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	<title>Audiograma &#187; Colunas</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>(Re)Descobrindo Sons: Junho foi dessa forma&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Audiograma</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Re)Descobrindo Sons]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: 2T Dias Os meses continuam se arrastando e sendo pouco aproveitados. Até tentei experimentar uma ou outra novidade completamente desconhecida, mas as bandas The Drums e Moto-Boy não cairam como uma luva no meu mês. Parte disso se deve ao fato de que fiquei extremamente chateado com o fim de diversas séries que acompanhei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a id="aptureLink_xfmjJgh1Em" href="http://twitter.com/2t_dias"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/radiohead_01.jpg" alt="" width="290" height="290" />Por: 2T Dias</a></p>
<p style="text-align: justify;">Os meses continuam se arrastando e sendo pouco aproveitados. Até tentei experimentar uma ou outra novidade completamente desconhecida, mas as bandas <strong>The Drums</strong> e <strong>Moto-Boy</strong> não cairam como uma luva no meu mês. Parte disso se deve ao fato de que fiquei extremamente chateado com o fim de diversas séries que acompanhei ao longo dos últimos seis e oito anos (Lost e 24 Horas, respectivamente). Nem mesmo o começo explosivo da terceira temporada de True Blood foi o suficiente para diminuir a minha tristeza pelo desfecho da saga de Jack Bauer (se querem saber, a série já estava com um nível muito baixo desde a sexta temporada. O final da oitava foi bem parecido com algo que já havia acontecido no passado, mas a atuação de Kieffer Sutherland impressiona. Depois de todos os eventos acontecidos no decorrer da série é claro que o ex-agente da UCT iria acabar sofrendo sérias sequelas psicológicas e o ator consegue transmitir toda aquela dor interna que arde em cada minuto que Jack respira) e da turminha do Hugo Reyes, do Benjamin Linus, James Ford, Kate Austen, Jack Sheppard, Sayid Jarrah, John Locke e tantos outros que prenderam a minha atenção nos últimos seis anos sem nunca me decepcionar ou causar aquela sensação de tempo perdido. Conheço vários fãs que não são loucos xiitas e tarados (esse tipo de fã nunca admite quando o seu ídolo fez uma cagada) e que compartilham da mesma impressão. Lamento muito que a minha amada ex-namorada tenha demorado tanto tempo para finalmente criar vontade de compartilhar desse amor comigo (e de alguns outros também).</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>A música tema do seriado True Blood: combinação perfeita com a premissa do seriado.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Não existe experiência melhor que dividir uma coisa especial com alguém que nos faz sentir especial. Tanto faz se é um episódio novo de sua série favorita, um filme, um livro (ler acompanhado é uma coisa que eu queria ter feito mais vezes) e principalmente um disco: toda forma de cultura se eleva quando compartilhada. Me diga se existe alguma coisa que se compare a ficar deitado no chão ou numa cama ao lado de seu companheiro(a) e viajar ao som de uma boa música? Dependendo do som as coisas até podem esquentar. Uma música como <em>“All i Want Is You”</em> do <strong>U2</strong> pode gerar uma mudança brusca de ideias; ouvir <em>“Supermassive Black Hole”</em> do <strong>Muse</strong> pode fazer todas as roupas serem rasgadas em segundos; relaxar ao som do <em>“Houses of Holy”</em> do <strong>Led Zeppelin </strong>pode ser melhor que uma viagem própriamente dita. E tudo isso, que já é bom quando estamos sozinhos e confortados apenas por nossas velhas amigas paredes, se tornam muito melhores quando temos alguém respirando do nosso lado. Então o mês foi triste. A experiência de assistir séries é quase que correspondente à de um final de relacionamento. As boas coisas sempre vão prevalecer e por melhor que sejam as novas séries (True Blood é algo intenso e que funciona como uma explosão constante de libido vampiresca; e Dexter é simplesmente a coisa mais irônica e inteligente que o canal Showtime já colocou no mundo. A quarta temporada deixou feridas nos personagens e nos espectadores e a expectativa só cresce para os novos e aguardados episódios), todas elas irão relembrar os velhos tempos passados na companhia de um certo agente de uma organização de segurança dos Estados Unidos ou de um grupo de malucos perdidos numa ilha mais maluca ainda. Obrigado por tudo que passamos nos últimos tempos e por todos os ensinamentos que eu provavelmente não aprendi da forma correta&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>Supermassive Sex Role Game!</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas como disse no começo do texto, eu bem que tentei ser aplicado em bandas novas. Não justifica manter uma coluna musical nas páginas laranjas se eu ando incapaz de ouvir e me apaixonar por material novo. Preciso de um tratamento de choque para perder logo essa mania insana de ouvir bandas antigas de maneira excessiva. O <strong>The Doors</strong>, que sempre foi uma banda que ou eu amava ou odiava, virou companheiro-objeto para acompanhar as jornadas etílicas da carne. Acho que todo idiota quando passa por uma situação complicada na vida resolve apelar para o alcool. Estou encharcando de maneira moderada, mas não posso dizer que estou moderando no <strong>Led Zeppelin</strong> e no <strong>The Doors</strong>. Basta ouvir a introdução de <em>“Light my Fire”</em> para entender exatamente o que estou falando.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>O clássico definitivo do <strong>Doors</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Em julho vou fazer um especial sobre o mês do rock no <a id="aptureLink_vU4UtERWPq" href="http://www.cinemadebuteco.com/">Cinema de Buteco</a> e é claro que a banda vai aparecer, assim como diversas outras e vários filmes que abordam o tema (na verdade, quando você estiver lendo essa coluna, o especial já vai ter acabado e tudo estará devidamente publicado. Mas finja que não aconteceu ainda, ok?). Continuei a minha coleção de discos do Led e dessa vez levei para casa o já mencionado <strong>Houses of Holy</strong> e o <strong>III</strong>. Por enquanto, o HoH é o meu album favorito da banda do baixista <strong>John Paul Jones</strong>. Parece o mais coeso até o momento, mas sou ouvinte de primeira viagem. Um fato lamentável que eu só fui me interessar em aprofundar meus conhecimentos sobre a maior banda de rock de todos os tempos quando estou prestes a completar 25 anos (faltando dois anos para a idade macabra que culminou com a morte de <strong>Jim Morrison</strong>, <strong>Jimi Hendrix</strong>, <strong>Janis Joplin</strong> e <strong>Kurt Cobain</strong>). Não existe nenhuma canção ruim ou mais ou menos no disco. A faixa <em>“No Quarter”</em> é de tirar o folêgo; a sequência inicial é uma covardia para qualquer fã de boa música; e eu sou um entusiasta do reggae do maneiro que a turminha inventou em <em>“D&#8217;yer Mak&#8217;er”</em> (foda-se se até a <strong>Claudia Leitte</strong> já regravou a música. Ela pode fazer o que ela quiser, cara! Até mesmo mexer com o legado sagrado do Led. Eu só não iria perdoar se a diva nacional tocasse em alguma perola do <strong>Jeff Buckley</strong>. Nem a <strong>Scarlett Johansson</strong> escapou ilesa depois dessa&#8230;). Porém algo precisa ser admitido: embora o III não seja o meu favorito, ele tem <em>“Immigrant Song”</em> (impossível ouvir essa música sem lembrar do Shrek) e a insinuante <em>“Since i&#8217;ve been Loving You”</em> (que foi ouvida exaustivamente por mais de três horas). Sei que o <strong>IV</strong> tem <em>“Stairway to Heaven”</em>, <em>“Black Dog”</em> e ULTRA ANIMADA <em>“Rock n&#8217;Roll”</em> e todos os outros trabalhos tem canções importantes, mas é o peso das lembranças falando mais alto. Assim como os seriados que fizeram parte da minha vida nos últimos anos, a música tem esse poder inigualável e nos fazer sentir paradoxalmente bem e mal com algumas combinações de acordes. Por isso que eu realmente não confio em pessoas que não tem uma bagagem musical muito interessante ou sequer sabem apreciar o poder de fogo de uma boa música. Independente de ser rock n&#8217; roll ou não, dificilmente irão inventar um acalmante mais eficaz (o sexo seria um excelente concorrente, mas tem gente que também não sabe apreciar isso e acaba indo contra uma música do <strong>Garbage</strong> chamada <a id="aptureLink_2N7DxXDghI" href="http://www.youtube.com/watch?v=5BLck_I8Am0"><em>“Sex is not the enemy”</em></a>. Pena.). Espero poder adquirir alguma coisa do The Doors nos próximos meses, nem que seja uma coletânea bobinha (odeio compilações, mas como fugir delas?).</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>O rei-lagarto e seu hino luxurioso para o coração dos jovens apaixonados e explodindo de tesão.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">No começo do mês começaram os boatos de que o <strong>Incubus</strong> viria tocar no Brasil no segundo semestre. Me empolguei, claro. Tive que esperar um tempinho e descobrit que eles seriam uma das atrações do festival <a href="http://www.audiograma.com.br/tag/swu/" target="_blank">SWU</a>. Junto do <strong>Pixies</strong>, <strong>Linkin Park</strong> e <strong>Kings of Leon</strong>. A minha alegria inicial de vir aqui contar a história para vocês foi jogada escada abaixo quando os preços do festival foram divulgados: R$ 640 para ficar na área vip em CADA (leia-se C-A-D-A) um dos três dias de evento. Fez as contas? Tenso, né? Preciso voltar a estudar para usufruir da tal carteirinha de estudante&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>Trilha sonora do mês?</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Não sei quanto a vocês, mas esse papo todo de copa do mundo me entediou. A eliminação do Brasil e Argentina ou o título da Espanha não merecem aparecer aqui. A única coisa legal da Copa foi a invenção de um novo (e irritante) instrumento musical que provavelmente deve aparecer na gravação do próximo disco do <strong>Los Hermanos</strong>. Quem sabe?</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, quase que me esqueço de dizer uma das coisas mais idiotas e que tinham que ter presença certa aqui. Dentre os vários feitos ao longo de junho (como poderão perceber, foi um mês bem proveitoso para minha coleção), finalmente tive uma oportunidade de curtir um nível etílico mais elevado ao som do psicodélico <strong>Amnesiac</strong> do <strong>Radiohead</strong>. Você provavelmente já deve ter pensado em fazer sexo ao som do <strong>Radiohead</strong> (quem sabe não fez?) e tenho certeza que já passou pela sua cabeça como seria experimentar a banda em um outro estado de consciência. Pois bem. Recomendo demais. Espero poder repetir logo a dose e dessa vez, curtir tudo no escuro e sem ter que me preocupar em não ser atropelado na <a id="aptureLink_niKYVhmC08" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Avenida%20Amazonas">Avenida Amazonas</a> às 2h da matina. No mês que vem, ou quando eu tiver o meu disco do Doors, vou me alongar um pouco mais nesse papo de “viagens sonoras”. Dá para render e tenho certeza que ouvir um bom disco em um quarto escuro, com um volume considerável e os olhos fechados, deve ser uma das experiências mais estimulantes do mundo. Concorre até com assistir um bom striptease amarrado na cama&#8230; na boa.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>Sei que toda sensação se amplia quando fechamos os olhos, mas&#8230; experimente ouvir o <strong>Amnesiac</strong> acompanhado apenas da escuridão e de um copo de vinho.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O meu consolo é que se eu não ando lá tão organizado, pelo menos ando conseguindo cumprir bem os objetivos propostos. Faltando poucos discos do Led para completar minha coleção, dei um gás e agora tenho QUASE tudo do <strong>Foo Fighters</strong>. Falta apenas a famigerada compilação, o acústico e o <strong>In Your Honor</strong> (que tá bem caro ainda, diga-se de passagem). Gosto demais da banda do <strong>Dave Grohl</strong> e com os boatos crescentes de uma apresentação na América do Sul, acabo não conseguindo me conter. Espero que aconteça mesmo, afinal o <strong>Foo Fighters</strong> é das poucas bandas que eu gosto de verdade e ainda não tive o prazer de ver ao vivo. Vou deixar para comentar sobre a banda em uma eventual próxima postagem. Junho já deu pano demais para a manga, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Resolvi escrever a coluna ao som de algumas músicas/bandas que não conhecia ou que não ouvia há muito tempo. Não sei se foi boa ideia, pois não estava com arquivos mp3 e ficar trocando música no youtube é muito 1998&#8230; De qualquer forma, essa é a trilha sonora desse post:</p>
<p style="text-align: justify;">(mês que vem vou ver se me organizo e crio um mixtape, sei lá. Pedi para o <a id="aptureLink_ppDITjvkCu" href="http://twitter.com/MarcosXi">Xi</a> fazer isso por mim, mas o puto nunca mostrou)</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>Não ouvi o tão falado album novo e resolvi matar saudades dessa música, que é FODA.</p>
<p style="text-align: justify;">Paper Planes @ MIA<br />
Laredo @ Band of Horses<br />
Bad Things @ Jace Everett<br />
Supermassive Black Hole @ Muse<br />
Light my Fire @ The Doors<br />
Since i`ve been Loving You @ Led Zeppelin<br />
Mowgli`s Road @ Marina and the Diamonds (não sei se gostei. Acho que não)<br />
Undercover Martyn @ Two Door Cinema Club (boa)<br />
Are you Ready? @ RPA e United States of Sound<br />
A Love Supreme pt1 – Acknowledgement @ John Coltrane<br />
Echo @ Incubus<br />
Ready to Start @ Arcade Fire</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/redescobrindo-sons-junho-foi-dessa-forma/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>Então&#8230; eles já tinham “ganhado” o prêmio de melhor música de maio e vencem de novo em junho. Alguem duvida que será o disco do ano?</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ouvidos:</strong><br />
- Make Yourself @ Incubus<br />
- Morning View @ Incubus<br />
- III @ Led Zeppelin<br />
- Amigo do Tempo @ Mombojó<br />
- This is Happening @ LCD Soundsystem<br />
- There is Nothing Left to Lose @ Foo Fighters<br />
- Absolution @ Muse<br />
- Amnesiac @ Radiohead<br />
- Black Holes and Revelations @ Muse<br />
- Houses of Holy @ Led Zeppelin<br />
- Greatest Hits @ Korn<br />
- Live in London @ Leonard Cohen<br />
- London Calling @ The Clash<br />
- 18 Singles @ U2<br />
- Back to Black @ Amy Winehouse<br />
- The Song Remains the Same @ Led Zeppelin<br />
- No Quarter @ Jimmy Page e Robert Plant<br />
- Only by the Night @ Kings of Leon<br />
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine<br />
- Grace @ Jeff Buckley<br />
- Lost in the Call @ Moto boy<br />
- The Drums @ The Drums<br />
- Transference @ Spoon</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comprados:</strong><br />
- III @ Led Zeppelin<br />
- Houses of Holy @ Led Zeppelin<br />
- There is Nothing Left to Lose @ Foo Fighters<br />
- One by One @ Foo Fighters<br />
- The Colour and the Shape @ Foo Fighters<br />
- Greatest Hits vol1 @ Korn<br />
- Ten @ Pearl Jam<br />
- Live in London @ Leonard Cohen<br />
- Women + Country @ Jakob Dylan<br />
- You Could Have it So Much Better @ Franz Ferdinand<br />
- London Calling @ The Clash<br />
- Lullabies to Paralyze @ Queens of the Stone Age<br />
- Version 2.0 @ Garbage<br />
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Brasilidade: Maria Gadú hoje encanta o mundo!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andressa Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Gadú]]></category>

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		<description><![CDATA[A cantora, que nasceu em São Paulo e já caminhou pela Europa e Rio de Janeiro &#8211; onde houve a sua explosão, hoje é do mundo. Sua voz é do mundo, sua imagem e, com toda certeza, sua alma que transparece em todas as notas e sílabas emanadas por ela. Cercada dos cuidados da avó [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/mariagadu_01.jpg" alt="" width="209" height="314" />A cantora, que nasceu em São Paulo e já caminhou pela Europa e Rio de Janeiro &#8211; onde houve a sua explosão, hoje é do mundo. Sua voz é do mundo, sua imagem e, com toda certeza, sua alma que transparece em todas as notas e sílabas emanadas por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Cercada dos cuidados da avó e da mãe, ela cresceu absorvida e absorvendo a música em uma condição quase religiosa, ou melhor, espiritual. Compôs <a id="aptureLink_MievWChqwp" href="http://www.youtube.com/watch?v=Ph-pLZEVWGs">Shimbalaiê</a> aos 10 anos em Ilha Grande e tocava em bares desde os 14 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Músicas em novelas e minisséries de uma grande emissora, apoio e admiração de cantores e compositores consagrados da MPB &#8211; como Caetano Veloso, um CD gravado, aparição em vários programas e entrevistas: Parecia que tudo caminhava de uma maneira especial para a cantora. E caminhava mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje é reconhecida em todo Brasil, fazendo com que em cada parte desse imenso país tenha um pedacinho de Maria Gadú. Os fãs são de uma admiração quase desesperada, um reflexo da timidez, da alegria e da forma genuína de Maria, do seu olhar e do modo de tratar as pessoas. Todas as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Simplicidade de quem faz bem as pessoas, de quem introduz a leveza de sua voz aos momentos cotidianos de muitas pessoas, faz parte de alegrias, de angústias, de questões existenciais e de medos. Faz superar e se supera a cada dia. Escreve a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O show que presenciei em Belo Horizonte, no último dia 09, foi mais uma prova de todo o carinho que ela conquistou de diversas pessoas, de diferentes idades, religiões, sexo&#8230; Lotou uma das maiores casas da cidade, com ingressos de cadeiras se esgotando dias antes do show.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria Gadú deixou todos os presentes atônitos e encantados com sua voz e com todo seu show, que é simples, mas muito marcante. Não é simples no sentido de pouco, mas sim de que não era preciso mais do que aquilo para ser ótimo e agradar, tenho certeza, a todos os presentes naquela noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria reforça uma série de mulheres que vem aparecendo no cenário nacional e ganhando admiração e fama no país. Quem sabe um dia não falo mais delas?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Brasilidade: Bebel Gilberto</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Moreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bebel Gilberto]]></category>

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		<description><![CDATA[Isabel Gilberto de Oliveira, mais conhecida como Bebel Gilberto, é uma das poucas artistas brasileiras que conseguiram um grande destaque mundial na música e no caso de Bebel, ela é ainda mais reconhecida no exterior do que no Brasil. Na verdade, Bebel nasceu nos Estados Unidos, mas se considera totalmente brasileira e é filha de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify"><img class="alignleft" style="margin: 5px" src="http://i1002.photobucket.com/albums/af141/ricardoemj/Bebel.jpg" alt="" width="302" height="302" />Isabel Gilberto de Oliveira, mais conhecida como Bebel Gilberto, é uma das poucas artistas brasileiras que conseguiram um grande destaque mundial na música e no caso de Bebel, ela é ainda mais reconhecida no exterior do que no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Na verdade, Bebel nasceu nos Estados Unidos, mas se considera totalmente brasileira e é filha de ninguém menos que Miúcha e João Gilberto, dois grandes nomes da música brasileira. Bebel lançou seu primeiro trabalho, o <em>EP Bebel Gilberto</em>, em 1986 que tinha como repertório canções como <em>Mais Feliz</em> e <em>Eu preciso dizer que te amo</em>, essa última é uma composição em parceria com seus amigos Cazuza e Dê.</p>
<p style="text-align: justify">No entanto, Bebel só conseguiu destaque quando lançou em 2000 seu primeiro cd chamado <em>Tanto Tempo</em>, que é certamente o melhor cd da cantora e por isso vendeu mais de 1 milhão de cópias pelo mundo e foi sucesso de críticas. Com um estilo que mistura bossa nova e música eletrônica, Bebel mostra em <em>Tanto Tempo</em> sua voz suave em canções como <em>Samba da Benção, August Day Song, Tanto Tempo </em> e <em>So Nice</em>.</p>
<p style="text-align: justify">Em 2004 lançou seu segundo cd intitulado <em>Bebel Gilberto, </em>seguiu o mesmo estilo musical do seu disco de estréia e novamente acertou no repertório que conta com as ótimas canções <em>Baby</em>, <em>Aganjú</em>, <em>Simplesmente</em> e <em>River Song. </em>Já em <em>Momento</em>, seu terceiro cd, Bebel mostrou um repertório com um ritmo mais brasileiro, mas não deixou de lado seu jeito tranqüilo de cantar e apresentou canções como <em>Momento</em>, <em>Caçada</em>, <em>Night and Day</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify">Por fim, Bebel lançou<em> All In One, </em>em 2009<em>, </em>que como já diz o título (Tudo em um só) mistura diversos ritmos que vão da bossa nova na música <em>Bim Bom</em> ao gingado de Carmen Miranda na regravação de <em>Chica Chica Boom Chic</em>, além de passar por Bob Marley em <em>Sun Is Shinning</em> e terminar com a maravilhosa e calma <em>Port Antonio</em>.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #ffffff">.</span></p>
<p>Site: <a href="http://www.bebelgilberto.com/">http://www.bebelgilberto.com/</a></p>
<p>MySpace: <a href="http://www.myspace.com/bebelgilberto">http://www.myspace.com/bebelgilberto</a></p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/bebelgilberto">http://twitter.com/bebelgilberto</a></p>
<p><span style="color: #ffffff">.</span></p>
<p><strong>Discografia:</strong></p>
<p>Tanto Tempo (2000)</p>
<p>Bebel Gilberto (2004)</p>
<p>Momento (2007)</p>
<p>All In One (2009)</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Além do Som: A genialidade de um homem</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/alem-do-som-a-genialidade-de-um-homem/</link>
		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/06/alem-do-som-a-genialidade-de-um-homem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 23:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Além do Som]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo realmente passa rápido. Hoje faz um ano que eu chorava copiosamente em frente à TV e ao PC por presenciar a morte de um grande ídolo, daquele que talvez tenha sido o nome que mais me fez interessar pela música ou por clipes. Hoje, um ano depois, resolvi me dar uma segunda chance [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/michaeljackson_02.jpg" alt="" width="275" height="269" />O tempo realmente passa rápido. Hoje faz um ano que eu chorava copiosamente em frente à TV e ao PC por presenciar a morte de um grande ídolo, daquele que talvez tenha sido o nome que mais me fez interessar pela música ou por clipes.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, um ano depois, resolvi me dar uma segunda chance para tentar expressar tudo àquilo que <strong>Michael Joseph Jackson</strong> representou pra mim. Não só por causa da data em questão ou por todas as atenções estarem voltadas a ele, mas por sentir que ele é merecedor de toda e qualquer homenagem que seja feita por aí.</p>
<p style="text-align: justify;">Michael Jackson é um dos poucos artistas que passaram por este mundo que dispensa qualquer tipo de apresentação. Ninguém precisa parar e contar a sua história para grande parte das pessoas, porque tudo o que se sabe por aí já é de conhecimento geral, sejam os fatos verdadeiros ou aqueles distorcidos que alguns ainda insistem em alimentar. Ele não precisa de apresentação e te impede – sim, no presente – de ficar “em cima do muro” quando ele é o assunto. A sua trajetória artística e pessoal te obriga a escolher entre o amor e o ódio, tornando impossível não ter uma posição nessa trincheira que se criou ao longo dos anos e, se você ainda se vê sem um lado, certamente o conhece apenas de forma superficial.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/alem-do-som-a-genialidade-de-um-homem/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.johnpereira.com.br/devaneios/2009/10/dear-michael/" target="_blank">Da primeira vez que escrevi sobre Jacko</a>, ainda nos tempos de Portal Music Life, lembrei de uma conversa que tive com a minha mãe e de como eu já ficava vidrado com os clipes, tentava imitar a dança ou queria os cd’s e vinis para ouvir sempre que pudesse. Isso lá em 1992, tinha apenas cinco anos de idade. Hoje me considero fã de algumas bandas e artistas por aí, mas nessa brincadeira toda de acompanhar o meio musical, já são dezoito anos ouvindo, cantando, admirando e tentando imitar as coreografias criadas por Jackson e, até hoje, me faço a mesma pergunta que fazia a minha mãe após ver por algumas vezes o clipe de <em>“Remember The Time”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como diabos ele conseguia fazer tudo aquilo?!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tenho certeza que, se eu tivesse uma única chance na vida, essa seria a pergunta que faria a ele. É a única resposta que precisaria ouvir para uma satisfação pessoal. Afinal, para que eu iria perguntar sobre a mágica existente por trás de todas as produções que, tamanha a importância e a criatividade que carregavam, conseguiam fascinavam milhões ao redor do mundo? Mágica é mágica e isso não se explica, apesar do Mister M ou a Jabulani querer nos convencer do contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me como se fosse hoje d’eu parado na frente da TV da sala vendo os clipes ou shows e tentando dançar ou, até mesmo, me arriscando a fazer isso na quadra do colégio na frente da escola. Muitos podem ver isso como um “mico”, e sou obrigado a concordar. Mas sabe aquele mico que você nem liga de pagar porque você está feliz com tudo? Lembro-me que dançamos – eu e alguns amigos – e erramos muitas coisas, mas foi engraçado. Muito engraçado. Certamente o Michael teria muito trabalho para coreografar a gente, devido à falta de talento, mas no fim valeu muito pra mim. Coisas de fã. Uma pena – pra mim – que nada disso foi documentado como deveria.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia 25 de junho me deixa triste não só pela ocasião de sua morte, mas pelo sentimento de obra incompleta que ficou para todos os fãs. A não realização da turnê <strong>This Is It</strong> impediu a conclusão de um ciclo e, mais do que ninguém, Michael Jackson merecia um último ato para encerrar toda uma história sinuosa, mas extremamente brilhante.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho a certeza de que Jackson ficará marcado na vida de muitos por toda a vida, seja como amigo ou ídolo, por sua criatividade e determinação, pelo seu jeito ou como se preocupava com o próximo, pelas suas músicas ou clipes, pelas imagens marcantes ou pela sua excentricidade que, muitas vezes, beirava a loucura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Michael é mágica, persistência, dom. Michael é um gênio por tudo o que fez e por todo o legado artístico que deixou a milhões de pessoas.</strong> Gênio.</p>
<p style="text-align: justify;">Já disse a palavra gênio?</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/alem-do-som-a-genialidade-de-um-homem/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Pelo Mundo: Muito mais que a música do seriado&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 06:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>John Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Remy Zero]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem nas veias o costume de acompanhar seriados e prestar atenção em suas trilhas sonoras, certamente já deve ter achado algumas bandas interessantes – dentro do seu gosto musical – e que, muitas vezes, ainda são pouco conhecidas aqui em nosso país. Esse é o caso do Remy Zero, banda formada no Alabama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/remyzero_01.jpg" alt="" width="300" height="164" />Se você tem nas veias o costume de acompanhar seriados e prestar atenção em suas trilhas sonoras, certamente já deve ter achado algumas bandas interessantes – dentro do seu gosto musical – e que, muitas vezes, ainda são pouco conhecidas aqui em nosso país. Esse é o caso do <strong>Remy Zero</strong>, banda formada no Alabama em 1989 por <strong>Cinjun Tate</strong> (vocal e guitarra), <strong>Shelby Tate</strong> (guitarra, teclados, vocal), <strong>Gregory Slay</strong> (bateria e percussão), <strong>Cedric Lemoyne</strong> (baixo) e<strong> Jeffrey Cain</strong> (guitarra).</p>
<p style="text-align: justify;">O número de pessoas que conhece uma música da banda eu acredito que seja grande, mas acredito que poucos foram os que pararam para ouvir o “resto” do trabalho do grupo, que começou a ser observado pelas gravadoras nos Estados Unidos quando foram convidados pelo <strong>Radiohead</strong> para abrir a turnê americana do <strong>The Bends</strong>. Na época, ainda moravam no Alabama e não tinham cd gravado. Tudo aconteceu por causa de uma fita K7 demo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1996 lançam o primeiro álbum pela <strong>Geffen</strong>, auto-intitulado, mas o trabalho não foi bem recebido pelo público em geral. Dois anos depois vinha <strong>Villa Elaine</strong> e foi com ele que as portas começaram a se abrir. Músicas como <em>“Prophecy”</em> ou <em>“Problem”</em> caíram rapidamente no gosto do público. O nome Villa Elaine vem do nome do prédio em que a banda morava em Hollywood na época da gravação do álbum. A capa do disco, a propósito, é a fachada do tal prédio. Algumas das músicas começaram a aparecer em filmes e campanhas publicitárias. <em>&#8220;Gramarye”</em> (clipe no último vídeo do post) foi usada na trilha de <strong>Stigmata</strong> e <em>“Prophecy”</em> na trilha de <strong>She’s All That</strong> (que no Brasil ganhou o nome de <strong>Ela é Demais</strong>), só para citar alguns exemplos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as coisas já começavam a dar certo, <strong>The Golden Hum</strong> chegou em 2001 para consolidar a banda no cenário. Com o terceiro álbum, veio uma lista de boas músicas como <em>“Glorious”</em>, <em>“Perfect Memory”,</em> <em>&#8220;Over the Rails &amp; Hollywood High&#8221;</em> e a música que carrega a banda até hoje, que está logo aqui abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/pelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Dois anos após o lançamento de <strong>The Golden Hum</strong> e já mais conhecidos fora dos EUA devido a música-tema de Smallville (vídeo acima), a banda resolveu se separar, com os seus integrantes se juntando a outros projetos. Cinjun e Shelby Tate criaram o duo <strong>Spartan Fidelity</strong> (que lançou dois EP’s até hoje, sendo o último deles em 2007), Jeffrey Cain fundou o <strong>Dead Snares</strong>, Cedric Lemoyne se tornou baixista de turnê de <strong>Alanis Morissette</strong> antes de se juntar a <strong>O+S</strong> e o baterista Gregory Slay fundou o <strong>Sleepwell</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006 a banda chegou a ensaiar um retorno das atividades da banda, mas nada saiu do papel. A banda chegou a informar os fãs através de seu MySpace que <em>“teriam reencontrado o espírito para fazer músicas juntos”</em> mas, em 2008, todas as informações sobre o possível retorno foram retiradas da página, voltando a figurar a velha informação de que a banda se separou em 2003. No dia 1º de janeiro deste ano, o baterista Gregory Slay morreu após complicações de uma fibrose cística, aos 40 anos. No <a id="aptureLink_Ov7BoUYer7" href="http://www.remyzero.com/">site da banda</a> tem uma homenagem ao baterista.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/pelo-mundo-muito-mais-que-a-musica-do-seriado/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Save Me”</em> se tornou um clássico pra mim por inúmeros motivos, mas acabei levando muitos anos para parar e ouvir atentamente ao <strong>Remy Zero</strong>, só dando a devida atenção quando eles já tinham encerrado suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Com seu som diferenciado e fácil de se ouvir, é uma banda que vale a pena perder um tempinho conhecendo.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>O Quê Que A Trilha Tem?: 500 Days Of Summer.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 05:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[O quê que a trilha tem?]]></category>
		<category><![CDATA[500 days of summer]]></category>
		<category><![CDATA[OST]]></category>

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		<description><![CDATA[Trilhas sonoras, o que seriam dos filmes sem elas? Vários filmes não causariam as mesmas sensações se não contassem com um belo fundo musical. Bem, não somente filmes. Tudo o que sai da telinha tem que ter ¨algo mais¨ para encantar, que o digam as novelas! Como estréia desse novo espaço, nada melhor que expor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px;margin-bottom: 5px" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/Variadas/500days-2.jpg" alt="" width="590" height="306" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Trilhas sonoras, o que seriam dos filmes sem elas? Vários filmes não causariam as mesmas sensações se não contassem com um belo fundo musical. Bem, não somente filmes. Tudo o que sai da telinha tem que ter ¨algo mais¨ para encantar, que o digam as novelas! Como estréia desse novo espaço, nada melhor que expor um filme primorosamente recheado: 500 Days Of Summer (500 Dias Com Ela).</p>
<p style="text-align: justify">Sem dúvidas, o filme não seria o mesmo sem a fina seleção musical da qual faz uso. Do início ao final desse longa-metragem, contamos com um background espetacular, ouso dizer que nenhuma das escolhas deixam a desejar. 16 faixas escolhidas ¨à dedo¨ e que fazem toda a diferença. Mas também, não era de se esperar menos de um filme cuja protagonista é nada mais, nada menos que Zooey Deschanel, que, junto com M. Ward, compõe o sweet duo She &amp; Him.</p>
<p style="text-align: justify">Os passos dessa trilha são fascinantes, passeamos pela linda e delicada voz de Regina Spektor, com ¨Us¨ e a doce ¨Hero¨. Ao lado, visitamos Feist, com ¨Mushaboom¨. E, não muito distante, eis que encontramos a própria Zooey em She &amp; Him, com um belo cover dos Smiths, ¨Please, Please, Please, Let Me Get What I Want¨, sem contar que a versão original também aparece pelo filme, juntamente com outra música deles, ¨There Is A Light That Never Goes Out¨. The Smiths ganhou um destaque bacana nesse filme, logo no início nos deparamos com eles dando o tom ao longa-metragem.</p>
<p style="text-align: justify">A França também pinta uma cor pelo filme, nada mais charmoso que Carla Bruni com ¨ Quequ&#8217;un M&#8217;a Dit¨. Com um folk mais melancólico, porém, não menos bonito, encontramos Simon &amp; Garfunkel, com ¨Bookends¨.</p>
<p style="text-align: justify">Há uma cena super divertida do filme que não seria a mesma sem Hall &amp; Oates com ¨You Make My Dreams¨, não vale contar a cena, mas ouvir antes é super válido. Seguindo o lado ¨funny¨ da trilha, temos Black Lips, com a divertidíssima ¨Bad Kids¨. Além de Doves com ¨There Goes The Fear¨ e Mumm-Ra com ¨She&#8217;s Got You High¨.</p>
<p style="text-align: justify">Acalmando um pouco, temos Meaghan Smith com a cuuutie ¨Here Comes Your Man¨, e Wolfmother com ¨Vagabond¨.  E, por fim, nos deparamos com The Temper Trap e a linda ¨Sweet Disposition¨,  um dos melhores tesouros do filme.</p>
<p style="text-align: justify">500 Days Of Summer são 95 minutos de um background musical fantástico que se tornam ilimitados depois de experimentar. Enfim, a originalidade da trilha sonora influenciou diretamente o filme. Algo que não dá para deixar de ver, muito menos de ouvir.</p>
<p style="text-align: justify">The Temper Trap &#8211; Sweet Disposition</p>
<p style="text-align: justify"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/o-que-que-a-trilha-tem-500-days-of-summer/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify">Enjoy it <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  !</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Neo-Música: Kiss Kiss Kiss</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/neo-musica-kiss-kiss-kiss/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 03:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neo-Música]]></category>
		<category><![CDATA[kiss kiss kiss]]></category>

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		<description><![CDATA[Três beijos, Indie, Dinamarca: Três palavras chaves. Quatro rapazes e uma banda de rock bem dançante: Kiss Kiss Kiss. Formada por Mads Koch, Mads Kristan Frøslev, Kristoffer Balle e William Frederik Asingh, a banda vem desde 2007 agitando as terras, não só dinamarquesas, mas eu diria que européias, e por que não brasileiras? (rs).  Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-2615 aligncenter" style="margin-top: 5px;margin-bottom: 5px" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Kiss+Kiss+Kiss++5.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p style="text-align: justify">Três beijos, Indie, Dinamarca: Três palavras chaves.</p>
<p style="text-align: justify">Quatro rapazes e uma banda de rock bem dançante: Kiss Kiss Kiss. Formada por Mads Koch, Mads Kristan Frøslev, Kristoffer Balle e   William Frederik  Asingh, a banda vem desde 2007 agitando as terras, não só dinamarquesas, mas eu diria que européias, e por que não brasileiras? (rs).  Até mesmo acompanhando turnês de grandes bandas, inclusive a do Albert Hammond, Jr ( The Strokes).</p>
<p style="text-align: justify">O grupo chegou com um som bem elétrico e dançante e com um vocal ritmado que dá charme à urgência das melodias. Eis a palavra certa para definir o som desses rapazes, ¨urgente¨. Uma delícia de ouvir. E 2010 foi o ano deles lançarem o primeiro CD, Release The Birds.</p>
<p style="text-align: justify">Nas pistas pelas baladinhas ou no desejo de mandar o tédio embora, eu diria que isso é tiro certo ao alvo.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/neo-musica-kiss-kiss-kiss/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p>http://www.myspace.com/kisskisskissdk</p>
<div style="width: 1px;height: 1px;overflow: hidden">Mads Koch &#8211; Mads Kristan Frøslev &#8211; Kristoffer Balle &#8211;   William  Frederik Asingh.</div>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>(Re)Descobrindo Sons: Maio</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/06/redescobrindo-sons-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 21:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Audiograma</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Re)Descobrindo Sons]]></category>
		<category><![CDATA[BB King]]></category>
		<category><![CDATA[Frejat]]></category>
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		<category><![CDATA[Jakob Dylan]]></category>
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		<category><![CDATA[Them Crooked Vultures]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: 2T Dias Um mês fraco ou um operário inoperante? Qualquer que seja a resposta final para os pensamentos conflituosos que reinaram em maio. O começo do inferno astral dos cancerianos não foi nada generoso e assim como aconteceu em abril, foram poucas as investidas musicais que mereceram uma atenção digna de nota. Mas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p><strong><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/artists/mombojo_01.jpg" alt="" width="300" height="200" />Por: 2T Dias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um mês fraco ou um operário inoperante? Qualquer que seja a resposta final para os pensamentos conflituosos que reinaram em maio. O começo do inferno astral dos cancerianos não foi nada generoso e assim como aconteceu em abril, foram poucas as investidas musicais que mereceram uma atenção digna de nota. Mas como o açucar não pode ser doce para sempre e eu assumi um compromisso (que se revela cada vez mais complicado de ser cumprido dentro do prazo) com a turminha from hell do <strong>Audiograma</strong>, é nessas horas que o sofismo fala mais alto e eu tento convencer todo mundo (incluindo eu mesmo) de que estou 100% entretido no que acontece de melhor na música atualmente. Conciliar vida pessoal com a jornada dupla de trabalho que levo, não esta dando resultado. Além de esgotamento mental, estou a beira um colapso físico. Sedentarismo dominando. Espero que em junho eu tenha alguma coisa boa para falar. Sinceramente. Ou então serei obrigado, por livre e espontânea pressão moral, a pedir demissão do cargo altamente concorrido que é o de colunista (ativo, por favor) das páginas laranjas.</p>
<p style="text-align: justify;">Como estava em débito com o site e acabei lançando nada mais que duas colunas de uma vez só, prefiro ser discreto e falar bem menos besteiras. Se vou conseguir sucesso na missão, só vocês (Xi, Isabella, John Pereira e ilustre desconhecido com muito tempo livre) irão dizer. Logo no comecinho do mês tive a minha primeira entrevista presencial e foi um orgulho ter começado com um cantor que admiro e respeito bastante. O <strong>Jay Vaquer</strong> se apresentou em um teatro da capital mineira e lá encontrei os parceiros do Audiograma e <a href="http://www.rockinpress.com.br/2010/05/10/resenha-jay-vaquer-teatro-alterosa-belo-horizonte-mg/" target="_blank">fiz a minha própria cobertura para o RinP</a>. Por essas coisas que sinto orgulho de assumir a grande responsabilidade que é manter um site de cultura. Apesar de todas as dificuldades, o resultado é recompensador e cada vez mais vem a certeza de que cultivando humildade, respeito, dedicação e usando uma boa dose de cara de pau, a gente consegue chegar no lugar que quiser. O <strong>RinP</strong> é prova viva disso e nos últimos dois anos acabamos nos tornando uma referência para quem gosta de acompanhar o que rola de melhor em Belo Horizonte, tamanha a quantidade de eventos que fizemos a cobertura. A grande maioria foi organizada pelo 53HC, incluindo o <strong>Flaming Festival</strong> que encerrou o mês com chave de ouro e <a href="http://www.rockinpress.com.br/2010/06/01/resenha-mombojo-flaming-festival-music-hall-santa-efigenia-bh-290510/" target="_blank">uma apresentação épica da banda <strong>Mombojó</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TzcB3uGr0CU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/TzcB3uGr0CU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Na falta de um vídeo do show da Flaming Night, vai um antigo&#8230; Mombojó é uma das melhores bandas nacionais?</p>
<p style="text-align: justify;">Como já cansei de repetir, o tal do GogoGear esta fazendo total diferença no meu relacionamento com a musica atualmente. Ele também será a causa de uma eventual surdez precoce, aparentemente. Se em abril eu já havia comprado poucos discos, a situação foi bem pior dessa vez. Não tenho ideia de como gastei o meu dinheiro, mas a verdade é que ele foi embora. Não foi com motel, não foi com mulher pelada, não foi com jantares chiques, talvez tenha sido com mimos para a ex-namorada, talvez com livros, talvez com filmes, mas certamente não foi com cd&#8217;s. E nem roupas. Aliás lojas de roupas são um grande problema na vida (e bolso) de quem é compulsivo e gosta de possuir. Mas me dei bem em maio, consegui conter impulsos e finalmente, estou chegando no final de um ciclo (assim espero, se Deus quiser) e irei me presentear com um Playstation 3, que não sei se recordam, foi o principal motivo que me levou a começar a trabalhar. Ok. Eu queria era fazer uma pós-graduação, mas não ia conseguir gastar toda minha grana na mensalidade. Ainda mais em um emprego tão vil e violento quanto o meu. Para a diretoria da empresa nós ainda vivemos antes dos tempos da princesa Isabel e somos presenteados diariamente com o carinho de uma boa chibatada. De qualquer forma, como ia dizendo antes de me perder, é por conta do meu pequeno companheiro de guerra, que estou ligado nas novidades musicais. Ok. Até hoje não coloquei os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VakqM_mJMqY" target="_blank">singles novos do <strong>Interpol</strong></a> ou <strong>Arcade Fire</strong> para rodar aqui, mas pelo menos ouvi discos excelentes como o novo do <strong>Stone Temple Pilots</strong> e o (meu favorito de 2010) do <strong>Jakob Dylan</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dVVlFyuYO4g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/dVVlFyuYO4g&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Alguma dúvida que essa foi a música do mês? Arcade Fire retornando em grande estilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não fosse os shows e <a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/especial-bonovox50-one-love/" target="_blank">uma encomenda para o especial do Audiograma para o aniversário de 50 anos do <strong>Bono Vox</strong></a>, líder do <strong>U2</strong>, poderia dizer que maio casou direitinho com a incompetência generalizada cultivada ao longo de abril. Falar sobre o U2 foi bom. Até cheguei a ouvir que gostava mais da banda que da maioria das pessoas ao meu redor (o que não chega a ser uma completa mentira) e acho que um comentário desses indica que consegui descrever um verdadeiro caso de amor, o que é justificado pela relação que tenho com a banda desde sempre. Não pensei muito e usei meu trabalho como DJ da loja para abrir e &#8220;divulgar&#8221; a última coletânea da banda, aquela que tem todos os singles e tal. Pelo menos os dias na loja foram mais bonitos e gostosos. U2 agrada todo mundo. Aproveitei a oportunidade para tirar poeira do material que tenho da banda e sinto que é quase como um crime não ter o clássico <strong>The Joshua Tree</strong> na minha coleção de discos. Mas serei um criminoso por pouco tempo. Ando namorando a edição especial do album há algum tempo e não devo demorar para ter o meu terceiro disco da banda. Sim. Apenas o terceiro. A Bella me presenteou com o <strong>No Line on the Horizon</strong> e eu já tinha a coletânea dos anos 80-90. Sei que não deveria me incluir como fã da banda, mas eu sou. Acho que não tenho a coleção completa de nenhuma banda que eu admire. Nem mesmo o <strong>Silverchair</strong> ou o <strong>Muse</strong>. Isso é triste e estou aceitando doações, ok?</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kGRdaRujDKg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/kGRdaRujDKg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Beautiful Day para abrir bem a semana</p>
<p style="text-align: justify;">O amigo Vitor resolveu fazer o que o chefe Xi nunca havia feito e me obrigou a ouvir o disco do <strong>Manacá</strong>. E que surpresa boa. Aliás o show do Jay Vaquer no comecinho do mês cooperou demais para que o meu lado patriota falasse mais alto e a música nacional ganhasse um pouco mais alto. O trabalho ao vivo que Vaquer gravou e apresentou no Teatro Alterosa é de uma qualidade assombrosa. As músicas, todas recheadas de versos espertos e que nos fazem refletir, seriam um enorme sucesso se o público brasileiro não fosse formado, em sua maioria, de idiotas que não sabem valorizar o que nós temos de melhor. Uma pena, já que é em cantores inteligentes como Jay Vaquer que conseguimos nos encontrar e entender exatamente o que a letra quer passar. Ou pelo menos chegar bem próximo disso, afinal por mais que você entenda o inglês ela não é a sua língua principal. O <strong>Frejat</strong> pode não ser um compositor tão afiado e irônico, mas sabe fazer bonito. Não sou fã da coleção Perfil, mas conseguiram reunir algumas das melhores músicas da carreira do cantor (que na minha opinião funciona melhor no <strong>Barão Vermelho</strong>). O problema é que assim como o disco do <strong>Lenine</strong>, o album esta custando r$30. Absurdo para uma embalagem digipack. Maio talvez tenha sido o mês em que mais valorizei a música brasileira nos últimos tempos. Mas depois de conferir o show do Jay Vaquer e a apresentação memorável do Mombojó, seria uma completa ignorância não prestar atenção no que temos de melhor em nossa terrinha.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dziE0fi1Ldo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/dziE0fi1Ldo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<em>&#8220;A Falta que a falta faz&#8221;</em> &#8211; já conferiu a entrevista que turma do Audiograma fez <a href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/interrogatorio-jay-vaquer/" target="_blank">com o Jay Vaquer</a>?</p>
<p style="text-align: justify;">E para encerrar o mês, nada melhor que falar sobre o revival dos anos 90. Depois dos anúncios da volta do <strong>Soundgarden</strong> e de lançamento inédito do <strong>Hole</strong>, foi a vez do Stone Temple Pilots voltar com força total. Ano passado a banda se reuniu para alguns shows e lançou um album novinho em folha para saciar a vontade dos fãs. O tal material novo esta longe de oferecer alguma cancão no nível de &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Q5w0ierGzTM&amp;feature=related" target="_blank">Plush</a>&#8220;, mas também não chega a ser uma grande porcaria. Na primeira vez que ouvi, tenho que confessar, só vi qualidade em uma ou outra canção (especialmente no single <em>&#8220;Between the lines&#8221;</em>). Porém o tal disco é daqueles que vai melhorando com o tempo. Mas como comentei na minha resenha para o RinP, em tempos onde ninguém para mais e escuta um disco inteiro, só mesmo os fãs vão dar tantas chances para um disco que não cativa logo na primeira audição. Para junho, espero ter estomago para ouvir o novo trabalho da louca da <strong>Courtney Love</strong>. Vai que eu gosto&#8230; nunca pode-se matar nenhum cantor que já foi brilhante alguma vez. Mesmo se tratando da viuva pirada do <strong>Kurt Cobain</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JzS590AkE6c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JzS590AkE6c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
Seria essa a segunda melhor música de maio?</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Discos Ouvidos:</strong><br />
- Alive in Brasil @ Jay Vaquer<br />
- Perfil @ Frejat<br />
- Them Crooked Vultures @ Them Crooked Vultures<br />
- 18 Singles @ U2<br />
- Women and Country @ Jakob Dylan<br />
- Manacá @ Manacá<br />
- Nadadenovo @ Mombojó<br />
- Stone Temple Pilots @ Stone Temple Pilots<br />
- Ridding With the King @ BB King<br />
- Up to Now @ Snow Patrol<br />
- Ten @ Pearl Jam<br />
- Black Holes and Revelations @ Muse<br />
- Band of Gipsys @ Jimi Hendrix<br />
- Young Modern @ Silverchair<br />
- Rage Against the Machine @ Rage Against the Machine<br />
- Morning View @ Incubus<br />
- A Crow Left of the Murder @ Incubus<br />
- In Rainbows @ Radiohead<br />
- Plastic Beach @ Gorillaz</p>
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		<title>Pelo Mundo: Sublime With Rome</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 12:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo Pita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[sublime with rome]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom hoje é dia de aclamar, compartilhar e mostrar para os mais novos o que realmente se transmite por um trio de caras que curtiam Surf, escutavam de DESCENDENTS à BOB MARLEY e  foram ao limite de suas proprias expressões. O que eles representaram? Eu digo: Sublime é uma daquelas bandas que não seguiu aquele caminho obvio, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2468" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/Sublime-with-Rome.gif" alt="" width="300" height="400" />Bom hoje é dia de aclamar, compartilhar e mostrar para os mais novos o que realmente se transmite por um trio de caras que curtiam Surf, escutavam de DESCENDENTS à BOB MARLEY e  foram ao limite de suas proprias expressões. O que eles representaram? Eu digo:<a href="http://www.myspace.com/sublime"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/sublime">Sublime</a> é uma daquelas bandas que não seguiu aquele caminho obvio, não se manteve dentro das redeas de produtores que definem que o que não é comercial não é rentavel. Originaria dos  Estados Unidos e formada em Long Beach, Califórnia, faziam algo cujo som combinava uma mistura de Reggae, Surf music, Ska e Punk Rock. Seus integrantes eram Brad Nowell (vocal e guitarra), Bud Gaugh (bateria) e Eric Wilson (baixo), além do Dálmata adestrado de Brad, Lou Dog, que aparecia nas entrevistas e nos shows como se fosse da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu álbum de maior sucesso foi o terceiro, homônimo SUBLIME. Em 26 de maio de 1996 Brad foi encontrado morto em um  quarto de hotel  por overdose de heroína. Naquele dia ele acordou cedo e foi levar Louie para dar uma volta na praia. Foi a última vez que todo mundo o viu.</p>
<p style="text-align: justify;">Os integrantes da banda decidiram que não dava para continuar a tocar no Sublime sem Brad e colocaram um fim nas atividades. Em 1999 Bud e Eric formaram o grupo Long Beach Dub AllStars e continuaram a carreira na música.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas no ano de 2009, surge a noticia: Os caras voltaram. Eles encontraram um sujeito para assumir os vocais da banda e, para evitar problemas legais, voltaram a fazer shows com o nome de <a href="http://www.myspace.com/sublimewithrome">Sublime with Rome</a>. Rome, no caso, é do vocalista Rome Rodriguez que, no começo, você não dá nada para ele, até que ele abre a boca e a voz soa idêntica à de Nowell.</p>
<p style="text-align: justify;">Cover de si mesmo? Paciência.</p>
<p style="text-align: justify;">O retorno trouxe varios problemas e processos judiciais, pois a familia de Nowell alega que é a unica detentora do nome SUBLIME, sendo que isso se tornara uma guerra sem fim. Rome mostra capacidade total para o posto, so vamos esperar pra degustar o novo trabalho do trio, anunciado para 2010.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Especial #BonoVox50: Vertigo Tour</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 22:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Liliane Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Além do Som]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos momentos mais felizes para mim é aquele em que se pode estar próximo ao seu ídolo, mesmo com a diferença de uma grade, alguns seguranças e uma altura de dois metros.  O show é o momento máximo da integração artista-fã e o Vertigo Tour foi para mim um dos mais importantes. Na época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify"><a rel="attachment wp-att-2363" href="http://www.audiograma.com.br/2010/05/especial-bonovox50-vertigo-tour/u2bonobr/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2363" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/u2bonobr-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a>Um dos momentos mais felizes para mim é aquele em que se pode estar próximo ao seu ídolo, mesmo com a diferença de uma grade, alguns seguranças e uma altura de dois metros.  O show é o momento máximo da integração artista-fã e o <strong>Vertigo Tour</strong> foi para mim um dos mais importantes.</p>
<p style="text-align: justify">Na época trabalhava em horário comercial num lugar bem distante do estádio do Morumbi, em São Paulo. Mas nada como sair do trabalho ao meio dia, sem dizer ao chefe aonde exatamente iria, com a certeza de que estava fazendo a coisa certa.</p>
<p style="text-align: justify">A sensação parecia com a de ir para um matadouro: coração a mil, expectativa no auge e a torcida para que tudo pudesse dar certo. Era como ir a um encontro com alguém querido, mas nunca antes visto.</p>
<p style="text-align: justify">Chegamos lá com a mamata de entrar no meio da fila, graças ao casal amigo que havia chegado bem antes do que nós. Logo os portões foram abertos. Muitas etapas para a checagem dos ingressos, revista e mais algumas coisas: correria.</p>
<p style="text-align: justify">Ao chegar na área aberta do estádio, dei de cara com o palco. O sonho estava realizado: estávamos na hot area. Comemoramos como crianças de 20, 24, 27, 30 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify">Fãs do U2 são como amigos de muitos anos, era impressionante a simpatia de todos ao redor. Conheci muitas pessoas de vários lugares do Brasil: mineiros, pernambucanos, cariocas, até atrizes globais, além daqueles que estavam lá, mas que conheci algum tempo depois.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de muitas horas, muitas conversas, muito calor, pouca água e nenhuma encrenca, eis que chega<strong> Franz Ferdinand, </strong>até então só conhecido por alto, de tanto que uma amiga falava.</p>
<p style="text-align: justify">Lógico que, apesar das reclamações ao redor de desconhecedores da banda de Glasgow, foi amor/paixão/tesão a primeira vista e lá estava eu, praticamente íntima daqueles escoceses. Após o desempenho de Alex Kapranos e cia., setenta e oito minutos intermináveis e as luzes se apagaram.</p>
<p style="text-align: justify">Quando <em>Wake Up</em>, do tão maravilhoso quanto <strong>Arcade Fire</strong>, começou a tocar, já não estava conseguindo respirar mais na grade da lateral esquerda. E lá vieram eles, eu não sabia mais o que sentia.</p>
<p style="text-align: justify">O show foi transmitido em rede nacional pela TV Globo, isso fez com que Bono fosse um pouco mais politicamente correto do que de costume, ou quase, ao mencionar todos os países da América do Sul e receber uma tremenda vaia quando gritou &#8220;Argentina&#8221;. Na hora ele nem mesmo entendeu.</p>
<p style="text-align: justify">Do lugar em que eu estava na grade, Adam Clayton dedilhava seu baixo com perfeição, compensando as poucas aparições de Bono no lado esquerdo.</p>
<p style="text-align: justify">O show inteiro provocou arrepios incessantes e assim foi até o final, com algumas decepções, como a falta de algumas ótimas canções que faziam parte da turnê como <em>Miracle Drug</em>, <em>Bad</em> e <em>All I Want is You</em> e alguns momentos máximos, como ser levantada e chorar incontrolavelmente em <em>Where the Streets Have no Name</em>.</p>
<p style="text-align: justify">Tive também o meu momento Zoo TV em <em>Until the End of the World</em>, com direito a rodar a  camiseta no ar, como Bono fez no ano de 1994 em Sidney, Austrália.</p>
<p style="text-align: justify">Talvez muitos achem um exagero tantas emoções e um pouco de dramaticidade da minha parte, mas tenho a mesma certeza de que quem estava lá naquela noite de 20 de fevereiro de 2006, nunca vai se esquecer daquela imensa lua, do coro ensurdecedor e das luzes ofuscantes daquele palco.</p>
</div>]]></content:encoded>
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