ainda que um pouco confuso.</p>
<p style="text-align: justify;">O que fica claro com tudo isso é que, salvo grande mudança, a banda não deve apresentar um novo álbum que seja todo pautado naquela “correria jovial” do início de carreira. Mesmo assim, o Arctic Monkeys é mais do que capaz de nos dar boas canções e, mesmo considerando Suck It And See um álbum bem aquém dos demais, acredito que suas 12 canções são sim dignas de audição.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arctic Monkeys – Suck It And See</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 06 de junho de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Domino<br />
<strong>Gênero:</strong> Alternative Rock<br />
<strong>Produção:</strong> James Ford</p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01. She&#8217;s Thunderstorms<br />
02. Black Treacle<br />
03. Brick by Brick<br />
04. The Hellcat Spangled Shalalala<br />
05. Don&#8217;t Sit Down &#8216;Cause I&#8217;ve Moved Your Chair<br />
06. Library Pictures<br />
07. All My Own Stunts<br />
08. Reckless Serenade<br />
09. Piledriver Waltz<br />
10. Love Is a Laserquest<br />
11. Suck It and See<br />
12. That&#8217;s Where You&#8217;re Wrong</p>
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		<title>Lançamentos: Simple Plan &#8211; Get Your Heart On!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 01:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marley Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Simple Plan]]></category>

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		<description><![CDATA[O novo álbum Get Your Heart On! vem conquistando os corações de vários fãs da banda. No ano passado a banda propôs um convite aos fãs no twitter dizendo: - &#8220;Resolvemos escrever músicas sobre vocês. Poderiam nos ajudar a descrever como a nossa música faz vocês se sentirem ao longo dos anos? &#8220; Em segundos, [...]]]></description>
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<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-6455" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/PQAAAJRq7IVc2NPARHa1cNRxnpWmYzRppetxvNqwE7mA1qvUToLG-5PC0r9pXj_Ye4V_E0aE5yjyGnRzH1PhwdocfckAm1T1UK41SAYemFna196VYsXWI5qA4las4-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">O novo álbum <strong>Get Your Heart On!</strong> vem conquistando os corações de vários fãs da banda. No ano passado a banda propôs um convite aos fãs no twitter dizendo:</p>
<p style="text-align: justify;">- &#8220;Resolvemos escrever músicas sobre vocês. Poderiam nos ajudar a descrever como a nossa música faz vocês se sentirem ao longo dos anos? &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundos, fãs começaram a postar como eles se sentiam e dando sugestões a banda. A primeira faixa a ser criada foi &#8220;<em>This Song Saved My Life </em>&#8221; e, logo em seguida, deram idéias para as outras faixas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse álbum foi lançado praticamente como um presente aos fãs, já que retrata de como eles se sentem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Simple Plan &#8211; Get Your Heart On!</strong></p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 21 de junho de 2011<br />
<strong>Gravadora:</strong> Atlantic<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop Punk / Power Pop<br />
<strong>Produção: </strong>Brian Howes</p>
<p>Faixas:<br />
01. You Suck At Love<br />
02. Can&#8217;t Keep My Hands Off You (Feat. Rivers Cuomo)<br />
03. Jet Lag (Feat. Natasha Bedingfield)<br />
04. Astronaut<br />
05. Loser Of The Year<br />
06. Anywhere Else But Here<br />
07. Freaking Me Out (Feat. Alex Gaskarth)<br />
08. Summer Paradise (Feat. K&#8217;naan)<br />
09. Gone Too Soon<br />
10. Last One Standing<br />
11. This Song Saved My Life</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F06%252Flancamentos-simple-plan-get-your-heart-on%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lan%C3%A7amentos%3A%20Simple%20Plan%20-%20Get%20Your%20Heart%20On%21%22%20%7D);"></div>

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