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	<title>Audiograma &#187; Independência</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>Independência: Macaco Bong</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais que nos esforçamos, nosso meio de sub cultura é cada dia mais transgênico, mutavel e transparente, tanto que a busca pelo formato pré definido já se extinguiu. As bandas de hoje, com propostas atuais, fogem do paradigma de serem iguais, tanto que  o foco de hoje se esclarece em umas das mais experimentais e independentes bandas da renovada cena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2596" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/3813023920_0c48f46103.jpg" alt="" width="267" height="400" />Por mais que nos esforçamos, nosso meio de sub cultura é cada dia mais transgênico, mutavel e transparente, tanto que a busca pelo formato pré definido já se extinguiu. As bandas de hoje, com propostas atuais, fogem do paradigma de serem iguais, tanto que  o foco de hoje se esclarece em umas das mais experimentais e independentes bandas da renovada cena independente  e com referências musicais tão variadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ney Hugo, baixista da ilustre banda <a href="http://www.myspace.com/macacobong">MACACO BONG</a>, fala em uma de suas entrevistas ao Conexão VIVO suas influências: &#8220;Ouvimos de tudo, jazz, blues, samba, salsa, música africana, música oriental, bossa nova, chorinho, jazz/fusion ao rock oitentista, hard/rock, power pop, punk, hardcore, rock progressivo, metal progresivo, heavy metal, death, metal, trash, splatter, música eletrônica&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Nomes pode-se citar Death, Meshuggah, Pantera, Dark Funeral, Dream Theater, Yellow Jackets, Weather Report, Uncle Moe`s Space ranch, Pat Metheny, Milton Nascimento, Ebinho Cardoso, João Bosco, Toe, Richard Bona, Nofx, Tribal Tech, Pat Metheny, Richard Bona, Chick Corea, Mogwai, 65 Days of Static, Charlie Parker, Herbie Hancock, Level 42, Joe Satriani, Tom Jobim, Arthur Maia, Michael Jackson, Booka Shade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">No myspace, a instigante banda tem esse release esclarecedor: <a href="http://www.myspace.com/macacobong">MACACO BONG</a> é um power trio de Cuiabá (MT), nascido em 2004. A banda é  um dos programas do Instituto Cultural Espaço Cubo, e baseia-se na  desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos  convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música  brasileira com jazz/fusion/pop e etc. Já circulou os principais  festivais de música do Brasil (além de Argentina e Canadá), e teve seu  cd Artista Igual Pedreiro eleito o melhor de 2008 pela revista Rolling  Stone Brasil e lançado na Argentina pelo selo Scatter Records.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Críticas e prêmios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Uma das bandas apontadas como uma das grandes promessas para 2007 pela  Revista Bizz;</p>
<p style="text-align: justify;">-  Em 2008 o Macaco Bong foi apontado como aposta da Revista Bravo;</p>
<p style="text-align: justify;">-  Foi apontado pelo Myspace como uma das 10 bandas que &#8220;vão dar o que  falar&#8221; em 2008;</p>
<p style="text-align: justify;">- Concorreu ao Prêmio Hell City da Música Independente Matogrossense em  nove categorias (2008), sendo vencedora em duas delas: guitarrista e  baterista. Na edição 2009, foi vencedor do Prêmio de Banda do Ano.</p>
<p style="text-align: justify;">- Em 2009, a primeira edição do ano da Rolling Stone brasileira  selecionou o disco da banda como o melhor álbum do ano, à frente de  artistas conhecidos como Ney Matogrosso, Lenine, Marcelo D2, Marcelo  Camelo, entre outros. A música Amendoim também foi escolhida como a  quinta melhor música do ano na mesma revista.</p>
<p style="text-align: justify;">- O disco e o show da banda foram citados em dezenas de listas de  melhores por todo o país;</p>
<p style="text-align: justify;">- Isso além da aparição em outra coletânea de Senhor F, a “11 Temas”,  conta com grupos do México México, Portugal, Peru, Argentina, Brasil,  Chile e Uruguai. Por conta de trabalhos assim, o Macaco Bong foi citado  como “Revelação” na Rolling Stone Argentina, pelo show no El Mapa de  Todos.</p>
<p style="text-align: justify;">- A banda ainda concorreu em outras listas de melhores de veículos  grandes, como MTV.</p>
<p style="text-align: justify;">- A banda está concorrendo Video Music Brasil (MTV) 2009, na categoria  instrumental.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Agora depois disso tudo imagina se nao fossem brasileiros? Faz algumas semanas que estou lutando pra termina essa coluna, devido a rotina incansável, mas hoje sentei na frente da tela e imaginei que nao precisaria analisar nada sobre eles, nem fundamentar sobre texturas sonoras, nem diagnosticar o que pretendem com as maravilhosas melodias.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria bem mais natural e abrangente escutar pra caramba o som, pois são realmente naturais e modernos ao ponto de passar sensações ao ouvinte, definir o que a banda criou e o que ela realmente é.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Independência: Zanderblues</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 16:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[zanderblues]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando ouvimos a expressão rock`n roll, instintivamente vemos,  apesar da nossa cultura totalmente americanizada, algum estrangeiro fritando sua guitarra e gritando em inglês. Lamentável atitude. Somos uma  nação tão rica musicalmente que tenho absoluta certeza que influenciamos muito a musica estrangeira. Esse fato é tão ofuscado em nossa cultura que nós mesmos não valorizamos nossa musica e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/copia-de-zander-041_fhdr2.jpg"><img class="size-full wp-image-969 alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/copia-de-zander-041_fhdr2.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando ouvimos a expressão rock`n roll, instintivamente vemos,  apesar da nossa cultura totalmente americanizada, algum estrangeiro fritando sua guitarra e gritando em inglês. Lamentável atitude. Somos uma  nação tão rica musicalmente que tenho absoluta certeza que influenciamos muito a musica estrangeira. Esse fato é tão ofuscado em nossa cultura que nós mesmos não valorizamos nossa musica e arte e , depois de algumas  longas décadas, acordamos pois a musica e arte  liberta, educa e demostra que  deve sim ser respeitada, pelo fato de que tambem sabemos pegar tendencias que nao foram criadas por nós (Brazucas), colocar dentro de um liquidificador e despejar suíngue e muita brasilidade, conciliada com a personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Fundamentando essa posição, apresento <em><a href="http://www.myspace.com/zanderblues">ZANDER</a></em>, de sonoridade bem pessoal,  historia intrigante e o retorno de uma das figuras mais importantes do Hardcore nacional, &#8220;Bill&#8221;, letrista inovador, figura carismatica e redundante da brilhante banda. Não foi por acaso que mencionei que a historia era intrigante, pois quem ja pisou em algum evento nacional underground nesse seculo xx ja ouviu falar sobre o <a href="http://www.myspace.com/nocaodenada">NOÇÂO DE NADA</a>, banda respeitadissima na cena, que tingia seu som com tons complexos de bossa nova, blues e jazz, mas nunca esquecendo de suas raízes, o Hardcore. Em minha situação, é importante citar shows lotados, energia transparente perante aplausos satisfeitos, perfeição sonora impar. Adiante, sob o fim (ate então não entendido e nem acreditado, ate mesmo por mim) surge o hiato, em meados de 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Bill com varias composições ate então na gaveta, monta esse lindo projeto, <a href="http://www.myspace.com/dlxtrio">DELUXE TRIO</a>, com uma passagem bem rapida de Rafael &#8220;Crespo&#8221; (PLANET HEMP) (POLARA)  na bateria. Mas novamente após alguns singles brilhantes o fim incompreendido abala aos fãs dessa trajetória.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, pelas palavras  Julio Barbosa (Oi FM &#8211; Setembro/ 2009), a definição dessa brilhante banda. Tomara que não acabe logo, pois seu primeiro trabalho foi &#8230; &#8220;sem comentarios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O Zander é formado por cinco caras que estão na batalha do underground há tempos, mas não deixam que isso se transforme em acomodação. Muito pelo contrário. Gabriel Zander &#8220;Bill&#8221; (vocal e guitarra), Gabriel Arbex (guitarra e voz), Philippe Fargnoli (guitarra e voz), Gustavo Tolhuizen (baixo e voz) e Leonardo Mitchell (bateria) se recriam a cada CD ou SMD ou clipe ou single. E toda essa (re) criação tem como quartel-general o Estúdio Superfuzz, no Rio de Janeiro. É lá que eles gravaram, mixaram e masterizaram o segundo EP, “Já Faz Algum Tempo”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Assim como o anterior (“Em Construção”, de 2008), o registro é o tipo de disco que você gosta mesmo antes de ouvir. A “culpa” é do criativo projeto gráfico assinado por Leo Vilas. A introdução do CD avisa que quem não se atualiza, fica pelo caminho. Ao longo da bolachinha lançada em 2009, você percebe que isso não é da boca para fora. “Já Faz Algum Tempo” agrada os fãs de Dead Fish, Noção de Nada e Deluxe Trio, mas, ao mesmo tempo, mostra que o hardcore é apenas uma das referências dos caras.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Bil sabe variar o tom de voz, independente do peso e da velocidade das músicas. As três guitarras (são só três mesmo?) deixam o som encorpado e mostram que o Zander pode ocupar várias prateleiras na seção de rock. Isso tudo tem como base a competente cozinha formada pelo baixo de Guta e a bateria de Léo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fechando a tampa, te conto o motivo pelo qual topei escrever esse release: os showzaços que vi do versátil quinteto no pequeno palco da Drinkeria Maldita e no histórico Circo Voador, ambos no Rio de Janeiro. Ao vivo, o Zander mostra a sua verdadeira cara! Não perca!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>E o curioso é o seguinte, é importante ter suas referencias, suas influências, seus pontos de vista, (que naturalmente revejo toda hora) mas é impreenscindivel transparecer o valor ao cenario nacional underground, pois tem muita gente fazendo coisa muito boa! , e logico com alma brasileira.&#8221;</em></p>
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		<title>Independência: A Bahia tem Pirigulino Babilake</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 21:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[Pirigulino Babilake]]></category>

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		<description><![CDATA[A alguns dias atrás fui apresentado a uma banda baiana, formada em 2005 e que faz uma mescla sensacional de samba-rock, reggae, funk, baião e maracatu, identidades claras deste nosso Brasil. A Pirigulino Babilake &#8211; que conta com Pietro Leal (voz e violão), Guto Miranda (guitarra), Davi Brandão (guitarra), Vinicius Nunes (contrabaixo e vocais), Menduyn [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/pirigulinobabilake_01.jpg" alt="" width="270" height="401" />A alguns dias atrás fui apresentado a uma banda baiana, formada em 2005 e que faz uma mescla sensacional de samba-rock, reggae, funk, baião e maracatu, identidades claras deste nosso Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Pirigulino Babilake</strong> &#8211; que conta com Pietro Leal (voz e violão), Guto Miranda (guitarra), Davi Brandão (guitarra), Vinicius Nunes (contrabaixo e vocais), Menduyn (bateria) e Gugu Pinto (percussão e vocais) &#8211; tem como grande vontade apresentar (ou resgatar) o que se tem de melhor dentro do cenário musical da Bahia, a musicalidade e a harmonia poética. Grande parte do lado poético dos trabalhos da banda se deve a Pietro Leal, que é o responsável por todas as canções &#8211; algumas delas em parceria com outros integrantes ou amigos do meio musical. A banda agrega aos instrumentos ditos convencionais alguns sons extraídos de bambus, tambores, moringas, cabaças, violas e violões, além de cantos regionais que se unem a poemas de cordel.</p>
<p style="text-align: justify;">Nome mais do que conhecido em Salvador, a banda conta com um currículo invejável de shows, tocando em eventos independentes e dividindo o palco com ícones da música nacional, como Luiz Melodia, Jorge Mautner, Moraes Moreira, Chico César, além de representantes da nova geração como Otto, Mundo Livre S/A, O Teatro Mágico e Cascadura, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, cinco anos depois de sua fundação, a <strong>Pirigulino Babilake</strong> decide alçar vôos mais altos e lançar o seu primeiro álbum, <em><strong>Rosa Fubá</strong></em>. Ainda sem data de lançamento em formato físico, o álbum foi produzido por Anderson Cunha e conta com 19 faixas, dentre músicas e poesias. O nome do álbum &#8211; além de representar a reverência à mulher e a identidade nordestina, faz uma brincadeira com essa mistura de ritmos promovida pela banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Para você que se interessou, tudo isso pode ser conferido através do <a href="http://www.myspace.com/pirigulinobabilake" target="_blank">MySpace</a> da banda, que faz um show de pré-lançamento do álbum <em><strong>Rosa Fubá</strong></em> e de seu <a href="http://www.pirigulinobabilake.com.br/" target="_blank">novo site oficial</a> neste sábado (06), no Teatro Vila Velha, em Salvador. Além disso, a partir de sábado, o disco estará disponível na íntegra para download no site. Para mais informações sobre o show e saber o que rola com a Pirigulino, basta seguir o <a href="http://www.twitter.com/pirigulino" target="_blank">twitter oficial</a> da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveite seu tempo livre e faça um bem para a sua vida, vá ouvir logo a <strong>Pirigulino Babilake</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Independência: Grooverdose, a espontaneidade instrumental</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 18:06:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[grooverdose]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa manhã de quarta feira, me deparo com um documentario de música instrumental na tv e o que me chama a atenção? Uma enxurrada de Hip Hop, 70s Funk, Jam Sessions, JaberGrooves, Bossa Nova, Jazz, Lounge, Trip Hop, Dub, experimentalismo com muito bom gosto, soul e hip-hop, uma vibe consciente e posta para ouvidos que procuram margens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div id="attachment_637" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/3284017980_ee58260b731.jpg"><img class="size-full wp-image-637" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/3284017980_ee58260b731.jpg" alt="" width="350" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">grooverdose no universo paralello 2009</p></div>
<p style="text-align: justify;">Numa manhã de quarta feira, me deparo com um documentario de música instrumental na tv e o que me chama a atenção? Uma enxurrada de Hip Hop, 70s Funk, Jam Sessions, JaberGrooves, Bossa Nova, Jazz, Lounge, Trip Hop, Dub, experimentalismo com muito bom gosto, soul e hip-hop, uma vibe consciente e posta para ouvidos que procuram margens sublimes dos anos 70 e não de sons pretenciosos e egocentricos que passeiam pelo nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada dia que se passa, a música em si se distancia de uma forma madura da mídia, tendências se tornam auto dependentes, características e texturas sonoras voltando à tona e afirmo isso não como simples espectador, mas como brasileiro nato! Naturalmente observo que a cena instrumental é uma realidade e as bandas Brasileras estão dando um show de capacidade e nivel tecnico, nem posso citar algumas, pois isso se tornaria um equívoco (se esquecece de alguma).</p>
<p style="text-align: justify;">É obvio que ninguem imaginaria, a tempos atrás, que a musica instrumental iria se tornar arte consumível e o mais importante é que muitas bandas ainda fazem fusão ao estilo e temos que tirar o chapeu a incrivel criatividade Brasileira. A influência é tão forte que ate  festivais mais restritos abriram as portas a bandas com essa tendência. É muito natural essa resposta da população, digo, reviravolta pelo interesse de arte contemporânea, noise experimental, improvisação livre (jazz), pelo velho fardo e cansaço da mesmice. E a resposta disso vem com as palavras de Guilherme Bantel.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/grooverdose1">Grooverdose</a> é uma injeção intravenosa de espontaneidade e descontração. A intimidade dos vários anos de amizade entre os integrantes é refletida no entrosamento musical. E é assim no palco ou no Studio Lotus, a casa da banda em São Paulo. Formada despretensiosamente após uma verdadeira superdosagem de sessões experimentais, a banda é o reflexo da relação dos músicos com sua arte. Samples de voz, trompetes, pianos e outros efeitos se juntam à virtuose instrumental, em uma mistura orgânica de alto teor enteogênico.</p>
<p style="text-align: justify;">Formada por Danilo Pantani (baixo), Victor Balleste (bateria), Leo Pinotti (guitarra) e Cesar Pierri (guitarra/programações), a banda nasceu fazendo (muito) barulho. Com pouco tempo de vida oficial, já se apresentavam no festival de reveillon Universo Paralello, na Bahia, na festa de 4 anos da Mystic Tribe e entre demais festivais e casas de show.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda manda muito nas sessions,e o amplo é totalmente dançante e renovado, fica ai a proposta, dias intediantes merecem algo instimulante, é so conferir!</p>
</div>]]></content:encoded>
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