Brasilidade: Hurtmold
Faz praticamente uma eternidade que não posto nada aqui, justamente por motivos de trabalho e faculdade. Antes de publicar ate me preocupei em avisar o chefe supremo, o genial John Pereira, em que a conversa se baseava entre desculpas da minha parte e pedidos de permissão, ufaaa, mas enfim, me parece que é hora de trabalhar.
Hoje em matéria totalmente brasileira, e claro com muito jazz e bom gosto na produção e na clara sensação de que são ilustres arranjadores, O Hurtmold esbanja no post-rock / math rock de configuração inusitada, que se senti ao escutar “Sabo” e “Amansa Louco”, musicas fenomenais da pequena orquestra.
Conhecida na cena instrumental independente – e nas horas vagas como banda de apoio de nada mais nada menos de Marcelo Camelo – a banda demonstra a sua qualidade e entonação da competência e articulação. Fenomenal é a sua complexidade sonora e a cintilante harmonia das musicas, trazendo a percepção de que atuam vários musicos de diferentes estilos, com um numero inestimável de influencias, de sobressalente requinte brasileiro.
O HURTMOLD foi formado em 1998 na cidade de são paulo, com base no rock, mas empilhando várias outras referências sonoras, o grupo se utiliza de inúmeros instrumentos, resultando numa musicalidade de forte caráter orgânico, recheada de texturas, ora tensas ora delicadas, e sempre aberta a improvisações.
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Discografia:
2008 – Hurtmold
2004 – Mestro
2003 – Hurtmold/The Eternals – split
2002 – Cozido
2000 – Et Cetera
1998 – Everyday Recording
1999 – 3am: A Fonte Secou…
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Vale a pena escutar! Vale a pena meditar escutando os caras. Banda de alta relevância do cenário brasileiro, que não possui o devido reconhecimento, mas tenho fé de que, o prazer nisso tudo é sensacional.
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Se deliciem com “Sabo”:



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