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	<title>Audiograma &#187; Pelo Mundo</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>Pelo mundo: Uncle Ben&#8217;s Soul</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samilla Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Uncle Ben's Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai ano, vem ano, além do vai e vem de bandas e cantores e você não larga o velho soul. O ritmo que começou lá na década de 60 marcado pela emoção, melodias bem ornamentadas com diversas improvisações, coreografias   inusitadas, além de uma banda carregada de metais. Teve como principais interpretes: RayCharles,Marvin Gaye , Solomon Burke e [...]]]></description>
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<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/500/56605971/Ben+lOncle+Soul+Ben.png" alt="" width="500" height="328" /></p>
<p style="text-align: justify;">Vai ano, vem ano, além do vai e vem de bandas e cantores e você não larga o velho soul. O ritmo que começou lá na década de 60 marcado pela emoção, melodias bem ornamentadas com diversas improvisações, coreografias   inusitadas, além de uma banda carregada de metais. Teve como principais interpretes: RayCharles,Marvin Gaye , Solomon Burke e James Brown, alem de tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a música está ai para ser objeto e meio de transformação. E foi o que fez Ben l’Oncle Soul , que uniu o útil ao agradável: a música francesa às raízes do soul.No chamado Neo- soul, onde ele é um dos principais nomes da atualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Uncle Ben&#8217;s Soul, cujo nome verdadeiro Benjamin Duterde, é um cantor francês, que aos 26 anos já conquistou os produtores da Motown francesa, qual lançou seu primeiro Ep “ Soul Wash “em 2009,e recentemente o álbum,Uncle Ben&#8217;s Soul , onde há quatorze canções em Inglês e uma em Francês,na maior vibe soul dos anos 1960.Uma delas é Soulman, que  soa como o hit My Girl do Temptations .Entretanto, ele ficou conhecido apos repaginar músicas famosas em um estilo todo soul de ser, tais como I Kissed a Girl (Katy Perry) Seven Nation Army  (White Stripes) e Crazy ( Gnarls Barkley).</p>
<p style="text-align: justify;">Agora suas composições fazem o mesmo trajeto de seus covers, atravessam os limites europeus e ganham o mundo, levando a nostalgia e o carisma do soul .</p>
<p style="text-align: center;">Cover Seven Nation Army &#8211; White Stripes</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/06/pelo-mundo-uncle-bens-soul/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: center;">Soulman</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/06/pelo-mundo-uncle-bens-soul/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F06%252Fpelo-mundo-uncle-bens-soul%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20mundo%3A%20Uncle%20Ben%27s%20Soul%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Doctor Flake e French Teen Idol</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 06:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Flake]]></category>
		<category><![CDATA[French Teen Idol]]></category>

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		<description><![CDATA[Post-rock, Trip-hop, Experimental Music, Downtempo ou tudo isso junto. Tantos caminhos, porém, o mesmo intuito: take mind off, desligar-se do mundo. Os projetos musicais ¨Doctor Flake¨ e ¨French Teen Idol¨ assemelham-se bastante nesse aspecto. Acreditei ser uma boa ideia dar a dica desses dois sons juntos porque sinto que se complementam, além de ser uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Post-rock, Trip-hop, Experimental Music, Downtempo ou tudo isso junto. Tantos caminhos, porém, o mesmo intuito: take mind off, desligar-se do mundo. Os projetos musicais ¨Doctor Flake¨ e ¨French Teen Idol¨ assemelham-se bastante nesse aspecto.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditei ser uma boa ideia dar a dica desses dois sons juntos porque sinto que se complementam, além de ser uma viagem bastante diferente. Os fãs de Sigur Ros, certamente, irão se sentir em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">¨Doctor Flake¨ é o projeto de um produtor e compositor francês que, tal qual um ¨especialista¨ na área, mescla todos esses estilos musicais já citados, através de cortes e de modificações que terminam por gerar um resultado musical totalmente exclusivo. Não muito diferente, ¨French Teen Idol¨ também é um projeto solo criado pelo romano Andrea Di Carlo.  Na área desde 2001, ¨Doctor Flake¨ produziu três albuns: ¨Paradis Dirtyficiels¨; ¨Intervention chirursicale¨ e ¨Minder Surprises¨.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://utopianbiskut.com/wp-content/uploads/2010/05/51dscf1jkhl-_ss500_.jpg" alt="" width="206" height="206" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os sons variam do mais profundo êxtase e sensualidade ao sentimento mais sinistro que pode aparecer, como em ¨Requiem For a Drum¨, presente no segundo álbum, que faz associação direta ao filme ¨Requiem For a Dream¨, remontando toda a tensão e densidade. Várias vezes me perguntei o por quê de curtir tanto esse tipo de música, já que ele é carregado dessa mesma tensão, mas é a própria música que é capaz de envolver e de hipnotizar, mesmo os mais alheios. A sequência das faixas nos albuns é feita tal qual uma teia, não deixa escapatória. Porém, além desse som mais tenso, ¨Doctor Flake¨ também apresenta um pulso muito mais carregado de sensualidade, como é facilmente notado no primeiro álbum, ¨Paradis Dirtyficiels¨. Entre os saxofones e os meios-sussurros em francês, cria-se os sons que refletem uma atmosfera totalmente envolta pela loucura da mente humana, por vezes, a própria volúpia traduzida em notas musicais.</p>
<p><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_y7R0QQMAvow/SKnLLPmhY6I/AAAAAAAAAW8/LBHjabqaJBo/s400/LostChildren023.jpg" alt="" width="236" height="236" /></p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o mesmo não posso dizer de ¨French Teen Idol¨, que é um som totalmente preenchido de melancolia, um projeto instrumental incrivelmente ¨silencioso¨, por mais paradoxo que isso possa parecer. Entre batidas eletrônicas e o toque do piano, parecemos, rapidamente, mergulharmos em um sonho. Incrivelmente, somos distanciados de todo o ambiente externo. Embora muito melancólico, os sons criados por Andrea Di Carlo são absurdamente lindas e apaziguantes, sem querer usar de hipérboles. Como exemplo de tal experiência, temos uma faixa presente no último álbum lançado, ¨El Siete Es La Luz¨ (2009), que, a começar pelo curioso título, ¨War is Kind¨, é totalmente diferente de qualquer outra experiência musical que meus ouvidos já presenciaram. São aproximadamente cinco minutos de música que mais parecem durar horas. O mesmo acontece com as faixas ¨The Longest Night¨ e ¨The Fleeting Beauty Of A Butterfly¨, presentes no segundo álbum, &#8220;Enlightened False Consciousness&#8221; (2007). O primeiro álbum foi lançado em 2005 e carrega o próprio nome do projeto como título, ¨French Teen Idol¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos os projetos possuem um estilo no qual as músicas são inteiramente noturnas, como se fossem feitas para a madrugada. Por isso, são necessariamente carregadas de um silêncio que sabe respeitar todas as peculiaridades desse momento profundamente íntimo, no qual é só você e seus pensamentos. A atmosfera criada por esses sons é perfeitamente surreal. Usando da metalinguagem e definindo música com música, Doctor Flake e French Teen Idol representam aquilo que se pode chamar de ¨the sound of silence¨.</p>
<p style="text-align: justify;">So, ¨enjoy the silence¨.</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/pelo-mundo-doctor-flake-e-french-teen-idol/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/pelo-mundo-doctor-flake-e-french-teen-idol/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F01%252Fpelo-mundo-doctor-flake-e-french-teen-idol%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Doctor%20Flake%20e%20French%20Teen%20Idol%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: OMNI</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 04:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[minus the bear]]></category>

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		<description><![CDATA[Semanas complicadas, milhões de coisas pra fazer, trabalhos acumuladissimos, provas da faculdade e, fora isso, a falta de tempo para as criações genericas e subjetivas. Bom, em referência as desculpas, isso é um ato/expressão totalmente sem importancia, já que do lado da moeda, nós estamos aqui para nos comunicar ou, até sendo um pouco pretencioso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/cd-minusTheBear_omni.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4059" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/cd-minusTheBear_omni-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Semanas complicadas, milhões de coisas pra fazer, trabalhos acumuladissimos, provas da faculdade e, fora isso, a falta de tempo para as criações genericas e subjetivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, em referência as desculpas, isso é um ato/expressão totalmente sem importancia, já que do lado da moeda, nós estamos aqui para nos comunicar ou, até sendo um pouco pretencioso, influenciar de certo modo, o leitor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem mais delongas, através de projetos novos, fui apresentado a uma irremediável e viciante sonoridade e, por incrivel que pareça, não, não são Brasileiros. Mas, em respeito ao trabalho geral, se funde a arte visual e facilmente a uma abstrata expressão: A de retornar as raízes de arranjos classicos e até, penetrando na historia musical, a influencia barroca.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro, não poderia faltar os bits, a parte eletronica, sintetizadores e teclados, que são referências fortes e estão palpáveis em nossa face. Eles são fundidos e se moldam em alto nivel e, claro, de extremo bom gosto. As guitarras? Sem dúvida alguma, cheias de camadas complexas de duetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, cito alguns pontos altos desse novo trabalho porque, generalizando, o álbum OMNI é uma evolução da globalização musical atual e, sem pretexto algum, isso você já percebe quando pega o CD físico.</p>
<p style="text-align: justify;">A pretensão que é absorvida é a de que, provavelmente, não vai haver hits radiofônicos, não irão ter uma presença comercial ampla e singela e não irão fazer turnes mundiais. Mas, com certeza, os curiosos ouvintes irão perceber que algumas bandas fogem dos holofotes e percorrem caminhos alternativos justamente por isso, para ter a devida coragem da experimentação, ter a obstinação de um foco, a liberdade musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão: As cores jogadas sem pretenção e uniformidade  em um tela em branco e o pré limite das margens são apenas um pequeno detalhe.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum é uma otima opção aos ouvidos cansados e deteriorados pelo obvio. <a href="http://www.myspace.com/minusthebear">Minus The Bear</a> se equivale à valvula de escape em uma metropole abastada por apenas uma configuração. Todos nós temos uma alternativa.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F10%252Fnua-e-crua-omni%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20OMNI%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Something to Write Home About</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/07/nua-e-crua-something-to-write-home-about/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[The Get Up Kids]]></category>

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		<description><![CDATA[A  mediocridade atual é vasta em varios seguimentos. Posso ate definir alguns agora bem faceis, e ate melodramaticos, mas a oportunidade seria involuntaria. Tenho um certo problema com algumas &#8220;maximas&#8221; que decorrem no nosso dia a dia, como a de que a primeira impressão é a que fica. Existe uma contra posição nisso tudo, principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-3302  alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/2bf1793509a0788116b02110.L.jpg" alt="" width="300" height="300" />A  mediocridade atual é vasta em varios  seguimentos. Posso ate definir alguns agora bem faceis, e ate  melodramaticos, mas a oportunidade seria involuntaria. Tenho um certo  problema com algumas &#8220;maximas&#8221; que decorrem no nosso dia a dia, como a  de que a primeira impressão é a que fica. Existe uma contra posição  nisso tudo, principalmente na musica.</p>
<p style="text-align: justify;">A castidade da influencia toma alguns  aspectos cativantes e, ao meio fio de ouvintes obcecados por uma so  vertente, é fascinante o trabalho que  proporciona duvidas e uma atenção  plena a cada faixa voltada, as nuances que provocam as mais belas  lembranças. Me lembro da primeira vez que escutei <em>&#8220;Holiday&#8221;</em>, a alguns anos  atrás, sentado em casa vendo &#8211; em video cassete &#8211; uma fita da 411 vm (<em> </em>Skateboarding).</p>
<p style="text-align: justify;">Na epoca fiquei surpreendido pela preocupação, de varios fatores e todos os sentidos, com o som e ainda pelas belas manobras.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Something to Write Home About</em> &#8211; CD lançado em 1999 pela Vagrant Records &#8211; é determinante e especifico  para ouvintes alternativos e extremamente criticos, só nao deixe  algumas variantes ofuscarem o trabalho em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Este álbum foi um sucesso financeiro para todos que participaram &#8211; de uma certa forma &#8211; no disco mas, depois de algum tempo, os trabalhos foram encerrados por motivos ate então desconhecidos. Lembremos que o <strong>The Get Up Kids</strong> foi uma  das grandes bandas da década passada e um dos principais representantes  do gênero que hoje está praticamente extinto.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ainda enfatizar as melodias e as letras, que são de uma beleza e energia totalmente crescente e linear. Traz um ambiente e vários sentidos dos anos 90, daquilo que era realmente feito com maestria, explosão sonora quando é preciso e uma complexa dinâmica. Dentre isso, não poderia esquecer os timbres, que são absolutamente incriveis de um modo, e discretos em outros.<a id="aptureLink_oJruJ7Ch84" href="http://www.myspace.com/thegetupkids"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a id="aptureLink_oJruJ7Ch84" href="http://www.myspace.com/thegetupkids">The Get Up Kids</a> é uma massa sonora delineada a cada faixa, de postura invejada nos anos 90 mas, convenhamos, sei que essa abordagem de hoje pode ser ate um incógnita para alguns, mas são os detalhes que definem uma atmosfera pura e incrivel.</p>
<p style="text-align: justify;">Não julgue os aspectos externos. Escute e argumente se pequei nesta análise, pois mesmo que nao esteja preparado pra tal sonoridade, este é um album para ser enquadrado na parede de casa.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F07%252Fnua-e-crua-something-to-write-home-about%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Something%20to%20Write%20Home%20About%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Muito mais que a música do seriado&#8230;</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/pelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 06:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Remy Zero]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem nas veias o costume de acompanhar seriados e prestar atenção em suas trilhas sonoras, certamente já deve ter achado algumas bandas interessantes – dentro do seu gosto musical – e que, muitas vezes, ainda são pouco conhecidas aqui em nosso país. Esse é o caso do Remy Zero, banda formada no Alabama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/remyzero_01.jpg" alt="" width="300" height="164" />Se você tem nas veias o costume de acompanhar seriados e prestar atenção em suas trilhas sonoras, certamente já deve ter achado algumas bandas interessantes – dentro do seu gosto musical – e que, muitas vezes, ainda são pouco conhecidas aqui em nosso país. Esse é o caso do <strong>Remy Zero</strong>, banda formada no Alabama em 1989 por <strong>Cinjun Tate</strong> (vocal e guitarra), <strong>Shelby Tate</strong> (guitarra, teclados, vocal), <strong>Gregory Slay</strong> (bateria e percussão), <strong>Cedric Lemoyne</strong> (baixo) e<strong> Jeffrey Cain</strong> (guitarra).</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoas que conhece uma música da banda eu acredito que seja grande, mas acredito que poucos foram os que pararam para ouvir o “resto” do trabalho do grupo, que começou a ser observado pelas gravadoras nos Estados Unidos quando foram convidados pelo <strong>Radiohead</strong> para abrir a turnê americana do <strong>The Bends</strong>. Na época, ainda moravam no Alabama e não tinham cd gravado. Tudo aconteceu por causa de uma fita K7 demo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1996 lançam o primeiro álbum pela <strong>Geffen</strong>, auto-intitulado, mas o trabalho não foi bem recebido pelo público em geral. Dois anos depois vinha <strong>Villa Elaine</strong> e foi com ele que as portas começaram a se abrir. Músicas como <em>“Prophecy”</em> ou <em>“Problem”</em> caíram rapidamente no gosto do público. O nome Villa Elaine vem do nome do prédio em que a banda morava em Hollywood na época da gravação do álbum. A capa do disco, a propósito, é a fachada do tal prédio. Algumas das músicas começaram a aparecer em filmes e campanhas publicitárias. <em>&#8220;Gramarye”</em> (clipe no último vídeo do post) foi usada na trilha de <strong>Stigmata</strong> e <em>“Prophecy”</em> na trilha de <strong>She’s All That</strong> (que no Brasil ganhou o nome de <strong>Ela é Demais</strong>), só para citar alguns exemplos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as coisas já começavam a dar certo, <strong>The Golden Hum</strong> chegou em 2001 para consolidar a banda no cenário. Com o terceiro álbum, veio uma lista de boas músicas como <em>“Glorious”</em>, <em>“Perfect Memory”,</em> <em>&#8220;Over the Rails &amp; Hollywood High&#8221;</em> e a música que carrega a banda até hoje, que está logo aqui abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/pelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Dois anos após o lançamento de <strong>The Golden Hum</strong> e já mais conhecidos fora dos EUA devido a música-tema de Smallville (vídeo acima), a banda resolveu se separar, com os seus integrantes se juntando a outros projetos. Cinjun e Shelby Tate criaram o duo <strong>Spartan Fidelity</strong> (que lançou dois EP’s até hoje, sendo o último deles em 2007), Jeffrey Cain fundou o <strong>Dead Snares</strong>, Cedric Lemoyne se tornou baixista de turnê de <strong>Alanis Morissette</strong> antes de se juntar a <strong>O+S</strong> e o baterista Gregory Slay fundou o <strong>Sleepwell</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 a banda chegou a ensaiar um retorno das atividades da banda, mas nada saiu do papel. A banda chegou a informar os fãs através de seu MySpace que <em>“teriam reencontrado o espírito para fazer músicas juntos”</em> mas, em 2008, todas as informações sobre o possível retorno foram retiradas da página, voltando a figurar a velha informação de que a banda se separou em 2003. No dia 1º de janeiro deste ano, o baterista Gregory Slay morreu após complicações de uma fibrose cística, aos 40 anos. No <a id="aptureLink_Ov7BoUYer7" href="http://www.remyzero.com/">site da banda</a> tem uma homenagem ao baterista.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/pelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Save Me”</em> se tornou um clássico pra mim por inúmeros motivos, mas acabei levando muitos anos para parar e ouvir atentamente ao <strong>Remy Zero</strong>, só dando a devida atenção quando eles já tinham encerrado suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Com seu som diferenciado e fácil de se ouvir, é uma banda que vale a pena perder um tempinho conhecendo.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F06%252Fpelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Favq1Gx%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Muito%20mais%20que%20a%20m%C3%BAsica%20do%20seriado...%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Sublime With Rome</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 12:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[sublime with rome]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom hoje é dia de aclamar, compartilhar e mostrar para os mais novos o que realmente se transmite por um trio de caras que curtiam Surf, escutavam de DESCENDENTS à BOB MARLEY e  foram ao limite de suas proprias expressões. O que eles representaram? Eu digo: Sublime é uma daquelas bandas que não seguiu aquele caminho obvio, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2468" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Sublime-with-Rome.gif" alt="" width="300" height="400" />Bom hoje é dia de aclamar, compartilhar e mostrar para os mais novos o que realmente se transmite por um trio de caras que curtiam Surf, escutavam de DESCENDENTS à BOB MARLEY e  foram ao limite de suas proprias expressões. O que eles representaram? Eu digo:<a href="http://www.myspace.com/sublime"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/sublime">Sublime</a> é uma daquelas bandas que não seguiu aquele caminho obvio, não se manteve dentro das redeas de produtores que definem que o que não é comercial não é rentavel. Originaria dos  Estados Unidos e formada em Long Beach, Califórnia, faziam algo cujo som combinava uma mistura de Reggae, Surf music, Ska e Punk Rock. Seus integrantes eram Brad Nowell (vocal e guitarra), Bud Gaugh (bateria) e Eric Wilson (baixo), além do Dálmata adestrado de Brad, Lou Dog, que aparecia nas entrevistas e nos shows como se fosse da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu álbum de maior sucesso foi o terceiro, homônimo SUBLIME. Em 26 de maio de 1996 Brad foi encontrado morto em um  quarto de hotel  por overdose de heroína. Naquele dia ele acordou cedo e foi levar Louie para dar uma volta na praia. Foi a última vez que todo mundo o viu.</p>
<p style="text-align: justify;">Os integrantes da banda decidiram que não dava para continuar a tocar no Sublime sem Brad e colocaram um fim nas atividades. Em 1999 Bud e Eric formaram o grupo Long Beach Dub AllStars e continuaram a carreira na música.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no ano de 2009, surge a noticia: Os caras voltaram. Eles encontraram um sujeito para assumir os vocais da banda e, para evitar problemas legais, voltaram a fazer shows com o nome de <a href="http://www.myspace.com/sublimewithrome">Sublime with Rome</a>. Rome, no caso, é do vocalista Rome Rodriguez que, no começo, você não dá nada para ele, até que ele abre a boca e a voz soa idêntica à de Nowell.</p>
<p style="text-align: justify;">Cover de si mesmo? Paciência.</p>
<p style="text-align: justify;">O retorno trouxe varios problemas e processos judiciais, pois a familia de Nowell alega que é a unica detentora do nome SUBLIME, sendo que isso se tornara uma guerra sem fim. Rome mostra capacidade total para o posto, so vamos esperar pra degustar o novo trabalho do trio, anunciado para 2010.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F05%252Fpelo-mundo-sublime-with-rome%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdeP86W%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Sublime%20With%20Rome%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Conhecendo a Infectious Grooves</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/04/pelo-mundo-conhecendo-a-infectious-grooves/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 13:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Infectious Grooves]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava eu durante a madrugada assistindo a MTV quando me deparei com um LAB dedicado a uma tal Infectious Grooves. Como não conhecia a banda e dada a minha mania de sempre parar e acompanhar algo &#8220;desconhecido&#8221; na TV, comecei a observar aquele funk metal as 3 da manhã. Logo no primeiro clipe, da música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div class="wp-caption alignleft" style="width: 306px"><img class="  " style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/infectiousgrooves_01.jpg" alt="" width="296" height="206" /><p class="wp-caption-text">Essa é a formação mais recente do grupo.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Estava eu durante a madrugada assistindo a MTV quando me deparei com um LAB dedicado a uma tal Infectious Grooves. Como não conhecia a banda e dada a minha mania de sempre parar e acompanhar algo &#8220;desconhecido&#8221; na TV, comecei a observar aquele funk metal as 3 da manhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo no primeiro clipe, da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XO-O-pWinqs" target="_blank"><em>&#8220;Punk It Up&#8221;</em></a>, já começam as descobertas particulares sobre a banda que, em sua formação clássica, conta com nada mais que Mike Muir (Suicidal Tendencies) no vocal, Adam Siegel (ex-Excel e atual produtor) e Dean Pleasants (Suicidal Tendencies) na guitarra, Robert Trujillo (atual Metallica) no baixo e o grande Stephen Perkins (Jane&#8217;s Addiction) na bateria. Com uma formação dessas, fica fácil querer descobrir mais coisas do grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Criada em 1990, a Infectious Grooves surgiu como uma saída de emergência para as necessidades de Muir e Trujillo (na época no Suicidal Tendencies) criarem algo fora do que estavam acostumados em sua banda principal. A partir daí, começaram a compor e a mostrar esse lado mais  ácido/escrachado da dupla. Não demorou e despertaram o interesse em outros músicos e em outros selos. Acabaram se juntando a Siegel e Perkins e gravaram o seu álbum de estréia, que recebeu o nome de <strong>The Plague That Makes Your Booty Move&#8230;It&#8217;s the Infectious Grooves</strong> e foi lançado pela Epic em 1991, mesma gravadora do Suicidal Tendencies.</p>
<p style="text-align: justify;">De lá para cá foram mais três álbuns de estúdio lançados e algumas mudanças na formação, principalmente na bateria. Perkins só gravou o primeiro álbum e saiu, dando lugar a Josh Freese (que já tocou com Deus e o mundo) em 1992. Freese participou da gravação de <strong>Sarsippius&#8217; Ark</strong>, o segundo álbum do grupo, mas também não durou muito tempo no posto, dando lugar a Brooks Wackerman (Bad Religion), que ficou de 93 a 2000 na banda e participou dos outros dois álbuns da banda, Groove Family Cyco (94) e Mas Borracho (2000).</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2000 a banda entrou em hiato que durou até o fim de 2007, quando Muir anunciou o retorno da banda. Apesar disso, da formação de 2000, o único nome que acompanhou o vocalista no retorno foi Dean Pleasants. Enquanto isso, Brooks Wackerman se divide entre o Bad Religion e o Fear and the Nervous System, Adam Siegel leva sua vida de produtor, Robert Trujillo é o baixista do Metallica e Stephen Perkins está novamente no Jane&#8217;s Addiction.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução encontrada por Muir é recrutar novos nomes. Daí surgem o baixista Steve Brunner (parceiro de Muir e Pleasants no Suicidal Tendencies), o guitarrista Tim Stewart e o baterista Eric Moore. A banda fez uma turnê pela Europa durante o mês de abril e, desde então, trabalha em um quinto álbum de estúdio, ainda sem data de lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a SonyBMG não deixa incorporar vídeos da banda aqui, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8bqZI4mPK0k" target="_blank">visite o Youtube</a> e veja o clipe da música <em>&#8220;Therapy&#8221;</em>, que conta com a participação de Ozzy Osbourne. Divirta-se!</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F04%252Fpelo-mundo-conhecendo-a-infectious-grooves%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcNIz6i%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Conhecendo%20a%20Infectious%20Grooves%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: REFUSED anuncia retorno</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/03/a-banda-refused-anuncia-retorno/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 03:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[refused]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta noite de sabado me deparo no twitter com uma noticia incrivel, mas que neste caso merece jogar confetes. Informo a vocês a noticia, fundamentada pelo blog &#8220;Tenho mais discos que amigos&#8221;, da volta do quarteto sueco REFUSED. Sntetizado por um evoluido Hardcore/pós Hardcore, a banda é uma revolução na caracteristica de fundir o seu som [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/45047_lg.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1625" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/45047_lg.jpg" alt="" width="320" height="214" /></a>Nesta noite de sabado me deparo no twitter com uma noticia incrivel, mas que neste caso merece jogar confetes.</p>
<p style="text-align: justify;">Informo a vocês a noticia, fundamentada pelo blog <a href="http://ow.ly/1rEz6">&#8220;Tenho mais discos que amigos&#8221;</a>, da volta do quarteto sueco REFUSED.</p>
<p style="text-align: justify;">Sntetizado por um evoluido Hardcore/pós Hardcore, a banda é uma revolução na caracteristica de fundir o seu som de natureza com goticulas eletrônicas.</p>
<p style="text-align: justify;">É imprescindivel a visita ao MySpace da banda, pelo menos pra perceber que a Suécia não é palco só de provas olimpicas no gelo, mas que tem muita bagagem e experiencia pra ser ninho de bandas de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">MySpace dos caras &gt;&gt;&gt;&gt;&gt; <a href="http://www.myspace.com/refused">REFUSED</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F03%252Fa-banda-refused-anuncia-retorno%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaEddIG%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20REFUSED%20anuncia%20retorno%22%20%7D);"></div>

<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.audiograma.com.br/2010/03/a-banda-refused-anuncia-retorno/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pelo Mundo: Porcupine Tree</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/01/pelo-mundo-porcupine-tree/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 19:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana Pires</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Porcupine Tree]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um dia na academia, senti que precisava de uma coluna dedicada às bandas internacionais. Estava lá sofrendo na aula de abdominal, mas não pude deixar de prestar atenção na música que tava tocando. Bem diferente do que se costuma ouvir em uma academia, talvez seja por isso que tenha chamado tanta atenção. Acabou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/porcupinetree_01.jpg" alt="" width="280" height="203" />Depois de um dia na academia, senti que precisava de uma coluna dedicada às bandas internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Estava lá sofrendo na aula de abdominal, mas não pude deixar de prestar atenção na música que tava tocando. Bem diferente do que se costuma ouvir em uma academia, talvez seja por isso que tenha chamado tanta atenção. Acabou a aula e eu corri pra saber de quem era&#8230; Uma banda que nunca ouvi falar, <strong>Porcupine Tree</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Roubei o mp3 do meu professor e passei todas as músicas pro pc. Resolvi escrever enquanto ouço tudo. A propósito, já vou começar indicando uma música, que foi a primeira que ouvi <em>“Drown With Me”</em> é realmente muito boa!</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, vou falar um pouco sobre eles e depois indicar algumas das músicas que mais gostei.</p>
<p style="text-align: justify;">A banda surgiu em 1987, em uma cidade na Inglaterra, de uma forma bem&#8230; improvável. <strong>Steven Wilson</strong> inventou uma história sobre uma banda que foi muito famosa nos anos 70. A história era tão convincente, que ele até gravou algumas músicas fingindo ser desta tal banda. Em 1989, ele decidiu compilar uma fita, intitulada <em>“Tarquin&#8217;s Seaweed Farm”</em> e enviar à algumas pessoas influentes no meio musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa história acabou dando certo e Steven foi um dos primeiros a assinar um contrato com a gravadora Delerium Records onde lançaria suas fitas em formato de disco duplo. Após este lançamento, a banda esteve entre as 20 melhores bandas independentes do Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, em 93, fizeram seu primeiro show. A banda era formada por <strong>Steven Wilson</strong> (guitarra, vocal), <strong>Colin Edwin</strong> (baixo), <strong>Richard Barbieri</strong> (teclado) e <strong>Chris Maitland</strong> (bateria), que em 2002 foi substituído por <strong>Gavin Harrison</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom é basicamente isso. O <strong>Porcupine Tree</strong> está na estrada até hoje, com uma discografia extensa e continua compondo músicas de boa qualidade. Pra conhecer, além de <em>“Drown With Me”</em>, indico: <em>“Even Less”</em>, <em>“Lightbulb Sun”</em>, <em>“Mellotron Scratch”</em> e <em>“Don&#8217;t Hate Me”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong><br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porcupine_Tree" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Porcupine_Tree</a><br />
<a href="http://porcupinetree.com.br" target="_blank">http://porcupinetree.com.br</a></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F01%252Fpelo-mundo-porcupine-tree%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdaOT8O%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Pelo%20Mundo%3A%20Porcupine%20Tree%22%20%7D);"></div>

<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.audiograma.com.br/2010/01/pelo-mundo-porcupine-tree/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=true&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=verdana&amp;colorscheme=light&amp;locale=pt_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:30px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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