Mini-Resenha: Guitarras e o dia 25 de setembro
A nossa missão com estes posts é a de resumir, da forma mais sincera possível, a opinião de quem faz o Audiograma com relação aos shows vistos no Rock In Rio. Nem tudo foi visto, mas o que foi estará aqui.
No terceiro dia do festival, a cor preta assumiu o controle da Cidade do Rock que pode conferir um dia com doses cavalares de riffs, gritos e tudo aquilo que nomes tradicionais do metal nacional e internacional sabem fazer.
Você confere agora um pouco do que rolou no dia.
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Matanza + B Negão
Por: John Pereira
Abertura melhor impossível. O Matanza deu início ao terceiro dia do festival como se estivesse no quintal de casa. Assumiu o Palco Sunset e deu ao publico o que o público queria, suas melhores músicas. Cerca de 10 mil pessoas acompanharam a banda capitaneada por Jimmy London em um setlist de 18 músicas, que incluiu “Dança do Patinho”, música do convidado B Negão e do seu Seletores de Frequência.
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Sepultura + Tambours du Bronx
Por: John Pereira
O grande show da noite no Palco Sunset. A mistura do Sepultura com o grupo de percursão francês deixou músicas como “Territory” e “Roots Bloody Roots” ainda mais incríveis de se ouvir. Apesar de alguns problemas enfrentados no palco durante o dia (que gerou atrasos e fizeram a apresentação ‘encavalar’ na abertura do Palco Mundo), o Sepultura fechou bem os trabalhos naquele dia e deixou, principalmente em mim, a sensação de que aquela apresentação ficaria bem interessante no palco do lado.
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Coheed And Cambria
Por: John Pereira
Foi um show até interessante, mas longe de empolgar a grande maioria dos presentes. Desconhecidos por muitos, os norte-americanos subiram ao palco e encararam um público que já não estava muito disposto a esperar o ‘trio de ferro’ da noite. A mistura de Heavy Metal, Hard Rock e elementos progressivos casaram com o dia e a banda deu ao público um show competente, mas que só empolgou mesmo quando tocaram “The Tropper”, do Iron Maiden.
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Motörhead
Por: John Pereira
Nunca fui fã assíduo e apaixonado pelo trabalho do Motörhead. Conheço o suficiente para ter uma curiosidade de ver Lemmy ao vivo e, pelo menos em partes, pude satisfazer minha curiosidade. Com um setlist recheado de clássicos, a passagem do Motörhead pelo Rock In Rio foi de se tirar o chapéu. Não só por Lemmy, mas também por Mickey Dee e Phil Campbell. Para fechar, “Ace Of Spades” e “Overkill” coroaram um bom show, sem altos e baixos.
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Slipknot
Por: John Pereira
Posso dizer que esse era um dos shows que eu mais tinha curiosidade de ver em todo o festival e, com uma sequência de músicas de seu primeiro álbum, a banda deu início a sua incrível apresentação do Rock In Rio. “Eyeless” e “Wait And Bleed” ditaram o ritmo inicial e já deixaram claro que, além das músicas, os efeitos pirotécnicos, mecânicos e as performances de cada um dos músicos seriam o ponto alto do show. Corey Taylor coordenou toda a balburdia feita na Cidade do Rock e deixou o palco com a sensação de missão cumprida. Mais do que isso, saiu do palco deixando a impressão de que aquele certamente será lembrado como um dos melhores shows do festival.
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Metallica
Por: John Pereira
Era a atração mais esperava e, nesse caso, já entra no palco com o jogo na mão. Claro que o Metallica não precisava disso, já que eram muitos anos sem tocar no Rio de Janeiro. “Ride The Lightning”, “Creeping Death” e outras músicas antigas da banda deram o tom inicial da apresentação e a recepção do público não podia ser melhor. Dois grandes momentos, pra mim, foram durante “Whiplash” e “Seek And Destroy”, que colocaram ponto final em (mais uma) grande apresentação do Metallica no Brasil.








Comentários via Facebook:
10 / 3 / 2011 6:22
Hi audiograma, Saudações! Assistência realmente úteis sobre este artigo informativo! É verdadeiramente as modificações pequenas que fazem a maior modificações. Muito obrigado um bom negócio para compartilhar!