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	<title>Audiograma &#187; Dicionário de Artistas</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>Dicionário de Artistas: Odair José</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 19:13:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Odair José]]></category>

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		<description><![CDATA[Consagrado no estilo brega, Odair José teve um começo de carreira muito diferente. Nascido em Morrinhos, Goiás, aos 17 trabalhava como crooner de banda na adolescência, até conhecer Roberto Carlos, em 1967 aos 18 anos, nos bastidores de um baile em que ambos cantaram. Estimulado pelo ídolo, que é uma de suas principais referências assumidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i1218.photobucket.com/albums/dd404/sami_lla/OdairJos14.jpg" alt="" width="300" height="430" /></p>
<p style="text-align: justify;">Consagrado no estilo brega, Odair José teve um começo de carreira muito diferente. Nascido em Morrinhos, Goiás, aos 17 trabalhava como crooner de banda na adolescência, até conhecer Roberto Carlos, em 1967 aos 18 anos, nos bastidores de um baile em que ambos cantaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Estimulado pelo ídolo, que é uma de suas principais referências assumidas (ao lado de Altemar Dutra, Anísio Silva e Peter Frampton), mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como cantor de boates suburbanas, circos e como guitarrista de inferninhos na Lapa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos Anos 70 sua música teve influências da música caipira americana. Excursionou pelo country de raiz de Hank Williams e Johnny Cash em seus primeiros discos. Em 1972, sua música <em>&#8220;Cristo quem é você&#8221;</em>, foi gravada pelo próprio Odair José, com arranjos de Zé Rodrix, tendo a participação do grupo Som Imaginário. Logo passada a fase da influencia de Roberto Carlos, fez uma ópera-rock na música <em>&#8220;O Filho de José e Maria&#8221;</em> (com a qual foi vaiado com Caetano Veloso em um show, o Phono 73). Foi neste período que recebeu o rotulo de &#8220;Bob Dylan Brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ter seu devido reconhecimento na musica nacional, Odair José não era apenas um Ph.D. em comportamento e sentimento populares, ele era freqüentador assíduo nas pastas da censura militar, segundo o historiador Paulo César de Araújo, autor do livro &#8220;Eu não Sou Cachorro, não&#8221;, sobre os vetos dos militares aos compositores rotulados de bregas e que trata Odair como transgressor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um momento de repressão, ele não teve papas na língua. Suas letras foram vetadas por tratar de sexo (<em>&#8220;Em Qualquer Lugar&#8221;</em> &#8211; A gente ama até demais/e quando tem um grande amor/a gente faz em qualquer lugar), de drogas (<em>&#8220;Viagem&#8221;</em> &#8211; Venha comigo em minha viagem/não se preocupe/eu tenho as passagens), homossexualidade (<em>&#8220;Forma de Sentir&#8221;</em> &#8211; Sei que és entendido e vais entender/que eu entendo e aceito tua forma de amor) e religião (<em>&#8220;Cristo, Quem É Você?&#8221;</em> &#8211; Lhe procurei/fui à sua casa/mas lá não lhe encontrei). Porem, nenhuma canção de seu repertório repercutiu tanto quanto <em>&#8220;Uma Vida Só&#8221;</em> ou <em>&#8220;Pare de Tomar a Pílula&#8221;</em> (Pare de tomar a pílula/porque ela não deixa nosso filho nascer). A letra caiu na boca do povo, mas chegou a ser proibida por algum tempo, por contrariar o governo. &#8220;O regime militar patrocinava a entidade Bemfam, que desenvolvia campanha de controle de natalidade nas famílias de baixa renda, e se empenhava na farta distribuição de anticoncepcionais&#8221;, escreve Araújo</p>
<p>Odair liderou a lenta transfomação do pudor brasileiro nos anos 70 (acompanhado pelas pornochanchadas, pelo jornal Pasquim, e por Leila Diniz), ao mesmo tempo que dominava as ondas do rádio e lhe imputavam o título de &#8220;cantor das empregadas domésticas&#8221;, como ele mesmo explica. “O que eu canto, eu vi acontecer muito naqueles bares. Eu percebi na época que já existiam vários segmentos musicais estabelecidos. O Roberto Carlos já tinha seu estilo. Ele cantava o amor do portão, do namoradinho, o beijo roubado, &#8216;eu te darei o céu&#8217;. Quando, na verdade, os namorados já estavam indo para a cama, não estavam mais ficando no portão. O amor já tinha ficado adulto, e eu entrei para cantar esse amor adulto.&#8221;, revela o músico.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Fontes: <a href="http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/ver/odair-jose" target="_blank">Clique Music</a> e Revista Época (&#8220;Do brega às cabeças&#8221;, Cléber Eduardo, Junho de 2005)</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F11%252Fdicionario-de-artistas-odair-jose%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FrsYbiz%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20Odair%20Jos%C3%A9%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário dos Artistas: Backstreet Boys</title>
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		<comments>http://www.audiograma.com.br/2011/02/dicionario-dos-artistas-backstreet-boys/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 18:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Backstreet Boys]]></category>

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		<description><![CDATA[~&#62; História Considerada pelo Guiness Book como a maior boyband de todos os tempos e de maior número de vendas, o Backstreet Boys surgiu como um projeto de Lou Pearlman, um empreendedor da Flórida, que inspirado pelo sucesso dos New Kids On The Block, resolveu montar um grupo de garotos para ser agenciado por ele. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Tatiana/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Tatiana/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.backstreetboys.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-5856 aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="backstreet_boys" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/backstreet_boys.jpg" alt="" width="360" height="360" /></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;">~&gt; <strong>História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Considerada pelo <strong>Guiness Book</strong> como a maior <em>boyband </em>de todos os tempos e de maior número de vendas, o <strong>Backstreet Boys </strong>surgiu como um projeto de <em>Lou Pearlman</em>, um empreendedor da Flórida, que inspirado pelo sucesso dos <strong>New Kids On The Block</strong>, resolveu montar um grupo de garotos para ser agenciado por ele. Os testes aconteceram entre 1992 e 1993 e no dia 20 de abril de 1993 surgia oficialmente o Backstreet Boys.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro show oficial da banda, que na época contava ainda com Kevin Scott Richardson aconteceu menos de um mês depois, quando se apresentaram para 3 mil adolescentes no <em>Sea World</em> em Orlando.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Junho de 1994 gravaram o seu primeiro single, &#8220;<em>We&#8217;ve Got It Goin&#8217; On</em>.” O single não foi tão bem sucedido nos EUA, mas vendeu bem na Europa, dando à banda, o seu primeiro disco de ouro, na Alemanha. Em 1995, o primeiro álbum, &#8220;<em>Backstreet Boys</em>&#8220;, foi lançado apenas na Europa e Canadá, alcançando o top 10 em diversas cidades e a 4ª posição na <strong>Billboard</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1997, quando grupos como <strong>Spice Girls</strong> e <strong>Hanson</strong> faziam sucesso com música dance/pop nos Estados Unidos, a gravadora <em>Jive</em> e <em>Pearlman</em> decidiram levar o grupo de volta aos Estados Unidos. Seu primeiro álbum já havia vendido 8,5 milhões de discos pela Europa e Ásia. Eles estrearam no mercado norte-americano com &#8220;<em>Quit Playin&#8217; Games (With My Heart)</em>&#8220;. O single rapidamente ganhou certificado de platina e chegou à 2ª posição no Billboard Hot 100.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aproveitar o sucesso nos Estados Unidos foi lançado a versão &#8216;americana&#8217; de <em>Backstreet Boys</em> a fim de lançar o grupo no país, enquanto que na Europa e em outros continentes foi lançado o <em>Backstreet&#8217;s Back</em>, segundo da carreira da banda. O disco <em>Backstreet Boys (US)</em> foi o álbum mais vendido nos Estados Unidos em 1997, ganhando o <em>disco de platina</em> por 14 vezes no ano. Em Agosto, o grupo estava em todos os tops americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro de 1999, receberam o primeiro prêmio de Diamante do RIAA pela venda de 10 milhões de álbuns do seu CD de estréia. Em maio, <em>Millennium</em> foi lançado, vendendo mais de 1,13 milhões de cópias só na primeira semana. O CD esteve em todos os rankings mundiais, ficando em 1° em 25 países. O álbum ganhou a platina 11 vezes em Dezembro de 1999, tornando-se o álbum vendido mais rapidamente no mundo, com mais de 34 milhões de cópias. O primeiro single do álbum, &#8220;<em>I Want It That Way</em>&#8220;, quebrou o recorde de solicitações em estações de rádio na primeira semana, com 165 pedidos e ficou no topo do ranking dos singles do Reino Unido por 2 semanas. Neste ano, receberam 5 indicações para o <em>Grammy</em>, sendo uma das indicações para &#8220;Álbum do Ano&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em agosto, esgotaram os ingressos em 39 cidades, vendendo 765,000 bilhetes em algumas horas. Ao todo, eles esgotaram os shows em 53 cidades com a &#8220;<em>Into the Millennium Tour</em>&#8220;. A tour foi vista por mais de 2 milhões de fãs, quebrando o recorde de maior público em local coberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro de 2001, a gravadora lançou o álbum <em>The Hits: Chapter One</em>, uma compilação que reúne os grandes sucessos do grupo além da música &#8220;<em>Drowning</em>&#8220;, o último single inédito até o retorno da banda em 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma pausa de 5 anos sem lançar álbuns inéditos, (em que se empenharam em carreiras solos, cuidados com saúde e família)  lançaram o single &#8220;<em>Incomplete</em>&#8220;, no dia 28 de Março de 2005, que rapidamente ficou em 1° lugar tanto nos EUA quanto no resto do mundo. No dia 14 de junho o álbum &#8220;<em>Never Gone</em>&#8221; foi lançado. Estreou em 3° lugar nos EUA e em primeiro no Japão, Alemanha, Índia, Chile, Brasil, Austrália e Coréia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Abril de 2005, foram homenageados com o <strong>Recording Academy Award</strong>, por seu sucesso na indústria da música. Eles cantaram a música &#8220;<em>Weird World</em>&#8221; e foram lembrados como a banda que lançou os maiores <em>hits</em> do mercado musical pop dos anos 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 26 de junho de 2006, Kevin anunciou com uma pequena nota que estava deixando os Backstreet Boys para se dedicar mais à família e a projetos solo. Na nota ele disse dar seu apoio para que a banda continuasse e que sua saída foi amigável.  Os outros <em>4 boys</em> também escreveram uma nota dizendo que respeitavam a decisão de Kevin e que se ele quisesse voltar as portas estariam sempre abertas para ele.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Unbreakable</em>&#8221; foi lançado mundialmente no dia 30 de outubro de 2007, com versão Deluxe nos Estados Unidos e Japão, e alcançou o 4º lugar na votação online da Billboard de melhor álbum de 2007, além de ter recebido ótimas críticas no meio musical.</p>
<p><em>This Is Us</em> é o sétimo álbum de estúdio do Backstreet Boys. O primeiro single foi &#8220;<em>Straight Through My Heart</em>&#8221; lançado nas rádios em 17 de agosto de 2009. O disco atingiu o número 24 na parada Billboard Songs Dance. Em 30 de outubro de 2009, iniciaram a turnê This Is Us Tour, que continua rodando o mundo atualmente.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">~&gt; <strong>Integrantes</strong></span></p>
<p># Alexander James McLean<br />
# Howard Dwaine Dorough<br />
# Brian Thomas Littrell<br />
# Nickolas Gene Carter</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">~&gt; <strong>Discografia</strong></span></p>
<p>1996 &#8211; Backstreet Boys<br />
1997 &#8211; Backstreet Back<br />
1999 &#8211; Millennium<br />
2000 &#8211; Black &amp; Blue<br />
2001 &#8211; The Hits &#8211; Chapter One<br />
2005 &#8211; Never Gone<br />
2007 &#8211; Unbreakable<br />
2009 &#8211; This Is Us</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;">~&gt; <strong>Fonte consultada</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="color: #000000;">◘</span> </strong></span><a href="http://www.backstreetboys.com.br/">http://www.backstreetboys.com.br</a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color: #ffffff;"><strong>.</strong></span></p>
<p><strong>Abaixo, confira duas canções marcantes da carreira da banda:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/02/dicionario-dos-artistas-backstreet-boys/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/02/dicionario-dos-artistas-backstreet-boys/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F02%252Fdicionario-dos-artistas-backstreet-boys%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20dos%20Artistas%3A%20Backstreet%20Boys%20%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário de Artistas: CocoRosie</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 05:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[CocoRosie]]></category>

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		<description><![CDATA[¨Dream Pop¨? ¨Indie Folk¨? Hmm&#8230;  e que tal ¨Freak Folk¨? Isso mesmo, Freak Folk. Tão exótica quanto o ¨rótulo¨ que ganha, a dupla de irmãs, Bianca (Coco) e Sierra (Rosie) Casady, trouxe consigo um universo musical totalmente atípico, fora de qualquer padrão musical. Tal qual a própria trajetória das duas, que são filhas de pais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/cocorosie-1.jpg" alt="" width="365" height="452" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">¨Dream Pop¨? ¨Indie Folk¨? Hmm&#8230;  e que tal ¨Freak Folk¨? Isso mesmo, Freak Folk. Tão exótica quanto o ¨rótulo¨ que ganha, a dupla de irmãs, Bianca (Coco) e Sierra (Rosie) Casady, trouxe consigo um universo musical totalmente atípico, fora de qualquer padrão musical. Tal qual a própria trajetória das duas, que são filhas de pais hippies e foram criadas por muito tempo separadas, enquanto estudavam e andavam por diferentes caminhos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No mundo desde 2003, o duo faz dos sons esquisitos e divertidos uma brincadeira que dá certo. Os fãs de CocoRosie certamente, não se admiraram quando a banda Pato Fu lançou o último cd fazendo, também, o uso de instrumentos de brinquedo. Isso porque a dupla já vem brincando com esse tipo de som desde o seu primeiro álbum, chamado La Maison de  Mon Rêve , de 2004, e sem medo de ser feliz. Tanto que, depois desse ábum, mais três já nasceram: Noah&#8217;s Ark , em 2005, The Adventures of Ghosthorse and Stillborn, de 2007, e o último, Grey Oceans, lançado em 2010. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/cocorosie-2.jpg" alt="" width="304" height="304" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As duas irmãs brincam até com os vocais, que mais parecem efeitos. Vozes incrivelmente estridentes e agudas, às vezes, também, doces e até fortes, oscilando entre quase sussurros e tons que se assemelham aos de ópera &#8211; não custa mencionar que Sierra Casady estudou Canto Lírico enquanto morou em Paris. Harpas, brinquedos que emitem sons de animais ou que se assemelham aos instrumentos musicais, pianos minimalistas, efeitos de percussão e um bom violão folk juntam-se aos exóticos vocais e dão forma à músicas que criam uma atmosfera totalmente surreal, como ¨Raphael¨, fruto do terceiro cd da dupla, The Adventures of Ghosthorse and Stilborn. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Músicas que são verdadeiras viagens, principalmente as instrumentais, tal qual ¨Brazilian Sun¨, uma composição encantadora do álbum Noah&#8217;s Ark que conta com a participação do não menos exótico,  Devendra Banhart. Aos mais curiosos, a dupla já esteve presente no Brasil no ano de 2006, fazendo shows em SP, Recife e, até mesmo, participação no programa Altas Horas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante os quatro álbuns, o duo, paradoxalmente, manteve o mesmo estilo de sempre: inovador e ousado.  Com um baú de composições que, por vezes, dão calafrios de tão sinistras e gélidas que são, mas que, em outras, são, também, capazes de uma extrema doçura. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">CocoRosie é sinônimo de singularidade musical, mais que original. Enfim, como já dito zilhões de vezes, o exótico define. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enjoy it. <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">*Clipe da música Lemonade, presente no último cd lançado, Grey Oceans, contando com a fotografia impecável de Emma Freeman.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/dicionario-de-artistas-cocorosie/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/dicionario-de-artistas-cocorosie/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F01%252Fdicionario-de-artistas-cocorosie%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20CocoRosie%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário de Artistas: Audioslave</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/09/dicionario-de-artistas-audioslave/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 18:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Audioslave]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História Antes de se falar sobre o Audioslave propriamente dito, precisamos voltar no tempo e lembrar um pouco sobre o Rage Against The Machine e Soundgarden, duas bandas que contribuiram diretamente para a formação do grupo. Zack de la Rocha, o vocalista do Rage Against the Machine, deixou a banda em outubro de 2000 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.audioslave.com" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/audioslave_01.jpg" alt="" width="400" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de se falar sobre o Audioslave propriamente dito, precisamos voltar no tempo e lembrar um pouco sobre o <strong>Rage Against The Machine</strong> e <strong>Soundgarden</strong>, duas bandas que contribuiram diretamente para a formação do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zack de la Rocha</strong>, o vocalista do Rage Against the Machine, deixou a banda em outubro de 2000 para seguir carreira solo, ao passo que os três integrantes remanescentes partiram em busca de um novo vocalista. O futuro do Rage Against the Machine era incerto quando <strong>Tom Morello</strong>, <strong>Tim Commerford</strong> e <strong>Brad Wilk</strong> receberam o vocalista <strong>Chris Cornell </strong>para um ensaio.</p>
<p style="text-align: justify;">Cornell vinha de uma bem sucedida carreira no Soundgarden nos anos 90 e já havia lançado um álbum solo, <strong>Euphoria Morning</strong>, em 1999. O entrosamento entre os ex-Rage Against the Machine e o ex-Soundgarden superou as expectativas de todos e, em pouquíssimo tempo, uma banda nova estava surgindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os músicos tinham contratos em vigor com duas grandes gravadoras, e rivais. De um lado a Epic/Sony Music do Rage Against the Machine e de outro a A&amp;M/Interscope do grupo Universal, gravadora de Chris Cornell. Através de um acordo raro na indústria fonográfica, que não foi conseguido sem que houvesse muita negociação, foi permitido aos músicos seguir em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Por pouco, o Audioslave não acabou antes mesmo de começar. Além de contar com duas gravadoras, a banda inicialmente contava com dois times de empresários. De um lado, a empresa que cuida da carreira de Chris Cornell e de outro a empresa que defendia os interesses do Rage Against the Machine. Com tanta gente dando palpites, não foi muito difícil acontecerem os primeiros conflitos. Em março de 2002, o Audioslave (que ainda sequer tinha definido o nome da banda) anunciou a participação na turnê Ozzfest, o maior festival itinerante de rock dos EUA, promovido pelo veterano Ozzy Osbourne.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tudo definido, datas e horários dos shows (o Audioslave seria um dos headliners), Chris Cornell anuncia que está fora da turnê Ozzfest e da banda em si. Foi um novo choque para a base de fãs do Soundgarden/Rage Against the Machine. Mas a gravadora Epic continuou anunciando que o disco seria lançado e em pouco tempo Cornell estava de volta para ficar. A partir de então, o grupo passou a contar com apenas um manager, da empresa The Firm, de Los Angeles.</p>
<p style="text-align: justify;">No início o projeto foi batizado de Civilian, no entanto já existia uma banda com esse nome e foi preciso procurar uma outra alternativa. Chris Cornell sugeriu Audioslave e todos concordaram, mas também já existia um Audioslave na estrada. Depois de um acordo financeiro com a banda já existente, eles conseguiram os direitos do nome e passaram a se denominar definitivamente como Audioslave.</p>
<p style="text-align: justify;">Os boatos sobre a nova banda não demoraram a surgir na internet, o que dividiu tanto os fãs de RATM quanto os fãs do Soundgarden. Do lado do RATM, os fãs lamentavam a perda de identidade do grupo, já que Cornell representa um caminho bem diferente da firmeza política e da influência hip-hop de Zack de la Rocha. Já muitos fãs do Soundgarden repudiavam Cornell justamente por entrar num grupo muito vulgarmente taxado de rap-metal. Se for para tocar rock de peso novamente, então porque o fim do Soundgarden?</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo entre aqueles que admiram Chris Cornell e que acompanhavam sua carreira solo, havia o questionamento com relação a coerência do músico, já que a união com o Rage Against the Machine significava um caminho radicalmente oposto ao que era conferido em Euphoria Morning. Mas, sem dar ouvido a esse tipo de manifestação, o Audioslave permaneceu unido e disposto a provar a todos os quanto ainda é possível ousar e atingir novos horizontes com o novo trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o processo de transmissão digital de demos gravadas em Los Angeles para Chris Cornell em Seattle (sim, conforme dizia o site da banda, o Audioslave era uma banda de ponte-aérea, Los Angeles e Seattle), as músicas caíram em mãos erradas. E dali para a internet foi um pulo. Foi então que, por volta de maio, 13 músicas do Audioslave circulavam livremente pela internet. O que foi um tanto frustrante, conforme disse Tom Morello:</p>
<p><em>“Foi uma pena porque a gente gravou 21 músicas, e vazaram cerca de 13, exatamente o número para um álbum. E então foi muito frustrante, porque a gente sabia que aquelas demos tinham tanto em comum com o disco quanto um carvão e um diamante. Três ou quatro vezes por dia, alguém vinha me dizer ‘eu ouvi o seu disco’, e eu respondia ‘não, você não ouviu! Eu juro que você não ouviu!’ e eles tentavam me convencer ‘Ah não cara, eu ouvi seu disco!’.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro disco, entitulado <strong>Audioslave</strong> e que tinha muito pouco das demos que vazaram, chegou finalmente as lojas em novembro de 2002. A estreia do Audioslave nos palcos foi no programa Late Show with David Letterman no dia 25 de novembro daquele ano. Depois de mais alguns shows isolados no currículo em dezembro, a banda passa boa parte de 2003 excursionando para divulgar o álbum, que contava com músicas como <em>&#8220;Cochise&#8221;</em>, <em>&#8220;Gasoline&#8221;</em>, <em>&#8220;Show Me How To Live&#8221;</em>, <em>&#8220;Like A Stone&#8221;</em> e <em>&#8220;Set It Off&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O futuro de um projeto como esse é sempre imprevisível, mas depois de todos os percalços já enfrentados pelo grupo, não era insensato prever uma longa e estável carreira daquele ponto em diante. Ao menos, é o que transparecia no entusiasmo das entrevistas. Segundo Tom Morello, o Audioslave compôs mais nos últimos 8 meses do que o Rage Against the Machine em 8 anos, e a possibilidade de trabalhar com Cornell abriu a possibilidade de trabalhar as melodias nos vocais, um território não explorado durante a carreira do Rage. E acrescenta: <em>“Não é só melodia nos vocais, é o freakin’ Chris Cornell!”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do lançamento do disco debut, a banda mostrou que continuava firme e forte no cenário musical e colocou nas lojas o segundo álbum, de nome <strong>Out of Exile</strong>. O material mais uma vez contou com a produção de <strong>Rick Rubin</strong>, que trabalhou ao lado do grupo no disco de estreia, e mostra um Audioslave mais entrosado, conciso, dosando o peso e o potencial pop das músicas, e tem como principais destaques faixas como <em>&#8220;The Curse&#8221;</em>, <em>&#8220;Doesn&#8217;t Remind Me&#8221;</em>, <em>&#8220;Be Yourself&#8221;</em> e<em> &#8220;Your Time Has Come&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Out of Exile</strong> obteve grande repercussão nas paradas, conquistando o topo na Billboard e em diversos outros países. Para o lançamento, a banda viajou a Cuba para fazer uma inédita apresentação na ilha de Fidel Castro. O show foi gravado para lançamento em DVD, batizado de <strong>Live in Cuba</strong>. O material é fruto de um registro de uma apresentação da banda na praça do anti-imperialismo, indo contra a política americana de embargo imposta a Cuba. O DVD traz, além de faixas ao vivo, um documentário sobre a passagem do grupo pelo país.</p>
<p style="text-align: justify;">Na seqüência, a banda partiu para uma turnê européia, onde a novidade foi a inclusão de clássicos do Soundgarden e Rage Against The Machine no setlist. Antes de excursionar nos EUA, a banda voltou ao estúdio para trabalhar em novas músicas sem perder o embalo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 chega o terceiro álbum da banda, Revelations, álbum ancorado pelo seu primeiro single, &#8220;Original Fire&#8221;. Apesar de mais um álbum coeso e de qualidade, o relacionamento entre os integrantes já não era mais o mesmo. O primeiro ponto que causou discussão entre os fãs da banda é o fato de que eles lançaram o álbum, mas não entraram em turnê. Um dos motivos alegados teria sido o fato de que o vocalista Chris Cornell estaria gravando um novo álbum solo.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano seguinte, com o anúncio de uma reunião do Rage Against the Machine durante o Festival Coachella de 2007, Chris Cornell acaba tomando a decisão de deixar a banda por causa das tradicionais diferenças artísticas, e um pouco de divergência pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Devido a conflitos de personalidade que não podem ser resolvidos, assim como diferenças musicais, estou deixando permanentemente a banda Audioslave. Desejo aos outros três membros nada além do melhor em seus futuros empreendimentos”</em>, dizia o comunicado de Cornell.</p>
<p style="text-align: justify;">Daquele ponto em diante, cada um dos integrantes seguiram carreiras distintas até 2010. Enquanto Wilk e Commerford voltaram ao Rage Against The Machine, Tom Morello se dividiu entre carreira-solo, o RATM e um projeto chamado <strong>Street Sweeper Social Club</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, Chris Cornell lançou dois álbuns solos, <strong>Carry On</strong> e <strong>Scream</strong>, e no início de 2010 anunciou o retorno do Soundgarden.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Integrantes</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"># Tom Morello &#8211; Guitarra<br />
# Tim Commerford &#8211; Baixo e backing vocal<br />
# Brad Wilk &#8211; Bateria<br />
# Chris Cornell &#8211; Vocal</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Discografia</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Álbuns de estúdio</span><br />
2002 &#8211; Audioslave<br />
2005 &#8211; Out of Exile<br />
2006 &#8211; Revelations</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">DVD&#8217;s</span><br />
2003 &#8211; Audioslave<br />
2005 &#8211; Live in Cuba</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Fontes consultadas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Audioslave" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Audioslave</a><br />
◘ <a href="http://www.audioslave.com.br" target="_blank">http://www.audioslave.com.br</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F09%252Fdicionario-de-artistas-audioslave%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20Audioslave%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário de Artistas: Michael Jackson</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 17:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História Michael Joseph Jackson, nascido em Gary, Indiana, no dia 29 de agosto de 1958 é o sétimo de nove filhos de Joseph e Katherine Jackson. A família inteira – incluindo os irmãos mais velhos, Rebbie, Jackie, Tito, Jermaine, LaToya e Marlon, e os mais novos, Randy e Janet – viveram juntos em uma [...]]]></description>
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<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.michaeljackson.com" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_03.jpg" alt="" width="315" height="237" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ História</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Michael Joseph Jackson</strong>, nascido em  Gary, Indiana, no dia  29 de agosto de 1958 é o sétimo de nove filhos de  Joseph e Katherine Jackson. A  família inteira – incluindo os irmãos  mais velhos, Rebbie, Jackie, Tito,  Jermaine, LaToya e Marlon, e os mais  novos, Randy e Janet – viveram juntos em  uma pequena casa de dois  quartos e o pai sustentava a casa como podia, trabalhando  em uma usina  siderúrgica.Por vontade da mãe, mas contra o desejo do pai, as   crianças tornaram-se Testemunhas de Jeová e passaram a praticar a  evangelização  de porta em porta.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um pai rígido, as crianças  ficavam trancadas em casa  enquanto ele trabalhava até tarde da noite,  mas elas escapavam com freqüência  para as casas dos vizinhos, onde  cantavam e faziam música. Os irmãos mais  velhos mexiam na guitarra do  pai Joseph sem sua permissão enquanto ele estava  no trabalho. Até que  um dia Joseph tomou consciência do talento de seus filhos  e resolveu  ganhar dinheiro com isso. Acabaram se mudando de Gary para a  Califórnia e  pouco tempo depois foram contratados pela Motown.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Motown, Michael gravou vários álbuns junto a seus  irmãos, o que rendeu a eles fama mundial. Com  apenas 13 anos de idade, Michael já havia  colocado quatro músicas no  topo das paradas, através dos <strong>Jackson 5</strong>, <em>“I Want You  Back”</em>, <em>“ABC”</em>, <em>“I’ll Be There”</em> e <em>“The Love  You Save”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Michael deu início  a sua carreira solo quando ainda estava na  Motown. Lançou os álbuns,  <strong>Got To Be There</strong>, <strong>Ben</strong>, <strong>Music &amp; Me</strong> e <strong>Forever,  Michael</strong>, todos com pelo  menos um hit mundial. A partir de 1973 a popularidade  do Jackson 5  começou a cair, embora eles tivessem hits razoáveis como, <em>“I Am  Love”</em> e  <em>“Dancing Machine”</em>. Nessa última, durante as apresentações, Jackson   simulava um robô dançando. A dança tornou-se bastante popular no mundo  todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período, Michael e seus  irmãos sofreram constante  abuso de seu pai, que batia freqüentemente  nas crianças e as aterrorizava  psicologicamente. Os ensaios chegavam a  ser supervisionados pelo pai com um  cinto na mão. Certa vez Michael e  seus irmãos foram dormir no quarto de um  hotel e deixaram à janela  aberta. Joseph escalou a janela com uma máscara no  rosto só para  assustar os filhos e ensiná-los a não deixar a janela aberta  quando  fossem dormir. Anos depois, Jackson sofreu com pesadelos onde ele era   seqüestrado do seu quarto.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_04.jpg" alt="" width="300" height="300" />Durante uma entrevista a apresentadora Oprah   Winfrey, em 1993, Michael disse que durante sua infância chorou várias  vezes  por solidão e que muitas vezes vomitava só de ver seu pai. No  documentário  “Living with Michael Jackson”, lançado em 2003, o cantor  chorou ao relembrar de  sua infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1975, o Jackson 5 saiu da  Motown e assinou contrato com a  Epic em busca de mais liberdade para  produzir as suas músicas. Como resultado  do processo judicial movido  pela Motown, tiveram que mudar o nome para The  Jacksons. Michael acabou  se tornando o principal compositor do  grupo, escrevendo hits como<em> “Shake  Your Body (Down To The Ground)”</em>, <em>“This Place Hotel”</em> e <em>“Can You  Feel It?”</em>. Durante este período, Michael  sofria de depressão por não  aceitar que estava crescendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1978, Michael co-estrelou  The Wiz no papel  do espantalho com sua companheira de gravadora, Diana Ross,  como  Dorothy. As canções do filme foram arranjadas e produzidas por Quincy   Jones, que tinha simpatia por Michael e se tornaria um dos mentores na  carreira  solo do cantor, que em 1978 assinou um novo contrato com a  Epic, desta vez para  lançar os seus álbuns solo.</p>
<p style="text-align: justify;">Michael começou a gravar <strong>Off the Wall</strong> durante a primavera americana de 1979. Com a produção  de Quincy Jones,  Jackson selecionou dez canções que formaram o primeiro álbum  solo  lançado por ele em uma nova fase, já em idade adulta. Off The Wall  causou  furor entre o público e a mídia especializada e a mistura de  black e disco music  promovida pelo álbum se tornou referência nos anos  que se seguiram. Michael  ganhou seu primeiro Grammy com o single <em>&#8220;Don&#8217;t  Stop &#8216;Til You Get  Enough&#8221;</em>, uma canção escrita e produzida por ele.  Foram dois anos de  constante exposição no rádio e na televisão e a  primeira vez que um artista  colocou quatro músicas de um mesmo álbum  entre as dez mais tocadas tanto no  Reino Unido quando nos Estados  Unidos. Em 1980, Off The Wall já era o álbum de  black music mais  vendido da história. Os números chegam, atualmente, a pelo  menos 25  milhões de cópias vendidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter vendido com um  único álbum solo mais do que os  Jacksons haviam conseguido na carreira  de 11 anos, Michael resolveu continuar  com os irmãos, atendendo a  pedidos da mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1979, durante um ensaio,  Jackson caiu e quebrou o nariz e foi obrigado a fazer uma cirurgia. Sua primeira  rinoplastia acabou não sendo um  completo sucesso e Jackson reclamou de  dificuldades respiratórias que afetavam  sua carreira. Um tempo depois,  o Dr. Steven Hoefflin realizou a segunda  rinoplastia de Jackson e  outras subseqüentes operações.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de lançar mais um disco  com os Jacksons em setembro  de 1980 e cumprir uma apertada agenda de  divulgação que incluía especiais no  rádio e uma seqüência de 39 shows  pelos Estados Unidos, Michael tinha pouco  tempo para gravar o álbum que  sucederia Off The Wall. Mesmo com o tempo  apertado, aceitou um convite  de Steven Spielberg para narrar a história do  filme E.T., O  Extraterrestre, lançado em 1982, em um disco que ainda incluiria  a  canção inédita <em>&#8220;Someone In The Dark&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Jackson resolveu trabalhar nos  dois projetos  simultaneamente, o que gerou certo desconforto em sua  gravadora. O disco narrado por  Michael seria distribuído pela MCA  Records no mesmo mês em que a Sony/Epic  tinha agendado o lançamento do  seu segundo disco. A Sony acabou entrando na  Justiça e conseguiu  cancelar o projeto. Durante o conflito, Jackson concluiu as  gravações  de do segundo álbum, que foi finalizado em seis meses e lançado em   novembro de 1982, depois de vários adiamentos.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Thriller</strong> é  atualmente o álbum mais vendido  da história da música, com mais de 104  milhões de cópias em todo o  mundo. Nos dois anos que se  seguiram ao lançamento, o álbum foi a maior  sensação da América,  influenciando não somente a música, como também a dança, a  moda e a  televisão. Thriller chegou à primeira posição entre os mais vendidos   dos Estados Unidos no dia 21 de fevereiro de 1983 e permaneceu lá por 37   semanas, um novo recorde. Sete singles foram lançados e dois deles  conquistaram  o primeiro lugar, <em>&#8220;Billie Jean&#8221;</em> e <em>&#8220;Beat It&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Thriller foi também um marco na  luta contra a discriminação  racial na indústria fonográfica. Jackson  tornou-se o primeiro artista negro  cuja música estava no ar na MTV, com  o videoclipe de <em>&#8220;Billie Jean&#8221;</em>,  dirigido por Steve Baron. A canção  <em>&#8220;Beat It&#8221;</em>, que tinha participação  do guitarrista Eddie Van Halen, fez  rádios de rock, na época orientadas a um  público essencialmente branco,  tocarem a canção de um negro; e fez rádios de  black music tocarem  rock. Um feito inédito até então.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a divulgação de  Thriller, na noite de 16 de maio de  1983, 3 mil celebridades  norte-americanas lotaram um teatro em Los Angeles para  assistir a uma  apresentação comemorativa dos 25 anos da gravadora Motown. De  suas  casas, 50 Milhões de norte-americanos acompanharam pela TV a  apresentação  dos vários artistas negros, até que os Jacksons entram em  cena e dão um show à  parte que encantou a todos, mas eles vão embora e  Michael Jackson ficou sozinho  no palco e começou a cantar &#8220;Billie  Jean”. De repente, Michael parou de  cantar, andou até o canto esquerdo  do palco e voltou “deslizando” de costas,  numa cena que ficou gravada  para a posteridade e se tornou um grande cartão de  visitas do cantor.  Nascia naquele momento o eternamente famoso &#8220;Moonwalk&#8221; (algo como &#8220;andando na  lua&#8221;). Michael acordou como um cantor de grande sucesso e, depois daquela apresentação, foi dormir como o Rei do  Pop.<em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Foi aquele  momento que cristalizou o status de celebridade de Michael Jackson&#8221;</em>, disse a revista americana Rolling  Stone. <em>&#8220;Moonwalk,  no mundo do  entretenimento, só é comparável ao andar de vagabundo de  Chaplin, à sequência  de Gene Kelly em Dançando na Chuva e aos passos de  Fred Astaire no filme  Núpcias Reais&#8221;</em>, completou a revista.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_01.jpg" alt="" width="270" height="351" />Depois daquela apresentação,  tanto Fred Astaire quanto Gene  Kelly foram atrás de Jackson para  parabenizá-lo. Foi quando o astro estreou o  chapéu e jaqueta pretos e a  famosa luva de lantejoulas. Em dezembro daquele  ano, Michael e o  diretor John Landis estabeleceram também novos horizontes para  a  produção de videoclipes, quando um curta-metragem de 14 minutos foi  lançado  para promover a canção &#8220;Thriller&#8221;. A produção custou 600 mil dólares,  valor elevado  para os padrões da época, e até hoje é um dos clipes mais  consagrados da  música.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco antes do Natal de 1983,  um segundo dueto entre Jackson  e Paul McCartney chegou às lojas. Depois  de <em>“The Girl Is Mine”</em>, que está  presente em Thriller, <em>&#8220;Say Say Say&#8221;</em> foi lançada e tornou-se a sexta  música a se tornar número um de Jackson  na América e a nona do ex-Beatle.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 27 de Janeiro de 1984,  Michael Jackson sofreu um acidente  enquanto gravava o seu segundo comercial  para a televisão como garoto-propaganda da  Pepsi, o que lhe rendeu 5  milhões de dólares. O cabelo do astro acabou pegando fogo por causa dos fogos de  artifício usados na produção. Ele teve queimaduras de segundo grau no couro cabeludo, mas foi liberado do hospital um dia depois da internação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em março de 1984, Jackson  lançou em VHS o videoclipe de  &#8220;Thriller&#8221; acompanhado por um  documentário sobre os bastidores da  produção. A fita, intitulada Making  Michael Jackson&#8217;s Thriller, vendeu 14  milhões de unidade e foi por muito tempo o VHS mais vendido da história, até ser  superada pelo filme  Titanic, lançado por James Cameron, em 1997. Em maio,  Thriller entrou  para o livro dos recordes e Michael ganhou uma estrela na  Calçada da  Fama, em Hollywood. No fim daquele ano, Jackson já havia conquistado nada   menos que 94 prêmios por Thriller. Na cerimônia do Grammy Awards  daquele ano, o  astro estabeleceu um novo recorde conquistando sozinho  oito prêmios. A marca só  foi igualada pelo guitarrista mexicano Carlos  Santana com o álbum Supernatural,  em 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o sucesso de Thriller, o  interesse do público e da  imprensa por Jackson se tornava cada vez  maior e tornaram-se notórios não  somente os hábitos pouco usuais do  astro, mas também os trabalhos humanitários desenvolvidos  por ele,  especialmente em prol de crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio de 1984,   Jackson participou do lançamento de uma campanha contra as drogas na  Casa  Branca como convidado do presidente americano Ronald Reagan. Em  julho, Michael  gerou manchetes quando anunciou que iria reverter todos  os lucros da turnê do  álbum Thriller para caridade. A Victory Tour, que  teve 55 concertos em cidades  dos Estados Unidos e Canadá, arrecadou 75  milhões de dólares e quebrou o  recorde de maior público, que antes era  de Elvis Presley. Durante a turnê, Michael  levava para todo lugar seus  animais de estimação, um chimpanzé chamado Bubbles  e uma cobra chamada  Muscles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1985, Michael Jackson se  uniu a Lionel Richie e Quincy  Jones na missão de arrecadar fundos para a  campanha USA for Africa. A idéia era  gravar uma canção cujos lucros  seriam revertidos para reduzir os índices de  mortalidade pela fome no  continente africano. Lionel compôs, no piano, a  melodia. Michael  escreveu a letra em um único dia e o resultado desta união  recebeu o  nome de <em>&#8220;We Are The World&#8221;</em>. Para gravar a canção, Quincy  Jones convidou  44 celebridades da música e televisão, incluindo Cyndi Lauper,  Diana  Ross, Ray Charles e Stevie Wonder. Muitos se espantaram com a capacidade   de Quincy Jones em reunir tantas pessoas e fazer com que todos  trabalhassem  unidos. Jones explicou que ele apenas deixou uma placa na  porta dizendo:  &#8220;Deixe seu ego na porta&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto arrecadou 200  milhões de dólares  para a luta contra a fome na Etiópia e Michael  ganhou mais dois Grammys com <em> &#8220;We Are The World&#8221;</em>: &#8220;Canção do Ano&#8221; (com  Lionel Richie) e  &#8220;Gravação do Ano&#8221; (com Quincy Jones). A canção recebeu  também outros  dois prêmios na cerimônia.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele ano, Jackson deu início  em uma carreira empresarial,  comprando os direitos autorais do ATV,  que continha todo o catálogo dos  Beatles, Elvis Presley entre vários  outros artistas. McCartney ficou chateado  com Jackson e desde então a  amizade dos dois não foi a mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de Thriller, Jackson  adiou o lançamento de um novo  disco por várias vezes, sendo que somente  em 1986 o público pode conhecer uma das músicas que faria parte do que seria o seu novo álbum. A canção  <em>&#8220;Another Part Of Me&#8221; </em> fazia parte da trilha-sonora do filme Captain  EO, produzido por George  Lucas e Francis Ford Coppola. Michael estrelava o  curta-metragem  filmado todo em 3D para a Disney ao custo de um milhão de  dólares por  minuto. Até 1998, o filme ainda era exibido em parques temáticos da   companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Jackson lançou <strong>Bad</strong> em agosto de 1987, dois anos depois do previsto. Para a mídia  especializada, o  álbum era pouco ousado e uma decepção na comparação  com Thriller ou Off The  Wall. Em contrapartida, o público respondeu bem  e fez de Bad um grande sucesso.  Não tão grandioso quanto Thriller, mas  um grande sucesso. O álbum vendeu até  hoje 32 milhões de cópias em  todo o mundo e permaneceu durante algum tempo como  o segundo mais  vendido da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Bad ainda atingiu um número  recorde de nove canções lançadas  como singles, sendo que cinco delas  chegaram à primeira posição nos Estados  Unidos: <em>&#8220;I Just Can&#8217;t Stop  Loving You&#8221;</em>, <em>&#8220;Bad&#8221;</em>, <em>&#8220;The  Way You Make Me Feel&#8221;</em>, <em>&#8220;Man in the Mirror&#8221;</em> e <em> &#8220;Dirty  Diana&#8221;</em>. Foi a primeira vez que um artista colocou cinco canções  de um  mesmo álbum em primeiro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a divulgação de Bad, a  publicação de excentricidades  sobre a vida de Michael se tornou  freqüente em vários veículos de imprensa ao  redor do mundo. Sejam  verdades ou mentiras, as histórias acabaram se tornando parte  da imagem  que se criou em torno de Jackson. Dentre o enxame de notícias, se dizia   que o astro tentou comprar os ossos e roupas de John Merrick,  conhecido como o  Homem Elefante, que ele teria uma parte do próprio  nariz, retirada em cirurgia  plástica, conservada em uma jarra dentro de  casa ou que dormia em uma câmara  hiperbárica para que pudesse retardar  o envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Na época, as alterações na  aparência de Michael se tornavam visíveis  e geravam muita polêmica. Os  jornais especulavam sobre dezenas cirurgias  plásticas &#8211; o astro  confirmava apenas duas &#8211; e possíveis razões para a mudança  na cor da  pele dele, que ficava cada vez mais clara. Especialistas diziam que   Michael teria se submetido a um tratamento intensivo com hidroquinona,  uma  substância capaz de clarear a pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1993, durante entrevista à  apresentadora  Oprah Winfrey, Jackson afirmou sofrer de vitiligo, uma  doença autoimune não  contagiosa em que ocorre a perda da  pigmentação.Graças as suas supostas excentricidades,  Michael ganhou o  apelido ‘Wacko Jacko’, do tablóide inglês The Sun.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 1987, Michael  deu início à Bad World Tour, a  primeira turnê mundial dele como artista  solo, que passou em 15 países e atraiu  4.4 milhões de pessoas aos  estádios &#8211; um recorde de público que seria superado  pelo próprio  Michael duas vezes, em 1992 e 1997. Bad foi indicado ao Grammy em 1988,   mas não levou nenhum prêmio. Isso chegou a revoltar o cantor, que declarou que  eles julgaram a sua aparência e não a sua música. Michael   inclusive fez uma performance lendária na apresentação, onde cantou “The Way You Make Me  Feel”  &amp; “Man In The Mirror”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda em 1988, o astro lançou a  autobiografia Moonwalk e o  filme Moonwalker, dirigido por Jerry Kramer, que continha os  videoclipes de <em>&#8220;Smooth Criminal&#8221;</em> e  <em>&#8220;Leave Me Alone&#8221;</em>. O  longa-metragem ainda deu origem a um jogo de  videogame de mesmo nome para  fliperamas, Sega Mega Drive e Sega Master  System. Após não levar nenhum prêmio  em 1988, Jackson voltou a ganhar  um Grammy pelo videoclipe de &#8220;Leave Me  Alone&#8221; em 1989.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio de 1988, Michael  Jackson se mudou da residência da  família, Hayvenhurst, em Encino, para  um rancho recém-adquirido no vale de  Santa Ynez, ao norte de Los  Angeles, também na Califórnia. A propriedade, de  2.7 mil acres, foi  batizada de Neverland, uma clara referência ao livro Peter  Pan (1906),  de J. M. Barrie. O astro morou sozinho no rancho por 17 anos em  busca  de privacidade, mas isso não funcionou. O isolamento só fez com   que aumentasse o interesse do público e, conseqüentemente, da imprensa  sobre a  vida dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Em março de 1990, Michael  Jackson assinou um contrato  recorde de 1.089 bilhões de dólares, segundo  a revista Forbes, com a Sony Music. Esse contrato assegurava a sua permanência na gravadora por mais 15 anos e, nesse  período, Michael deveria lançar seis  álbuns, recebendo 180 milhões de antecipação  por cada um deles. No  livro dos recordes, Jackson passou a ser citado como o  artista mais bem  pago da indústria da música.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1990, durante o American Music Awards, Elizabeth Taylor  discursava sobre a vida musical de Jackson quando finalizou: <em>“Em minha estima, ele (Michael Jackson) é o  único que pode receber o título de Rei do Pop, Rock e Soul”</em>.  A platéia manifestou-se  a favor com Liz e, naquele momento, se  consolidava a honraria de &#8220;Rei do  Pop&#8221; a Michael, se tornando o único  cantor com aquele reconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de um ano longe das  paradas de sucesso, Michael voltou as rádios em  novembro de 1991 com a canção <em>&#8220;Black Or  White&#8221;</em>, o primeiro single que  seria lançado do álbum <strong>Dangerous</strong>. Jackson convidou  novamente o diretor John Landis, com  quem havia trabalhado em  <em>&#8220;Thriller&#8221;</em>, para gravar o videoclipe da  canção. O videoclipe foi  transmitido simultaneamente para 27 países perante uma  audiência  estimada em 500 milhões de pessoas, um novo recorde e a reação a ele   foi imediata.</p>
<p style="text-align: justify;">O curta-metragem, que tinha 10 minutos de duração, gerou   controvérsia por mostrar o astro quebrando vitrines de lojas e destruindo  um  carro com um pé-de-cabra. Este trecho, considerado violento, acabou sendo retirado do  curta nas suas exibições em TV e Michael se retratou em um comunicado dizendo que o  comportamento  simulava o instinto de uma pantera, animal em que se  transforma durante a  história. O vídeo também ficou famoso por mostrar  na televisão uma das  primeiras metamorfoses geradas em computador.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_05.jpg" alt="" width="288" height="360" />Duas semanas depois do clipe, Dangerous  foi lançado. O álbum reunia  14 canções inéditas &#8211; 12 delas escritas e  compostas por Jackson. O álbum  representava uma grande mudança para  Michael, já que a sua parceria com Quincy  Jones não existia mais,  apesar dos dois ainda serem próximos. Michael queria  ter mais autonomia  em suas criações e a produção de Dangerous ficou,  essencialmente, nas  mãos de Teddy Riley, que ajudou Michael na criação de um  novo tipo de  som, que recebeu o nome de ‘new jack swing&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Dangerous gerou  outros  nove singles, incluindo três que chegaram ao primeiro lugar: <em>&#8220;Black  Or  White&#8221;</em>, <em>&#8220;Remember The Time&#8221;</em> e <em>&#8220;In The Closet&#8221;</em>. O  álbum ficou mais de  dois anos entre os mais vendidos do mundo, atingindo a  marca de 34  milhões de cópias até hoje, superando Bad como o segundo melhor   desempenho da carreira do astro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 1992, Michael saiu  em turnê para divulgar o  álbum e quebrou recordes de público firmados  anteriormente por ele mesmo  durante a Bad World Tour, em 1987 e 1988. A  turnê foi interrompida em 1993  depois que o astro foi acusado de  abusar sexualmente de um menor. Apesar disso,  a turnê levou para os  estádios 3.5 milhões de pessoas em 69 concertos &#8211; uma  média maior do  que qualquer outra turnê até então. Todos os lucros da Dangerous  World  Tour foram revertidos para caridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Para retomar a divulgação do  álbum Dangerous nos Estados  Unidos, interrompida desde que saiu em  turnê, Michael programou dois grandes  eventos televisivos em 1993. No  dia 31 de janeiro, ele se apresentou no  intervalo do Super Bowl XXVII  diante de uma audiência de 133.4 milhões de  pessoas, se tornando o  evento de maior audiência na história da América. Dez  dias depois,  concedeu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey que foi  assistida  por 100 milhões de telespectadores. Foi a primeira vez em dez anos  que  Jackson aceitou falar com a imprensa. A entrevista também se tornou um  dos  eventos mais assistidos de todos os tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Jackson  fundou a &#8220;Heal the  World Fundation&#8221; em 1992. A fundação ajudava milhões de  crianças ao  redor do mundo. Também enviou milhões de dólares para todo o mundo  para  ajudar as crianças ameaçadas pela guerra e por doenças. Depois da morte   de Ryan White, vítima de HIV, Michael lançou o single <em>“Gone Too Soon”</em>, e  chamou  atenção do mundo para pesquisas sobre a cura da AIDS, que na  época havia um  grande preconceito por parte das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a era Dangerous,  Jackson visitou vários lugares do  mundo, incluindo Iraque e Egito. Na  África quando desembarcou em Gabão, foi  recebido por mais de 100.000  pessoas, com um enorme cartaz dizendo “Bem-vindo em  casa Michael!”. Em  sua viagem á Costa do Marfim, Jackson foi coroado &#8220;Rei  Sani&#8221; pelo chefe  da tribo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1993 recebeu o “Grammy Legend Award”, por ser uma lenda  viva e por sua contribuição ao mundo da música.</p>
<p style="text-align: justify;">Em agosto de 1993, o jovem  Jordan Chandler, de 13 anos de  idade, representado pelo advogado civil  Larry Feldman, acusou Michael Jackson  de abuso sexual. As declarações,  feitas à imprensa, nunca foram entregues à  Justiça e, por conseqüência,  o astro não chegou a ser indiciado pelo crime.  Apesar disso, o  promotor distrital Tom Sneddon deu início a investigações  paralelas no  final do mês pelo condado de Santa Ynez, residência oficial de  Jackson.</p>
<p style="text-align: justify;">As acusações geraram frenesi em  todo o mundo e Michael  cancelou o último trecho da turnê do álbum  Dangerous em outubro, pouco  antes de deixar o México a caminho dos  Estados Unidos. Durante uma semana  daquele mês não se soube o paradeiro  do astro. Ele reapareceu internado aos  cuidados do terapeuta Beauchamp  Colclough, na Irlanda do Norte, em uma clínica  de reabilitação para  dependentes químicos alegando a necessidade de se  restabelecer de um  vício em analgésicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Michael Jackson se pronunciou  sobre as alegações pela  primeira vez em dezembro de 1993, durante um  comunicado transmitido  simultaneamente pelas redes CNN, CBS, NBC e ABC  ao vivo do rancho Neverland.  Ele se defendeu, afirmando ser incapaz de  &#8220;causar mal a uma criança&#8221;.  Depois de seis meses de negociações, o  astro fechou um acordo confidencial com  o dentista Evan Chandler, pai  do adolescente que o acusava. Especula-se que a  família tenha embolsado  quase 15 milhões de dólares. As investigações paralelas  da Justiça  foram arquivadas em 1994 por falta de provas. Com o acordo, o único   reclamante se recusava a colaborar.</p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo ano, em maio, Jackson  se casou com a filha de Elvis  Presley, Lisa Marie Presley. A união foi  amplamente divulgada e criticada pela  imprensa, que especulava sobre a  conveniência do casamento, realizado meses  depois do término das  investigações criminais contra o astro. A primeira  aparição pública do  casal foi em setembro durante o MTV Video Music Awards do  ano. Eles  entraram no palco, seguiram por uma passarela e se beijaram. O   matrimonio durou dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em junho de 1995 chegou às lojas o álbum duplo <strong>HIStory: Past, Present and Future – Book I</strong>.   No primeiro disco, uma seleção de quinze sucessos remasterizados. No  segundo, a  primeira coleção de canções inéditas lançada pelo cantor  desde que foi acusado  de abuso sexual. Foram gastos 30 milhões de  dólares em publicidade e propaganda  para o lançamento do álbum e  a divulgação de cinco singles, chegando a ser  considerada como a maior  campanha de marketing já montada para promover um  disco. Tudo isso fez com  que HIStory vendesse quase 30 milhões de cópias, até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">O videoclipe do primeiro  compacto do álbum,  &#8220;Scream&#8221;, onde Michael dividia os vocais com a irmã  Janet, estreou  durante uma entrevista concedida por ele e Lisa Marie à  apresentadora Diane  Sawyer no programa Primetime, da ABC, um dia antes  do lançamento de HIStory.  Também durante a divulgação do álbum, Jackson  esteve no Brasil para gravar  cenas do videoclipe da canção <em>&#8220;They Don&#8217;t  Care About Us&#8221;</em> em uma  favela do Rio de Janeiro e também na Bahia, com o  Olodum.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 1996, Michael  Jackson deu início à HIStory  World Tour com um show de lotação esgotada  na cidade de Praga, na República  Checa. Ao término dos concertos, mais  de um ano depois, Jackson tinha levado  4.5 milhões de pessoas aos  estádios de 56 cidades, em 35 países diferentes. Com  isso, a turnê  estabelecia um novo recorde mundial de público.</p>
<p style="text-align: justify;">Em novembro de 1996, o astro já  estava separado da Lisa  Marie e se casou novamente, desta vez com a  enfermeira e dermatologista Deborah  Rowe, com quem teve dois filhos. O  primeiro, Michael Joseph Jackson Jr., nasceu  naquele mesmo ano. No ano  seguinte, Rowe deu à luz a Paris Katherine Jackson. A  enfermeira abriu a  mão de todos os direitos maternos e entregou a guarda das  crianças a  Jackson, gerando uma grande polêmica. Em 2002, Rowe afirmou, em   entrevista à rede americana de televisão FOX, que os filhos foram   &#8220;presentes&#8221; dados por ela ao astro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1997, oito canções inéditas de HIStory foram remixadas e  lançadas na semi-coletânea <strong>Blood on the  Dance Floor</strong> que vendeu mais de 10 milhões de cópias até hoje, se tornando o  álbum  remix mais vendido da época. Entre os produtores responsáveis pelas   versões estão Wyclef Jean (&#8220;2 Bad&#8221;), David Morales (&#8220;This Time  Around&#8221;)  e Tony Moran (&#8220;HIStory&#8221;). Um curta-metragem de 35  minutos intitulado  Ghosts e estrelado por Jackson estreou nos cinemas europeus  na mesma  época.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme, escrito por Stephen King (&#8220;Carrie, A  Estranha&#8221;) e  dirigido por Stan Winston (&#8220;O Predador&#8221;), foi  concebido como uma  releitura do clássico videoclipe produzido para a canção  &#8220;Thiller&#8221; em  1984.</p>
<p style="text-align: justify;">Em maio de 1997, o grupo  Jackson 5 foi incluído ao Hall da  Fama do Rock and Roll. Quatro anos  mais tarde, em 2001, Jackson receberia a  condecoração como artista  solo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_06.jpg" alt="" width="306" height="254" />Em 2000, Jackson recebeu o  título de &#8220;Cantor do  Milênio&#8221; durante o XI World Music Awards,  realizado em Mônaco. A cerimônia  foi transmitida para mais de 160  países perante uma audiência de quase um  bilhão de pessoas. Mariah  Carey recebeu prêmio similar, na categoria feminina.  Na ocasião foram  exaltadas vendas de mais de 200 milhões de álbuns durante a  carreira de  29 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 2001, Michael  Jackson promoveu dois concertos  com lotação esgotada no Madison Square  Garden, em Nova York, para celebrar 30  anos de carreira solo. Foi a  primeira vez, em 20 anos, que o grupo The Jacksons  voltou a se reunir  no palco. Cantaram grandes sucessos, como <em>&#8220;I&#8217;ll Be  There&#8221;</em>, <em>&#8220;Can You  Feel It&#8221; </em>e <em>&#8220;I Want You Back&#8221;</em> e celebridades  como Whitney Houston,  Britney Spears, Liza Minelli, o grupo N’SYNC, Nick  Carter, Aaron  Carter, Usher e Gloria Stefan prestaram homenagens a Jackson  cantando  alguns dos maiores sucessos da carreira dele. Na platéia, mais   personalidades assistiram às apresentações, entre elas Elizabeth Taylor,   Macaulay Culkin, Marlon Brando, Ray Charles, Chris Tucker, Nelly  Furtado, Will  Smith e Quincy Jones.</p>
<p style="text-align: justify;">Para comemorar a data, foram  prensadas edições especiais dos  álbuns Off The Wall, Thriller, Bad e  Dangerous &#8211; todos remasterizados, com  novos encartes, incluindo canções  raras e inéditas, e também entrevistas com o  produtor Quincy Jones e o  compositor Rod Temperton.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês seguinte, Jackson lançou <strong>Invincible</strong>,  o primeiro álbum só com novas canções lançadas pelo astro  em dez anos,  desde Dangerous. Produzido essencialmente por Rodney Jerkins e  Teddy  Riley, o álbum conta com as participações do o guitarrista Carlos   Santana e conta ainda um rap póstumo de Notorious B.I.G.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a rápida divulgação do  álbum ficaram explícitas as  divergências entre Michael e o então-chefe  da Sony Music, Tommy Mottola. Os  problemas começaram em 2000, quando  Jackson tentou retirar a licença das  gravações originais do catálogo  dele da gravadora para lançamento independente.  Assim Michael não  precisaria dividir os lucros com a Sony. Entretanto, os  advogados de  Jackson encontraram cláusulas no contrato dele com a gravadora que   impediam a transação e, para evitar uma disputa judicial, Michael e a  Sony  fecharam um acordo que permitiria que ele abandonasse a gravadora  depois do  lançamento de Invincible, mas não antes de um pacote de  coletâneas que  reuniriam os maiores sucessos dele. A crise se acentuou  quando a canção  <em>&#8220;You Rock My World&#8221;</em> vazou para as rádios ilegalmente e  teve que ser  lançada como primeiro single do álbum. Michael queria que  &#8220;Unbreakable&#8221;  fosse o primeiro single e simplesmente se negou a  colaborar com a divulgação do  álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">A imprensa chegou a especular  que as vendas de Invincible,  consideradas fracas por muitos  especialistas, cerca de 16 milhões de cópias,  teriam acentuado as  divergências entre o astro e a gravadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma semana após os atentados  terroristas de 11 de setembro  nos Estados Unidos, Michael Jackson  anunciou a gravação de uma canção  beneficente para arrecadar fundos a  familiares das vítimas. Mais de 35 cantores  contribuíram, como Shakira,  Celine Dion, Ricky Martin, Luther Vandross, Justin  Timberlake, Carlos  Santana, Beyoncé e Mariah Carey, mas o compacto nunca foi  lançado  devido aos desentendimentos do astro com a Sony Music.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso,   especula-se que o envolvimento de um dos produtores do projeto com a  indústria  do cinema pornográfico estadunidense teria causado o  afastamento de  patrocinadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma série de coletâneas reunido  os maiores sucessos do astro  foram lançadas nos anos que se seguiram.  Junto a Invincible chegou às lojas <strong>Greatest Hits: History &#8211; Vol I</strong>. Em  2003, <strong>Number Ones</strong>. Um ano depois, a  Epic lançou <strong>The Ultimate Collection</strong>,  uma caixa com quatro CDs e um DVD. Em março de 2006, a Sony Music lançou nova  coletânea, o álbum duplo <strong>The Essential  Michael Jackson</strong>. Em 2008, para comemorar o aniversário de 50 anos de  Michael Jackson, A Sony&amp;BMG lança uma coletânea intitulada <strong>King of Pop</strong>,  nome que é a marca registrada  de Michael Jackson. As faixas  selecionadas para o disco foram escolhidas pelos  próprios fãs ao redor  do mundo o que fez com que em cada local onde fosse  lançada, a  coletânea tivesse a sua lista de músicas diferenciada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006, Jackson saiu de um  período de reclusão no Bahrain, onde estava desde que fora  inocentado de uma nova acusação de  abuso sexual em 2005 e compareceu a  diversas premiações e homenagens. A primeira delas  foi a homenagem  realizada em maio de 2006 na MTV japonesa, durante a premiação  da Video  Music Awards Japan &#8217;06. Nessa premiação, Jackson recebeu o Legend   Award por ser o artista que  mais  vendeu no Japão, uma lenda viva da música.</p>
<p style="text-align: justify;">A imprensa em geral deu  um enorme  destaque para esse evento, devido ao fato de que foi a  primeira aparição  pública que Jackson fez desde sua absolvição.</p>
<p style="text-align: justify;">Também no ano de 2006, em  Novembro, Michael compareceu ao  World Music Awards &#8217;06. Recebeu o  Diamond Award, dado a artistas que venderam  mais de 100 milhões de  discos. Durante a premiação, Jackson também recebeu o 9º  certificado do  Guinness da semana, dado em razão das 114 milhões de cópias  vendidas  de Thriller. Para comemorar os 25 anos desde o lançamento do álbum,   Chris Brown homenageou dançando e cantando ao vivo “Thriller”. No final  da  premiação, com o tempo já esgotado, houve uma pequena performance de  “We Are The  World”. O microfone de Jackson chegou a ser cortado por  causa do limite de  tempo que, se fosse ultrapassado, o evento seria  multado.</p>
<p style="text-align: justify;">A imprensa em geral  criticou o evento e Michael Jackson,  alegando que ele havia decepcionado os  fãs por não ter realizado a  performance de “Thriller”, ironizando o microfone  cortado, e até  inventando &#8220;fatos&#8221;, como as falsas vaias do público.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_07.jpg" alt="" width="293" height="320" />Michael Jackson reaparece em  outubro em uma capa de revista.  Mas desta vez a foto que estampa a  publicação não tem nada a ver com um  escândalo. Jackson é capa da  revista &#8220;L&#8217;Uomo Vogue&#8221;, que traz um  ensaio do cantor de forma descontraída e vestindo roupas de Roberto Cavalli. As fotos foram feitas pelo  renomado fotógrafo Bruce Weber e, segundo comentários na imprensa  internacional, a  sessão de fotos para a revista fazia parte de um acordo entre o  cantor e o  estilista, que estaria criando todas as roupas que vestirão o cantor   em sua nova fase.</p>
<p style="text-align: justify;">O look repaginado de Michael Jackson poderia ser visto  dali  em diante, principalmente quando Michael lançasse o seu próximo  álbum, programado  para 2007.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas essas não eram as únicas  novidades na vida do popstar.  De acordo com o tablóide sensacionalista  &#8220;National Enquirer&#8221;, Michael  se casou em segredo com a babá de seus  filhos. O casamento teria se realizado  em 2006, na cidade americana de  Las Vegas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Grace é uma de  suas  amigas mais próximas. Ela é uma das poucas pessoas que ficou ao lado  dele  enquanto ele passava por todos os problemas, incluindo a acusação  de molestar  crianças em 2005&#8243;</em>, disse a fonte do jornal, desmentida publicamente pelo porta-voz do  cantor.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Maio de 2006, Michael se  mudou do Bahrain para a cidade  de Dublin, na Irlanda, onde continuou a  gravar o que seria o décimo álbum solo  da carreira &#8211; o primeiro desde  Invincible, lançado há cinco anos. A previsão  era que o álbum chegasse  às lojas até o verão de 2007 e seria distribuído pela  gravadora  independente 2 Seas Records, propriedade do sheik do Bahrain Abdulla   bin Hamad Al Khalifa. Mas a distribuição por conta da 2 Seas Records  acabou  sendo descartada, o que causou um novo processo por parte da 2  Seas Records. O  selo de gravação responsável pelo lançamento seria o  Michael Jackson Company  Inc., que foi criado há pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Outubro de 2007, o programa  de televisão Access Hollywood  teve acesso ao estúdio enquanto Michael  trabalhava com o produtor e rapper  Will.i.am, membro-líder do grupo  Black Eyed Peas. O estúdio que Michael  trabalhava em Dublin era a  Grouse Lodge Residential Studios.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa tentativa de resgatar a visibilidade musical de  Jackson, em 11 de fevereiro de 2008, a SonyBMG lançou <strong>Thriller 25th</strong>,  uma edição comemorativa dos 25 anos do lançamento de  Thriller, o seu  mais conhecido álbum. Foram confeccionados remixes com a  participação  de artistas da época para compor a lista das faixas. Dentre os   convidados estão Will.I.Am, Akon, Fergie e Kanye West. A Edição Especial  é  composta pelo CD &#8211; contendo as faixas convencionais e os remixes,  adicionado o  verso solo de Vincent Price e a música inédita For All  Time, além de um DVD,  contendo os clipes do álbum e a performance de  Billie Jean no 25º Aniversário  da Motown, em 1983.</p>
<p style="text-align: justify;">Thriller 25th pode ser  considerado sucesso comercial, já que  chegou à posição #2 nos Estados  Unidos, #3 no Reino Unido, e no TOP#10 em mais  de trinta países.  Atingiu três semanas em primeiro lugar na França, e duas  semanas, em  primeiro da Argentina, Bélgica, e no Reino Unido. Foi certificado   &#8220;Disco de Ouro&#8221; em 11 países.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos, Thriller  25th foi o segundo álbum mais  vendido na sua semana de estréia,  passando dos 166.000 exemplares. Não fez  parte do chart da Billboard,  já que era um relançamento, mas entrou no Pop  Catalog no número um,  onde permaneceu durante nove semanas consecutivas. Este  foi o melhor  lançamento Jackson desde Invincible em 2001, com um valor estimado  de  500.000 exemplares e 2 milhões de cópias vendidas em 12 semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tempos depois, Jackson vendeu seu rancho Neverland, depois de três anos sem morar no lugar. Apesar disso, a venda foi feita para com companhia da qual o próprio Michael Jackson é um dos donos.</p>
<p style="text-align: justify;">No início de 2009 veio a grande notícia para os fãs de Jackson. Em uma concorrida coletiva, o cantor anunciou a realização de uma série de shows em Londres. Batizada de This Is It, a série de 50 shows teria início em julho de 2009 na O2 Arena e teve os seus 750 mil ingressos esgotados em apenas 5 horas após o início das vendas.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, no dia 25 de junho de 2009, chegou a imprensa que Michael Jackson tinha sofrido uma parada cardíaca em sua residência, em Holmby Hills, Los Angeles. Os serviços de emergência foram chamados em sua casa, mas Jackson já estava em estado de coma profundo e foi levado às pressas para o Ronald Reagan UCLA Medical Center, o hospital universitário da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que deu entrada no hospital, a informação que circulava era a de que ele já estaria morto, o que gerou preocupação nos fãs em todo mundo. O site TMZ foi o primeiro a confirmar, de forma oficial, a morte de Jackson.</p>
<p style="text-align: justify;">O adeus ao cantor foi dado no dia 7 de julho de 2009. Após uma cerimônia destinada aos familiares e amigos íntimos, o corpo foi levado para o Staples Center, onde 17.500 pessoas acompanharam o tributo. Estima-se que até dois bilhões de pessoas tenha assistido ao funeral pela televisão, já que emissoras do mundo todo transmitiram o evento ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O cantor estava na fase final dos ensaios para a turnê This Is It e todo o material gravado durante os ensaios, mais de 100 horas de vídeos, deram origem ao filme/documentário This Is It. Com produção da Columbia Pictures e direção de Kenny Ortega, o filme foi lançado mundialmente em outubro daquele ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Juntamente com o filme, a Sony lançou uma coletânea com todas as músicas que Jackson estava ensaiando para a turnê na mesma sequencia que apareceram no filme. Além disso, a coletânea conta com uma música inédita, versões nunca lançadas de algumas músicas e um poema que Jackson gravou para o álbum Dangerous, lançado em 1991.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Discografia</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Álbuns de estúdio</span><br />
1971 &#8211; Got To Be There<br />
1972 &#8211; Ben<br />
1973 &#8211; Music and Me<br />
1975 &#8211; Forever, Michael<br />
1979 &#8211; Off The Wall<br />
1982 &#8211; Thriller<br />
1987 &#8211; Bad<br />
1991 &#8211; Dangerous<br />
2001 &#8211; Invincible</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Coletâneas</span><br />
1975 &#8211; The Best Of<br />
1995 &#8211; Anthology<br />
1995 &#8211; HIStory: Past, Present and Future – Book I<br />
1997 &#8211; Blood On The Dance Floor<br />
2000 &#8211; The Millennium Collection<br />
2001 &#8211; Greatest Hits: History &#8211; Vol I<br />
2003 &#8211; Number Ones<br />
2004 &#8211; The Ultimate Collection<br />
2005 &#8211; The Essential (2005)<br />
2006 &#8211; Visionary: The Video Singles<br />
2008 &#8211; Thriller: 25th Aniversary Edition<br />
2008 &#8211; King Of Pop</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">VHS/DVD</span><br />
1985 &#8211; We Are the World: The Story Behind the Song<br />
1988 &#8211; Moonwalker<br />
1995 &#8211; Video Greatest Hits &#8211; HIStory<br />
1998 &#8211; History on Film, Vol. 2<br />
2001 &#8211; Dangerous: The Short Films<br />
2003 &#8211; Number Ones<br />
2003 &#8211; Michael Jackson: A Remarkable Life<br />
2004 &#8211; Man In The Mirror: The Michael Jackson Story<br />
2005 &#8211; Live In Bucharest &#8211; The Dangerous Tour</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Curiosidades</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">- Michael ficou com a estatueta do Óscar, do filme E o Vento Levou.</p>
<p style="text-align: justify;">- Jackson tinha um registro vocal incrível, a extensão de sua voz era de 3,5 oitavas, alcançando notas mais agudas de até 4,0 oitavas.</p>
<p style="text-align: justify;">- HIStory: Past, Present and Future – Book I é o álbum duplo mais vendido da história.</p>
<p style="text-align: justify;">- O videoclipe de &#8220;Scream&#8221; ainda é o vídeo musical mais caro da história. Custou cerca de sete milhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">- Blood on the Dance Floor é o álbum de remixes mais vendido da história.</p>
<p style="text-align: justify;">- Michael Jackson foi um dos pouquíssimos a conseguir emplacar 5 álbuns de inéditas seguidos em 1º lugar no Hot 200 da Billboard, o outro foi DMX.</p>
<p style="text-align: justify;">- Michael Jackson foi o segundo cantor solo internacional (masculino) que mais emplacou hits no Hot 100 da Billboard: foram treze canções em primeiro lugar, só perdendo para James Brown que colocou 17 hits.</p>
<p style="text-align: justify;">- Michael Jackson colecionou ao longo de sua carreira 23 Grammys.</p>
<p style="text-align: justify;">- O álbum Thriller ficou 82 semanas no topo dos mais vendidos nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">- Segundo os seus artigos financeiros, especialistas em contabilidade de artistas musicais e a revista Rolling Stone, Michael faturou a longo de sua história, mais US$ 7 bilhões só com a sua música.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Fontes consultadas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">◘ <a href="http://www.reidopop.com" target="_blank">http://www.reidopop.com</a><br />
◘ <a href="http://www.michaeljackson.com" target="_blank">http://www.michaeljackson.com</a><br />
◘ <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson" target="_blank">http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson</a><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Jackson</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F09%252Fdicionario-de-artistas-michael-jackson%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20Michael%20Jackson%22%20%7D);"></div>

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		<item>
		<title>Dicionário dos Artistas: Kings of Leon</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/09/dicionario-dos-artistas-kings-of-leon/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/09/dicionario-dos-artistas-kings-of-leon/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Kings Of Leon]]></category>

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		<description><![CDATA[~&#62; História Kings of Leon é uma banda de rock alternativo, formada no Tenessee, pelos irmãos Caleb, Nathan, Jared e o primo Matthew Followill. Vindos de uma família muito religiosa, os três irmãos cresceram viajando pelo sul dos Estados Unidos, junto com seu pai Leon, um pastor pentecostal, que pregava nas mais diversas igrejas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.kingsofleon.com" target="_blank"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" src="http://item.slide.com/r/1/60/i/xjL1AU5D1D8P9XTJ7pFo_RPpheAfAvxe/" alt="" width="450" height="276" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>~&gt; História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kings of Leon</strong> é uma banda de rock alternativo, formada no Tenessee, pelos irmãos Caleb, Nathan, Jared e o primo Matthew Followill.</p>
<p style="text-align: justify;">Vindos de uma família muito religiosa, os três irmãos cresceram viajando pelo sul dos Estados Unidos, junto com seu pai Leon, um pastor pentecostal, que pregava nas mais diversas igrejas e sempre levava seus filhos consigo. Educados de forma bastante rígida, os meninos estudavam em casa e não podiam assistir televisão ou ouvir música que não fosse religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Na adolescência, os irmãos descobriram o prazer de tocar, mas não eram influenciados por nenhum gênero musical, já que não eram expostos a nenhum estilo musical de fora. O contato com o universo musical veio com a banda da Igreja onde Caleb descobriu suas habilidades vocais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2002 lançaram o primeiro EP, intitulado <em>Holy Roller Novocaine</em>, já atraindo então a atenção dos críticos ingleses. No ano seguinte veio então o primeiro álbum <em>Youth and Young Manhood, </em>destacado na mídia inglesa como um dos 10 melhores discos de estréia nos últimos 10 anos. O público também não demorou a se identificar com as letras com temáticas como sexo e violência.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo disco, <em>Aha Shake Heartbreak, </em>foi lançado primeiro na Inglaterra, em novembro de 2004, chegando ao mercado americano apenas em fevereiro e somente em abril no restante do mundo. O <strong>Kings of Leon</strong> ganhava cada vez mais fãs e não apenas anônimos. Em 2005 os garotos Followill acompanharam nada mais nada menos que <strong>U2</strong>, <strong>Pearl Jam</strong>, <strong>Strokes</strong> e <strong>Bob Dylan</strong> em suas turnês, fazendo alguns dos shows de abertura pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2007 lançaram <em>Because of The Times, </em>disco que tornou o Kings of Leon conhecidos também em seu próprio país, apesar de ainda terem mais fama fora dos Estados Unidos, principalmente na Inglaterra. O álbum liderou por várias semanas as paradas britânicas e atingiu o 25º lugar nas americanas. <em>Because of the times</em> foi considerado por muitos críticos o melhor álbum da banda até então e uma prova do amadurecimento musical do quarteto.</p>
<p style="text-align: justify;">No final de 2008 chegou ao mercado <em>Only by the Night, </em>e seus sucessos <em><a href="http://www.4shared.com/audio/43WL02IN/Kings_Of_Leon_-_Sex_On_Fire.html">Sex On Fire</a>, <a href="http://www.4shared.com/audio/4JUPwYdG/Kings_of_Lion_-_Use_Somebody.html">Use Somebody</a> e <a href="http://www.4shared.com/audio/xGKpYtn3/Kings_of_Lion_-_Closer.html">Closer</a>.</em> <em>Sex On Fire</em>, primeiro single do disco atingiu o primeiro lugar das paradas no Reino Unido, Irlanda, Finlândia e Austrália. E o álbum levou o prêmio de melhor disco internacional no BRIT Awards, edição 2009. Além deste prêmio, a banda da família Followill levou para casa também o de melhor grupo internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo vem trabalhando agora no seu quinto álbum de estúdio, o <em>Come Around Sundown </em>que está previsto para chegar às lojas em outubro.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><strong>.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>~&gt; Integrantes</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">~&gt; Caleb Followill (Guitarra, Vocal)<br />
~&gt; Matthew Followill (Guitarra)<br />
~&gt; Jared Followill (Baixo)<br />
~&gt; Nathan Followill (Bateria)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>~&gt; Discografia</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Álbuns de Estúdio</strong><br />
2003 &#8211; Youth and Young Manhood<br />
2004/2005 &#8211; Aha Shake Heartbreak<br />
2007 &#8211; Because of The Times<br />
2008 &#8211; Only by the Night<br />
2010 &#8211; Come Around Sundown</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>~&gt; Fontes consultadas</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">◘ <a href="http://www.kingsofleon.com/">http://www.kingsofleon.com/</a><br />
◘ <a href="http://www.kingsofleon.kit.net/home.htm">http://www.kingsofleon.kit.net/home.htm</a><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kings_of_Leon">http://pt.wikipedia.org/wiki/Kings_of_Leon</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F09%252Fdicionario-dos-artistas-kings-of-leon%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20dos%20Artistas%3A%20Kings%20of%20Leon%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário dos Artistas: Van Morrison</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/07/dicionario-dos-artistas-van-morrison/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Van Morrison]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História George Ivan Morrison, mais conhecido como Van Morrison, nasceu em Belfast, Irlanda e combina em suas músicas elementos do jazz, R&#38;B e música celta, tudo isso, sem falar no rock. É uma figura um pouco avessa a imprensa e por isso mesmo, talvez as gerações mais novas pouco saibam sobre este senhor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.vanmorrison.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-3283 aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="Glasto05-VanMorrison-KW06" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Glasto05-VanMorrison-KW06.jpg" alt="" width="350" height="233" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>George Ivan Morrison</strong>,  mais conhecido como <strong>Van Morrison</strong>,  nasceu em Belfast,  Irlanda e combina em suas músicas elementos do jazz, R&amp;B  e música  celta, tudo isso, sem falar no <em>rock</em>. É uma figura um pouco avessa a imprensa e por isso mesmo, talvez as gerações mais novas pouco saibam sobre este senhor de 64 anos, autor de obras primas como <em>Brown eyed girl, Madame Joy, Crazy  Love</em> entre tantas outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde muito novo Van teve contato com a música já que seu pai colecionava discos de jazz e sua mãe havia sido cantora amadora na juventude. Em uma entrevista à revista Rolling Stones, em 2005, contou que cresceu ouvindo artistas como Jelly Roll Morton, Ray Charles, Lead Belly e Solomon Burke e que estes foram a sua grande inspiração sempre. Aos 12 anos ganhou de seus pais sua primeira guitarra. Não demorou a formar a banda <em>Sputniks </em>com amigos da escola e eles chegaram a fazer algumas apresentações. A banda acabou e Van pediu aos pais um saxofone de presente. Depois de mais ou menos um mês de aulas para aprender a tocar o novo instrumento, ingressou na <em>Thunderbolts</em>, tocando nos arredores da cidade. Mas, já naquela época apresentava sua característica mais marcante: o jeito introspectivo de ser, o que atrapalhava um pouco no relacionamento com os outros integrantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficou conhecido mesmo, à frente   da banda <em>Them</em>, formada em 1964, com  quem criou canções como <em>Gloria</em> e <em>Baby Please Don’t Go</em>, mas em 1966 resolveu abandoná-la e chegou a pensar em abandonar a própria música ao ver que esta estava se tornando comercial demais. Foi o produtor Bert Berns quem foi atrás dele em Belfast e o convenceu a voltar para Nova York para iniciar uma carreira solo. <em>Blowin’ Your  Mind</em>, seu  primeiro álbum solo trazia a gravação de um dos seus  grandes sucessos,  reconhecido até hoje, <em>Brown eyed girl</em>. <em>Astral  Weeks</em>, seu segundo álbum é considerado por muitos e até mesmo pela crítica especializada, como seu melhor trabalho, mas na época de seu lançamento, em 1968, não teve uma grande aceitação junto ao público.</p>
<p style="text-align: justify;">Em novembro de 2008, a fim de comemorar os 40 anos de sua obra prima, Van fez dois shows no Hollywood Bowl, onde pela primeira vez na carreira, tocou o repertório completo de <em>Astral Weeks. </em>Agora, pouco menos de um ano depois, o show virou disco e chegou ao mercado internacional (sem previsão por aqui ainda!) com o nome <em>Astral Weeks  Live At The Hollywood  Bowl.</em> Mas não esperem que as músicas tenham os mesmo arranjos ou tenham sido tocadas na mesma ordem do disco original, não, isso não seria Van Morrison. As versões são mais extensas, e algumas faixas foram agrupadas em pot-pourris. Além disso, duas canções que ficaram de fora do setlist original surpreenderam a todos, no bis: <em>Listen To The  Lion</em> e <em>Common One.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Van Morrison é, sem dúvida, alguém que merece ser conhecido pelos apaixonados pela música. Afinal, ter mais de 30 discos e mais de 40 anos de carreira, fazendo sucesso, não é pra qualquer um, mas não apenas isso. Suas músicas mostram alguém que sabe e não tem medo de se reiventar, alguém capaz de escrever letras belíssimas e interpretá-las com o coração. Alguém em quem vemos realmente a entrega e o prazer no que faz.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ Discografia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">1967 – Blowin’ Your Mind<br />
1968 – Astral Weeks<br />
1970 – Moondance<br />
1970 – His Band and the Street Choir<br />
1971 – Tupelo Honey<br />
1972 – Saint Dominic’s  Preview<br />
1973 – Hard Nose the  Highway<br />
1974 – It’s Too Late  to Stop Now<br />
1974 – Veedon Fleece<br />
1977 – A Period of  Transition<br />
1978 – Wavelength<br />
1979 – Into the Music<br />
1980 – Common One<br />
1982 – Beautiful Viion<br />
1983 – Inarticulate  Speech of the Heart<br />
1984 – Live at the  Grand Opera House Belfast<br />
1985 – A Sense of  Wonder<br />
1986 – No Guru, No  Method, no Teacher<br />
1987 – Poetic  Champions Compose<br />
1988 – Irish Heartbeat<br />
1989 – Avalon Sunset<br />
1990 – Enlightenment<br />
1991 – Hymns to the  Silence<br />
1993 – Too Long in  Exile<br />
1994 – A Night in San Francisco<br />
1995 – Days Like This<br />
1996 – How Long Has  This Been Going On<br />
1996 – Tell Me  Something: The Songs of Mose Allison<br />
1997 – The Healing  Game<br />
1999 – Back on Top<br />
2000 – The Skiffle  Sessions – Live in Belfast  1998 (com Lonnie  Donegan)<br />
2000 – You Win Again<br />
2002 – Down the Road<br />
2003 – What’s Wrong  with This Picture?<br />
2005 – Magic Time<br />
2006 – Pay the Devil<br />
2008 – Keep it Simple<br />
2009 – Astral Weeks  Live at the Hollywood Bowl</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ Fontes consultadas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">◘ <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.vanmorrison.com/">http://www.vanmorrison.com</a></span></strong><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Van_Morrison" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">http://pt.wikipedia.org/wiki/Van_Morrison</span></strong></a><br />
◘ <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.lastfm.com.br/music/Van+Morrison">http://www.lastfm.com.br/music/Van+Morrison</a></span></strong></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F07%252Fdicionario-dos-artistas-van-morrison%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20dos%20Artistas%3A%20Van%20Morrison%22%20%7D);"></div>

<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.audiograma.com.br/2010/07/dicionario-dos-artistas-van-morrison/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicionário dos Artistas: Muse</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/dicionario-dos-artistas-muse/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/06/dicionario-dos-artistas-muse/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 16:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[Muse]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História O Muse é uma banda de rock alternativo britânica, mais precisamente do condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Já lançou cinco álbuns de estúdio. O último disco, The Resistance, foi lançado em setembro de 2009. Os integrantes, Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard se conheceram na escola em 1989. Na época, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.muse.mu" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2543 aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/muse1.jpg" alt="" width="380" height="379" /></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ História</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Muse</strong> é uma banda de rock alternativo britânica, mais precisamente do condado de Devon, no sudoeste da Inglaterra. Já lançou cinco álbuns de estúdio. O último disco, <em><strong>The Resistance</strong></em>, foi lançado em setembro de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Os integrantes, Matthew Bellamy, Christopher Wolstenholme e Dominic Howard se conheceram na escola em 1989. Na época, segundo Christopher, Matthew e Dominic eram integrantes de uma banda que estava se desmanchando, assim como a dele. Em 1994, se reuniram e formaram o Muse com o nome de Rocket Baby Dolls.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1999 lançaram seu primeiro álbum, <em><strong>Showbiz </strong></em>que foi bem recebido pela crítica. Logo surgiram comparações com a conterrânea <strong>Radiohead</strong>. Os singles <em>Muscle Museum</em> e <em>Unintended </em>fizeram algum sucesso dentro e fora do Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2001 chegou às lojas <strong>Origin of Symmetry</strong>, álbum que projetou o Muse mundialmente. <em>Plug In Baby</em> alcançou o 11º lugar nos tops britânicos, e New Born, o 12º.  No ano seguinte, foi a vez do DVD <em>“<strong>Hullabaloo &#8211; Live at Le Zenith</strong>”</em>, registro de um show, da Turnê de Origin f Symmetry, em Paris. Lançaram também um CD duplo com o nome <em><strong>Hullabaloo Soundtrack</strong></em>, com parte do show e uma seleção de <em>b-sides</em> gravados pela banda entre Março de 1999 e Outubro de 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro de 2003 saiu o terceiro álbum de estúdio, <em><strong>Absolution</strong></em>, que alcançou a primeira posição nos tops do Reino Unido; os singles <em>Time Is Running Out</em> e <em>Hysteria</em> foram sucessos imediatos e todo esse reconhecimento levou o Muse a uma nova turnê mundial. Em 2005 lançaram o DVD “<em><strong>Absolution Tour</strong></em>”, contendo o show que encerrou o <em>Festival de Glastonbury,</em> no ano anterior, e alguns vídeos gravados durante a turnê americana.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como seu antecessor,<em> <strong>Black Holes and Revelations</strong></em>, estreou em 2006, na primeira colocação nos tops britânicos. O primeiro single, <em>Supermassive Black Hole</em>, entrou, de cara, no top 5 do Reino Unido. Como parte da turnê, a banda fez dois shows no estádio de <em>Wembley</em>, em comemoração à sua reinauguração, o que gerou o álbum ao vivo “<em><strong>Haarp</strong></em>”, lançado em CD e DVD, contendo grande parte do show. Em 2008, uma turnê do Muse veio, pela primeira vez, a America Latina, passando por México, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro  <em><strong>The Resistence</strong></em> chegou às lojas e  <em> </em> ficou no topo das paradas e das  vendas em pelo menos 16 países. As influências clássicas como na canção &#8220;<em>Exogenesis: Symphony</em>&#8221; são claras e o que chamam a maior atenção no disco. <em>Uprising </em>foi o primeiro single e foi tocada ao vivo, pela primeira vez no MTV Movie Awards.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 7 de maio deste ano, o Muse anunciou que assim como acontecera nos filmes anteriores, também faria parte da trilha sonora de Eclipse, o terceiro da saga Twilight. 10 dias depois, era lançado o vídeo de &#8220;<em>Neutron Star Collision  (Love Is Forever)&#8221;.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><em>.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Integrantes</strong></span></p>
<p># Matthew Bellamy &#8211; voz, guitarra e piano<br />
# Christopher Wolstenholme &#8211; baixo, voz secundária e teclado<br />
# Dominic Howard &#8211; bateria e percussão</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Discografia</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p>1999 – Showbiz<br />
2001 &#8211; Origin of Symmetry<br />
2002 &#8211; Hullabaloo Soundtrack (Compilação)<br />
2003 – Absolution<br />
2006 &#8211; Black Holes and Revelations<em><br />
</em>2007<em> – HAARP </em>(Ao Vivo)<br />
2009 &#8211; The Resistence</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Prêmios</strong></span></p>
<p># MTV Europe Music Awards (5)<br />
# Q Awards (5)<br />
# NME Awards (4)<br />
# Brit awards (2)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Curiosidades</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"># Nas gravações da canção      Megalomania, do álbum &#8220;Origin of Symmetry&#8221;, Matthew usou o órgão      de uma igreja e o padre pediu a letra da música para ler e ter certeza de      que eles não eram satanistas.</p>
<p style="text-align: justify;"># Durante a turnê de promoção      do álbum &#8220;Origin of Symmetry&#8221;, a banda quebrou tantos      instrumentos e amplificadores que deram o apelido à turnê de &#8220;Origin      of Chaos&#8221; (Origem do Caos).</p>
<p style="text-align: justify;"># No show de Wembley (HAARP) eles      teriam planos de chegar ao palco através de Jetpacks (aquelas mochilas com      turbina que permitem voar), mas não foi possível porque estariam      infringindo o Regulamento de Saúde e Segurança do show.</p>
<p style="text-align: justify;"># Antes de serem      internacionalmente conhecidos, o Muse só tocava em bares punk para      públicos eufóricos e bêbados.</p>
<p style="text-align: justify;"># As cordas vocais de Matthew são      menores do que o normal.</p>
<p style="text-align: justify;"># Christopher perdeu sua      aliança durante uma turnê no Japão, mas uma fã a devolveu e como      recompensa ela poderá ir aos shows da banda de graça pelo resto da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"># Matthew e Christopher      consideram Dominic o mais organizado da banda.</p>
<p style="text-align: justify;"># A bateria de Assassin foi      inspirada na banda &#8220;Lightning Bolt&#8221;. Dominic queria recriar o      &#8220;controle caótico natural&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"># Segundo Matthew as influências da banda      são, entre muitos outros, Jeff Buckley, Queen e Rage Against the Machine.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>→ Fontes consultadas</strong></span></p>
<p>◘ <a href="http://www.muse.mu" target="_blank">http://www.muse.mu</a><br />
◘ <a href="http://www.musebr.com" target="_blank">http://www.musebr.com</a><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muse" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Muse</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F06%252Fdicionario-dos-artistas-muse%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcY5yrE%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20dos%20Artistas%3A%20Muse%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário de Artistas: U2</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/03/dicionario-de-artistas-u2/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/03/dicionario-de-artistas-u2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 23:54:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Perry</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[→ História Em 1976 Larry Mullen colocou um anúncio no mural de sua escola, a Mount Temple High School, em Dublin, procurando pessoas interessadas em formarem uma banda de rock. Não demorou muito para Bono, Adam, The Edge e seu irmão Dick responderem ao anúncio e formarem, assim, o Feedback. Um ano depois eles tornaram-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.u2.com"><img class="aligncenter" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/u2_02.jpg" alt="" width="464" height="312" /></a></p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">→ História</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1976 <strong>Larry Mullen</strong> colocou um anúncio no mural de sua escola, a Mount Temple High School, em Dublin, procurando pessoas interessadas em formarem uma banda de rock. Não demorou muito para <strong>Bono</strong>, <strong>Adam</strong>, <strong>The Edge</strong> e seu irmão <strong>Dick</strong> responderem ao anúncio e formarem, assim, o <strong>Feedback</strong>. Um ano depois eles tornaram-se o <strong>The Hype</strong> para, apenas em 1978 escolherem o nome com o qual ficariam mundialmente conhecidos: <strong>U2</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Setembro de 1979, a banda lançou seu primeiro single, o “U2 3&#8243;, que chegou ao topo das paradas na Irlânda. No ano seguinte, tendo assinado contrato com a Island Records , lançam o seu primeiro álbum, <strong>Boy</strong> e partem para a primeira turnê da banda fora do Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1981 chega ao mercado <strong>October</strong>, visto por muitos como um disco Gospel. Em 1983, é a vez de <strong>War</strong>, álbum que deixa claro o caráter diferenciado da banda ao incluir músicas como <em>&#8220;Sunday, Bloody, Sunday&#8221;</em>, que falava da situação entre católicos e protestantes na Irlânda do Norte. O primeiro single do álbum, <em>&#8220;New Year&#8217;s Day&#8221;</em>, foi o primeiro êxito internacional do quarteto e seu videoclipe obteve grande destaque na MTV americana. Pela primeira vez realizam shows com lotação esgotada tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos dos quais resultaram a gravação ao vivo do EP <strong>Under a Blood Red Sky</strong>, com apenas oito faixas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa época o U2 abriu os shows do <strong>The Police</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1984 com produção de Brian Eno e Daniel Lanois a banda lança o <strong>The Unforgettable Fire</strong>. A música <em>&#8220;Pride (In the Name of Love)&#8221;</em> dedicada ao ativista político americano <strong>Martin Luther King</strong>,  chegou à quinta posição  de vendas no Reino Unido e ao top 50 nos Estados Unidos. A revista Rolling Stone chamou o U2 de &#8220;Banda dos anos 80&#8243;, dizendo que, para um número crescente de fãs, o U2 era a banda mais importante, senão mesmo, a única importante. O Live Aid Concert, em 1985 veio mostrar a força da banda e o carisma de Bono. A versão de 13 minutos de <em>&#8220;Bad&#8221;</em> tomou conta do espectáculo, principalmente quando Bono abandonou o palco para ir dançar com uma espectadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1987, o lançamento de <strong>The Joshua Tree</strong> confirma: o U2 era a maior banda do planeta! O álbum já chegou no topo na lista de mais vendidos no Reino Unido e rapidamente chegou ao mesmo lugar nos Estados Unidos. Foram mais de 26 milhões de cópias vendidas levando Bono, Adam, Larry e The Edge a serem a quarta banda a ter direito a uma capa da revista Time, (as outras três tinham sido os <strong>Beatles</strong>, <strong>The Band</strong> e <strong>The Who</strong>). Além disso, receberam vários Grammys, entre eles o de melhor álbum do ano. Em várias pesquisas e enquetes, feitas até hoje, 22 anos depois, o álbum aparece entre os dez melhores de todos os tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a virada da década, o U2 dá uma nova guinada em seu som. O <strong>Achtung Baby</strong>, de 1991 surge com uma sonoridade diferente de tudo o que a banda já havia feito até então e é considerado por muitos fãs, o melhor álbum da banda. Saem para a turnê ZooTV, um verdadeiro espetáculo multimídia, com vídeos, carros voadores e Bono interpretando diversos personagens. Em meio a turnê lançam o <strong>Zooropa</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após uma pequena parada, lançam o <strong>Pop</strong>, em 1996, um álbum com uma certa influência da eletrônica, para o qual, muitos fãs torcem o nariz até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2000 o U2 mostra seu poder camaleônico mais uma vez ao lançar <strong>All That You Can&#8217;t Leave Behind</strong>, muito bem recebido pela crítica que o considera a terceira obra prima da banda junto com Achtung Baby e The Joshua Tree. O single <em>&#8220;Beautiful Day&#8221;</em> foi muito bem recebido em todo o mundo, tendo inclusive ganho três Grammys.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2004 o U2 surpreende novamente com o álbum <strong>How to Dismantle an Atomic Bomb</strong>.  Seu lançamento nos Estados Unidos foi marcado por um inusitado show pelas ruas de Nova Iorque, onde a banda tocou as novas músicas em cima de um caminhão. <em>&#8220;Vertigo&#8221;</em>, o primeiro single do álbum, foi bastante tocada nas rádios de todo o mundo e, logo na primeira semana, estreou no 18º lugar na &#8220;Modern Rock Tracks Chart&#8221; da Billboard e em 46º lugar na &#8220;Billboard Hot 100.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em março de 2009, depois de muita expectativa por parte dos fãs, chegou <strong>No Line on The Horizon</strong>, tendo <em>&#8220;Get On Your Boots&#8221;</em> como primeiro e <em>&#8220;Magnificent&#8221;</em> como o segundo single do álbum. A banda segue com a turnê mundial U2 360° por este ano de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ Integrantes</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"># Bono &#8211; Vocais<br />
# The Edge &#8211; Guitarra<br />
# Adam Clayton &#8211; Baixo<br />
# Larry Mullen &#8211; Bateria</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ Discografia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Álbuns de Estúdio</span></p>
<p style="text-align: justify;">1980 &#8211; Boy<br />
1981 &#8211; October<br />
1983 &#8211; War<br />
1984 &#8211; The Unforgettable Fire<br />
1987 &#8211; The Joshua Tree<br />
1988 &#8211; Rattle and Hum<br />
1991 &#8211; Achtung Baby<br />
1993 &#8211; Zooropa<br />
1997 &#8211; Pop<br />
2000 &#8211; All That You Can&#8217;t Leave Behind<br />
2004 &#8211; How to Dismantle an Atomic Bomb<br />
2009 &#8211; No Line on the Horizon</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Coletâneas e Álbuns Ao Vivo </span></p>
<p style="text-align: justify;">1983 &#8211; Under a Blood Red Sky<br />
1984 &#8211; Wide Awake In America<br />
1998 &#8211; The Best of 1980-1990<br />
2002 &#8211; The Best of 1990-2000<br />
2006 &#8211; U218 Singles</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff6600;">→ Fontes consultadas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">◘ <a href="http://www.u2.com" target="_blank">http://www.u2.com</a><br />
◘ <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/U2" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/U2</a><br />
◘ <a href="http://www.u2br.com" target="_blank">http://www.u2br.com</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F03%252Fdicionario-de-artistas-u2%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaZIJvC%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20U2%22%20%7D);"></div>

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		</item>
		<item>
		<title>Dicionário de artistas: Foo Fighters</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/02/dicionario-de-artista-foo-fighters/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/02/dicionario-de-artista-foo-fighters/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 22:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[foo fighters]]></category>

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		<description><![CDATA[É claro que seria muito facil em minha  posição, definir bem rapido o que significa e como se iniciou, este termo usado por aviadores na Segunda Guerra Mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos,  o resultado disso tudo foi varios singles e shows em grandes estadios,  que pelas palavras de  Dave Grohl, ja deixava bem claro que não iria ser apenas um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><a href="http://www.foofighters.com/br/home"><img class="alignnone size-full wp-image-772" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/foo-fighters.jpg" alt="" width="436" height="455" /> </a></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que seria muito facil em minha  posição, definir bem rapido o que significa e como se iniciou, este termo usado por aviadores na Segunda Guerra Mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos,  o resultado disso tudo foi varios singles e shows em grandes estadios,  que pelas palavras de  <em>Dave<strong> </strong>Grohl</em>, ja deixava bem claro que não iria ser apenas um projeto de estudio de apenas um integrante.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra quem diretamente escutava e se preocupava em buscar tendencias pós-punk aos anos de 90 a 94 via o fundador do <strong>Foo Fighters<em>, </em></strong><em>Dave Grohl, </em>usando sua criatividade e agressividade na cozinha ritmica do <em>Nirvana.</em> Aparentemente, nessa epoca ja trabalhava em suas musicas, intencionalmente visualisando um novo projeto. Com a morte de Kurt Cobain, Grohl entra no Robert Lang&#8217;s Studio em Seattle com o amigo e produtor musical <em>Barrett Jones</em>. Com exceção da parte de guitarra de &#8220;X-Static&#8221;, feita por Greg Dulli, do grupo americano Afghan Whigs, Grohl tocou todos os instrumentos das faixas. Atrelado à gravadora Capitol Records pelo descobridor de talentos <em>Gary Gersh</em> (que havia trabalhado com o Nirvana), Grohl teve suas faixas mixadas, sendo que o resultado tornou-se posteriormente o primeiro álbum do <strong>Foo Fighters</strong>, também intitulado <strong>Foo</strong><em> </em><strong>Fighters</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente o antigo colega <em>Krist Novoselic</em> era o principal candidato a ser o baixista da banda, mas ambos preocuparam-se que poderia-se estar formando somente uma reencarnação do <em>Nirvana</em>. Após tomar conhecimento sobre o fim da banda conterrânea de emocore <em>Sunny Day Real Estate</em>, <em>Grohl </em>convidou o baixista <em>Nate Mendel</em> e o baterista <em>William Goldsmith</em>. <em>Pat Smear</em>, que era um membro não oficial do <em>Nirvana</em> após o lançamento de <em>In Utero</em>, foi adicionado como segundo guitarrista, completando assim a banda. A banda realizou sua primeira turnê ainda em 1995 abrindo concertos para <em>Mike Watt.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Seu primeiro single, &#8220;<em>This Is a Call</em>&#8220;, foi lançado em junho de 1995 e o álbum de estréia no mês seguinte. &#8220;<em>I&#8217;ll Stick Around</em>&#8221; e &#8220;<em>Big Me</em>&#8221; foram os singles lançados nos meses seguintes. Se elevarmos a atenção, é notavel a diferença dos arranjos se comparado a sua antiga banda, é polido e bem caracteristico. Dave Grohl é multi-instrumentista e otimo vocalista se detem como lider e compositor e o homem de frente do <strong>Foo Fighters.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ffffff;">.</span><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Formação atual:</strong></p>
<p>Dave Grohl &#8211; vocal e guitarra (1995-atualmente)<br />
Taylor Hawkins &#8211; bateria e vocal de apoio (1997-atualmente)<br />
Nate Mendel &#8211; baixo(1995-atualmente)<br />
Chris Shiflett &#8211; guitarra e vocal de apoio (1999-atualmente)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Discografia:</strong></p>
<p>Foo Fighters &#8211; 1995</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/05.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-776" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/05.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>01. This Is A Call<br />
02. I´Ll Stick Around<br />
03. Big Me<br />
04. Alone + Easy Target<br />
05. Good Grief<br />
06. Floaty<br />
07. Weenie Beenie<br />
08. Oh, George<br />
09. For All The Cows<br />
10. X-Static<br />
11. Wattershed<br />
12. Exhausted</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>The Colour and the Shape &#8211; 1997</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/foofighters-thecolourandtheshape.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-777" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/foofighters-thecolourandtheshape.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>01. Doll<br />
02. Monkey Wrench<br />
03. Hey, Johnny Park!<br />
04. My Poor Brain<br />
05. Wind Up<br />
06. Up In Arms<br />
07. My Hero<br />
08. See You<br />
09. Enough Space<br />
10. February Stars<br />
11. Everlong<br />
12. Walking After You<br />
13. New Way Home</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>There&#8217;s Nothing Left to Lose &#8211; 1998</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/There-Is-Nothing-Left-To-Lose.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-778" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/There-Is-Nothing-Left-To-Lose.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>01. Stacked Actors<br />
02. Breakout<br />
03. Learn To Fly<br />
04. Gimme Stitches<br />
05. Generator<br />
06. Aurora<br />
07. Live-in Skin<br />
08. Next Year<br />
09. Headwires<br />
10. Ain´t it the Life<br />
11. M.I.A</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>One By One &#8211; 2002</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/capa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-779" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/capa.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>01. All My Life<br />
02. Low<br />
03. Have It All<br />
04. Times Like These<br />
05. Disenchanted Lullaby<br />
06. Tired Of You<br />
07. Halo<br />
08. Lonely As You<br />
09. Overdrive<br />
10. Burn Away<br />
11. Come Back<br />
12. Walking A Line<br />
13. Sister Europe<br />
14. Danny Says<br />
15. Life Of Illusion<br />
16. For All The Cows (Live In Amsterdam)<br />
17. Monkey Wrench (Live In Melbourne)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>In Your Honor &#8211; 2005</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Foo_Fighters.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-780" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Foo_Fighters.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a> CD1:<br />
01. In Your Honor<br />
02. No Way Back<br />
03. Best Of You<br />
04. DOA<br />
05. Hell<br />
06. The Last Song<br />
07. Free Me<br />
08. Resolve<br />
09. The Deepest Blues Are Black<br />
10. End Over End</p>
<p>CD2:<br />
01. Still<br />
02. What If I Do?<br />
03. Miracle<br />
04. Another Round<br />
05. Friend Of A Friend<br />
06. Over And Out<br />
07. On The Mend<br />
08. Virginia Moon<br />
09. Cold Day In The Sun<br />
10. Razor</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Skin and Bones &#8211; 2006</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/skin_and_bones_300x300.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-781" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/skin_and_bones_300x300.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a> 01. Razor<br />
02. Over And Out<br />
03. Walking After You<br />
04. Marigold<br />
05. My Hero<br />
06. Next Year<br />
07. Another Round<br />
08. Big Me<br />
09. Cold Day In The Sun<br />
10. Skin And Bones<br />
11. February Stars<br />
12. Times Like These<br />
13. Friend Of A Friend<br />
14. Best Of You<br />
15. Everlong</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Echoes, Silence, Patience &amp; Grace &#8211; 2007</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/11896057034127abcdb5361ci0.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-782" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/11896057034127abcdb5361ci0.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a> 01. The Pretender<br />
02. Let It Die<br />
03. Erase/Replace<br />
04. Long Road to Ruin<br />
05. Come Alive<br />
06. Stranger Things Have Happened<br />
07. Cheer Up, Boys (Your Make Up Is Running)<br />
08. Summer’s End<br />
09. Ballad of the Beaconsfield Miners<br />
10. Statues<br />
11. But, Honestly<br />
12. Home</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F02%252Fdicionario-de-artista-foo-fighters%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbyHraL%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20artistas%3A%20Foo%20Fighters%22%20%7D);"></div>

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