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	<title>Audiograma &#187; Seções</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>De olho nos palcos: Paul McCartney @ Kansas City &#8211; 24/07/10</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho dos palcos]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McCartney]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira coisa que olhei antes de viajar de Fortaleza para Omaha, foi a agenda de shows do Paul McCartney. Primeira tentativa: Los Angeles. Não deu. Segunda tentativa: Miami. Não deu. Terceira tentativa: não existia, já havia desistido. Porém, uma madrugada que tinha tudo pra ser mais uma qualquer de insônia pesada, mudou todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a title="Clique para ampliar!" href="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/paulmccartney_02.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/paulmccartney_01.jpg" alt="" width="320" height="216" /></a>A primeira coisa que olhei antes de viajar de Fortaleza para Omaha, foi a agenda de shows do Paul McCartney. Primeira tentativa: Los Angeles. Não deu. Segunda tentativa: Miami. Não deu. Terceira tentativa: não existia, já havia desistido.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, uma madrugada que tinha tudo pra ser mais uma qualquer de insônia pesada, mudou todo o curso&#8230; Estava eu à toa pelo <a id="aptureLink_0OXXuRvLf0" href="http://twitter.com/gleyceanycastro">Twitter</a>, quando, de repente, leio pelo <a id="aptureLink_bbjjYjt7RJ" href="http://twitter.com/TheBeatlesFans">@TheBeatlesFans</a> que o Paul havia anunciado mais alguns shows pelo USA. Beleza pura, fui eu olhar, sem expectativas, mas&#8230; ¨não custa nada¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Passando os nomes, vejo: <strong>Kansas City </strong>24/07, que fica a quatro horas de viagem daqui. Pronto. Uma noite sem dormir, quase. Consegui me desligar com o sol raiando, mas logo acordei, precisava contar pro meu irmão tão cedo ele acordasse! Expectativa mil! rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos umas semanas pra comprar o ingresso, uma briga pra comprar, mas depois que a gente descobriu o tickets now, todos os problemas se resolveram. Pronto, agora era só mais um mês e uns dias a mais para o sonho virar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Uns dias antes do show, o ingresso chegou. Fiquei meia-hora olhando pra ver se era verdade, rs. É&#8230; a ficha só caiu quando cheguei na rua do Sprint Center e vi um outdoor imenso anunciando o show. A fila para entrar era imensa, mas dava pra sentir que estavam todos na mesma vibração: uma mescla de ansiedade com ¨não-tô-acreditando¨. Pessoas de todas as idades, de crianças à sessentões beatlemaníacos. E os comentários ao longo da fila eram demais também&#8230; ¨minha adolescência inteira foi Beatles, e essa é minha primeira chance de ver um de perto¨&#8230; No fundo, todo mundo tava compartilhando do mesmo feeling.</p>
<p style="text-align: justify;">O show tava marcado para 19:30h, mas começou somente às 20:30h. Cada minuto depois da hora marcada era um passo a mais para um ataque cardíaco. Cada grito que a galera dava, cada palma que alguém puxava&#8230; Todos os preparativos foram uma tortura, rs. Juro que a sensação foi mais louca do quê a que a gente sente numa montanha-russa. Quando ele entrou no palco, simplesmente não me aguentei, as águas rolaram. Ele começou com <em>¨Venus and Mars/Rock Show¨</em> &#8230; foi o meu preparativo pra tirar os pés do chão &#8230; ¨waiting for the show to begin¨, hehe.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo em seguida, ele veio com <em>¨Jet¨</em>, oh man, o quê que foi aquilo! Todo mundo foi ao céu e voltou! Nice! Mas aí ele veio com <em>¨All My Loving¨</em> &#8230; acabou com meu coração! Meu irmão e eu enlouquecemos. Então ele tocou ¨ooooh, i feel like letting go¨ &#8230; foi demais. Mas <em>¨Drive My Car&#8221;</em> em seguida foi mais emocionante.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada música dos Beatles que ele tocava me dava uma sensação que não cabe escrever aqui. Então veio <em>¨Highway¨</em> e, logo em seguida, uma das que fazem parte da carreira solo dele que eu mais esperava, <em>¨Let Me Roll It¨</em> &#8230; foi o momento ¨garganta, pra quê te quero!¨. Mas não parou por aí &#8230; depois dessa, ele foi pro piano e decidiu acabar com todos os beatlemaníacos, tocando <em>¨The Long and Winding Road¨</em> &#8230; eu já não sabia mais onde estava, lindo demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pausa para respirar, em meio à palmas, gritos, toda a euforia e o feeling que a galera tava expressando. Então ele tocou <em>¨Nineteen Hundred and Eighty-Five¨</em>. Mas quando ele veio com ¨Let&#8217;emm innnnn¨&#8230; a galera foi à loucura, repleto de assovios e palmas. A próxima ele disse que foi dedicada à Linda, mas ele redirecionou e dedicou ao público, rs, é&#8230;   <em>¨My Love¨</em> me fez derreter mais ainda. &#8211; Comentário dispensável, mas eu passei dias imaginando quando ele cantasse essa, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Os minutos seguintes foram INSANOS! nada mais, nada menos que <em>¨I&#8217;ve Just Seen a Face¨</em>, quando ouvi os primeiros acordes, simplesmente não acreditei &#8230; meu primeiro disco beatle foi o <strong>Help!</strong>, foi uma surpresa que ele estivesse tocando essa música no show, sem mais palavras. A sequência com <em>¨And I Love Her¨ </em>foi de destruir, linda e linda. Então ele deu uma pausa, não largou o violão &#8230; e trocou algumas palavras para explicar a próxima música, escrita em 68 como uma reação contra o forte preconceito racial e a falta de direitos civis dos negros em um episódio ocorrido  na capital de Arkansas, Little Rock. Por trás do simbolismo do pássaro negro, a mensagem de esperança. Com certeza, <em>¨Blackbird¨</em> foi cheia de emoção. E ainda há quem diga que Beatles é só ¨iê-iê-iê¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora se você acha que esse foi o momento mais emocionante da noite, tá enganado. Até então, minhas lágrimas só haviam caído quando ele subiu no palco. Mas o episódio seguinte me fez criar um rio através dos olhos&#8230; Ele iniciou contando que às vezes a gente não fala o quanto alguém é especial enquanto temos oportunidade de falar &#8211; isso me lembrou um pouco ¨é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã&#8221;, mas, enfim &#8211; e seguiu falando que depois, quando queremos falar, é ¨is too late&#8230;¨ &#8230; ¨essa música era pra ter sido uma conversa entre mim e o John, são palavras que eu gostaria de ter dito pra ele enquanto ele tava ao meu lado¨, traduzir com fidelidade é difícil, porque foi tanta emoção, mas só isso basta para sentir o que veio depois, era a música <em>¨Here Today¨</em> &#8230; <em>¨and if i say, i really loved you, and was glad you came along&#8230;¨</em>. Minhas lágrimas foram do começo ao fim, inclusive agora, basta lembrar. Foi uma sensação tão forte que é difícil de traduzir e de transmitir por palavras. Inevitável que as lágrimas caíssem.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele seguiu com <em>¨Dance Tonight¨</em>, essa foi para dar um tempo nas lágrimas. Muita emoção para poucos minutos, rs. Depois, em meio aos ¨ô, ê-ô!¨, foi a vez de <em>¨Mrs. Vanderbilt¨</em>&#8230; demais! haha. Mas não demorou muito e logo voltamos ao repertório beatle, agora com <em>&#8220;Eleanor Rigby&#8221;</em>. Foi só um preparativo para outro tributo. Foi John, agora era a vez de George. A versão de <em>¨Something¨</em> veio com um instrumento diferente, Harisson adorava tocar o ¨ukulele¨, pra quem não conhece, uma espécie de ¨cavaquinho havaiano¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto, e lá foram as lágrimas, de novo. ¨Era para você tá aqui, georgy¨ &#8230; As homenagens foram os momentos mais emocionantes, mais fortes&#8230; momentos inesquecíveis, sem dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele seguiu com <em>¨Sing the Changes¨</em>, <em>¨Band on the Run¨</em>, que foi um presente aos fãs de Wings &#8230; demais!. <em>¨Ob-La-Di Ob-La-Da¨</em>, só alegria! <em>¨Back in the USSR¨</em>, que me levou à loucura, rs&#8230; e, na sequência, <em>¨I&#8217;ve Got a Feeling¨</em>, <em>¨Paperback Writer¨</em> e, numa sequência de luzes bem psicodélicas para dar o tom, <em>¨A Day in the Life¨</em> juntando, no final da música, com <em>¨Give Peace a Chance¨</em>&#8230; um segundo tributo ao Lennon, linda homenagem, bem emocionante.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao piano, é a vez de <em>¨Let it Be¨</em> &#8230; sem palavras&#8230; minutos e mais minutos de palmas depois de tocar, todo mundo foi ao delírio. Em <em>¨Live and Let Die¨</em>, um show de luzes e fogos.  Depois dela, veio a música que eu mais esperava, a que me rendeu um segundo nome, a que ficou under my skin &#8230; <em>&#8220;Hey Jude&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento, só pude sentir o abraço do meu irmão &#8230; Basta lembrar para que meus olhos se manifestem, rs. O quê mais eu poderia querer depois de ouvir, junto com meu irmão, Paul McCartney cantar Hey Jude? Nada. Nada mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele se despediu e a galera enlouqueceu. As palmas não pararam enquanto ele não voltou. Por mais que a gente soubesse que ele ia voltar, ou ao menos a maioria, não tinha como evitar a emoção de vê-lo subindo o palco novamente! <em>¨Day Tripper¨</em>, <em>¨Lady Madonna¨</em> e <em>¨Get Back¨</em> fizeram a galera enlouquecer mais ainda, ele bem se despediu, mas o ¨Get back, Paul¨ o fez retornar com <em>¨Yesterday¨</em>, <em>¨Helter Skelter¨</em>, que, inclusive,  acabou com a minha dúvida quanto a significado, nada de confusão ou algo do tipo, é montanha-russa mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para fechar com chave de ouro e aproveitando que a galera tava fervendo, foi a sequência de <em>¨Sgt. Peppers¨</em> e <em>¨The End¨</em>, sem dúvidas ¨we were enjoying the show¨ &#8230; e ficou a mensagem, ¨in the end, the love you take is equal to the love you make¨.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, ele mostrou por quê os garotos de Liverpool eram considerados tão carismáticos. Entre uma música e outra, as piadinhas eram inevitáveis. Deu para sentir um pouco do gostinho dos anos 60. Agora, só me restam milhares de fotos, uma garganta detonada e a certeza de que Beatles é muito mais do quê meu ¨vício desenfreado¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mente, na pele, por dentro da pele &#8230; e é isso, chegou a hora de curtir minha depressão-pós-show, rs.   <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">P.S.¹.: Decidi fazer um passeio pelo set list, mas antes disso, decidi começar  pelo começo e compartilhar um pouco do antes-durante-depois. Talvez esse  seja meu único post em tom pessoal, de verdade. Mas, penso que seja  algo inevitável, a emoção foi maior. <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">P.S.².: A foto, tirada pelo meu irmão porque eu não estava em condições de tirar, foi na hora de <em>¨Hey Jude¨</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Cobra Coral @ Belo Horizonte &#8211; 17/07/10</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/07/cobra-coral-belo-horizonte-170710/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho dos palcos]]></category>
		<category><![CDATA[Cobra Coral]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Kadu Vianna]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Nunes]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Morais]]></category>

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		<description><![CDATA[Cobra Coral é o nome do quarteto composto por Pedro Morais, Mariana Nunes, Kadu Vianna e Flávio Henrique, cantores e compositores de grande destaque na cena musical mineira. Quatro vozes extremamente afinadas e diferentes, mas que combinam perfeitamente no palco e deixam todos impressionados quando se juntam. E foi assim que ficaram os presentes no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://i1002.photobucket.com/albums/af141/ricardoemj/img_twitter_copy.jpg" alt="" width="305" height="305" />Cobra Coral é o nome do quarteto composto por Pedro Morais, Mariana Nunes, Kadu Vianna e Flávio Henrique, cantores e compositores de grande destaque na cena musical mineira.</p>
<p style="text-align: justify;">Quatro vozes extremamente afinadas e diferentes, mas que combinam perfeitamente no palco e deixam todos impressionados quando se juntam. E foi assim que ficaram os presentes no teatro Dom Silvério, maravilhados com a qualidade musical do espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas três violões e um piano, o quarteto apresentou composições, com arranjos bem interessantes, dos trabalhos solo de cada um como “E o que for já é “ (Kadu Vianna e Pedro Morais) e &#8220;Pássaro Pênsil&#8221; (Flávio Henrique e Carlos Rennó) e também canções consagradas como  &#8220;Cobra Coral&#8221; (Caetano Veloso/Waly Salomão), “Tristesse” (Milton Nascimento e Telo Borges),  &#8220;Falso Milagre do Amor&#8221; (Ed Motta), &#8220;Encontros e Despedidas&#8221; (Milton Nascimento/Fernando Brant), &#8220;A rede&#8221; (Lenine).</p>
<p style="text-align: justify;">Um show simples, sem cenário ou qualquer outro complemento, mas que não precisou de nada disso pra ser algo bom de se assistir. Não houve registros fotográficos &#8211; isso explica a foto ao lado &#8211; nem em vídeos,  mas o que fica mesmo é uma boa recomendação para quem mora em BH e curte um ótimo show de MPB.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem não conhece o quarteto segue o link do myspace de cada um: <a href="http://www.myspace.com/opedromorais">Pedro Morais</a>, <a href="http://www.myspace.com/kaduvianna">Kadu Vianna</a>, <a href="www.myspace.com/flviohenrique">Flávio Henrique</a> e <a href="www.myspace.com/mariananunesbh ">Mariana Nunes</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">E em vídeo um pouco do que é apresentado no show deles.</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/cobra-coral-belo-horizonte-170710/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>Set List:</p>
<ol>
<li>Cobra Coral</li>
<li>Faísca na Medula</li>
<li>Milagre dos peixes</li>
<li>E o que for, já é</li>
<li>Pássaro Pensil</li>
<li>Nada Será Como Antes</li>
<li>Sim</li>
<li>Capulito de Aleli</li>
<li>A rede</li>
<li>Encontros e Despedidas</li>
<li>Tristesse</li>
<li>Falso Milagre do Amor</li>
<li>No ciclo</li>
<li>Sol a girar</li>
<li>Sob o sol</li>
<li>Casa Aberta</li>
<li>E o que for, já é</li>
<li>Cobra Coral</li>
</ol>
<div style="width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">http://www.youtube.com/watch?v=COQ-8jmGK8w</div>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lançamentos: Keane &#8211; Night Train</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/07/lancamentos-keane-night-train/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/07/lancamentos-keane-night-train/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 23:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[K'naan]]></category>
		<category><![CDATA[Keane]]></category>
		<category><![CDATA[Tigarah]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado em maio deste ano, Night Train é um EP alegre e feliz do Keane que, definitivamente, deixou de ser aquela banda carregada de traços melancólicos de “Somewhere Only We Know” ou “A Bad Dream”. O EP tem oito músicas e estreou no topo das paradas britânicas. O disco chega com menos sintetizadores ou outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/keane_nt.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em maio deste ano, <strong>Night Train</strong> é um EP alegre e feliz do <strong>Keane</strong> que, definitivamente, deixou de ser aquela banda carregada de traços melancólicos de <em>“Somewhere Only We Know”</em> ou <em>“A Bad Dream”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O EP tem oito músicas e estreou no topo das paradas britânicas. O disco chega com menos sintetizadores ou outros elementos dançantes, quando comparado ao último álbum da banda, <strong>Perfect Symmetry</strong>, e conta com algumas participações que causaram certa curiosidade antes do lançamento, por se tratarem do rapper <strong>K´naan</strong> e a funkeira japonesa <strong>Tigarah</strong>. K’naan, que agora goza de um conhecimento mundial graças a música <em>“Wavin’ Flag”</em>, participa das músicas <a id="aptureLink_G4RmhFvvdT" href="http://www.youtube.com/watch?v=zI9C9j0QgU4"><em>“Stop For A Minute”</em></a>, uma das melhores do EP, e <em>“Looking Back”</em>, enquanto Tigarah dá as caras em <em>&#8220;Ishin Denshin (You&#8217;ve Got to Help Yourself)&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque importante do EP é Tim Rice-Oxley, que assume os vocais na música <em>“Your Love”</em>. A música tem um clima meio anos 80, um ar meio electropop feito com maestria por Depeche Mode ou The Human League, dentre outros nomes.</p>
<p style="text-align: justify;">O clima é outro. O Keane deixou de lado – não totalmente, é claro – aquela melancolia do início de carreira e entrou em um clima mais alegre, empolgante e quase chiclete, fazendo com que Night Train se mostre como um divisor de águas quase que definitivo para a banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos dizem que perderam a identidade e que essa fase alegre é um soco no passado. Gosto muito do Keane, de todos os álbuns e vi nessa mudança algo positivo para o trio. Eles continuam fazendo o que gostam e mostrando os seus sentimentos. Talvez eles só estejam mais alegres hoje do que há quatro anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Keane &#8211; Night Train<br />
</strong></p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 10 demaio  de 2010<br />
<strong>Gravadora:</strong> Interscope<br />
<strong>Gênero:</strong> Alternative Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Fraser T. Smith</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Faixas:<br />
01. House Lights<br />
02. Back in Time<br />
03. Stop For a Minute (Feat. K&#8217;naan)<br />
04. Clear Skies<br />
05. Ishin Denshin (You&#8217;ve Got to Help Yourself) (Feat. Tigarah)<br />
06. Your Love<br />
07. Looking Back (Feat. K&#8217;naan)<br />
08. My Shadow</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Independência: Macaco Bong</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/independencia-macacobong/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/06/independencia-macacobong/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Independência]]></category>
		<category><![CDATA[macaco bong]]></category>

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		<description><![CDATA[Por mais que nos esforçamos, nosso meio de sub cultura é cada dia mais transgênico, mutavel e transparente, tanto que a busca pelo formato pré definido já se extinguiu. As bandas de hoje, com propostas atuais, fogem do paradigma de serem iguais, tanto que  o foco de hoje se esclarece em umas das mais experimentais e independentes bandas da renovada cena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2596" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/3813023920_0c48f46103.jpg" alt="" width="267" height="400" />Por mais que nos esforçamos, nosso meio de sub cultura é cada dia mais transgênico, mutavel e transparente, tanto que a busca pelo formato pré definido já se extinguiu. As bandas de hoje, com propostas atuais, fogem do paradigma de serem iguais, tanto que  o foco de hoje se esclarece em umas das mais experimentais e independentes bandas da renovada cena independente  e com referências musicais tão variadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ney Hugo, baixista da ilustre banda <a href="http://www.myspace.com/macacobong">MACACO BONG</a>, fala em uma de suas entrevistas ao Conexão VIVO suas influências: &#8220;Ouvimos de tudo, jazz, blues, samba, salsa, música africana, música oriental, bossa nova, chorinho, jazz/fusion ao rock oitentista, hard/rock, power pop, punk, hardcore, rock progressivo, metal progresivo, heavy metal, death, metal, trash, splatter, música eletrônica&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Nomes pode-se citar Death, Meshuggah, Pantera, Dark Funeral, Dream Theater, Yellow Jackets, Weather Report, Uncle Moe`s Space ranch, Pat Metheny, Milton Nascimento, Ebinho Cardoso, João Bosco, Toe, Richard Bona, Nofx, Tribal Tech, Pat Metheny, Richard Bona, Chick Corea, Mogwai, 65 Days of Static, Charlie Parker, Herbie Hancock, Level 42, Joe Satriani, Tom Jobim, Arthur Maia, Michael Jackson, Booka Shade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">No myspace, a instigante banda tem esse release esclarecedor: <a href="http://www.myspace.com/macacobong">MACACO BONG</a> é um power trio de Cuiabá (MT), nascido em 2004. A banda é  um dos programas do Instituto Cultural Espaço Cubo, e baseia-se na  desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos  convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música  brasileira com jazz/fusion/pop e etc. Já circulou os principais  festivais de música do Brasil (além de Argentina e Canadá), e teve seu  cd Artista Igual Pedreiro eleito o melhor de 2008 pela revista Rolling  Stone Brasil e lançado na Argentina pelo selo Scatter Records.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Críticas e prêmios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- Uma das bandas apontadas como uma das grandes promessas para 2007 pela  Revista Bizz;</p>
<p style="text-align: justify;">-  Em 2008 o Macaco Bong foi apontado como aposta da Revista Bravo;</p>
<p style="text-align: justify;">-  Foi apontado pelo Myspace como uma das 10 bandas que &#8220;vão dar o que  falar&#8221; em 2008;</p>
<p style="text-align: justify;">- Concorreu ao Prêmio Hell City da Música Independente Matogrossense em  nove categorias (2008), sendo vencedora em duas delas: guitarrista e  baterista. Na edição 2009, foi vencedor do Prêmio de Banda do Ano.</p>
<p style="text-align: justify;">- Em 2009, a primeira edição do ano da Rolling Stone brasileira  selecionou o disco da banda como o melhor álbum do ano, à frente de  artistas conhecidos como Ney Matogrosso, Lenine, Marcelo D2, Marcelo  Camelo, entre outros. A música Amendoim também foi escolhida como a  quinta melhor música do ano na mesma revista.</p>
<p style="text-align: justify;">- O disco e o show da banda foram citados em dezenas de listas de  melhores por todo o país;</p>
<p style="text-align: justify;">- Isso além da aparição em outra coletânea de Senhor F, a “11 Temas”,  conta com grupos do México México, Portugal, Peru, Argentina, Brasil,  Chile e Uruguai. Por conta de trabalhos assim, o Macaco Bong foi citado  como “Revelação” na Rolling Stone Argentina, pelo show no El Mapa de  Todos.</p>
<p style="text-align: justify;">- A banda ainda concorreu em outras listas de melhores de veículos  grandes, como MTV.</p>
<p style="text-align: justify;">- A banda está concorrendo Video Music Brasil (MTV) 2009, na categoria  instrumental.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Agora depois disso tudo imagina se nao fossem brasileiros? Faz algumas semanas que estou lutando pra termina essa coluna, devido a rotina incansável, mas hoje sentei na frente da tela e imaginei que nao precisaria analisar nada sobre eles, nem fundamentar sobre texturas sonoras, nem diagnosticar o que pretendem com as maravilhosas melodias.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria bem mais natural e abrangente escutar pra caramba o som, pois são realmente naturais e modernos ao ponto de passar sensações ao ouvinte, definir o que a banda criou e o que ela realmente é.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Dicionário dos Artistas: Muse</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 16:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Muse]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História O Muse é uma banda de rock alternativo britânica, mais precisamente do condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Já lançou cinco álbuns de estúdio. O último disco, The Resistance, foi lançado em setembro de 2009. Os integrantes, Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard se conheceram na escola em 1989. Na época, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.muse.mu" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2543 aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/muse1.jpg" alt="" width="380" height="379" /></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Muse</strong> é uma banda de rock alternativo britânica, mais precisamente do condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Já lançou cinco álbuns de estúdio. O último disco, <em><strong>The Resistance</strong></em>, foi lançado em setembro de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Os integrantes, Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard se conheceram na escola em 1989. Na época, segundo Christopher, Matthew e Dominic eram integrantes de uma banda que estava se desmanchando, assim como a dele. Em 1994, se reuniram e formaram o Muse com o nome de Rocket Baby Dolls.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1999 lançaram seu primeiro álbum, <em><strong>Showbiz </strong></em>que foi bem recebido pela crítica. Logo surgiram comparações com a conterrânea <strong>Radiohead</strong>. Os singles <em>Muscle Museum</em> e <em>Unintended </em>fizeram algum sucesso dentro e fora do Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2001 chegou às lojas <strong>Origin of Symmetry</strong>, álbum que projetou o Muse mundialmente. <em>Plug In Baby</em> alcançou o 11º lugar nos tops britânicos, e New Born, o 12º.  No ano seguinte, foi a vez do DVD <em>“<strong>Hullabaloo &#8211; Live at Le Zenith</strong>”</em>, registro de um show, da Turnê de Origin f Symmetry, em Paris. Lançaram também um CD duplo com o nome <em><strong>Hullabaloo Soundtrack</strong></em>, com parte do show e uma seleção de <em>b-sides</em> gravados pela banda entre Março de 1999 e Outubro de 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 2003 saiu o terceiro álbum de estúdio, <em><strong>Absolution</strong></em>, que alcançou a primeira posição nos tops do Reino Unido; os singles <em>Time Is Running Out</em> e <em>Hysteria</em> foram sucessos imediatos e todo esse reconhecimento levou o Muse a uma nova turnê mundial. Em 2005 lançaram o DVD “<em><strong>Absolution Tour</strong></em>”, contendo o show que encerrou o <em>Festival de Glastonbury,</em> no ano anterior, e alguns vídeos gravados durante a turnê americana.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como seu antecessor,<em> <strong>Black Holes and Revelations</strong></em>, estreou em 2006, na primeira colocação nos tops britânicos. O primeiro single, <em>Supermassive Black Hole</em>, entrou, de cara, no top 5 do Reino Unido. Como parte da turnê, a banda fez dois shows no estádio de <em>Wembley</em>, em comemoração à sua reinauguração, o que gerou o álbum ao vivo “<em><strong>Haarp</strong></em>”, lançado em CD e DVD, contendo grande parte do show. Em 2008, uma turnê do Muse veio, pela primeira vez, a America Latina, passando por México, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro  <em><strong>The Resistence</strong></em> chegou às lojas e  <em> </em> ficou no topo das paradas e das  vendas em pelo menos 16 países. As influências clássicas como na canção &#8220;<em>Exogenesis: Symphony</em>&#8221; são claras e o que chamam a maior atenção no disco. <em>Uprising </em>foi o primeiro single e foi tocada ao vivo, pela primeira vez no MTV Movie Awards.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 7 de maio deste ano, o Muse anunciou que assim como acontecera nos filmes anteriores, também faria parte da trilha sonora de Eclipse, o terceiro da saga Twilight. 10 dias depois, era lançado o vídeo de &#8220;<em>Neutron Star Collision  (Love Is Forever)&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><em>.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Integrantes</strong></span></p>
<p># Matthew Bellamy &#8211; voz, guitarra e piano<br />
# Christopher Wolstenholme &#8211; baixo, voz secundária e teclado<br />
# Dominic Howard &#8211; bateria e percussão</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Discografia</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>1999 – Showbiz<br />
2001 &#8211; Origin of Symmetry<br />
2002 &#8211; Hullabaloo Soundtrack (Compilação)<br />
2003 – Absolution<br />
2006 &#8211; Black Holes and Revelations<em><br />
</em>2007<em> – HAARP </em>(Ao Vivo)<br />
2009 &#8211; The Resistence</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Prêmios</strong></span></p>
<p># MTV Europe Music Awards (5)<br />
# Q Awards (5)<br />
# NME Awards (4)<br />
# Brit awards (2)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Curiosidades</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"># Nas gravações da canção      Megalomania, do álbum &#8220;Origin of Symmetry&#8221;, Matthew usou o órgão      de uma igreja e o padre pediu a letra da música para ler e ter certeza de      que eles não eram satanistas.</p>
<p style="text-align: justify;"># Durante a turnê de promoção      do álbum &#8220;Origin of Symmetry&#8221;, a banda quebrou tantos      instrumentos e amplificadores que deram o apelido à turnê de &#8220;Origin      of Chaos&#8221; (Origem do Caos).</p>
<p style="text-align: justify;"># No show de Wembley (HAARP) eles      teriam planos de chegar ao palco através de Jetpacks (aquelas mochilas com      turbina que permitem voar), mas não foi possível porque estariam      infringindo o Regulamento de Saúde e Segurança do show.</p>
<p style="text-align: justify;"># Antes de serem      internacionalmente conhecidos, o Muse só tocava em bares punk para      públicos eufóricos e bêbados.</p>
<p style="text-align: justify;"># As cordas vocais de Matthew são      menores do que o normal.</p>
<p style="text-align: justify;"># Christopher perdeu sua      aliança durante uma turnê no Japão, mas uma fã a devolveu e como      recompensa ela poderá ir aos shows da banda de graça pelo resto da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"># Matthew e Christopher      consideram Dominic o mais organizado da banda.</p>
<p style="text-align: justify;"># A bateria de Assassin foi      inspirada na banda &#8220;Lightning Bolt&#8221;. Dominic queria recriar o      &#8220;controle caótico natural&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"># Segundo Matthew as influências da banda      são, entre muitos outros, Jeff Buckley, Queen e Rage Against the Machine.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Fontes consultadas</strong></span></p>
<p>◘ <a href="http://www.muse.mu" target="_blank">http://www.muse.mu</a><br />
◘ <a href="http://www.musebr.com" target="_blank">http://www.musebr.com</a><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muse" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Muse</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Universal Music Lança LunaBlu! Conheça!</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 14:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilmar Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[LunaBlu]]></category>

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		<description><![CDATA[Universal Music e UOL lançam hoje uma nova banda . Conheça: LunaBlu Foto: Divulgação A banda foi formada no ano de 2008 quando Valentina Piras (vocalista) reencontrou um velho amigo de colégio João Milliet (guitarrista) e perceberam que não podiam abandonar o antigo sonho de ter uma banda de rock. Logo após isso, Valentina apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Universal Music e UOL lançam hoje uma nova banda . Conheça: LunaBlu</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2537" class="wp-caption alignnone" style="width: 566px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/lunablu.jpg"><img class="size-full wp-image-2537" title="LunaBlu" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/lunablu.jpg" alt="" width="556" height="186" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto: Divulgação</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A banda foi formada no ano de 2008 quando Valentina Piras (vocalista) reencontrou um velho amigo de colégio João Milliet (guitarrista) e perceberam que não podiam abandonar o antigo sonho de ter uma banda de rock. Logo após isso, Valentina apresenta o guitarrista perfeito pra eles: Thomas Henne.</p>
<p style="text-align: justify;">A afinidade imediata entre os três gerou um disco de rock com influencias diversas, do pop ao progressivo, fazendo um contraste do peso das guitarras com o vocal feminino e doce de Valentina Piras.</p>
<p style="text-align: justify;">O som e a temática do LunaBlu é totalmente diferente das bandas teen existentes no mercado. Com um visual moderno e chamativo, a banda possui uma fantástica identidade fotográfica de cada integrante que permite trabalhar em conjunto a sonora e o visual em todas as mídias existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum de estréia, produzido por Rique Azevedo e de nome homônimo da banda, trás 8 músicas inéditas e duas versões. A primeira é uma releitura de “Será” do Legião Urbana e a segunda é Tatoo de Jordin Sparks.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira esses dois videos de apresentação da banda</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/universal-music-lanca-lunablu-conheca/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/universal-music-lanca-lunablu-conheca/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<address style="text-align: justify;">Universal: <a href="http://www.universalmusic.com.br/lunablu/" target="_blank">http://www.universalmusic.com.br/lunablu/</a></address>
<address style="text-align: justify;">Site Oficial: <a href="http://www.bandalunablu.com.br" target="_blank">www.bandalunablu.com.br</a></address>
<address style="text-align: justify;">Myspace: <a href="http://www.myspace.com/lunablurock" target="_blank">http://www.myspace.com/lunablurock</a></address>
<address style="text-align: justify;">Twitter: <a href="http://twitter.com/lunablurock" target="_blank">@lunablurock</a></address>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Interrogatório: Jay Vaquer</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/05/interrogatorio-jay-vaquer/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 22:13:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilmar Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interrogatório]]></category>
		<category><![CDATA[Jay Vaquer]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua passagem por Belo Horizonte, no último dia 08 de maio, em show realizado no Teatro Alterosa, Jay Vaquer recebeu a equipe do Audiograma para o nosso primeiro Interrogatório. Com a equipe a postos no camarim e o tempo corrido, cinco perguntas estavam engatilhadas para que você conheça ou saiba um pouco mais dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Em sua passagem por Belo Horizonte, no último dia 08 de maio, em show realizado no Teatro Alterosa, <strong>Jay Vaquer</strong> recebeu a equipe do Audiograma para o nosso primeiro Interrogatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a equipe a postos no camarim e o tempo corrido, cinco perguntas estavam engatilhadas para que você conheça ou saiba um pouco mais dos novos projetos deste formidável e atencioso cantor e compositor. Confira!</p>
<div id="attachment_2531" class="wp-caption aligncenter" style="width: 503px"><img class="size-full wp-image-2531 " title="Gilmar Souza entrevista Jay Vaquer." src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/DSC_0810.jpg" alt="" width="493" height="366" /><p class="wp-caption-text">Foto: Diego Soares</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Todo mundo que está aqui sabe e conhece o Jay Vaquer, mas para que não conhece, quem é Jay Vaquer?<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um compositor que canta o que compõe e tenta interpretar eventualmente composições de outros autores. Nasci no Rio de Janeiro e esse nome é meu nome mesmo, Jay Vaquer, não é nome artístico, e eu acho que se eu tivesse que criar um nome eu teria feito algo um pouco melhor (risos), mais fácil também pro mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso, um cantor honesto, fazendo o melhor que pode sempre levando o trabalho pelo Brasil a fora, graças a Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você já gravou quatro cd&#8217;s de estúdio, um ao vivo e um novo álbum está por vir. Tem alguma novidade que você pode contar, como está o processo?<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ele ainda está muito no começo, mas eu já tenho algumas idéias em mente. Até escondidas no meu blog, que é a <a href="http://www.fuzarca.blog.br/" target="_blank">Fuzarca</a>, onde periodicamente respondo a “Budegosa” (perguntas feitas pelo publico), eu comentei que algumas participações seriam imensamente preciosas, pessoas, cantores e cantoras pelos quais eu tenho uma admiração grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas mais jovens, mas já consolidadas como a  Maria Gadú ou a Céu por exemplo&#8230; são vozes primorosas, timbres lindos. Eu tenho a sorte de ser próximo a Gadu, então, de repente é uma coisa que soma. Eu quero beleza, eu quero que some!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O fato de você ser pai futuramente influi processo de criação?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com certeza! É inevitável que agente perceba o mundo e as prioridades também de outra forma. É muito surpreendente como eu sempre fui muito desencanado. Nunca passou pela minha cabeça, por exemplo, a necessidade de estar com saúde, de estar inteiro, e agora eu percebe isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu entro em um avião e eu não tenho nenhuma paranóia, nenhum medo mas, poxa a vida, eu não posso morrer agora porque eu preciso dar amor, educação, carinho, ir à luta e proporcionar uma vida bacana pra essa criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que muda, muda bastante. O resultado disso que eu não sei se o pessoal vai gostar (Risos).</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você teve aqui em 2000 com o Cazas de Cazuza. Como é voltar a BH para fazer de fato o seu show?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu já estive aqui antes para fazer as fotos do Formidável Mundo Cão com o Marcio que é um grande profissional de BH e, antes de 2000, já estive aqui algumas vezes com a minha mãe que está sempre por aqui e eu me lembro de poder acompanhá-la algumas vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">É um barato. Era uma grande frustração pra mim não poder levar o show pra uma cidade tão importante e tão próxima do Rio. Como é que eu já fui pra Recife, Porto Alegre, Salvador e não para BH?. Era uma coisa que me incomodava e, agora, a minha luta é para que eu possa voltar sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não conhecia a platéia daqui e eu fiquei bem feliz com a receptividade, o carinho, as pessoas cantando. Uma energia incrível e eu já estou com saudade dessa energia. É uma coisa que vicia! Eu quero mais!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nós citamos o Cazas de Cazuza e existem notícias de que o musical vai voltar aos palcos. Isso vai rolar de fato?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A chance de rolar é muito grande, porém existe uma coisa inacreditável, eu diria. Estamos em maio de 2010, o projeto foi aprovado na Lei de incentivo, mas estamos com muita dificuldade na captação de recursos em função do elenco não ser global, famoso, e ai os patrocinadores sistematicamente dizem que o tema é meio complicado para veicular a marcar.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema é o Cazuza, um dos maiores poetas do Brasil. Aí eles dizem que aborda drogas, homosexualismo&#8230; Pelo amor de Deus, é muita demagogia, muita babaquice.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos com essas dificuldades, mas já temos as datas marcadas e estréia dia 05/08 no vivo Rio. Já tem até todas as datas, porém, sem patrocínio é complicado. Não dá pra parar tudo e ficar ensaiando. Se não tiver uma grana&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Não da pra ficar sem dinheiro, até com relação à segunda pergunta, eu não posso, como fico sem dinheiro? Até adoraria, mas não dá.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma vergonha, ainda não está certo, mas a tendência é que role.</p>
<div id="attachment_2532" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2532 " title="Jay Vaquer" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/jay01.jpg" alt="" width="500" height="335" /><p class="wp-caption-text">Foto: Diego Soares</p></div>
<p style="text-align: left;">Você confere a cobertura do show do JayVaquer no Teatro Alterosa em nossa seção <a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/jay-vaquer-belo-horizonte-080510/" target="_blank">De Olho nos Palcos</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Playlist: Red Hot Chili Peppers &#8211; One Hot Minute</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/05/playlist-red-hot-chili-peppers-one-hot-minute/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/05/playlist-red-hot-chili-peppers-one-hot-minute/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 23:56:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playlist]]></category>
		<category><![CDATA[Red Hot Chili Peppers]]></category>

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		<description><![CDATA[Suceder o ótimo Blood Sugar Sex Magik já não seria uma tarefa fácil para o Red Hot Chili Peppers naquela altura do campeonato, principalmente por não contar com a formação que criou o álbum responsável por catapultar a banda rumo ao topo. Pouco mais de três anos depois da (primeira) saída de John Frusciante, chegava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/cover/redhotchilipeppers_ohm.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">Suceder o ótimo <strong>Blood Sugar Sex Magik</strong> já não seria uma tarefa fácil para o <strong>Red Hot Chili Peppers</strong> naquela altura do campeonato, principalmente por não contar com a formação que criou o álbum responsável por catapultar a banda rumo ao topo. Pouco mais de três anos depois da (primeira) saída de <strong>John Frusciante</strong>, chegava as lojas <strong>One Hot Minute</strong>, o sexto álbum de estúdio da banda que, naquele momento, contava com o excelente <strong>Dave Navarro</strong> na guitarra.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudança no som, uma pegada mais forte e mudança nas composições. Era o surgimento de um &#8220;novo&#8221; Red Hot, com um pouco menos daquele funk tradicional e com mais riffs pesados, com um pensamento menos sexual e mais sombrio, beirando até uma psicodelia que muitos acreditaram que a banda jamais faria. Se muitos não confiavam em Dave Navarro, ele vestiu a camisa, juntou ingredientes que ele já carregava consigo e, junto com o trio <strong>Kiedis</strong>, <strong>Flea</strong> e <strong>Smith</strong>, conseguiu dar liga em um álbum acima da média.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto <em>“Warped”</em>, <em>“One Big Mob”</em> e <em>“One Hot Minute”</em> mostram um pouco desse “novo” Peppers mais pesado e sombrio, <em>“Falling Into Grace”</em>, <em>“Deep Kick”</em> e <em>“Walkabout”</em> trazem muito daquela funkeira tradicional da banda. Músicas como <em>“Tearjerker” </em>e <em>“My Friends”</em> mostram que a banda já carregava alguns genes “baladeiros” nas suas composições e que continuariamos a ser agraciados com músicas belas e tocantes como <em>“Under The Bridge”</em>, vinda do BSSM. Aliás, <em>“Tearjerker”</em> e <em>“My Friends”</em> são duas das mais belas músicas da história dos Peppers, na humilde opinião deste que vos escreve.</p>
<p style="text-align: justify;">E ainda tem <em>“Coffee Shop”</em> e <em>“Aeroplane”</em>, que é o carro-chefe do disco. Aquela música feita para as rádios e que se tornou um dos clássicos eternos da banda.<br />
Aí é que fica a pergunta no ar: Se o álbum tem tantas boas credenciais, porque ele não foi muito bem recebido pela crítica e pelos fãs?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é apenas uma das questões relacionadas à banda que eu não consigo responder. <strong>One Hot Minute</strong> é um álbum que fica deslocado quando comparado a extensa discografia da banda, mas está longe de ser um álbum ruim. Muito pelo contrário, aliás. Talvez tenha pesado (para o público) a importância que era suceder o grande Blood Sugar Sex Magik ou, quem sabe, a troca de guitarrista ou a inclusão de elementos em sua sonoridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não conhecia a banda naquela época, então me falta uma maior propriedade para dar suporte no que vou dizer, mas, por tudo o que conheço da banda, o que os Peppers precisavam naquele momento era de uma “chacoalhada”, poder trabalhar e tentar algo diferente para explorar novos caminhos e fugir daquele senso comum que incomodou o Frusciante a ponto dele deixar a banda em 1992.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu faço parte do grupo de fãs que torceu o nariz na primeira vez que ouviu o One Hot Minute, mas que, com o tempo, passou a adorar o trabalho. São pouco mais de 61 minutos que apresentam uma faceta diferente, que certamente não aparecerá em nenhum outro futuro disco dos Peppers. Só por isso, já vale a audição.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Red Hot Chili Peppers – One Hot Minute</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lançamento:</strong> 12 de setembro de 1995<br />
<strong>Gravadora:</strong> Warner Bros.<br />
<strong>Gênero:</strong> Alternative Rock<br />
<strong>Produção:</strong> Rick Rubin</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Faixas:<br />
01 – Warped<br />
02 – Aeroplane<br />
03 – Deep Kick<br />
04 – My Friends<br />
05 – Coffee Shop<br />
06 – Pea<br />
07 – One Big Mob<br />
08 – Walkabout<br />
09 – Tearjerker<br />
10 – One Hot Minute<br />
11 – Falling Into Grace<br />
12 – Shallow Be Thy Game<br />
13 – Transcending</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Lançamentos: Sandy &#8211; Manuscrito</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 14:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sandy]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase 3 anos de espera os fãs da cantora Sandy já podem comprar o seu primeiro CD, composto por 13 músicas, Manuscrito, álbum totalmente autoral, por isso o nome. As músicas foram compostas em parceria com Junior Lima, seu irmão e Lucas Lima, seu marido. Manuscrito é uma faceta de Sandy onde as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2417" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/sandysolo1.jpg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de quase 3 anos de espera os fãs da cantora Sandy já podem comprar o seu primeiro CD, composto por 13 músicas, <strong>Manuscrito</strong>,  álbum totalmente autoral, por isso o nome.</p>
<p style="text-align: justify;">As músicas foram compostas em parceria com Junior Lima, seu irmão e Lucas Lima, seu marido. Manuscrito é uma faceta de Sandy onde as músicas até certo ponto falam dela ou não. Suas faixas tem um pegada que mistura um pouco de folk, indie e pop romântico e mpb resultado das coisas que a cantora vem ouvindo nesse últimos 3 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Sandy &#8211; Manuscrito</strong></p>
<p><strong>Lançamento:</strong> 07 de Maio de 2010<br />
<strong>Gravadora:</strong> Universal Music<br />
<strong>Gênero:</strong> Pop, Folk, MPB<br />
<strong>Produção:</strong> Lucas Lima e Junior Lima</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Faixas:<br />
1. Pés Cansados<br />
2. Quem Eu Sou<br />
3. Tempo<br />
4. Ela/ Ele<br />
5. Dedilhada<br />
6. Sem Jeito<br />
7. Duras Pedras<br />
8. O que Faltou Ser<br />
9. Perdida e Salva<br />
10. Dias Iguais (Participação especial Nerina Pallott)<br />
11. Mais um Rosto<br />
12. Tão Comum<br />
13. Esconderijo</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Jay Vaquer @ Belo Horizonte – 08/05/10</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 03:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho dos palcos]]></category>
		<category><![CDATA[Jay Vaquer]]></category>

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		<description><![CDATA[Noite de sábado, 08 de maio, Teatro Alterosa, Belo Horizonte. Depois de 10 anos de carreira, quatro álbuns de estúdio e um CD/DVD ao vivo, Jay Vaquer enfim desembarca na capital mineira para uma apresentação. Durante os dias que antecederam o show, pensei em diversas maneiras de começar essa resenha. Pensei até se eu realmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/jayvaquer_01.jpg" alt="" width="300" height="201" />Noite de sábado, 08 de maio, Teatro Alterosa, Belo Horizonte. Depois de 10 anos de carreira, quatro álbuns de estúdio e um CD/DVD ao vivo, <strong>Jay Vaquer</strong> enfim desembarca na capital mineira para uma apresentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os dias que antecederam o show, pensei em diversas maneiras de começar essa resenha. Pensei até se eu realmente deveria escrever alguma coisa já que, confesso, eu não sou um profundo conhecedor do trabalho feito pelo filho de <strong>Jane Duboc</strong>. O pouco que conheço me foi apresentado nos últimos dois anos pelo nosso companheiro de Audiograma <strong>Gilmar Souza</strong>. Até hoje me lembro que o primeiro contato que tive com Jay Vaquer foi através da música <em>“Longe Aqui”</em> e, apesar de ter realmente gostado da música, fui relapso ao ponto de não procurar todo o material já produzido pelo cantor.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dessa “falta de conhecimento”, desde o primeiro momento em que fiquei sabendo do show, o interesse em comparecer surgiu. Não sei você que está lendo, mas eu sempre defendi a idéia de que a melhor forma de ser realmente apresentado a um artista é presenciando um de seus shows. Já perdi a conta de quantos shows pude ver sem conhecer muito do artista que estava ali em cima do palco e, na maior parte das vezes, saí do local com a certeza de que valia a pena “correr atrás” e ouvir o que ainda não conhecia. Foi assim com o <strong>Móveis Coloniais de Acaju</strong>, com a <strong>Colbie Caillat</strong>, o <strong>Live</strong> e o <strong>Orishas</strong>, dentre vários outros nomes. Pensando nisso, resolvi aproveitar a oportunidade única e conferir de perto se, realmente, Jay Vaquer era tudo aquilo que já me parecia ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um público que deve ter ocupado em torno de 70% da capacidade do local, a longa espera terminou quando os primeiros acordes da música <em>“Mondo Muderno”</em> deram início aquela apresentação que mais me parecia um ensaio especial para fãs especiais. Já daquele ponto em diante, pude perceber que Jay Vaquer faz parte de um seleto grupo de cantores que conseguem ser ainda melhores ao vivo do que já são em estúdio.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/jayvaquer_02.jpg" alt="" width="300" height="201" />Se <em>“Mondo Muderno”</em> já foi mais do que suficiente para “derrubar” a idéia de se assistir ao show sentado nas cadeiras do Teatro, outras músicas como <em>“Você não me conhece”</em>, <em>“Cotidiano de um casal feliz”</em>, <em>“A Falta que A Falta faz”</em> (onde Jay foi agarrado por uma fã), <em>“Por um pouco de paz”</em>, <em>“Quando fui Fred Astaire”</em>, <em>“Pode Agradecer”</em>, <em>“Breve conto de um velho babão”</em> e <em>“Longe Aqui”</em> provocaram os mais distintos sentimentos naqueles que presenciavam aqueles momentos especiais. Foram vários os que cantaram a plenos pulmões, que choraram, que vibraram e, principalmente, não queriam que aquele momento acabasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhado por <strong>Kelder Paiva</strong> (bateria), <strong>Renato Pagliacci</strong> (guitarra) e <strong>Fernanda Iglesias</strong> (baixo), interagindo durante todo o tempo com o público, atendendo aos pedidos dos fãs e cantando algumas músicas a cappella, dentre elas <em>“Estrela de um Céu Nublado”</em>, e mantendo uma simplicidade incrível, Jay conduziu a platéia com maestria, sempre deixando transparente a sua alegria por, enfim, poder apresentar o seu belo trabalho a cidade de Belo Horizonte.</p>
<p style="text-align: justify;">E não foi só ele que saiu feliz. Muitos foram os que saíram realizados do teatro. Alguns por verem o ídolo de perto, outros por terem a chance de ver ao vivo toda a capacidade de composição e interpretação que Jay carrega consigo. De todos, talvez eu tenha sido o único que não estava completamente feliz ao sair do Teatro e, se digo isso, não foi pelo fato de não ter gostado do show, mas sim por não conhecer tão profundamente o trabalho de Jay Vaquer a ponto de descer, me juntar aos fãs e cantar todas as músicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sabe no próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">E que esse próximo show não demore mais dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo, veja um vídeo da música <em>&#8220;Quando fui Fred Astaire&#8221;</em>:</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/jay-vaquer-belo-horizonte-080510/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div>]]></content:encoded>
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