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	<title>Audiograma &#187; Gleyce Any Castro</title>
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	<description>A sua nova opção de jornalismo musical, apresentando muita informação, entrevistas, resenhas, opiniões e reportagens sobre tudo o que cerca o mundo da música.</description>
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		<title>Neo-Música: Local Natives</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 21:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neo-Música]]></category>
		<category><![CDATA[Local Natives]]></category>

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		<description><![CDATA[Percussão marcante, rápida, eufórica, enérgica e latejante, boas características do estilo ¨Afro-beat¨ que juntam-se com guitarras hipnotizantes, post-punk e um gostinho de ¨folk¨, e resultam em uma breve definição do som singular que esses cinco rapazes nativos de Orange County, EUA, fazem. O primeiro e, por enquanto, único álbum do grupo Local Natives, Gorilla Manor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="local natives" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/LocalNativeslostinwoods.jpg" alt="" width="500" height="446" /></p>
<p style="text-align: justify;">Percussão marcante, rápida, eufórica, enérgica e latejante, boas características do estilo ¨Afro-beat¨ que juntam-se com guitarras hipnotizantes, post-punk e um gostinho de ¨folk¨, e resultam em uma breve definição do som singular que esses cinco rapazes nativos de Orange County, EUA, fazem. O primeiro e, por enquanto, único álbum do grupo Local Natives, Gorilla Manor, lançado primeiramente no Reino Unido (2009) e, no ano seguinte, nos Estados Unidos, chega mostrando que os caras não brincam em serviço, sem medo e com tudo para criar um estilo próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Kelcey, Ryan e Taylor se conheceram ainda no ensino médio, em Orange County, e só depois de terminarem conheceram o futuro baixista da banda, Andy e o baterista, Matt. Eles tocaram por três anos juntos e, durante esse tempo, dividiram uma casa, ainda em Orange County, onde puderam trabalhar livremente nas composições. A experiência foi tão marcante que o nome da casa que dividiam foi dado ao primeiro álbum do grupo, Gorilla Manor. Foi nessa casa que eles escreveram a maior parte das composições desse cd. Segundo Ryan, ¨a casa era loucamente bagunçada e sempre havia amigos fazendo barulho nas guitarras ou no piano velho¨, mas, muito além disso, ¨foi uma experiência incrível e inesquecível¨. Em 2008, depois da Gorilla Manor, o grupo se mudou para outra casa em Silver Lake, Los Angeles, onde começaram, de fato, a trabalhar no álbum de lançamento. Tudo isso sem deixar de dar o devido destaque à ¨auto-suficiência¨ e o espírito de colaboração da banda, pois eles financiaram o próprio álbum, conseguiram os instrumentos e cuidaram até mesmo da arte gráfica.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 12  faixas, o álbum começa com a intensa, pulsante e viciante ¨Wide Eyes¨, que chega com uma percussão tão incrível que, quando você menos espera, está completamente envolvido em meio ao ¨&#8221;ohh, to see it with my own eyes¨, diria que esta é a chave-mestra do cd inteiro. O álbum ainda conta com um cover da banda Talking Heads em ¨Warning Sign¨, quase irreconhecível ou, até mesmo, ousado, mas o domínio da banda é facilmente notável, souberam encaixar perfeitamente o próprio estilo nesse som. Verdade seja dita, algumas vezes, nossa mente tende a subjulgar o que é novo demais ou diferente demais, mas o álbum Gorilla Manor tem potencial o suficiente para quebrar essa ideia.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos que curtem assistir à apresentações ao vivo, ﻿Local Natives esteve há pouco tempo, pela segunda vez, apresentando-se na rádio <a title="KCRW" href="http://www.kcrw.com/" target="_blank">KCWR</a>, vale muito a pena conferir: <a title="Local Natives live on KCRW" href="http://www.kcrw.com/music/programs/mb/mb110218local_natives" target="_blank">Local Natives live on KCWR.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Aos mais ansiosos, um aperitivo do que tem no álbum, ¨Wide Eyes¨:</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/03/neo-musica-local-natives/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F03%252Fneo-musica-local-natives%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Neo-M%C3%BAsica%3A%20Local%20Natives%22%20%7D);"></div>

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		<title>Álbum novo do Radiohead será lançado no sábado</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 13:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Radiohead]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 4 anos desde o último trabalho, ¨In Rainbows¨, a banda britânica Radiohead anuncia que o novo álbum, ¨The King Of Limbs¨, será liberado já no próximo sábado, 19, porém, por enquanto, será disponível somente para download. A edição em cd só será lançada no dia 09 de maio. Segundo informações no próprio site, http://www.thekingoflimbs.com, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5811" title="radiohead1" src="http://www.audiograma.com.br/wp-content/uploads/radiohead1.jpg" alt="" width="210" height="210" />Após 4 anos desde o último trabalho, ¨In Rainbows¨, a banda britânica Radiohead anuncia que o novo álbum, ¨The King Of Limbs¨, será liberado já no próximo sábado, 19, porém, por enquanto, será disponível somente para download. A edição em cd só será lançada no dia 09 de maio.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo informações no próprio site, <a href="http://www.thekingoflimbs.com/">http://www.thekingoflimbs.com</a>, a pré-venda do ábum já está disponível e o custo do download no formato em MP3 é de $9.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos ansiosos: faltam somente 05 dias! Agora, é só aguardar.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F02%252Falbum-novo-do-radiohead-sera-lancado-no-sabado%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22%C3%81lbum%20novo%20do%20Radiohead%20ser%C3%A1%20lan%C3%A7ado%20no%20s%C3%A1bado%22%20%7D);"></div>

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		<title>O fim de The White Stripes</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 02:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[The White Stripes]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de treze anos juntos, a dupla de rock norte-americana, The White Stripes, anunciou hoje, oficialmente, o seu fim. No site da editora de Jack, www.thirmanrecords.com, a dupla publicou que não fará mais novas gravações ou shows. Segundo o post oficial, ¨a razão não é por diferenças artísticas ou por desmotivação em continuar a banda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/500full-the-white-stripes.jpg" alt="" width="270" height="270" />Depois de treze anos juntos, a dupla de rock norte-americana, The White Stripes, anunciou hoje, oficialmente, o seu fim. No site da editora de Jack, <a title="Third Man Records" href="http://www.thirdmanrecords.com/" target="_blank">www.thirmanrecords.com</a>, a dupla publicou que não fará mais novas gravações ou shows.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o post oficial, ¨a razão não é por diferenças artísticas ou por desmotivação em continuar a banda, muito menos por problema de saúde com algum dos dois¨. Uma das principais razões foi por querer ¨preservar o que é bonito e especial da banda, para que assim se mantenha¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Jack e Meg White finalizaram o post  dizendo que  &#8221;The White Stripes não pertencem mais a Meg e Jack. The White Stripes pertencem a vocês agora e vocês podem fazer com ela o que quiser. A beleza da arte e da música é  que, se as pessoas quiserem, ela pode durar para sempre.¨</p>
<p style="text-align: justify;">O provável é que agora Jack White mantenha o foco nos seus dois outros projetos, Dead Weather e The Raconteurs, assim como na sua editora.</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F02%252Fo-fim-do-the-white-stripes%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20fim%20de%20The%20White%20Stripes%22%20%7D);"></div>

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		<title>Dicionário de Artistas: CocoRosie</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 05:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicionário de Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[CocoRosie]]></category>

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		<description><![CDATA[¨Dream Pop¨? ¨Indie Folk¨? Hmm&#8230;  e que tal ¨Freak Folk¨? Isso mesmo, Freak Folk. Tão exótica quanto o ¨rótulo¨ que ganha, a dupla de irmãs, Bianca (Coco) e Sierra (Rosie) Casady, trouxe consigo um universo musical totalmente atípico, fora de qualquer padrão musical. Tal qual a própria trajetória das duas, que são filhas de pais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/cocorosie-1.jpg" alt="" width="365" height="452" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">¨Dream Pop¨? ¨Indie Folk¨? Hmm&#8230;  e que tal ¨Freak Folk¨? Isso mesmo, Freak Folk. Tão exótica quanto o ¨rótulo¨ que ganha, a dupla de irmãs, Bianca (Coco) e Sierra (Rosie) Casady, trouxe consigo um universo musical totalmente atípico, fora de qualquer padrão musical. Tal qual a própria trajetória das duas, que são filhas de pais hippies e foram criadas por muito tempo separadas, enquanto estudavam e andavam por diferentes caminhos.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No mundo desde 2003, o duo faz dos sons esquisitos e divertidos uma brincadeira que dá certo. Os fãs de CocoRosie certamente, não se admiraram quando a banda Pato Fu lançou o último cd fazendo, também, o uso de instrumentos de brinquedo. Isso porque a dupla já vem brincando com esse tipo de som desde o seu primeiro álbum, chamado La Maison de  Mon Rêve , de 2004, e sem medo de ser feliz. Tanto que, depois desse ábum, mais três já nasceram: Noah&#8217;s Ark , em 2005, The Adventures of Ghosthorse and Stillborn, de 2007, e o último, Grey Oceans, lançado em 2010. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/cocorosie-2.jpg" alt="" width="304" height="304" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As duas irmãs brincam até com os vocais, que mais parecem efeitos. Vozes incrivelmente estridentes e agudas, às vezes, também, doces e até fortes, oscilando entre quase sussurros e tons que se assemelham aos de ópera &#8211; não custa mencionar que Sierra Casady estudou Canto Lírico enquanto morou em Paris. Harpas, brinquedos que emitem sons de animais ou que se assemelham aos instrumentos musicais, pianos minimalistas, efeitos de percussão e um bom violão folk juntam-se aos exóticos vocais e dão forma à músicas que criam uma atmosfera totalmente surreal, como ¨Raphael¨, fruto do terceiro cd da dupla, The Adventures of Ghosthorse and Stilborn. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Músicas que são verdadeiras viagens, principalmente as instrumentais, tal qual ¨Brazilian Sun¨, uma composição encantadora do álbum Noah&#8217;s Ark que conta com a participação do não menos exótico,  Devendra Banhart. Aos mais curiosos, a dupla já esteve presente no Brasil no ano de 2006, fazendo shows em SP, Recife e, até mesmo, participação no programa Altas Horas.<br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante os quatro álbuns, o duo, paradoxalmente, manteve o mesmo estilo de sempre: inovador e ousado.  Com um baú de composições que, por vezes, dão calafrios de tão sinistras e gélidas que são, mas que, em outras, são, também, capazes de uma extrema doçura. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">CocoRosie é sinônimo de singularidade musical, mais que original. Enfim, como já dito zilhões de vezes, o exótico define. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Enjoy it. <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">*Clipe da música Lemonade, presente no último cd lançado, Grey Oceans, contando com a fotografia impecável de Emma Freeman.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/dicionario-de-artistas-cocorosie/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/dicionario-de-artistas-cocorosie/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2011%252F01%252Fdicionario-de-artistas-cocorosie%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Dicion%C3%A1rio%20de%20Artistas%3A%20CocoRosie%22%20%7D);"></div>

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		<title>Pelo Mundo: Doctor Flake e French Teen Idol</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 06:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pelo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Doctor Flake]]></category>
		<category><![CDATA[French Teen Idol]]></category>

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		<description><![CDATA[Post-rock, Trip-hop, Experimental Music, Downtempo ou tudo isso junto. Tantos caminhos, porém, o mesmo intuito: take mind off, desligar-se do mundo. Os projetos musicais ¨Doctor Flake¨ e ¨French Teen Idol¨ assemelham-se bastante nesse aspecto. Acreditei ser uma boa ideia dar a dica desses dois sons juntos porque sinto que se complementam, além de ser uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Post-rock, Trip-hop, Experimental Music, Downtempo ou tudo isso junto. Tantos caminhos, porém, o mesmo intuito: take mind off, desligar-se do mundo. Os projetos musicais ¨Doctor Flake¨ e ¨French Teen Idol¨ assemelham-se bastante nesse aspecto.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditei ser uma boa ideia dar a dica desses dois sons juntos porque sinto que se complementam, além de ser uma viagem bastante diferente. Os fãs de Sigur Ros, certamente, irão se sentir em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">¨Doctor Flake¨ é o projeto de um produtor e compositor francês que, tal qual um ¨especialista¨ na área, mescla todos esses estilos musicais já citados, através de cortes e de modificações que terminam por gerar um resultado musical totalmente exclusivo. Não muito diferente, ¨French Teen Idol¨ também é um projeto solo criado pelo romano Andrea Di Carlo.  Na área desde 2001, ¨Doctor Flake¨ produziu três albuns: ¨Paradis Dirtyficiels¨; ¨Intervention chirursicale¨ e ¨Minder Surprises¨.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://utopianbiskut.com/wp-content/uploads/2010/05/51dscf1jkhl-_ss500_.jpg" alt="" width="206" height="206" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os sons variam do mais profundo êxtase e sensualidade ao sentimento mais sinistro que pode aparecer, como em ¨Requiem For a Drum¨, presente no segundo álbum, que faz associação direta ao filme ¨Requiem For a Dream¨, remontando toda a tensão e densidade. Várias vezes me perguntei o por quê de curtir tanto esse tipo de música, já que ele é carregado dessa mesma tensão, mas é a própria música que é capaz de envolver e de hipnotizar, mesmo os mais alheios. A sequência das faixas nos albuns é feita tal qual uma teia, não deixa escapatória. Porém, além desse som mais tenso, ¨Doctor Flake¨ também apresenta um pulso muito mais carregado de sensualidade, como é facilmente notado no primeiro álbum, ¨Paradis Dirtyficiels¨. Entre os saxofones e os meios-sussurros em francês, cria-se os sons que refletem uma atmosfera totalmente envolta pela loucura da mente humana, por vezes, a própria volúpia traduzida em notas musicais.</p>
<p><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_y7R0QQMAvow/SKnLLPmhY6I/AAAAAAAAAW8/LBHjabqaJBo/s400/LostChildren023.jpg" alt="" width="236" height="236" /></p>
<p style="text-align: justify;">Porém, o mesmo não posso dizer de ¨French Teen Idol¨, que é um som totalmente preenchido de melancolia, um projeto instrumental incrivelmente ¨silencioso¨, por mais paradoxo que isso possa parecer. Entre batidas eletrônicas e o toque do piano, parecemos, rapidamente, mergulharmos em um sonho. Incrivelmente, somos distanciados de todo o ambiente externo. Embora muito melancólico, os sons criados por Andrea Di Carlo são absurdamente lindas e apaziguantes, sem querer usar de hipérboles. Como exemplo de tal experiência, temos uma faixa presente no último álbum lançado, ¨El Siete Es La Luz¨ (2009), que, a começar pelo curioso título, ¨War is Kind¨, é totalmente diferente de qualquer outra experiência musical que meus ouvidos já presenciaram. São aproximadamente cinco minutos de música que mais parecem durar horas. O mesmo acontece com as faixas ¨The Longest Night¨ e ¨The Fleeting Beauty Of A Butterfly¨, presentes no segundo álbum, &#8220;Enlightened False Consciousness&#8221; (2007). O primeiro álbum foi lançado em 2005 e carrega o próprio nome do projeto como título, ¨French Teen Idol¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos os projetos possuem um estilo no qual as músicas são inteiramente noturnas, como se fossem feitas para a madrugada. Por isso, são necessariamente carregadas de um silêncio que sabe respeitar todas as peculiaridades desse momento profundamente íntimo, no qual é só você e seus pensamentos. A atmosfera criada por esses sons é perfeitamente surreal. Usando da metalinguagem e definindo música com música, Doctor Flake e French Teen Idol representam aquilo que se pode chamar de ¨the sound of silence¨.</p>
<p style="text-align: justify;">So, ¨enjoy the silence¨.</p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/pelo-mundo-doctor-flake-e-french-teen-idol/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2011/01/pelo-mundo-doctor-flake-e-french-teen-idol/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
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		<title>Brasilidade: 3 na Massa</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Nov 2010 06:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasilidade]]></category>
		<category><![CDATA[3 na massa]]></category>

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		<description><![CDATA[Prontos para sentir os arrepios cobrirem a pele? rs. Pois essa é a proposta desse ousadíssimo projeto. Rica Amabis (banda Instituto), Pupillo (Nação Zumbi) e Sucinto Silva (Nação Zumbi), eis os nomes que compõem a turma que resolveu pôr a mão na massa. Quem conhece o histórico dessa turma, já sabe da potência criativa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="3 na massa" src="http://creative.myspacecdn.com/br/myspacepix/shows/3namassa.jpg" alt="" width="591" height="322" /></p>
<p style="text-align: justify;">Prontos para sentir os arrepios cobrirem a pele? rs. Pois essa é a proposta desse ousadíssimo projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Rica Amabis (banda Instituto), Pupillo (Nação Zumbi) e Sucinto Silva (Nação Zumbi), eis os nomes que compõem a turma que resolveu pôr a mão na massa. Quem conhece o histórico dessa turma, já sabe da potência criativa que cada uma dessas figuras representa sozinha, imagine então juntas. Porém, a verdadeira ¨massa¨ do projeto ganha corpo é com as vozes femininas de um time belissimamente escolhido.</p>
<p style="text-align: justify;">Com melodias que apresentam um estilo bastante híbrido e apostando em uma mistura de tempero audacioso, o ¨3 na Massa¨ nos dá o gosto com um CD que, apenas com o nome, já mostra para quê veio: ¨Confraria das Sedutoras¨, lançado em 2008.  A massa é recheada de elementos diversos, mas o gosto que resulta dessa mistura é apenas um: sensualidade. A volúpia, o desejo, o provocante, o pecado, o ¨perder-se¨ e o ¨encontrar-se¨, todos esses ingredientes são encontrados entre os pedaços dessa massa, densa e quente.</p>
<p style="text-align: justify;">A hibridez do projeto não se resume apenas ao estilo musical, ela se dá também na composição das vozes femininas que interpretam o CD. Como por exemplo, a presença de muitas atrizes como Leandra Leal, com a faixa ¨Certeza¨; Simone Spoladore, interpretando a curta, porém não menos quente, faixa ¨Pecadora¨; Karine Carvalho, que recentemente participou da minissérie ¨As Cariocas¨, apresentando a faixa ¨Tatuí¨ e Alice Braga, interpretando ¨Tarde Demais¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o fato de que as músicas peçam mais interpretação do que o próprio ritmo contribua bastante com essa mistura. Mas não podemos esquecer de alguns nomes essenciais e conhecidos do nosso cenário musical que também fazem parte desse caloroso projeto, tais como Nina Becker, CéU, Thalma de Freitas, Pitty&#8230; sem contar as participações especiais, como a da cantora Marina de la Riva, dando mais um tempero latino ao time. Enfim, mulheres, perfeitas para expressar o ¨seduzir¨ em forma de música. E o foco desse projeto é justamente esse: seduzir.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, sentir-se seduzido desde a primeira faixa é fácil, difícil é conter-se.</p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/11/brasilidade-3-na-massa/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">enjoy it!</p>
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		<title>O quê que a trilha tem?: Once &#8211; Apenas Uma Vez</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 04:36:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[O quê que a trilha tem?]]></category>
		<category><![CDATA[Once]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o título desse filme remete a algo finito, posso afirmar que o mesmo não vale para a trilha sonora. Não que ela seja infinita (rs), mas, uma vez escutada, não desgruda mais da mente e dos ouvidos. ¨Once¨ é um musical irlandês independente produzido em 2006, dirigido por John Carney e estreado por Glen [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="Once" src="http://img2.timeinc.net/ew/dynamic/imgs/071204/once_l.jpg" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se o título desse filme remete a algo finito, posso afirmar que o mesmo não vale para a trilha sonora. Não que ela seja infinita (rs), mas, uma vez escutada, não desgruda mais da mente e dos ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">¨Once¨ é um musical irlandês independente produzido em 2006, dirigido por John Carney e estreado por Glen Hansard, músico integrante da banda The Frames (da qual o próprio diretor do filme também faz parte), e pela compositora e instrumentalista checa, Markéta Irglová. Surpreendendo, ou não, a muitos, por seu baixo custo em comparação a outras produções, o filme ganhou o Oscar 2008 na categoria ¨melhor canção original¨, com a música ¨Falling Slowly¨, além de ter sido vencedor no Festival de Sundance de 2007 como melhor filme pelo público.</p>
<p style="text-align: justify;">Emocionante. Não há palavra que melhor sintetize todos os adjetivos possíveis que podemos dar ao background musical de Once. Enquanto a trama vai se formando, somos envolvidos por uma trilha que parece ser composta quase que instantaneamente. Mais original, impossível.</p>
<p style="text-align: justify;">A doce e delicada voz de Markéta Irglová casa perfeitamente com o tom mais forte ou até ¨agressivo¨ de Glen Hansard. A dupla foi autora de quase todas as composições do longa-metragem, com exceção de uma, ¨Trying To Pull Myself Away¨. A forte sintonia entre os dois consegue ser, incrivelmente, passada e traduzida através das músicas, fato que contribui mais ainda com a originalidade que o filme possui. Tal sintonia é facilmente notada em ¨ When Your Mind&#8217;s Made Up¨, uma das mais lindas e emocionantes composições do longa-metragem. ¨Falling Slowly¨, música que deu o Oscar ao filme, é outro exemplo fabuloso desse casamento perfeito, sequer cabem aqui descrições a essa composição.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderia terminar o artigo citando apenas essas duas músicas, tenho certeza que elas sozinhas seriam capazes de fazer qualquer pessoa correr até a locadora mais próxima e assistir a esse filme. Mas seria injustiça não citar ¨The Hill¨, que apesar de bastante melancólica, não perde um minuto sequer de beleza, além de ¨If You Want Me¨, ambas cantadas apenas por Markéta Irglová.</p>
<p style="text-align: justify;">São 13 lindas e singulares composições que nos envolvem, e são elas quem ditam, literalmente, o ritmo das emoções ao longo dos oitenta e cinco minutos de filme.  Basta ouvir e assistir uma vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosidade:</p>
<p style="text-align: justify;">A sintonia entre os dois foi tão forte, que, depois do filme, eles resolveram formar a banda¨The Swell Season¨, ótima dica para quem curte folk rock.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, alguém aí ainda não assistiu? Se não, tá esperando o quê mesmo, heim? <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>Glen Hansard e Markéta Irglová &#8211; Falling Slowly:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/09/o-que-que-a-trilha-tem-once-apenas-uma-vez/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F09%252Fo-que-que-a-trilha-tem-once-apenas-uma-vez%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20qu%C3%AA%20que%20a%20trilha%20tem%3F%3A%20Once%20-%20Apenas%20Uma%20Vez%22%20%7D);"></div>

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		<title>O quê que a trilha tem?: Onde Vivem os Monstros.</title>
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		<comments>http://www.audiograma.com.br/2010/07/o-que-que-a-trilha-tem-onde-vivem-os-monstros/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 07:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[O quê que a trilha tem?]]></category>
		<category><![CDATA[karen o and the kids]]></category>
		<category><![CDATA[onde vivem os monstros]]></category>

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		<description><![CDATA[Onde vivem os monstros: Existe um dentro de todos nós. O lado monstro: aquele que que grita, que explode em uma raiva, que perde o controle. Quem não tem um desses guardado dentro do armário? Digo, dentro de si próprio? rs. Um filme, aparentemente, infantil, mas que, na verdade, é indicado para todas as idades. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="karen o" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/karen-o-of-the-yeah-yeah-yeahs-3.jpg" alt="" width="392" height="614" /></p>
<p style="text-align: justify;">Onde vivem os monstros: Existe um dentro de todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">O lado monstro: aquele que que grita, que explode em uma raiva, que perde o controle. Quem não tem um desses guardado dentro do armário? Digo, dentro de si próprio? rs. Um filme, aparentemente, infantil, mas que, na verdade, é indicado para todas as idades.</p>
<p style="text-align: justify;">Trilha sonora tem que ser espelho das emoções que o filme quer despertar, pois bem, com esse, não foi diferente. ¨Karen O and the Kids¨, esse foi o nome dado pela vocalista da  banda ¨Yeah Yeah Yeahs¨ para assinar o background musical do filme. A participação das crianças cria a identidade própria da trilha sonora, além de dar um tom bastante divertido em várias das composições.  O fundo musical é uma rica bandeja de sensações: basta escolher. Nele, encontramos músicas que passeiam da euforia à melancolia, todas muito bem encaixadas durante o filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas das composições nos faz querer sair correndo, cantando e pulando de felicidade, rs, e não é exagero. Um exemplo disso é ¨All is Love¨, feliz, animada, eufórica, todos esses adjetivos cabem muito bem nessa música. Quase do mesmo jeito, porém com a intenção de ser no estilo mais ¨bagunça¨, nós temos ¨Rumpus¨, que, inclusive, significa tumulto, barulho, desordem. Nesse estilo, também encontramos ¨Capsize¨, porém essa é um pouco menos eufórica. No tom mais feliz, porém mais calminha, encontramos ¨Heads Up¨.  Além das que transitam entre melodias e gritos, como ¨Animal¨.</p>
<p style="text-align: justify;">No lado melancólico, encontramos lindas composições, como  ¨Worried Shoes¨, que, na realidade, é uma regravação da versão original, composta por Daniel Johnston, mas que ganhou um tom mais doce na voz da Karen O. Outra no mesmo estilo mais calmo e mais blue e não menos linda é ¨Hideaway¨. A melodia de ¨Lost Fur¨ é bem melancólica também, curtinha, apenas instrumental e bem delicada.</p>
<p style="text-align: justify;">E é transitando entre esses sentimentos extremos que as músicas se encontram. Talvez porque nesses momentos é que deixamos escapar o nosso lado mais oculto. Dos monstros mais ferozes aos mais solitários, além dos mais eufóricos, aqueles que ficam guardadinhos dentro da gente. São os sentimentos mais urgentes. Por esse motivo que é fácil nos identificarmos não somente com o filme, mas também com a trilha. Os dois compartilham da mesma finalidade, que é reproduzir um pouco dos nossos instintos, aqueles que na infância nós conseguimos expressar mais facilmente, mas que à medida que crescemos, vamos abafando, porque, no fundo, eles nunca morrem.</p>
<p>E aqui vai um aperitivo para vocês sentirem o gostinho <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/07/o-que-que-a-trilha-tem-onde-vivem-os-monstros/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p>
<p>P.s.: Não tem coisa melhor que cantar ¨All is Love¨ naqueles dias bem felizes, garanto.</p>
<p>Enjoy it!</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F07%252Fo-que-que-a-trilha-tem-onde-vivem-os-monstros%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20qu%C3%AA%20que%20a%20trilha%20tem%3F%3A%20Onde%20Vivem%20os%20Monstros.%22%20%7D);"></div>

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		<title>Paul McCartney @ Kansas City &#8211; 24/07/10</title>
		<link>http://www.audiograma.com.br/2010/07/de-olho-nos-palcos-paul-mccartney-kansas-city-240710/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho nos palcos]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McCartney]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira coisa que olhei antes de viajar de Fortaleza para Omaha, foi a agenda de shows do Paul McCartney. Primeira tentativa: Los Angeles. Não deu. Segunda tentativa: Miami. Não deu. Terceira tentativa: não existia, já havia desistido. Porém, uma madrugada que tinha tudo pra ser mais uma qualquer de insônia pesada, mudou todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><a title="Clique para ampliar!" href="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/paulmccartney_02.jpg" target="_blank"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" src="http://www.audiograma.com.br/images/cobertura/paulmccartney_01.jpg" alt="" width="320" height="216" /></a>A primeira coisa que olhei antes de viajar de Fortaleza para Omaha, foi a agenda de shows do Paul McCartney. Primeira tentativa: Los Angeles. Não deu. Segunda tentativa: Miami. Não deu. Terceira tentativa: não existia, já havia desistido.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, uma madrugada que tinha tudo pra ser mais uma qualquer de insônia pesada, mudou todo o curso&#8230; Estava eu à toa pelo <a id="aptureLink_0OXXuRvLf0" href="http://twitter.com/gleyceanycastro">Twitter</a>, quando, de repente, leio pelo <a id="aptureLink_bbjjYjt7RJ" href="http://twitter.com/TheBeatlesFans">@TheBeatlesFans</a> que o Paul havia anunciado mais alguns shows pelo USA. Beleza pura, fui eu olhar, sem expectativas, mas&#8230; ¨não custa nada¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Passando os nomes, vejo: <strong>Kansas City </strong>24/07, que fica a quatro horas de viagem daqui. Pronto. Uma noite sem dormir, quase. Consegui me desligar com o sol raiando, mas logo acordei, precisava contar pro meu irmão tão cedo ele acordasse! Expectativa mil! rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos umas semanas pra comprar o ingresso, uma briga pra comprar, mas depois que a gente descobriu o tickets now, todos os problemas se resolveram. Pronto, agora era só mais um mês e uns dias a mais para o sonho virar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Uns dias antes do show, o ingresso chegou. Fiquei meia-hora olhando pra ver se era verdade, rs. É&#8230; a ficha só caiu quando cheguei na rua do Sprint Center e vi um outdoor imenso anunciando o show. A fila para entrar era imensa, mas dava pra sentir que estavam todos na mesma vibração: uma mescla de ansiedade com ¨não-tô-acreditando¨. Pessoas de todas as idades, de crianças à sessentões beatlemaníacos. E os comentários ao longo da fila eram demais também&#8230; ¨minha adolescência inteira foi Beatles, e essa é minha primeira chance de ver um de perto¨&#8230; No fundo, todo mundo tava compartilhando do mesmo feeling.</p>
<p style="text-align: justify;">O show tava marcado para 19:30h, mas começou somente às 20:30h. Cada minuto depois da hora marcada era um passo a mais para um ataque cardíaco. Cada grito que a galera dava, cada palma que alguém puxava&#8230; Todos os preparativos foram uma tortura, rs. Juro que a sensação foi mais louca do quê a que a gente sente numa montanha-russa. Quando ele entrou no palco, simplesmente não me aguentei, as águas rolaram. Ele começou com <em>¨Venus and Mars/Rock Show¨</em> &#8230; foi o meu preparativo pra tirar os pés do chão &#8230; ¨waiting for the show to begin¨, hehe.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo em seguida, ele veio com <em>¨Jet¨</em>, oh man, o quê que foi aquilo! Todo mundo foi ao céu e voltou! Nice! Mas aí ele veio com <em>¨All My Loving¨</em> &#8230; acabou com meu coração! Meu irmão e eu enlouquecemos. Então ele tocou ¨ooooh, i feel like letting go¨ &#8230; foi demais. Mas <em>¨Drive My Car&#8221;</em> em seguida foi mais emocionante.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada música dos Beatles que ele tocava me dava uma sensação que não cabe escrever aqui. Então veio <em>¨Highway¨</em> e, logo em seguida, uma das que fazem parte da carreira solo dele que eu mais esperava, <em>¨Let Me Roll It¨</em> &#8230; foi o momento ¨garganta, pra quê te quero!¨. Mas não parou por aí &#8230; depois dessa, ele foi pro piano e decidiu acabar com todos os beatlemaníacos, tocando <em>¨The Long and Winding Road¨</em> &#8230; eu já não sabia mais onde estava, lindo demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pausa para respirar, em meio à palmas, gritos, toda a euforia e o feeling que a galera tava expressando. Então ele tocou <em>¨Nineteen Hundred and Eighty-Five¨</em>. Mas quando ele veio com ¨Let&#8217;emm innnnn¨&#8230; a galera foi à loucura, repleto de assovios e palmas. A próxima ele disse que foi dedicada à Linda, mas ele redirecionou e dedicou ao público, rs, é&#8230;   <em>¨My Love¨</em> me fez derreter mais ainda. &#8211; Comentário dispensável, mas eu passei dias imaginando quando ele cantasse essa, rs.</p>
<p style="text-align: justify;">Os minutos seguintes foram INSANOS! nada mais, nada menos que <em>¨I&#8217;ve Just Seen a Face¨</em>, quando ouvi os primeiros acordes, simplesmente não acreditei &#8230; meu primeiro disco beatle foi o <strong>Help!</strong>, foi uma surpresa que ele estivesse tocando essa música no show, sem mais palavras. A sequência com <em>¨And I Love Her¨ </em>foi de destruir, linda e linda. Então ele deu uma pausa, não largou o violão &#8230; e trocou algumas palavras para explicar a próxima música, escrita em 68 como uma reação contra o forte preconceito racial e a falta de direitos civis dos negros em um episódio ocorrido  na capital de Arkansas, Little Rock. Por trás do simbolismo do pássaro negro, a mensagem de esperança. Com certeza, <em>¨Blackbird¨</em> foi cheia de emoção. E ainda há quem diga que Beatles é só ¨iê-iê-iê¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora se você acha que esse foi o momento mais emocionante da noite, tá enganado. Até então, minhas lágrimas só haviam caído quando ele subiu no palco. Mas o episódio seguinte me fez criar um rio através dos olhos&#8230; Ele iniciou contando que às vezes a gente não fala o quanto alguém é especial enquanto temos oportunidade de falar &#8211; isso me lembrou um pouco ¨é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã&#8221;, mas, enfim &#8211; e seguiu falando que depois, quando queremos falar, é ¨is too late&#8230;¨ &#8230; ¨essa música era pra ter sido uma conversa entre mim e o John, são palavras que eu gostaria de ter dito pra ele enquanto ele tava ao meu lado¨, traduzir com fidelidade é difícil, porque foi tanta emoção, mas só isso basta para sentir o que veio depois, era a música <em>¨Here Today¨</em> &#8230; <em>¨and if i say, i really loved you, and was glad you came along&#8230;¨</em>. Minhas lágrimas foram do começo ao fim, inclusive agora, basta lembrar. Foi uma sensação tão forte que é difícil de traduzir e de transmitir por palavras. Inevitável que as lágrimas caíssem.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele seguiu com <em>¨Dance Tonight¨</em>, essa foi para dar um tempo nas lágrimas. Muita emoção para poucos minutos, rs. Depois, em meio aos ¨ô, ê-ô!¨, foi a vez de <em>¨Mrs. Vanderbilt¨</em>&#8230; demais! haha. Mas não demorou muito e logo voltamos ao repertório beatle, agora com <em>&#8220;Eleanor Rigby&#8221;</em>. Foi só um preparativo para outro tributo. Foi John, agora era a vez de George. A versão de <em>¨Something¨</em> veio com um instrumento diferente, Harisson adorava tocar o ¨ukulele¨, pra quem não conhece, uma espécie de ¨cavaquinho havaiano¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto, e lá foram as lágrimas, de novo. ¨Era para você tá aqui, georgy¨ &#8230; As homenagens foram os momentos mais emocionantes, mais fortes&#8230; momentos inesquecíveis, sem dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele seguiu com <em>¨Sing the Changes¨</em>, <em>¨Band on the Run¨</em>, que foi um presente aos fãs de Wings &#8230; demais!. <em>¨Ob-La-Di Ob-La-Da¨</em>, só alegria! <em>¨Back in the USSR¨</em>, que me levou à loucura, rs&#8230; e, na sequência, <em>¨I&#8217;ve Got a Feeling¨</em>, <em>¨Paperback Writer¨</em> e, numa sequência de luzes bem psicodélicas para dar o tom, <em>¨A Day in the Life¨</em> juntando, no final da música, com <em>¨Give Peace a Chance¨</em>&#8230; um segundo tributo ao Lennon, linda homenagem, bem emocionante.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao piano, é a vez de <em>¨Let it Be¨</em> &#8230; sem palavras&#8230; minutos e mais minutos de palmas depois de tocar, todo mundo foi ao delírio. Em <em>¨Live and Let Die¨</em>, um show de luzes e fogos.  Depois dela, veio a música que eu mais esperava, a que me rendeu um segundo nome, a que ficou under my skin &#8230; <em>&#8220;Hey Jude&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento, só pude sentir o abraço do meu irmão &#8230; Basta lembrar para que meus olhos se manifestem, rs. O quê mais eu poderia querer depois de ouvir, junto com meu irmão, Paul McCartney cantar Hey Jude? Nada. Nada mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele se despediu e a galera enlouqueceu. As palmas não pararam enquanto ele não voltou. Por mais que a gente soubesse que ele ia voltar, ou ao menos a maioria, não tinha como evitar a emoção de vê-lo subindo o palco novamente! <em>¨Day Tripper¨</em>, <em>¨Lady Madonna¨</em> e <em>¨Get Back¨</em> fizeram a galera enlouquecer mais ainda, ele bem se despediu, mas o ¨Get back, Paul¨ o fez retornar com <em>¨Yesterday¨</em>, <em>¨Helter Skelter¨</em>, que, inclusive,  acabou com a minha dúvida quanto a significado, nada de confusão ou algo do tipo, é montanha-russa mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para fechar com chave de ouro e aproveitando que a galera tava fervendo, foi a sequência de <em>¨Sgt. Peppers¨</em> e <em>¨The End¨</em>, sem dúvidas ¨we were enjoying the show¨ &#8230; e ficou a mensagem, ¨in the end, the love you take is equal to the love you make¨.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, ele mostrou por quê os garotos de Liverpool eram considerados tão carismáticos. Entre uma música e outra, as piadinhas eram inevitáveis. Deu para sentir um pouco do gostinho dos anos 60. Agora, só me restam milhares de fotos, uma garganta detonada e a certeza de que Beatles é muito mais do quê meu ¨vício desenfreado¨.</p>
<p style="text-align: justify;">Na mente, na pele, por dentro da pele &#8230; e é isso, chegou a hora de curtir minha depressão-pós-show, rs.   <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">P.S.¹.: Decidi fazer um passeio pelo set list, mas antes disso, decidi começar  pelo começo e compartilhar um pouco do antes-durante-depois. Talvez esse  seja meu único post em tom pessoal, de verdade. Mas, penso que seja  algo inevitável, a emoção foi maior. <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">P.S.².: A foto, tirada pelo meu irmão porque eu não estava em condições de tirar, foi na hora de <em>¨Hey Jude¨</em>.</p>
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		<title>O Quê Que A Trilha Tem?: 500 Days Of Summer.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 05:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gleyce Any Castro</dc:creator>
				<category><![CDATA[O quê que a trilha tem?]]></category>
		<category><![CDATA[500 days of summer]]></category>
		<category><![CDATA[OST]]></category>

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<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center"><img class="aligncenter" style="margin-top: 5px;margin-bottom: 5px" src="http://i796.photobucket.com/albums/yy249/gleyceany/Variadas/500days-2.jpg" alt="" width="590" height="306" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Trilhas sonoras, o que seriam dos filmes sem elas? Vários filmes não causariam as mesmas sensações se não contassem com um belo fundo musical. Bem, não somente filmes. Tudo o que sai da telinha tem que ter ¨algo mais¨ para encantar, que o digam as novelas! Como estréia desse novo espaço, nada melhor que expor um filme primorosamente recheado: 500 Days Of Summer (500 Dias Com Ela).</p>
<p style="text-align: justify">Sem dúvidas, o filme não seria o mesmo sem a fina seleção musical da qual faz uso. Do início ao final desse longa-metragem, contamos com um background espetacular, ouso dizer que nenhuma das escolhas deixam a desejar. 16 faixas escolhidas ¨à dedo¨ e que fazem toda a diferença. Mas também, não era de se esperar menos de um filme cuja protagonista é nada mais, nada menos que Zooey Deschanel, que, junto com M. Ward, compõe o sweet duo She &amp; Him.</p>
<p style="text-align: justify">Os passos dessa trilha são fascinantes, passeamos pela linda e delicada voz de Regina Spektor, com ¨Us¨ e a doce ¨Hero¨. Ao lado, visitamos Feist, com ¨Mushaboom¨. E, não muito distante, eis que encontramos a própria Zooey em She &amp; Him, com um belo cover dos Smiths, ¨Please, Please, Please, Let Me Get What I Want¨, sem contar que a versão original também aparece pelo filme, juntamente com outra música deles, ¨There Is A Light That Never Goes Out¨. The Smiths ganhou um destaque bacana nesse filme, logo no início nos deparamos com eles dando o tom ao longa-metragem.</p>
<p style="text-align: justify">A França também pinta uma cor pelo filme, nada mais charmoso que Carla Bruni com ¨ Quequ&#8217;un M&#8217;a Dit¨. Com um folk mais melancólico, porém, não menos bonito, encontramos Simon &amp; Garfunkel, com ¨Bookends¨.</p>
<p style="text-align: justify">Há uma cena super divertida do filme que não seria a mesma sem Hall &amp; Oates com ¨You Make My Dreams¨, não vale contar a cena, mas ouvir antes é super válido. Seguindo o lado ¨funny¨ da trilha, temos Black Lips, com a divertidíssima ¨Bad Kids¨. Além de Doves com ¨There Goes The Fear¨ e Mumm-Ra com ¨She&#8217;s Got You High¨.</p>
<p style="text-align: justify">Acalmando um pouco, temos Meaghan Smith com a cuuutie ¨Here Comes Your Man¨, e Wolfmother com ¨Vagabond¨.  E, por fim, nos deparamos com The Temper Trap e a linda ¨Sweet Disposition¨,  um dos melhores tesouros do filme.</p>
<p style="text-align: justify">500 Days Of Summer são 95 minutos de um background musical fantástico que se tornam ilimitados depois de experimentar. Enfim, a originalidade da trilha sonora influenciou diretamente o filme. Algo que não dá para deixar de ver, muito menos de ouvir.</p>
<p style="text-align: justify">The Temper Trap &#8211; Sweet Disposition</p>
<p style="text-align: justify"><p><a href="http://www.audiograma.com.br/2010/06/o-que-que-a-trilha-tem-500-days-of-summer/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify">Enjoy it <img src='http://www.audiograma.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  !</p>
</div><div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: left; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.audiograma.com.br%252F2010%252F06%252Fo-que-que-a-trilha-tem-500-days-of-summer%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbfgFV5%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20Qu%C3%AA%20Que%20A%20Trilha%20Tem%3F%3A%20500%20Days%20Of%20Summer.%22%20%7D);"></div>

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