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(Re)Descobrindo Sons: a virada de ano ao som dos clássicos

Neste breve texto, compartilho com os leitores quais foram os dois últimos álbuns que escutei em 2017, e também aquele que inaugurou meu 2018. Vamos lá?

Para fechar o dia 31, mergulhei em dois clássicos primorosos, que ao meu ver, diferem bastante entre si. O primeiro foi o Power, Corruption & Lies (1987), do New Order, e o segundo foi o Vol. 4 (1972), do Black Sabbath. A escolha de ambos foi intuitiva e espontânea, sem grandes e/ou importantes reflexões.

O New Order fez parte da virada de ano da Juliana com o Power, Corruption & Lies.

# Power, Corruption & Lies

Primeiramente, durante a tarde do dia 31, escutei um clássico do New Order que, para muitas pessoas, consiste no trabalho mais primoroso da banda inglesa. Particularmente, embora objetivamente eu reconheça os méritos desse álbum e o ache imensamente valioso, não sou muito fã do New Order. Gosto da banda, mas definitivamente está longe de ser uma das minhas favoritas. Contudo, como esclareci nas linhas anteriores, o Power, Corruption & Lies me agrada e reconheço nele uma atmosfera que envolve propiciamente o ouvinte para dançar – acho isso fabuloso! Dá vontade de dançar até o fim dos tempos!

De maneira geral, as faixas oscilam entre uma ambientalização rítmica fortemente dançante, com uma sutileza sublime que assegura o pano de fundo do álbum. O que realmente glorifica o trabalho é sua estética eletrônica que começou a moldar as bases da singularidade do New Order.

Destaco as canções que mais me cativam: “Age Of Consent”, o aperitivo saboroso (é assombroso, eu diria) do disco, que é seguido pela ótima “We All Stand” e, por fim, gosto bastante de faixa que fecha a “viagem”, cujo título é “Leave Me Alone”.

# Vol. 4

Um dos melhores presentes de Natal de 2017 foi o LP Vol. 4, do Black Sabbath. Rodei-o logo depois que finalizei o álbum do New Order. Bem, o Sabbath é um mito na história do Rock And Roll e o disco em questão é um de seus capítulos mais importantes.

Pra mim, o álbum, na íntegra é extremamente genial e representa um dos trabalhos mais elegantes de toda a carreira do Black Sabbath. É o meu segundo favorito da banda, ficando atrás do Paranoid.

Vou citar as minhas faixas favoritas: “Wheels Of Confusion”, “Tomorrow’s Dream”, “Changes”, “Supernaut” e “Snowblind”. Não poderia haver explosão melhor para fechar 2017.

# O primeiro do novo ano!

2018, por sua vez, foi inaugurado por Alice Cooper e o álbum da vez foi o Killer (1971) que, para ser sincera, já escutei muitas e muitas vezes.

Eu estava indecisa entre o Killer e o Love It To Death, que são os meus favoritos do artista. Optei Pelo primeiro e, embora já o conheça bem, acho-o sempre muito bem-vindo. É tão bom desfruta-lo que parece que o álbum toca rapidamente e logo depois que a última faixa é finalizada, já da vontade de voltar para a primeira e apreciar tudo novamente!

Amo todas as músicas, mas as que estão sempre em minhas playlists são: “Under My Wheels”, “Desperado”, “Yeah, Yeah, Yeah” e “Dead Babies”.

E vocês? Quais foram os últimos álbuns e músicas que escutaram no ano passado e como começaram 2018?